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Companhia espanhola Air Nostrum apresenta pedido para operar voos internos pelo Brasil


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Thayana Alvarenga
6 · FEV · 2020  ·  23:36
 

A companhia aérea espanhola Air Nostrum quer operar voos internos pelo Brasil! A empresa entregou nesta quinta-feira um pedido à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), sendo que esta é uma das fases iniciais necessárias no processo de análise. Se aprovada, a companhia poderá solicitar horários de voos nos aeroportos para operar voos domésticos no país.

Caso as operações realmente iniciem, outro nome deve ser adotado pela empresa.

Este é o segundo pedido recebido oficialmente pela Anac desde o ano passado. Em 2019, a também espanhola Globalia (dona da Air Europa) foi autorizada pela agência, porém não chegou a solicitar o certificado necessário para iniciar seus voos.

O movimento da companhia ocorre diante da Medida Provisória que permite 100% de capital estrangeiro nas aéreas brasileiras. Até então, o limite era 20%. Para ser considerada brasileira, a empresa precisa ter sede no Brasil e se subordinar às leis do país.

Air Nostrum

Também conhecida como Iberia Regional, a Air Nostrum tem seu centro de operações em Valência – sendo parceira regional da Iberia e membro afiliado da Oneworld. A empresa possui quase 100 rotas domésticas, além de voar para cerca de 50 destinos internacionais.

Sua frota é composta por cerca de 50 aeronaves, sendo modelos ATR 72-600, além de alguns Bombardier CRJ200, CRJ900 e CRJ1000 – este último com capacidade para até 100 passageiros.

Vamos aguardar mais detalhes!
 

Fonte: https://www.melhoresdestinos.com.br/air-nostrum-voos-brasil.html

Será que essa sai???

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É do grupo IAG, da Iberia, Brtish e agora também Air Europa.

Se for mesmo operar vôos regionais apenas,.deve vir em parceria com uma das aéreas brasileiras, não? Mas qual? Latam? Gol?

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33 minutes ago, vitordos said:

E quando começam as operações da Air Europa no Brasil, já que ela pleiteou e consegui a aprovação?

Quem solicitou foi a Globalia. A Air Europa era uma empresa do grupo Globalia. 

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41 minutes ago, vitordos said:

E quando começam as operações da Air Europa no Brasil, já que ela pleiteou e consegui a aprovação?

Nunca. Era só conversa fiada.

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Meus prezados

A Air Nostrum voará, no Brasil,  com trip brasileira?

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Não é mais fácil comprarem a passaredo? Economizam uma graninha boa entre contratação de funcionários e leasing. 

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A GOL já perdeu a TWO FLEX para a AZUL.

Se bobear, ainda vai acabar perdendo a VOEPASS (Passaredo e MAP) para outra cia.

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6 hours ago, deiv said:

Não é mais fácil comprarem a passaredo? Economizam uma graninha boa entre contratação de funcionários e leasing. 

Tá de brincadeira? hahahahaha

Tou brincando, entenda o tom do meu raciocínio.

Jabiraca cheia de  dívidas, passou por recuperação judicial, deve ter um calhamaço de credores, vários colegas aqui já comentaram sobre seus passivos, dividas FGTS/INSS, deve ter várias certidões negativas e protesto em cartório.

Nem que fizessem o bem bolado como foi Velha Varig/VRG(separar a parte boa da podre) daria certo, no atual cenário de incerteza jurídica, fica o antigo ditado dos advogados: "cabeça de juíz e bunda de neném não se sabe o que vem".

Absolutamente rechaçável a hipótese, se eu tivesse nessa jogada. Talvéz uma Rbac121 como a ex Sete, ou qualquer 135 dando upgrade para 121 seria uma boa, ou comprar uma 121 desativada, como a Rio, mais sempre tem as pitangas dos antigos sócios.

Acredito que exista CHETA no mercado, recordemos o passado recente de Puma Air 2.0(737-300), BRA 2.0 charteira (que veio do 0).

Esse é o pulo do gato.

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 Acho que o principal problema para uma nova entrante é a questão dos slots. Vai operar onde? Aí a questão de comprar a Passaredo não soa tão absurda. Mas enfim, assim como Itapemerim, Globalia e agora Air Nostrum, acho que não sairão do papel...

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2 minutes ago, giuli said:

 Acho que o principal problema para uma nova entrante é a questão dos slots. Vai operar onde? Aí a questão de comprar a Passaredo não soa tão absurda. Mas enfim, assim como Itapemerim, Globalia e agora Air Nostrum, acho que não sairão do papel...

A não ser que tenha bala na agulha, comprou hipotéticamente a Passaredo, tudo seria objeto de contestação, anota. Acredito num cenário conservador, meio "viajem na maionese", que MAP como CHETA seria um ativo interessante de se colocar no mercado, tem os pormenores: slots CGH? Gol ia abrir mão da parceria?

Piquiatuba tá ai, Sete táxi aéreo, Asta... só chegar. Nada é pra sempre, tudo é negociável, e muito mais barato.

O importante é estar realmente capitalizado para aguentar a naba das grandes.  Tudo é politicagem, ter um dedinho no SNEA, negociar incentivos e o "faz me rir" em Brasília.

 

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2 hours ago, flightFernando said:

A não ser que tenha bala na agulha, comprou hipotéticamente a Passaredo, tudo seria objeto de contestação, anota. Acredito num cenário conservador, meio "viajem na maionese", que MAP como CHETA seria um ativo interessante de se colocar no mercado, tem os pormenores: slots CGH? Gol ia abrir mão da parceria?

Piquiatuba tá ai, Sete táxi aéreo, Asta... só chegar. Nada é pra sempre, tudo é negociável, e muito mais barato.

O importante é estar realmente capitalizado para aguentar a naba das grandes.  Tudo é politicagem, ter um dedinho no SNEA, negociar incentivos e o "faz me rir" em Brasília.

 

2 hours ago, flightFernando said:

Absolutamente rechaçável a hipótese, se eu tivesse nessa jogada. Talvéz uma Rbac121 como a ex Sete, ou qualquer 135 dando upgrade para 121 seria uma boa, ou comprar uma 121 desativada, como a Rio, mais sempre tem as pitangas dos antigos sócios.

Esqueça a aviação como era antes, CHETA se tornou COA (para alinhar-se ao mundial AOC - Air Operator Certificate), já iniciaram a fusão dos AOC da PASSAREDO com MAP, logo é menos um "cheta" disponível". Air Nostrum está vindo com parceiro certo já para o país e não vai entrar na mesmice de CGH, SDU, etc... vão pegar 2 hubs do parceiro e distribuir a partir desse.

A SETE 121 já morreu, de tudo que existiu, hoje, dentro da ANAC ainda possuem AOC a RIO LINHAS AÉREAS e a CONNECT, o restante é ativo, agora as mortas, já eram, teria que iniciar todo processo de certificação do zero, dentro da sua linha seria mais prático chegar na ASTA, ROTA DO SOL, RIMA e APUI que possuem autorização de LAS, tornando mais prático o upgrade para 121, no final das contas como são empresas antigas é melhor começar do zero sem ter riscos, ainda mas com a grana e know-how que uma Air Nostrum tem.

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7 hours ago, PT-KTR said:

 

Esqueça a aviação como era antes, CHETA se tornou COA (para alinhar-se ao mundial AOC - Air Operator Certificate), já iniciaram a fusão dos AOC da PASSAREDO com MAP, logo é menos um "cheta" disponível". Air Nostrum está vindo com parceiro certo já para o país e não vai entrar na mesmice de CGH, SDU, etc... vão pegar 2 hubs do parceiro e distribuir a partir desse.

A SETE 121 já morreu, de tudo que existiu, hoje, dentro da ANAC ainda possuem AOC a RIO LINHAS AÉREAS e a CONNECT, o restante é ativo, agora as mortas, já eram, teria que iniciar todo processo de certificação do zero, dentro da sua linha seria mais prático chegar na ASTA, ROTA DO SOL, RIMA e APUI que possuem autorização de LAS, tornando mais prático o upgrade para 121, no final das contas como são empresas antigas é melhor começar do zero sem ter riscos, ainda mas com a grana e know-how que uma Air Nostrum tem.

Qual seria o parceiro da Air Nostrum?

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50 minutes ago, Sertanejo said:

Só sobrou a LATAM sem uma "regional"

Que sonho seria ela quebrar o monopólio da Azul e ainda entrar no regional da AS, mas acho pouco provável 

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On 14/02/2020 at 13:29, PT-KTR said:

 

Esqueça a aviação como era antes, CHETA se tornou COA (para alinhar-se ao mundial AOC - Air Operator Certificate), já iniciaram a fusão dos AOC da PASSAREDO com MAP, logo é menos um "cheta" disponível". Air Nostrum está vindo com parceiro certo já para o país e não vai entrar na mesmice de CGH, SDU, etc... vão pegar 2 hubs do parceiro e distribuir a partir desse.

A SETE 121 já morreu, de tudo que existiu, hoje, dentro da ANAC ainda possuem AOC a RIO LINHAS AÉREAS e a CONNECT, o restante é ativo, agora as mortas, já eram, teria que iniciar todo processo de certificação do zero, dentro da sua linha seria mais prático chegar na ASTA, ROTA DO SOL, RIMA e APUI que possuem autorização de LAS, tornando mais prático o upgrade para 121, no final das contas como são empresas antigas é melhor começar do zero sem ter riscos, ainda mas com a grana e know-how que uma Air Nostrum tem.

Parceiro, Muitíssimo obrigado pelas atualizadas informações.

O importante é isso, uma discurssão saudável acerca desse tema interesantíssimo:

"Como nascem, vivem, se reproduzem e morrem as Brastemps dos ares"

Brasil é só rindo pra não chorar hahaha

 

Edited by flightFernando
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On 14/02/2020 at 13:29, PT-KTR said:

 

Esqueça a aviação como era antes, CHETA se tornou COA (para alinhar-se ao mundial AOC - Air Operator Certificate), já iniciaram a fusão dos AOC da PASSAREDO com MAP, logo é menos um "cheta" disponível". Air Nostrum está vindo com parceiro certo já para o país e não vai entrar na mesmice de CGH, SDU, etc... vão pegar 2 hubs do parceiro e distribuir a partir desse.

A SETE 121 já morreu, de tudo que existiu, hoje, dentro da ANAC ainda possuem AOC a RIO LINHAS AÉREAS e a CONNECT, o restante é ativo, agora as mortas, já eram, teria que iniciar todo processo de certificação do zero, dentro da sua linha seria mais prático chegar na ASTA, ROTA DO SOL, RIMA e APUI que possuem autorização de LAS, tornando mais prático o upgrade para 121, no final das contas como são empresas antigas é melhor começar do zero sem ter riscos, ainda mas com a grana e know-how que uma Air Nostrum tem.

Acho que podemos somar ao fator Air Nostrum, o bloco de aeroportos do nordeste, cujo leilão foi vencido pela concessionária estatal espanhola AENA. Possa ser que, ambas trabalhem juntas para impulsionar a conectividade regional na região nordeste, e quebrar o inegável 'monopólio' da Azul no mercado regional dessa região.  

Edited by ErickCF
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  • 3 weeks later...
On 16/02/2020 at 00:32, ErickCF said:

Acho que podemos somar ao fator Air Nostrum, o bloco de aeroportos do nordeste, cujo leilão foi vencido pela concessionária estatal espanhola AENA. Possa ser que, ambas trabalhem juntas para impulsionar a conectividade regional na região nordeste, e quebrar o inegável 'monopólio' da Azul no mercado regional dessa região.  

Não é questão de monopólio mas sim que a AD foi a única que se interessou E arriscou a operação em aeroportos regionais. Quando G3, JJ ou MAP se interessou em arriscar em Mossoró? 

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49 minutes ago, deiv said:

Não é questão de monopólio mas sim que a AD foi a única que se interessou E arriscou a operação em aeroportos regionais. Quando G3, JJ ou MAP se interessou em arriscar em Mossoró? 

Não deixa de ser um monopólio, a Azul ousou operar no descrédito regional, escolheu a aeronave certa e agora detém um lucrativo monopólio que as demais não ousaram entrar até hj 

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4 hours ago, Luckert said:

Não deixa de ser um monopólio, a Azul ousou operar no descrédito regional, escolheu a aeronave certa e agora detém um lucrativo monopólio que as demais não ousaram entrar até hj 

Os aeroportos continuam aí, sem restrições alguma de slots. Quem vai arriscar? 

Monopólio é o que ocorre em CGH que apenas 2 cias tem direito a 80% dos slots. 

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5 hours ago, deiv said:

Não é questão de monopólio mas sim que a AD foi a única que se interessou E arriscou a operação em aeroportos regionais. Quando G3, JJ ou MAP se interessou em arriscar em Mossoró? 

A Azul desfruta da first-mover advantage", como prêmio por ter apostado e arriscado em um mercado até então inexistente/inexplorado.

Mas isso não impede que classifiquemos esses mesmos mercados como monopólio que, por definição, significa mercado servido por apenas uma empresa.

Uma nova oferta (ou aumento de oferta), em geral, acaba também criando novas demandas. É natural que a Azul passe a conviver com novos entrantes interessados em um mercado que, agora, todos sabem que dá resultados. Mas a companhia ainda tem a vantagem de já estar nele.

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