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TheJoker

Viracopos inicia Projeto AGILE para reduzir as emissões de CO2

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12/02/20

O Aeroporto Internacional de Viracopos inicia a partir desta quinta-feira (13/02) o Projeto AGILE VCP com o objetivo de desenvolver uma série de estudos técnicos para reduzir as emissões de CO2, elevar os índices de pontualidade e aumentar a capacidade de pousos e decolagens do aeroporto nos próximos cinco anos. A experiência resultante do projeto AGILE VCP poderá ser aplicada em outros aeroportos brasileiros com volume significativo de tráfego aéreo e que operem com uma única pista. 

Já no primeiro ano de trabalho, o objetivo é elevar de 37 para 40 o movimento de aeronaves por hora na pista, assim como reduzir o intervalo entre pousos e decolagens, que resultará na redução das esperas no solo e em voo, elevando os índices de pontualidade e reduzindo o consumo de combustível e, consequentemente, diminuindo as emissões de CO2.

O começo dos trabalhos será marcado pela assinatura do Termo de Referência do Projeto AGILE VCP, no Prédio Administrativo de Viracopos, nesta quinta-feira, às 14h. O projeto será realizado por meio de um Grupo de Trabalho formado por representantes da ABV (Concessionária Aeroportos Brasil Viracopos), ABEAR (Associação Brasileira das Empresas Aéreas), ANAC (Agência Nacional de Aviação Civil), Azul Linhas Aéreas, DECEA (Departamento de Controle do Espaço Aéreo), IATA (International Air Transport Association), Infraero (Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária) e SAC (Secretaria de Aviação Civil – Ministério da Infraestrutura).

De acordo com os coordenadores do Projeto, além ampliar a integração entre as companhias aéreas, as entidades aeronáuticas e a concessionária, os principais ganhos para o Aeroporto de Viracopos serão capacidade expandida para mais pousos e decolagens, maior eficiência operacional, aumento da agilidade e maior pontualidade dos voos.

Segundo o DECEA, sob a ótica da provisão do serviço de controle de tráfego aéreo, a expectativa é que o projeto AGILE VCP proporcione maior agilidade as operações do aeroporto, melhorando a fluidez do tráfego aéreo e impactando positivamente a capacidade de pista e do próprio espaço aéreo.

“O Projeto AGILE VCP vai proporcionar maior eficácia nos movimentos de pousos e decolagens de Viracopos. Além do ganho imediato já em 2020, as próximas metas de aumento de movimento serão definidas no decorrer dos trabalhos técnicos. Esta ação é fundamental não só para a região de Campinas, mas para toda a malha aérea nacional”, disse o diretor-presidente da concessionária Aeroportos Brasil Viracopos, Gustavo Müssnich.

"O programa AGILE VCP, assim como os aplicados em outros aeroportos, tais como em Guarulhos e Galeão, trará uma grande oportunidade de ganho operacional e aumento de eficiência para a Azul. Foi por isso que incentivamos a criação desse projeto em Viracopos para que nossos Clientes possam ter uma experiência ainda melhor, nesse que é o principal centro de distribuição da empresa e um dos melhores aeroportos do Brasil. Acreditamos que com o AGILE VCP, os índices de pontualidade, economia de combustível e segurança serão ainda maiores", afirmou João Macari, diretor de Operações de Voo da Azul.

Para a ABEAR, a implantação do AGILE em Viracopos será vital para o futuro crescimento da capacidade de tráfego aéreo na região metropolitana de São Paulo. Já a IATA considera o projeto um exemplo de como a experiência de Decisão Colaborativa (CDM) pode contribuir de forma inequívoca para a otimização das operações aéreas no Brasil.

Viracopos é o maior aeroporto de importação de carga do Brasil. Aproximadamente 40% das cargas que chegam ao país pelo modal aéreo passam pelo Terminal de Carga do aeroporto. Além disso, o aeródromo atingiu o recorde de movimentação de passageiros em 2019 com 10,5 milhões de pessoas transportadas. Desde o início da concessão, em 2013, o terminal foi eleito 13 vezes pelos passageiros o Melhor Aeroporto do Brasil. 

 

http://www.viracopos.com/pt_br/noticias/viracopos-inicia-projeto-agile-para-reduzir-as-emissoes-de-co2-elevar-os-indices-de-pontualidade-e-aumentar-a-capacidade-de-pousos-e-decolagens-por-hora.htm

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VCP tem muita capacidade ociosa ainda. Ao invés de gastar com esse projeto deveriam fazer subsídios para atrair mais companhias para o aeroporto. 

Fico pensando se a Azul não existisse, o aeroporto já teria fechado o terminal de pax e só ia ter movimentação no terminal de cargas. 

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7 hours ago, deiv said:

VCP tem muita capacidade ociosa ainda. Ao invés de gastar com esse projeto deveriam fazer subsídios para atrair mais companhias para o aeroporto. 

Fico pensando se a Azul não existisse, o aeroporto já teria fechado o terminal de pax e só ia ter movimentação no terminal de cargas. 

AD deve estar pleiteando +slots nos horários de pico.  Jul19  10.014  mov / 31 / 17 (06-23h) = 19 mov/hora (51% considerando 37 mov/hora) em média, no mês com maior movimento.

Também não é bem assim, VCP tem O&D de +/- 4 milhões.

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4 hours ago, TheJoker said:

AD deve estar pleiteando +slots nos horários de pico.  Jul19  10.014  mov / 31 / 17 (06-23h) = 19 mov/hora (51% considerando 37 mov/hora) em média, no mês com maior movimento.

Também não é bem assim, VCP tem O&D de +/- 4 milhões.

51% pra quem está na região metropolitana de SP é muuuuuuuuito pouco. 

 

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19 hours ago, deiv said:

VCP tem muita capacidade ociosa ainda. Ao invés de gastar com esse projeto deveriam fazer subsídios para atrair mais companhias para o aeroporto. 

Fico pensando se a Azul não existisse, o aeroporto já teria fechado o terminal de pax e só ia ter movimentação no terminal de cargas. 

Só lembraram de VCP quando a Azul foi para lá. Sem ela não duvido que manteriam aquele mesmo terminal de 2008 e sem o puxadão.

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Vai reduzir temporariamente pra 1 diário

H JJ3660 JJ3353 29MAR24OCT 1234567 224321 BSBBSB1640 1725BSBBSB JJ
H JJ3885 JJ3008 29JUN23OCT 1234507 224321 BSBBSB2210 06051BSBBSB JJ

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On 2/13/2020 at 1:12 PM, deiv said:

51% pra quem está na região metropolitana de SP é muuuuuuuuito pouco. 

 

VCP nao está na RMSP, está na RMC. Concordo que a concessionária não pode ser refem da Azul mas ao mesmo tempo ela tem um grande operador fazendo hub ali o que garante um fluxo contínuo de receita. Coisa que nem o GIG tem e parece que não terá tão cedo.

VCP precisa de ligações melhores pra SP? Com certeza. Ajudaria enormemente o aeroporto. Precisa também de ligações melhores para as cidades da RMC: Valinhos, Vinhedo, Indaiatuba, Hortolândia, Jaguariuna e etc. Isso também ajudaria muito.

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On 15/02/2020 at 15:36, F-BVFA said:

VCP nao está na RMSP, está na RMC. Concordo que a concessionária não pode ser refem da Azul mas ao mesmo tempo ela tem um grande operador fazendo hub ali o que garante um fluxo contínuo de receita. Coisa que nem o GIG tem e parece que não terá tão cedo.

Balanços de 2018

(em R$ milhões)             GIG                     VCP                                                                         GRU

Receita Bruta                  1.010                  801        sem c. construção                                 2.775

. aeroportuária                  376                  170        (pousos/estadia+embarque pax)       1.092

. carga                                224                   530                                                                             693

. comercial/outras           410                   101                                                                             990

Líquida (PIS/Cofins)        885                   691        sem c. Construção                                2.025      

PAX                                   15.035.083       9.223.074                                                              42.230.432             

Total Liq/Pax                   R$58,86            74,92                                                                       47,95

Aeroportuária/PAX        R$25,01            18,43                                                                      25.86

Comercial/pax                R$27,27            10,95                                                                       23.44

Só que maior receita de VCP vem de carga não de PAX, até porque a maioria é CNX que paga tarifa 1/3  de um embarque doméstico normal.

As outras concessões querem a carga de GRU/VCP e os PAX internacionais de GRU. Conexão de VCP ou BSB nem tanto.

 

 

           

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56 minutes ago, TheJoker said:

Balanços de 2018

(em R$ milhões)             GIG                     VCP                                                                         GRU

Receita Bruta                  1.010                  801        sem c. construção                                 2.775

. aeroportuária                  376                  170        (pousos/estadia+embarque pax)       1.092

. carga                                224                   530                                                                             693

. comercial/outras           410                   101                                                                             990

Líquida (PIS/Cofins)        885                   691        sem c. Construção                                2.025      

PAX                                   15.035.083       9.223.074                                                              42.230.432             

Total Liq/Pax                   R$58,86            74,92                                                                       47,95

Aeroportuária/PAX        R$25,01            18,43                                                                      25.86

Comercial/pax                R$27,27            10,95                                                                       23.44

Só que maior receita de VCP vem de carga não de PAX, até porque a maioria é CNX que paga tarifa 1/3  de um embarque doméstico normal.

As outras concessões querem a carga de GRU/VCP e os PAX internacionais de GRU. Conexão de VCP ou BSB nem tanto.

 

 

           

Você só comprovou o que disse: GRU é um hub com grande operação internacional "local" (LA e G3), um grande número de empresas estrangeiras operando (atraidas pelo O&D mas também pelo amplo leque de conexões que LA e G3 oferecem) e com grande operação doméstica. VCP, apesar dos voos internacionais da Azul, é um hub predominantemente doméstico e sem a presença de empresas estrangeiras.

O GIG por sua vez não é hub de ninguém mas possui um número razoável de empresas estrangeiras operando devido ao seu O&D e as conexões limitadas oferecidas pela G3.

Isso explica a receita aeronáutica maior no GIG do que VCP. 

Se o GIG fosse hub de-facto de alguém certamente essas receitas subiriam estando mais próximas às de GRU. Se conexões não fossem um bom negócio para o operador aeroportuário nenhum faria tanta questão em ter um em seu aeroporto.

Conexões trazem mais voos, que trazem mais aeronaves que geram receitas e mais passageiros circulando nos terminais que também geram receita.

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6 hours ago, F-BVFA said:

Você só comprovou o que disse: GRU é um hub com grande operação internacional "local" (LA e G3), um grande número de empresas estrangeiras operando (atraidas pelo O&D mas também pelo amplo leque de conexões que LA e G3 oferecem) e com grande operação doméstica. VCP, apesar dos voos internacionais da Azul, é um hub predominantemente doméstico e sem a presença de empresas estrangeiras.

O GIG por sua vez não é hub de ninguém mas possui um número razoável de empresas estrangeiras operando devido ao seu O&D e as conexões limitadas oferecidas pela G3.

Isso explica a receita aeronáutica maior no GIG do que VCP. 

Se o GIG fosse hub de-facto de alguém certamente essas receitas subiriam estando mais próximas às de GRU. Se conexões não fossem um bom negócio para o operador aeroportuário nenhum faria tanta questão em ter um em seu aeroporto.

Conexões trazem mais voos, que trazem mais aeronaves que geram receitas e mais passageiros circulando nos terminais que também geram receita.

Essa discussão é interminável, o que tem em GRU não viabiliza a concessão, e os outros foram iludidos que também pegariam uma parte...Brasil eterno "país do futuro", não foi em 50 anos, não será nos próximos 50 também.

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5 hours ago, TheJoker said:

Essa discussão é interminável, o que tem em GRU não viabiliza a concessão, e os outros foram iludidos que também pegariam uma parte...Brasil eterno "país do futuro", não foi em 50 anos, não será nos próximos 50 também.

Não viabiliza por conta de GRU em si né? Mas por causa do modelo de concessão que foi bem mal feito. Uma pena.

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12 hours ago, F-BVFA said:

Você só comprovou o que disse: GRU é um hub com grande operação internacional "local" (LA e G3), um grande número de empresas estrangeiras operando (atraidas pelo O&D mas também pelo amplo leque de conexões que LA e G3 oferecem) e com grande operação doméstica. VCP, apesar dos voos internacionais da Azul, é um hub predominantemente doméstico e sem a presença de empresas estrangeiras.

O GIG por sua vez não é hub de ninguém mas possui um número razoável de empresas estrangeiras operando devido ao seu O&D e as conexões limitadas oferecidas pela G3.

Isso explica a receita aeronáutica maior no GIG do que VCP. 

Se o GIG fosse hub de-facto de alguém certamente essas receitas subiriam estando mais próximas às de GRU. Se conexões não fossem um bom negócio para o operador aeroportuário nenhum faria tanta questão em ter um em seu aeroporto.

Conexões trazem mais voos, que trazem mais aeronaves que geram receitas e mais passageiros circulando nos terminais que também geram receita.

Se não me falha a memória GIG era hub da G3 alguns anos atrás. Lembro que fiz conexão lá pra ir pro nordeste alguns anos atrás. 

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5 hours ago, deiv said:

Se não me falha a memória GIG era hub da G3 alguns anos atrás. Lembro que fiz conexão lá pra ir pro nordeste alguns anos atrás. 

Ainda é um dos hubs, junto a GRU e BSB (além de CGH, mas neste caso somente doméstico). Ela tem inclusive bancos de cnx bem estabelecidos por lá. Tem horas que se vê muitas aeronaves, outras, nenhuma.

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9 hours ago, F-BVFA said:

Não viabiliza por conta de GRU em si né? Mas por causa do modelo de concessão que foi bem mal feito. Uma pena.

A outorga é extorsiva, inviabiliza grandes investimentos nos terminais,  mas o problema maior é a falta de demanda. Em 2019 era pra ter 50 milhões, e o internacional 20. Por isso o T3 ainda não começou a expansão.

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Isso era a projeção dos estudos do Governo, antes da concessão. A projeção da CAIG é +60 milhões.

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spacer.png

VCP teria 30 milhões até 2020, quase nada de inter, que só cresceria a partir da saturação do T3 de GRU, isso a partir de 2022.

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VCP 2014  9.8 milhões

         2015  10.3

        2016     9.3

        2017     9.3

        2018     9.2

        2019    10.6     13,87% nos últimos 5 anos, média 2,63%   o mundo cresce entre 4 e 6%

 

2014 15.0 milhões vs  2019  30.0 = 100%   média 14,87%  ninguém percebeu que vivíamos numa "bolha", e que o Brasil não é uma China.

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10 hours ago, F-BVFA said:

Não viabiliza por conta de GRU em si né? Mas por causa do modelo de concessão que foi bem mal feito. Uma pena.

Exatamente A inviabilidade decorre do modelo adotado visando ARRECADACAO e nao INVESTIMENTO o que demonstra claramente a falha da concessao.

Outorga nao e fonte de IMPOSTO pra tapar rombo governamental, alias a carga tributaria no Brasil tem de buscar o caminho inverso o de reducao, mas fonte de Arrecadacao de novos Investimentos para alavancar o sistema como um todo. Em 1 da Infraestrutura do proprio sitio e 2 demais aeroportos secundarios e sistema aeronautico como um todo.

Se esta mentalidade fosse adotada teriamos outra realidade e recursos para impulsionar investimento de vulto no sistema aeroportuario VCP, GRU, GIG ( este tem que ter vida propria e nao viver sonhando em GRU com capacidade esgotada. 

GRU e extremamente lucrativo e rentavel e sua geracao de cx e capaz de alavancar a ampliacao de sua capacidade para alem de 100kk PAX ano, construcao de 3 pista etc etc, e infra de acesso tanto a SP quanto a VCP  basicamente TREM de velocidade/Metro para SP.

Voce teria 2 pontas

O investimento privado da Concessionaria que teria cx maior, com menor outorga, mas exigencia de Investimento maior e com isso mais capacidade para gerar novas receitas. Ex voce nao tem uma area para locadoras de veiculos proxima ao aeroporto poderiam usar o proprio peoplemover para acessar uma  grande area propria para locadoras de veiculos e teria nova fonte de receita nova tipo MIA.

Hoje voce tem locacao de espaco no estacionamento do T3 para facilitar. Ou e estacionamento ou e locadora.

O investimento publico na infra de acesso e aeroportos secundarios seja via PPP seja Concessao de acesso usando como fonte a propria Outorga isso gera capacidade de ser um agente financiador e captador. ex Rodoanel Norte e estrutura logistica para Carga 

Edited by BLUE - SBKP -

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Outro exemplo

A AD esta finalizando a construcao de seu MRO em VCP mas em GRU falta um grande MRO para realizacao de manutencao pesada.

Hoje a LA manda seus WB para AUH para realizar manutencao pesada sao muitos empregos e impostos levados para o exterior, mas se voce observar existe area proxima aos atuais hangares onde existe favela no local.

O Governo deveria incentivar seja com menor burocracia/imposto, seja na liberacao de area para construcao de um grande Hangar para manutencao pesada/pintura. E com isto nova fonte de receita para o Governo, Concessionaria e menor custo para Cia Aerea alem de gerar novos empregos de maior complexidade.

Ou seja todo mundo ia ganhar, mas hoje os dolares voam para AUH, junto com os empregos  impostos etc etc e para o Brasil sobra a favela, o Custo maior para a cia aerea e para o Governo 0 de imposto.

Alguem tem duvida do que precisa ser feito?

Edited by BLUE - SBKP -

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5 hours ago, boulosandre said:

Ainda é um dos hubs, junto a GRU e BSB (além de CGH, mas neste caso somente doméstico). Ela tem inclusive bancos de cnx bem estabelecidos por lá. Tem horas que se vê muitas aeronaves, outras, nenhuma.

O GIG serve de relief hub quando GRU não consegue atender. Na hora de acrescentar novas rotas o foco quase sempre é GRU, na hora do aperto a prioridade é GRU. A Gol simplesmente ocupou parte do espaço deixado pela LATAM e Avianca. 

Os hubs principais da Gol são em SP, sempre foram. E o GIG precisa disso: que uma companhia priorize o aeroporto. Coisa que não existe faz muito tempo.

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