Jump to content
Sign in to follow this  
51Tucano

GIG nonstop no radar da Qantas após 2023

Recommended Posts

ALMOST THERE / Qantas is set to push the ‘GO’ button on #ProjectSunriseand launch what will be the world’s longest flights: 18-21 hour non-stop treks from Sydney and Melbourne to New York, London and Paris from the first half of 2023 with Airbus A350-1000.

While London and New York are considered flagship destinations, Paris and Frankfurt are also on the non-stop list, along with Cape Town and Rio de Janeiro. CEO Alan Joyce says that Qantas' non-stop Boeing 787-9 flights between Perth and London will continue to run alongside the east coast-focused Sunrise flights.

Fonte: Aeronews

Share this post


Link to post
Share on other sites

Nunca que a qantas iniciaria uma rota no Brasil pelo rio de janeiro !

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Aliás, duvido muito que seja viável um voo Australia-BR em 2022/2023, mesmo sendo GRU. Agora, Auckland enxergo possibilidades até antes. 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Eu não creio muito na viabilidade de voos BR-Australia. Precisaria de um componente VFR forte e consistente (do lado da Australia) para bancar isso, principalmente as tarifas premium.

E o Brasil em geral não agrega muito ao Australiano, que tem praias e temperaturas similares.  

E tem o contra-ponto forte de que muita gente disputa esse mercado com tarifas relativamente baixas, mas obviamente a maior cia da Austrália tem força - resta saber qual seria a reação da Latam por exemplo que sempre foi parceira histórica da Qantas (Lan)

 

 

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites
On 2/14/2020 at 11:07 AM, TheJoker said:

O usuário RM do skyscrapercity fez um comentário bastante pertinente, que transcrevo abaixo. 

Com relação a Qantas, creio que o Rio está no Projeto Sunrise por ser a maior restrição, dentro dos voos viáveis, neste lado do mundo. A capacidade técnica-operacional em GIG, significa também capacidade em GRU ou EZE, por exemplo. E não é pela autonomia, mas sim pelo ETOPS.
Salve engano, um voo SYD-GIG estaria além do ETOPS 400.

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

O problema de GRU, acredito, é decolar de uma altitude maior, e seguir a SYD contra ventos polares.

 

Não acho que veremos a Qantas non-stop no Brasil, por tudo que já foi discutido. Já Air New Zealand é questão de tempo.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Eu prefiro uma operação redondinha Brasil-OZ via EZE, SCL ou escambau do que fazer non-stop 3x semanais e com tarifas altíssimas e que cai com qualquer espirro econômico.

GRU-SYD é rota ULH e este tipo de operação o custo é altíssimo. 

  • Like 4
  • Thanks 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Paste as plain text instead

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.

Loading...
Sign in to follow this  

×
×
  • Create New...

Important Information