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GOL cancela algumas rotas internacionais


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CUZ-GRU deve ter problemas com restrição de performance para efetuar uma etapa longa, a pista fica a 10860 pés (3310m) do nível do mar.

Como comparação, Quito que já não é aquelas coisas está a 7910 pés e ainda tem pista maior que CUZ.

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O problema do Brasil é a renda média baixa da população. As tarifas muitas vezes não estão tão fora do padrão internacional após a conversão para reais.

Eu sou amigo do Vice Presidente de uma rede americana gigantesca de hotéis.... Ele disse que eles não expandem mais na América Latina (fora México) porque as constantes crises políticas, aliadas

Não esquecam das manifestações violentas que o Chile estava passando (ainda ocorrem alguns casos), conheço muita gente que desistiu de viagem pra lá. 

CUZ tem demanda, mas sensível a preço. Se muito algum voo semanal. LIM tem um mercado corporativo bem mais forte. Melhor focar onde "la plata" é mais garantida.

Hora que sobrar avião de novo, que não é o caso agora, eu palpite seria em fortalecimento dos mercados onde já estão, sem novos UIO da vida.

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Também acho que para BOG funcionar tem que ter algum grau de conexão lá

Se a gol simplesmente botar GRU-BOG sem conectividade acho que não funciona

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Mas já existe codeshare entre a GOL e a Avianca, para voos dentro do Brasil.

Se já há esse entendimento, estendê-lo pra voos dentro da Colômbia seria apenas lógico.

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Mercado equatoriano é sempre complicado, está entre dois bons hubs (BOG e LIM), o que ajuda a fazer preços mais competitivos do que direto. Poderia arriscar GRU-UIO-CUN ou então GRU-LIM-UIO. Aliás, acreditava que Lima teria reduções da Gol.

16 hours ago, PFB-CGH said:

Lipe,

Salvo engano, antigamente, a Gol já operou POA-SCL, mas com a Latam operando, acredito que por um bom tempo, não irá se interessar pela rota. 

Com péssimos horários, diga-se de passagem. Não conseguiu segurar.

14 hours ago, deiv said:

Acredito que o JPA>MCZ>EZE seja um dos próximos. 

Aí tem a questão dos incentivos...

6 hours ago, PT-ING said:

Era a única ligação Brasil-Equador, que poderia levar conexões de toda a malha doméstica G3 mais EZE, MVD e ASU, também desassistidas de ligações diretas.

Fazer EZE-GRU-UIO não parece tão bom quando a LATAM oferece o mesmo via LIM ou SCL.

2 hours ago, FCRO said:

Também acho que para BOG funcionar tem que ter algum grau de conexão lá

Se a gol simplesmente botar GRU-BOG sem conectividade acho que não funciona

Mas o B738 tem boa performance em BOG?

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6 hours ago, harry said:

Cerol foi de respeito.

A América do Sul como um todo tem passado momentos de muita tensão politico-economica.

Prudente o corte, mas não sei se fica só o período publicado ou será por mais tempo.

Aguardo cenas dos próximos capítulos.

 

Eu sou amigo do Vice Presidente de uma rede americana gigantesca de hotéis....

Ele disse que eles não expandem mais na América Latina (fora México) porque as constantes crises políticas, aliadas à  civil unrest e reviravoltas esquerdistas-populistas fazem o apetite dos investidores se contorcer. Dizem que hoje em dia olham com muito mais atenção e interesse para a África Subsaariana do que para a Latin America.

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11 hours ago, PT-ING said:

Era a única ligação Brasil-Equador, que poderia levar conexões de toda a malha doméstica G3 mais EZE, MVD e ASU, também desassistidas de ligações diretas.

O mercado não seria nenhum absurdo, mas teria que esperar seu tempo para amadurecer. Em meio a incertezas com relação a frota, natural que a cia. adie seus planos de explorar esse mercado.

EZE , MVD e ASU têm opções pra Quito com Latam, Copa e Avianca.

A jogada da Gol, creio, foi capturar os brasileiros. E não deu certo. E, na minha opinião, não dará tão cedo. 

 

 

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19 hours ago, deiv said:

Acredito que o JPA>MCZ>EZE seja um dos próximos. 

Não vai acontecer pelo menos por agora amigo, primeiro, pq as rotas afetadas foram as operadas pelo MAX, segundo é mais facil cancelar a perna para JPA do q o MCZ-EZE,  alem do mais a GOL tem desconto no QAV nas duas cidades com esse voo, e as ocupações são ate mais do q esperado para um voo simplesmente pelo incentivo. Portanto não acredite nisso por enquanto, ate pq se ela quisesse cancelar ela já teria cancelado ha muito tempo.

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22 hours ago, PFB-CGH said:

Lipe,

Salvo engano, antigamente, a Gol já operou POA-SCL, mas com a Latam operando, acredito que por um bom tempo, não irá se interessar pela rota. 

Sim, mas creio que teria que assumir um hub no sul do país para Cone Sul. 

Outro dia estava avaliando profundamente a Southwest, tentando entender o modelo e como ela ganha dinheiro operando em Nashville, Houston, Fort Mayers, Baltimore...  e notei que tem zero rota internacional de LAX, zero rota internacional de Nova York, zero rotas internacionais de Boston, zero rotas internacionais de SFO... não tem main hub em nenhuma delas e ganha mais dinheiro há mais tempo que qualquer outra operadora de 737 e só recentemente foi ultrapassada pela Delta em rentabilidade doméstica... São mercados diferentes do que o Brasil, mas ter voos internacionais curtos funciona bem para a Southwest. Se eu fosse da Gol investigava isso ao invés de procurar voo longo.


A Gol no passado tinha um mini-hub em POA, mas falhou em continuar construindo isso (na época em que ganhava dinheiro). 
 

13 hours ago, PT-ING said:

Era a única ligação Brasil-Equador, que poderia levar conexões de toda a malha doméstica G3 mais EZE, MVD e ASU, também desassistidas de ligações diretas.

O mercado não seria nenhum absurdo, mas teria que esperar seu tempo para amadurecer. Em meio a incertezas com relação a frota, natural que a cia. adie seus planos de explorar esse mercado.

Pensa no desvio comparando com EZE-LIM-UIO !
Gol entrega em 13h e tem concorrente entregando em 8h30

Rota pra dar certo precisa de interação econômica, histórica. Concordo contigo num aspecto, pode se desenvolver, mas o problema é que custa caro operar antes da rota atingir o ponto de equilibrio e ainda mais quando ao seu redor tem pelo menos 2 ou 3 players que te fazem limitar sua tarifa (Latam, Copa e Avianca).

Segundo player que tenta em menos de 5 anos. 

Meu maior receio com o Max na GOL era esse, que a empresa tivesse que "procurar" mercado pra voar. 

 

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É difícil pra Gol lucrar aqui pela América Latrina. Além de mercados que vivem patinando economicamente, a economia um pouco mais robusta - Chile - já tem dona, a Latam.

No alto da minha ignorância, acho que apostar em Bolívia, Equador, Venezueja, Suriname, Guianas e cia ltda., é dar murro em ponta de faca.

 

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2 hours ago, LipeGIG said:

Meu maior receio com o Max na GOL era esse, que a empresa tivesse que "procurar" mercado pra voar. 

Só fazer GRU>SID>LIS

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17 hours ago, A345_Leadership said:

Fazer EZE-GRU-UIO não parece tão bom quando a LATAM oferece o mesmo via LIM ou SCL.

Eu me referia ao mercado Brasil-Equador. Com o GRU-UIO, seria possível que diversas cidades acessassem a capital equatoriana com apenas 1 parada (além do maior mercado da América Latina ser conectado diretamente). Ao passo que a LA conecta LIM a somente GRU e IGU de forma consistente, além de GIG, POA e BSB com cerca de 3 freqs semanais. Ou seja, para todos os outro spokes, são necessárias 2 conexões.

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11 hours ago, deiv said:

Só fazer GRU>SID>LIS

Já teve um boato de FOR-LIS, começou a correr bem pouco antes do groundeamento, mas jamais foi confirmado - por motivos óbvios.

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4 minutes ago, Eric Breno said:

Já teve um boato de FOR-LIS, começou a correr bem pouco antes do groundeamento, mas jamais foi confirmado - por motivos óbvios.

O Max teria essa autonomia para fazer sem escalas ?

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7 minutes ago, Luckert said:

O Max teria essa autonomia para fazer sem escalas ?

 Sim, a autonomia dele cobre toda a península Ibérica.

mapa

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Eu fico pensando se valeria apenas tentar uma base em Manaus com boas conexões pra todo país. Ou seria muito pro sujeito sair de Brasília, da Costa do Nordeste e do sudeste e ir até MAO conectar pro caribe e América do Norte? Se a TAP colocar os A321LR junto com os A332/A339 em FOR, não vejo espaço pra GOL.

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5 hours ago, PT-ING said:

Eu me referia ao mercado Brasil-Equador. Com o GRU-UIO, seria possível que diversas cidades acessassem a capital equatoriana com apenas 1 parada (além do maior mercado da América Latina ser conectado diretamente). Ao passo que a LA conecta LIM a somente GRU e IGU de forma consistente, além de GIG, POA e BSB com cerca de 3 freqs semanais. Ou seja, para todos os outro spokes, são necessárias 2 conexões.

Na verdade, há por ora um cancelamento temporário desta rota pelo problema com os MAX. Não é definitivo. Acredito no potencial de continuidade desta rota mesmo estando "entre" LIM, BOG e PTY. Vamos aguardar. 

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28 minutes ago, boulosandre said:

Na verdade, há por ora um cancelamento temporário desta rota pelo problema com os MAX.

Exatamente.

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4 hours ago, Lancevak said:

Será que daria certo um modelo usando SID para distribuição na Europa? Basicamente o que a Cabo Verde está fazendo ou tentando fazer no BR. 

A Cabo Verde Airlines já faz... Não faz sentido a Gol fazer também em SID. No passado não muito distante, a Gol tentou hubs na Venezuela e na República Dominicana, para chegar nos EUA, e não deu certo. Ela já tem essa experiência de usar ponto de conexão em um país intermediário. Acho difício que tentem novamente, seja em SID ou onde seja.

O foco da Gol deverá ter os MAX e focar o internacional em GRU, GIG, BSB e FOR, até onde eles alcancem. O alcance do MAX é muito bom, camparado com o NG. Só falta a Boeing cooperar...

FOR - NG (circulo interior) x MAX (círculo exterior):

for.gif

BSB - NG (circulo interior) x MAX (círculo exterior):

bsb.gif

GRU - NG (circulo interior) x MAX (círculo exterior):

gru.gif

GIG - NG (circulo interior) x MAX (círculo exterior):

gig.gif

 

Geograficamente, Manaus é excelente para a América do Norte, bem melhor que BSB ou FOR, mas não chega na Europa (só FOR chega, com os MAX), e FOR pega toda a costa leste dos EUA com o MAX. Além disso, MAO ainda não tem o mesmo O&D que BSB e FOR para desbancar um ou outra, no momento.

MAO - NG (circulo interior) x MAX (círculo exterior):

mao.gif

Edited by ruifo
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7 hours ago, Eric Breno said:

 Sim, a autonomia dele cobre toda a península Ibérica.

mapa

Qual alcance você está considerando?

Pois esse alcance de 6.570 Km que a Boeing divulga é com avião de duas classes (acho que apenas 162 assentos), payload de menos de 100 Kgs por passageiro, decolando do nível do mar com 15°C...ou seja, tem de tirar um pouco devido a configuração da Gol, temperatura tropical, altitude, pista, etc

Decolando full payload (acho que , o 737-8 tem alcance de pouco mais de 2.500 Milhas Náuticas (cerca de 4.700 Km)...

Se baixar o payload em cerca de 5 toneladas o alcance vai pra perto de 6.500 Km, mas sei lá, é uma perda razoável num avião configurado com 189 (?) assentos...e mesmo assim é decolando nível do mar com 15°C, e ainda depende de comprimento de pista, obstáculos e tal...sei não

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35 minutes ago, chico said:

Qual alcance você está considerando?

Pois esse alcance de 6.570 Km que a Boeing divulga é com avião de duas classes (acho que apenas 162 assentos), payload de menos de 100 Kgs por passageiro, decolando do nível do mar com 15°C...ou seja, tem de tirar um pouco devido a configuração da Gol, temperatura tropical, altitude, pista, etc

Decolando full payload (acho que , o 737-8 tem alcance de pouco mais de 2.500 Milhas Náuticas (cerca de 4.700 Km)...

Se baixar o payload em cerca de 5 toneladas o alcance vai pra perto de 6.500 Km, mas sei lá, é uma perda razoável num avião configurado com 189 (?) assentos...e mesmo assim é decolando nível do mar com 15°C, e ainda depende de comprimento de pista, obstáculos e tal...sei não

E Fortaleza raramente baixa de 21 graus. Como também raramente passa de 33. Na média, mínima 25/26, máxima de 30/31/32. 

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6 hours ago, naia said:

 

A própria Gol já divulgou, várias vezes, que o alcance específico, full pax (176 lugares), de seus MAX-8 é de até 6.400km.

GC distances:

screenshot_20200219-205735.png

screenshot_20200219-205835.png

Edited by ruifo
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2 hours ago, ruifo said:

MAO - NG (circulo interior) x MAX (círculo exterior):

mao.gif

Meio-off,

Como não temos visão, de MAO é possível atingir os mercados majoritários da América do Norte (Flórida e NY) e toda América do Sul. Com incentivos fiscais, infraestrutura aeroportuária, sinergia com a Zona Franca e o apelo do turismo na Amazônia, Manaus poderia ser um hub interessante, mesmo que não tenha OD. Enquanto isso milhões de dólares são canalizados via Copa, Avianca e LATAM Perú.

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