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Alitalia para de voar para Santiago do Chile e Seoul


777-300ER

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1 hour ago, A345_Leadership said:

Era esperado SCL, concorrência muito forte via GRU, EZE e MAD.

Será que não GRU-FCO não poderia rodar novamente, nem que seja 4 semanais?

 

2 diário é muito com o euro a 5/1, mas como é estatal e o governo sempre socorre, duvido que saiam de Gru ou reduzam voos para o Brasil 

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Alitalia mantém 2 diários p/ FCO de 772. Não é pouca coisa. Deve ter 300k ou mais ao ano. Veremos os próximos capítulos. Fico ainda surpreso de MXP não ir pro A359, acredito não ser falta de demanda, mas sim, muitos conectando em outros aeroportos e acabando em LIN. Ah, se fosse a LA deixava a Alitalia sangrar na rota caso esteja mesmo, não arriscaria nem 4vps.

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Italia é um mercado que sofre do mesmo problema que Portugal sofria, população está caindo, já não é o mercado com a pujança econômica de outrora, e Milão não é mais o hub que já foi. 
Nesse cenário MXP depende muito de O&D e isso reduz sua demanda potencial. Latam pode usar avião maior em MAD e distribuir com a Iberia, LHR com a BA, FRA com a LH... em LIS ela usa 1 aeronave apenas e mira O&D, Paris é sempre uma festa... MXP é mais patinho feio, tem sua demanda potencial mas sofre com pouca elasticidade. 

 

 

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36 minutes ago, LipeGIG said:

Italia é um mercado que sofre do mesmo problema que Portugal sofria, população está caindo, já não é o mercado com a pujança econômica de outrora, e Milão não é mais o hub que já foi. 
Nesse cenário MXP depende muito de O&D e isso reduz sua demanda potencial. Latam pode usar avião maior em MAD e distribuir com a Iberia, LHR com a BA, FRA com a LH... em LIS ela usa 1 aeronave apenas e mira O&D, Paris é sempre uma festa... MXP é mais patinho feio, tem sua demanda potencial mas sofre com pouca elasticidade. 

 

 

MXP nem a Latam quer voltar com aeronaves maiores , já operou A330( no meu ponto de vista o ideal) , MD11,A340, A350,B787-8 e 9 e consegue manter apenas o B767 atualmente, mesmo com o cancelamento de Roma, não optou colocar uma aeronave maior em Milão 

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Repito sempre que Milão é igual São Paulo nos anos 70: o internacional está 100km do centro, o principal aeroporto tem restrições de expansão e colocado com um que, não reflete necessariamente a pujança da cidade, tem um aeroporto com estrutura e recebe voos do aeroporto central da outra cidade. É difícil estabelecer ali com OD milanês.

On 18/02/2020 at 22:48, Luckert said:

2 diário é muito com o euro a 5/1, mas como é estatal e o governo sempre socorre, duvido que saiam de Gru ou reduzam voos para o Brasil 

Eu referia à LATAM.

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48 minutes ago, A345_Leadership said:

Repito sempre que Milão é igual São Paulo nos anos 70: o internacional está 100km do centro, o principal aeroporto tem restrições de expansão e colocado com um que, não reflete necessariamente a pujança da cidade, tem um aeroporto com estrutura e recebe voos do aeroporto central da outra cidade. É difícil estabelecer ali com OD milanês.

Eu referia à LATAM.

Então sim, 4 semanal de B767 acho que teria condições da Latam manter em Roma, mas com a  nova lei da fadiga tudo isso é impossível 

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Home Empresas Aéreas  Em crise, Alitalia corta rota para Santiago, e devolve seu único B777-300 e mais 8 aviões

Em crise, Alitalia corta rota para Santiago, e devolve seu único B777-300 e mais 8 aviões

A decisão da alta gerência da Alitalia visa cortar voos que trazem prejuízo, na tentativa de tornar a empresa mais eficiente. Além de Santiago, Seul também terá seu voo diário cancelado. Além disso, a empresa anuncia a devolução de nove aviões.

Avião Boeing 777 Alitalia

Segundo reportagem do Corriere della Sera, para voar ao Chile e Coréia do Sul, a Alitalia perde cerca de 76.000 euros por dia (ou 50 milhões por ano), de acordo com uma análise de documentos conduzida pelo jornal italiano. Esse foi também o motivo que levou a cúpula da Alitalia a confirmar o corte de voos intercontinentais. 

A rota para o Chile é a mais longa da rede Alitalia, com cerca de 12 mil quilômetros de extensão. Em 2018, pouco menos de 120 mil pessoas voaram na rota Roma-Santiago (operada com um Boeing 777-200ER), que foi operada a uma tarifa média de quase 600 euros, de acordo com documentos visualizados pelo Corriere. Naquele ano, a rota teve um prejuízo líquido de cerca de 8 milhões de euros. Em 2019 a perda dobrou.

 

 

 
 

Esses números levaram a Ferrovie dello Stato e a Delta Air Lines – enquanto negociavam criar um consórcio com a Atlantia no ano passado para assumir a Alitalia – a inserir as duas rotas na lista das que seriam canceladas o mais rápido possível, caso a aquisição desse certo, a fim de reduzir as perdas da companhia aérea. 

Mudanças na frota

O CEO da Alitalia também antecipou o retorno de três aeronaves de longo curso, dois Airbus A330 e o único Boeing 777-300ER, ao seus donos. Em geral, nove contratos de aluguel estão prestes a expirar, explicou. Além dos três aviões para voos intercontinentais, os contratos também terminam para quatro Airbus A320 e dois A321, que são usados em voos domésticos, europeus e no Oriente Médio. Todos esses também serão devolvidos.


 

Fonte: https://www.aeroin.net/em-crise-alitalia-corta-rota-para-santiago-e-devolve-seu-unico-b777-300-e-mais-8-avioes/?fbclid=IwAR3vUPMiI5UIzB7b1T6gSQB2w0g1qwYFl0dC0MF3dTfoMW25uDAOpM407Hg

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A rota para SCL teve prejuízo de € 8 milhões em 2018 e o dobro em 2018. Para Seoul, o prejuízo foi de € 12 milhões em 2018 e a mesma quantidade em 2019. 

E eu tenho dúvidas se a rota GRU-FCO é a mais lucrativa da rede. Se for é um valor baixo ou a que tem menor prejuízo. 

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14 hours ago, A345_Leadership said:

A rota para SCL teve prejuízo de € 8 milhões em 2018 e o dobro em 2018. Para Seoul, o prejuízo foi de € 12 milhões em 2018 e a mesma quantidade em 2019. 

E eu tenho dúvidas se a rota GRU-FCO é a mais lucrativa da rede. Se for é um valor baixo ou a que tem menor prejuízo. 

SCL-FCO

Em 2018,  8.000.000 / 121.659 pax ida+volta = 65,76 euros por pax/trecho ou 131,52 ida e volta,  a tarifa média foi 600 euros deveria ser 732.

Em 2019, 16 milhões / 119.887                         = 133,46                                          266,92                                                      ?

ICN-FCO

Em 2018,  11.700.000 / 80.000 pax                   = 146,25                                           292,50                                                      450                                 743.

Em 2019,  25.3 mi

 

https://www.corriere.it/cronache/20_febbraio_21/crisi-alitalia-perde-76-mila-euro-giorno-volare-cile-corea-sud-2efcb0ec-541a-11ea-a963-13c45ec676cd.shtml

 

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On 2/24/2020 at 6:50 PM, A345_Leadership said:

A rota para SCL teve prejuízo de € 8 milhões em 2018 e o dobro em 2018. Para Seoul, o prejuízo foi de € 12 milhões em 2018 e a mesma quantidade em 2019. 

E eu tenho dúvidas se a rota GRU-FCO é a mais lucrativa da rede. Se for é um valor baixo ou a que tem menor prejuízo. 

O grande problema é a estrutura de conexão. Se 100% fossem O&D seria fácil rodar a rota de forma mais rentável, mas a conta é bem complicada de se achar.

E rentabilidade de rota pra mim é um grande mito. Inumeros casos ilustram isso e o mais recente é o da South African. Dita como a rota mais rentável da empresa por muitos e veja só.. cortada antes das demais. 

Pra mim a Alitalia tem o mesmo problema, ainda mais nos últimos anos com essa competição constante de janeiro a janeiro por tarifas super promocionais. Não tem uma rota européia que não seja escopo de promoção. 

Enquanto isso vejo DL e AA vendendo NY-Londres por US$ 800... operando com 1 aeronave e voo com 3h a 4h menos de duração que as rotas Brasil-Europa. Uns ganham dinheiro (até muito) e os outros...perdem. 

US$ 600 por Brasil-Europa é insustentável com conexões subsidiadas (ainda mais operando com 2 aeronaves).

 

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50 minutes ago, LipeGIG said:

US$ 600 por Brasil-Europa é insustentável com conexões subsidiadas (ainda mais operando com 2 aeronaves).

 

Realmente USD 600 é pouco para um vôo de 12 horas.... 

 

Mas a AZ tem um aproveitamento do avião razoável. O segundo GRU utiliza apenas uma aeronave. Todos os outros vôos na América do Sul chegam por volta das 7 AM e partem 2 ou 3 PM.

 

Tudo bem que ficar 7 hrs no chão é bastante, mas está longe de ser as 14 horas que as US3 deixam as aeronaves em GRU......

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24 minutes ago, SQ-GRU said:

Realmente USD 600 é pouco para um vôo de 12 horas.... 

 

Mas a AZ tem um aproveitamento do avião razoável. O segundo GRU utiliza apenas uma aeronave. Todos os outros vôos na América do Sul chegam por volta das 7 AM e partem 2 ou 3 PM.

 

Tudo bem que ficar 7 hrs no chão é bastante, mas está longe de ser as 14 horas que as US3 deixam as aeronaves em GRU......

Concordo, e os voos para GRU, GIG e EZE revezam com os voos para os EUA quando chegam na Italia. 

Talvez isso tambem diferencie as Americanas. A Latam por exemplo não tem como escapar - a maioria dos voos dela a aeronave tem chão nas duas pontas. 

A Azul, veja você, em geral foge desse modelo - onde ela pode ela opera 2x diário para maximizar a aeronave. 

E faz então sentido quando se fala que GRU-LIS é a rota (mais) rentável da Latam para a Europa. Uma aeronave custa até USD 800 mil mensais. Só isso são na cabeça US$ 9,6 milhões anuais, fora manutenção. Operar 2 aeronaves significa dobrar esse custo, mas não vai significar aumentar tanto a receita. 

 

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600USD é preço de GRU-MIA, não de SCL-FCO

Agora, demoraram tanto pra cortar essa rota porquê mesmo? Ah deixa pra lá

É, NY-LON tem tarifas maiores, pares de cidades diferentes e demandas diferentes. O que deixa o 600USD pra aquela rota mais absurdo ainda.

 

 

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4 hours ago, LipeGIG said:

Concordo, e os voos para GRU, GIG e EZE revezam com os voos para os EUA quando chegam na Italia. 

Talvez isso tambem diferencie as Americanas. A Latam por exemplo não tem como escapar - a maioria dos voos dela a aeronave tem chão nas duas pontas. 

A Azul, veja você, em geral foge desse modelo - onde ela pode ela opera 2x diário para maximizar a aeronave. 

E faz então sentido quando se fala que GRU-LIS é a rota (mais) rentável da Latam para a Europa. Uma aeronave custa até USD 800 mil mensais. Só isso são na cabeça US$ 9,6 milhões anuais, fora manutenção. Operar 2 aeronaves significa dobrar esse custo, mas não vai significar aumentar tanto a receita. 

 


Talvez o que falta para a LA melhorar sua receita é tacar uma de KLM e operar os vôos todos com a perna EU-Brasil diurno. 
 

A KLM tem um J bem mais enxuta que as demais, mas uma Y gigantesca que vive lotada. Com a reconfiguração dos 77W da LA, talvez essa seja uma estratégia a ser considerada.... 

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8 hours ago, LipeGIG said:

 

E rentabilidade de rota pra mim é um grande mito. Inumeros casos ilustram isso e o mais recente é o da South African. Dita como a rota mais rentável da empresa por muitos e veja só.. cortada antes das demais. 

 

Não vejo mito algum. A rota de GRU foi a mais rentável por muitos anos, tendo chegado a operar quase 2 freq diárias, acontece que a SAA de uns tempos para cá sofre a concorrência da Latam (e até da TAAG com sua rápida cnx a CPT) e há muitos anos que já está mal das pernas. Torço por ela, mas há chances de ela ir à falência e cancelar todas as poucas rotas “long-haul” remanescentes. 
O melhor balizador da rentabilidade de uma rota é a alocação da aeronave na mesma. Basta acompanhar os movimentos das cias e consegue-se perceber onde estão as rotas mais rentáveis. O 773 da UA se tornando definitivo na rota EWR-GRU mostra isto, bem como as 3 freq diárias de 77W para DFW, MIA e JFK pela AA, ou o 773 da BA, da AF, da LX e o 748 da LH (todas com First), o upggauge em breve da TK, o 346 da IB, o upgauge para 789 da UX, os quase 3 diários de 339 da TP na alta para LIS, etc.....e assim acontece em vários outros mercados mundo afora a partir de GRU. 

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2 hours ago, SQ-GRU said:


Talvez o que falta para a LA melhorar sua receita é tacar uma de KLM e operar os vôos todos com a perna EU-Brasil diurno. 
 

A KLM tem um J bem mais enxuta que as demais, mas uma Y gigantesca que vive lotada. Com a reconfiguração dos 77W da LA, talvez essa seja uma estratégia a ser considerada.... 

Seria uma  atitude bem ousada. A KLM colhe um grande sucesso pois seu banco de cnxs logo cedo em AMS é robusto (assim como da AF em CDG). A maioria do público da Latam é formada por Brasileiros (e do Cone-Sul) que estão acostumados a chegar logo cedo em GRU e, de lá, seguir para seus destinos finais, ou ao público mais premium com destino final em SP a ir para suas casas ou trabalho aproveitando o dia todo. Tenho minhas dúvidas se funcionaria com destinos mais premiums como Londres, Paris, Frankfurt, Milão ou Madrid, onde as concorrentes Europeias chegam logo cedo também.

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UE investigará empréstimo de 400 milhões de euros à Alitalia

Ansa

28/02/20 - 17h40
 
 

ROMA, 28 FEV (ANSA) – A Comissão Europeia abriu nesta sexta-feira (28) uma investigação para avaliar se o empréstimo de 400 milhões de euros que o governo da Itália concedeu para a Alitalia, maior empresa de aviação civil do país, está de acordo com as regras da UE. O novo empréstimo se junta aos 900 milhões de euros emprestados pela Itália nos últimos dois anos e terá de ser restituído até 31 de maio de 2020, novo prazo para a eventual venda da Alitalia. Ambos valores estão sob investigação. A Comissão Europeia, órgão responsável pela concorrência do bloco, disse que o inquérito fornecerá clareza à Itália, à empresa e aos compradores interessados sobre se o último empréstimo está em conformidade com as regras de auxílio estatal.   

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O inquérito foi aberto depois que o órgão antitruste recebeu uma série de reclamações de que o empréstimo é um auxílio estatal ilegal. “A investigação aprofundada não afeta de forma alguma o resultado do inquérito”, explicou.   

A autoridade ainda lembrou que “está trabalhando em estreita colaboração com a Itália sobre o assunto”. Esta é a segunda investigação lançada pela Comissão sobre um empréstimo do governo à Alitalia. A primeira foi aberta em abril de 2018 para avaliar se o primeiro empréstimo-ponte, de 900 milhões de euros, era compatível com as regras da UE em matéria de auxílios estatais para resgate e reestruturação. Os dois inquéritos são conduzidos separadamente.   

A Alitalia está sob intervenção desde maio de 2017, quando ficou à beira da falência. Na ocasião, o governo concedeu empréstimos públicos para garantir sua sobrevivência e a administra desde então. (ANSA)

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Uma coisa interessante e que pode mudar o paradigma que o milaneses preferem Linate. Das 5 principais rotas internacionais saindo da região de Milão, apenas 1 é de LIN:

Italy013.png

Fonte: CAPA / Blue Swan, semana do dia 24/02.

Outra hipótese é que LIN ganha na tarifa média superior aos de MXP e BGY.

 

 

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4 minutes ago, A345_Leadership said:

Uma coisa interessante e que pode mudar o paradigma que o milaneses preferem Linate. Das 5 principais rotas internacionais saindo da região de Milão, apenas 1 é de LIN:

Italy013.png

Fonte: CAPA / Blue Swan, semana do dia 24/02.

Outra hipótese é que LIN ganha na tarifa média superior aos de MXP e BGY.

Interessante esta relação dos maiores números de assentos, onde aparece MXP-DXB como única rota para fora da Europa. Sendo Milao (e sua zona de influência) a região mais rica e desenvolvida da Itália e nao sendo servida tão bem pela AZ, a EK se sobressai e nada de braçadas em Malpensa. Confesso que nao imaginava haver mais oferta para DXB de Milão que de Roma. Como será que sao as ofertas de TK, QR e EY nestas duas cidades? 

Certamente muitos daquela região viajam para outros continentes via CDG/AMS/LHR, também. 

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