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Rio de Janeiro Galeao Airport could be retendered in 2023


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https://blueswandaily.com/rio-de-janeiro-galeao-airport-could-be-retendered-in-2023/
March 10, 2020

Brazil‘s Secretary of Civil Aviation Ronei Glanzmann commented on Inframerica‘s request to return the concession of Natal Aluízio Alves International Airport, noting the request raised red flags in with Government officials regarding Rio de Janeiro Galeão International Airport‘s concession (Valor, 06-Mar-2020). Mr Glanzmann stated: “Rio de Janeiro Galeao is the one which worries us the most”. The airport will reportedly have to pay BRL1 billion (USD220 million) annual concession fee in 2023 and is possible it will not raise enough to pay. The Government is considering the possibility that the asset will have to be retendered in 2023.

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Governo já avalia que terá que fazer nova licitação para o Galeão em 2023

Secretário admite que, após pedido de devolução da concessão do aeroporto de Natal, a luz amarela acendeu no terminal do Rio
 
Geralda Doca e Glauce Cavalcanti
06/03/2020 

O grupo argentino Inframérica entrou nesta quinta-feira com pedido para devolver a concessão do aeroporto de Natal, em São Gonçalo do Amarante (RN), à União. Primeiro terminal integralmente concedido à iniciativa privada, em 2011, no governo da ex-presidente Dilma Rousseff, ele será relicitado pelo governo federal.

O secretário de Aviação Civil, Ronei Saggioro Glanzmann, admitiu ao GLOBO que também acendeu a luz amarela para o aeroporto do Galeão.

A partir de 2023, a concessionária RIOgaleão terá que voltar a pagar a parcela anual do contrato no valor de R$ 1 bilhão, e pode não ter receita suficiente porque o volume de passageiros está aquém do projetado.

A situação está sob controle porque a RIOgaleão foi beneficiada com o reperfilamento das outorgas em dezembro de 2017. O contrato de concessão é de 2014, válido por 25 anos.

- O Galeão é o que mais nos preocupa. É luz amarela - disse o secretário, acrescentando que o governo tem conversado com a operadora Changi Airports Internacional, sócia no consórcio, sobre o futuro da concessão.

Ele afirmou que o governo já trabalha com a possibilidade de relicitar o Galeão a partir de 2023. Contudo, isso vai depender da reação da economia, sobretudo da local, e dos efeitos na receita do aeroporto. Segundo o secretário, o volume de passageiros por ano é de 16 milhões, abaixo do movimento considerado necessário, que seria de 20 milhões.

Outro aeroporto que vai entrar na lista das relicitações em breve é Viracopos, em Campinas (SP), conforme foi acordado na assembleia de credores no fim do plano de recuperação judicial.

A situação em que se encontram esses aeroportos revela erros na modelagem inicial das concessões, como outorga fixa, por exemplo, independentemente da evolução das receitas, agravados pela recessão  econômica e pelo envolvimento das empreiteiras dos consórcios da operação Lava Jato.

Elas viram o crédito secar por causa das suspeitas de irregularidade, ainda no andamento das obras.

Segundo o secretário da SAC, o pedido da Inframérica já era esperado porque o contrato de concessão, celebrado em 2011, tem condições “muito ruins”.

Ele lembrou que a concessionária assumiu, na ocasião, a torre de controle que é deficitária. Além disso, as tarifas de embarque estão defasadas e o contrato não permite ajuste nos valores.

Na relicitação, a torre deverá ser repassada à Aeronáutica e o contrato de concessão será reformulado. A previsão é que o novo leilão seja realizado até agosto de 2021, disse Glanzmann.

- O contrato é ruim, mas o aeroporto é bom ativo, tem potencial para expandir as operações por conta do turismo e pode se transformar num importante hub (centro de distribuição de rotas) do Nordeste — destacou o secretário.

No pedido protocolado na Agência Nacional de Aviação Civil (Anac), a Inframérica - que administra também o aeroporto de Brasília - alegou que as receitas estimadas pelo governo no estudos de viabilidade econômica sobre projeções para o movimento não se confirmaram e pede uma indenização de R$ 700 milhões pelos investimentos realizados.

A previsão era de um movimento de 4,3 milhões de passageiros em 2019. No entanto, o fluxo registrado foi de 2,3 milhões, pouco mais da metade do que previsto. Além disso, as tarifas de embarque e de navegação aérea no aeroporto de Natal estão defasadas, em relação aos demais terminais privatizados do país.

- O governo frisa que os estudos são feitos para referências e não podem ser usados de forma vinculante, para fim de apresentação de oferta pelo ativo. No caso de Natal, não houve quebra de contrato pelas partes. Existe a prerrogativa legal para devolver o ativo, e não é má ideia para o próprio governo. Ele poderá relicitar o aeroporto com nova medelagem — diz Fabio Falkenburguer, sócio do escritório Machado Meyer.

Segundo Glanzmann, da SAC, sem conseguir mexer no contrato, a melhor solução é mesmo a devolução amigável, um mecanismo criado exatamente para resolver o problema dos contratos antigos e, ao mesmo tempo, assegurar a continuidade da prestação do serviço para os usuários.

 A indenização nesses processos é arcada pelo novo operador, sem qualquer desembolso da União. Outra alternativa, declarar a caducidade da concessão seria pouco eficaz e demorado por conta de disputas judiciais.

Para Renato Sucupira, da BF Capital, a sinalização é positiva para o investidor:

- O governo não tem de dar reequilíbrio a contratos, mudar a regra do jogo. Mostra que o contrato está valendo, que há seriedade na lógica do leilão.

Também foram concedidos nos mesmos moldes os aeroportos de Belo Horizonte, em Confins e de Guarulhos-SP. Mas a avaliação do governo é que eles estão bem, por enquanto. Com a crise na economia entre 2015 e 2016, todos atrasaram o cronograma de outorgas. Agora, estão em dia, mas o fluxo de receitas é muito apertado, reforçou uma fonte ligada aos operadores.

Já os aeroportos concedidos a partir da quarta rodada adotam um novo modelo de concessão, com outorga variável e uma parte do pagamento à vista, o que reduz o risco da concessão. A sexta etapa está prevista para dezembro, quando serão leiloados 22 terminais em blocos, puxados por Curitiba, Goiânia e Manaus.

A relicitação do aeroporto de Natal precisa passar pelo Ministério da Infraestrutura, mas conta com o apoio da SAC, e pelo Conselho do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI).

Procurada, a RioGaleão, que administra o aeroporto do Rio,  informou que está em dia com as obrigações contratuais e que está otimista com as estimativas para a  economia nos próximos anos.

"Apesar dos últimos anos terem sido bastante desafiadores para a economia brasileira, estamos otimistas com o cenário de reformas e perspectiva econômica para os próximos anos. Estamos absolutamente em dia com nossas obrigações contratuais e, inclusive, antecipamos os pagamentos de nossa outorga, nosso próximo compromisso ocorrerá apenas em 2023." 

https://oglobo.globo.com/economia/governo-ja-avalia-que-tera-que-fazer-nova-licitacao-para-galeao-em-2023-24289341

 
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Ele afirmou que o governo já trabalha com a possibilidade de relicitar o Galeão a partir de 2023. Contudo, isso vai depender da reação da economia, sobretudo da local, e dos efeitos na receita do aeroporto. Segundo o secretário, o volume de passageiros por ano é de 16 milhões, abaixo do movimento considerado necessário, que seria de 20 milhões.

GRU com 43 milhões não consegue pagar R$1.4bi de outorga + o serviço da dívida bancária (R$3.7 bi)

GIG   nem com 30 milhões                             R$1.1bi                                                                                     1.4                                                 

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9 hours ago, TheJoker said:

Ele afirmou que o governo já trabalha com a possibilidade de relicitar o Galeão a partir de 2023. Contudo, isso vai depender da reação da economia, sobretudo da local, e dos efeitos na receita do aeroporto. Segundo o secretário, o volume de passageiros por ano é de 16 milhões, abaixo do movimento considerado necessário, que seria de 20 milhões.

GRU com 43 milhões não consegue pagar R$1.4bi de outorga + o serviço da dívida bancária (R$3.7 bi)

GIG   nem com 30 milhões                             R$1.1bi                                                                                     1.4                                                 

 

Logico o valor da Outorga esta completamente fora da casinha. Como as 1a licitacoes tinham a Infraero 49% e as construtoras levaram as 1a concessoes da DIlmanta com interesse delas em ganhar com a construcao dos mesmos  pra bancar o Patrimonialismo do PT. Com projecoes infladas nao confirmadas agora e largar o abacaxi

Concessao Nao para gerar IMPOSTO tem de ser fonte para Investimento quando mudar passa a funcionar.

Agora vao considerar bases mais realistas tanto no GIG quanto no, SGA.

E GRU precisa ser estendido contrato, sem mais Outorga, para garantir novos Investimentos. Entra ai tambem VCP.

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  • 2 weeks later...

Balanço da CARJ  2019, tem que salvar porque o DC não disponibiliza edições anteriores online.

http://www.diariocomercial.com.br/pdf/edicao.pdf

No Diário Oficial do RJ ainda fica uns 2 meses.

http://www.ioerj.com.br/portal/modules/conteudoonline/mostra_edicao.php?session=VGxSRmVrNTZSa0pSYWtGMFRqQlplazFUTURCTlJFVjNURlZKZDA1RVFYUlNWRUV5VGtSa1JGSnFaRUpPZW1jMQ==

 

 

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12 hours ago, TheJoker said:

Balanço da CARJ  2019, tem que salvar porque o DC não disponibiliza edições anteriores online.

http://www.diariocomercial.com.br/pdf/edicao.pdf

No Diário Oficial do RJ ainda fica uns 2 meses.

http://www.ioerj.com.br/portal/modules/conteudoonline/mostra_edicao.php?session=VGxSRmVrNTZSa0pSYWtGMFRqQlplazFUTURCTlJFVjNURlZKZDA1RVFYUlNWRUV5VGtSa1JGSnFaRUpPZW1jMQ==

 

 

R$1,6 bi de prejuízo, é isso mesmo?

tem que ser muito louco se não devolver a concessão.. 

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Com o cancelamento em massa de voos agora no GIG e se o surto do COVID-19 demorar pra passar,sera um desastre total financeiramente esse ano.Acredito que o turismo deva demorar para se recuperar haja vista que mesmo passado o surto com milhares de mortes mundo a fora, os turistas ficarão com medo de viajar e se expor a novas contaminações.Os hotéis tbm serão muito afetados e muitos não aguentarão em pé com baixíssimas ocupações .

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2019                                                                                                                                                                                                                                           2018

GIG  PAX 13.5 milhões   Carga 71.1 mil tons   Faturamento bruto  R$957,9 milhões (sem receita de construção)    média/pax   R$71,00     R$67,20   ou a RioGaleão escalpela

GRU         43                                 284.1                                                   R$2.770,4                                                                                          R$64,40      R$65,70  ou GRU está com muita conexão doméstica

                3.2x                               4x                                                        2.9x ?

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Aquele satélite redondinho mais antigo do GIG tá fechado?
 

Passei hoje por lá e ele tava 100% deserto por um tempão.

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10 hours ago, TheJoker said:

2019                                                                                                                                                                                                                                           2018

GIG  PAX 13.5 milhões   Carga 71.1 mil tons   Faturamento bruto  R$957,9 milhões (sem receita de construção)    média/pax   R$71,00     R$67,20   ou a RioGaleão escalpela

GRU         43                                 284.1                                                   R$2.770,4                                                                                          R$64,40      R$65,70  ou GRU está com muita conexão doméstica

                3.2x                               4x                                                        2.9x ?

TJ, o GIG perdeu muita conexão então tem muito mais % de pax local que GRU. 
E faz sentido a elevação da média - GIG perdeu voos de conexão, mas veja que o nro de pax internacional tem tido queda menor. 

E GRU ganhou muito voo doméstico, mas capturou muita conexão pois o que a Avianca fazia em BSB, GIG e SSA, a Latam por exemplo agregou muito mais GRU. Gol e Azul seguiram o mesmo caminho lá. 

Então penso que a queda faz sentido pelo dinamismo desses passageiros, não seriam todos O&D São Paulo. 
O relatório só ratifica isso. 

 

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Fev20  1.049.910   -5,6%    inter  390.081 -3,1%    sem considerar que 2020 é bissexto.

2M20  2.311.610   -9,4%              833.340  -6,4%    

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