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jambock

[ATUALIZADO] Boeing desiste de comprar a Embraer

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Embraer Commercial Eyes Corporate Realignment, Shelves Turboprop
Sean Broderick Michael Bruno May 01, 2020

Embraer’s commercial operation has shifted focus to realigning with the rest of the company and conserving cash, with new-product development—including a notional turboprop—put on hold while the business regains its footing amid the Boeing deal collapse and coronavirus crisis, Embraer Commercial Aviation president and CEO John Slattery said.
Speaking with Aviation Week editors on a wide-ranging webinar May 1, Slattery emphasized that his 10,000-person business—carved out for the proposed tie-up with Boeing that the U.S. company walked away from on April 25—will be reshaped to better line up with Embraer’s defense and business aviation units.

Our mindset is one Embraer, one team,” he said in his first public comments since the Boeing deal fell through. He acknowledged that the one-team approach will require organizational changes. “There’s replication now ... some of the more obvious synergies at the edge, we will review and possibly revert over the next few months.”
The sudden glut of aircraft in global airline fleets and shifting demand trends are triggering landscape-altering questions for all aircraft manufacturers. Chief among them: when will it make sense to invest in new products, and how will the pandemic’s ramifications change what airlines will want? For Embraer, some of the answers are simple, including plans for a large turboprop that will now be set aside, if not scrapped.
“I’m not going to say we’re not going to build [a turboprop], but let’s just be pragmatic here. Now is not the moment to be considering those decisions,” he said. “I certainly don’t see it on the immediate horizon, given what we’re looking at right now. But if something can change on our balance sheet, who knows?”
Slattery emphasized that Embraer’s post-Boeing-breakup strategy does not include seeking out a new partner. He stopped short of saying that Embraer is not open to being approached, however.
“There’s been no outreach by Embraer to anyone” about a possible partnership, he said. But, he added, “I can’t legislate for the inbound calls that could come.”
Slattery acknowledged that the company is “burning cash,” but the company raised $600 million in March and has the “the capabilities” to bring in more. “From an Embraer liquidity perspective, it is not something we’re concerned about.”

Of far greater concern and higher priority than new products or potential partnerships is staying connected with customers, Slattery said. The Boeing saga created “pain” for both Embraer and its commercial customers, in part because of a 40-day “blackout” ahead of the proposed tie-up’s April 25 deadline, he added.
“We’ve come out the other end, and we now have a standalone entity,” he said. “The full organization is effectively autonomous from engineering, operations, IT, procurement, sales, marketing. It’s a stand-alone, end-to-end OEM.”
Turning to the market, Slattery said the consensus he’s seeing among senior air transport executives is that the airline business’s recovery will take three-to-five years, but it will be uneven. Smaller aircraft and shorter haul flying is likely to bounce back more quickly as airlines focus on trip costs over capacity. Long-haul flying, particularly between countries, will likely take longer to recover, especially if the patchwork of responses for protecting passengers from COVID-19 does not become more streamlined, which would provide more comfort to would-be travelers.
“There will be a lot of anxiety around long-haul travel,” he said,
The combination means markets with significant domestic demand, led by China and the U.S., are best positioned to rebound quickly.

“It’s the basic law of economics—supply and demand. You want to be selling a fewer number of seats so that you can better manage the yield,” he said.
The trend means that aircraft in the 75-100-seat range, including Embraer’s E175 and E190-E2 series, are in advantageous spots and “will come back on the inside of the three-to-five-year program.”
Slattery emphasized that while Embraer’s perfect-world commercial lineup includes both the Pratt & Whitney PW1000-series-powered E175-E2 and E-195-E2, the smaller model’s incompatibility with U.S. airline scope clauses means the GE Aviation powered-E175, which is lighter and meets scope restrictions, has staying power. Embraer’s commercial backlog shows 333 aircraft, including 178 E175s, Aviation Week Fleet Data Services shows. It has 151 E190-E2-series aircraft on order but does not have a customer for the E175-E2.
“I would like it to be a uniform fleet,” Slattery said. “But we have an architectural infrastructure down in Brazil that we put in place. It’s a permanent hybrid line. It’s there for as long as we’re going to need it to build E1s and E2s on the same line. Whatever it is we’re allowed to build and produce, whatever the market wants, we’ll build the aircraft that they want.”
Slattery said the decision to terminate a flagging aircraft program “is not a unilateral decision” an OEM makes, but suggested that market forces, underscored by the empty order book, could doom the E175-E2.
“Right now, we’re ruthlessly focused on protecting our cash, and that’s what I’m going to support,” he said. “Sell more E1s, sell more E2s and generate some cash for the company. That’s my focus.”

 

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2 hours ago, Ozires said:

...including a notional turboprop...

 

Devaneios meus, mas como gostaria de ver um turboprop da Embraer nos céus novamente.

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7 minutes ago, Bonotto said:

Devaneios meus, mas como gostaria de ver um turboprop da Embraer nos céus novamente.

Eu tb, os Atr da Azul são tão lindos e silenciosos, imagina um novo e mais moderno EMB nos ares, teria sido um sonho , não acredito mais que voltarão ao projeto 

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Meus prezados

PENB - O caso EMBRAER


Armando Brasil

Antes de tudo, gostaria de relembrar, à maioria dos leitores, o que aprenderam nas academias militares. A extrema importância da vontade, sediada na força moral, para se obter a vitória. A força moral reside no porque lutar, ou na justiça de nossa causa. E a nossa causa é o desenvolvimento do Brasil.

A EMBRAER é um exemplo do sucesso do planejamento de longo prazo e da intervenção do Estado Nacional na área de ciência e tecnologia. Seu nascedouro remonta a metade do século passado com a criação do ITA e do IPD. O objetivo de outras nações de contar com uma eficiente indústria aeronáutica, como por exemplo: o Japão, a Índia e a Rússia no mesmo sentido, não foram bem sucedidas.
Todavia, no Brasil, devido à EMBRAER foi. No setor aeronáutico seus aviões comerciais dominam o espectro de 70 a 150 lugares, seus jatos executivos tem ampla aceitação no mercado. No segmento de defesa ela vem desenvolvendo aeronaves militares sofisticadas.  Mas a EMBRAER ainda foi além. Diversificou sua atuação no setor de defesa. É a responsável por grande parte dos projetos estratégicos da área defesa.

Está na construção de fragatas, de radares, na integração de satélites, no monitoramento de fronteiras, no desenvolvimento de reator nuclear para submarinos. Está listada entre as 100 maiores empresas bélicas do mundo e é a mais importante empresa nacional no setor industrial de defesa. Dado a prevalência no Brasil, nas últimas décadas, da visão financeira neoliberal em detrimento do setor produtivo, a empresa vem sendo muito menos amparada, pelo Estado Nacional, do que deveria ter sido, dado a sua importância estratégica.

Em razão de sua eficiência ela, apesar disto, apresentou bons resultados até cinco anos atrás. O processo de reestruturação do setor fabricante de aeronaves, pós crise de 2008, havia lhe deixado numa posição concorrencial desfavorável. Ao invés de buscar apoio no Estado,. ela optou, de forma errada, por buscar o desmonte da empresa.

Nos últimos dois anos, aplicando uma estratégia financeira de curto prazo, a empresa optou por alienar a sua parte comercial, a responsável por 90% de seus ganhos financeiros, desmontando equipes que proporcionavam a necessária sinergia, para outros setores em que ela atuava e aplicando recursos nesta cisão, quase meio bilhão de dólares.

Dessa forma atenderia os reclames de seus acionistas privados, que embolsariam todo o esforço realizado pela sociedade nacional, em investimentos na empresa. Esta opção encontrou uma parceria com a Boeing, que agora está desfeita, o que abre espaço para a sobrevivência da EMBRAER.

Diferentemente da Airbus ou da própria Boeing, a EMBRAER está muito mais ajustada ao mundo pós pandemia. A aviação de longo curso terá sua demanda fortemente minorada nos próximos anos, algo que não ocorrerá, na mesma dimensão, no segmento alvo da nossa empresa. A saída da Boeing da parceria é uma condição necessária para a salvação da empresa mas não me parece suficiente. Para tanto, se fará necessário:

 1) Reestatizar a empresa, pela compra, pelo Estado, das ações de posse do setor privado; as comprando pelo menor custo seja pelo valor de mercado ou pelo montante que seria pago pela Boeing, subtraído dos gastos incorridos na cisão;
2) Seguindo as regras do capitalismo, demitir sumariamente de suas funções na empresa, dos responsáveis pelo brutal erro estratégico incorrido pela cisão.
3) Aqueles que apoiaram o crime de lesa-pátria cometido por essa malfada parceria, deveriam ser nominalmente citados, para que se vejam constrangidos em emitir novas opiniões, sobre os negócios da empresa.
4) Elaborar um plano de encomendas, que garanta não só o funcionamento da empresa pelos próximos cinco anos, mas que garanta o desenvolvimento de novos projetos.
5) Neste plano deverá constar todo o reaparelhamento da aviação comercial no Brasil, bem como da Força Aérea Brasileira.
6)  Neste plano deverá constar também um plano de vendas no mercado internacional, que deverá ter todo o apoio do BNDES
.

 A EMBRAER se nós tivermos força moral, tem tudo para, aproveitando a brutal crise que se abateu sobre a aviação mundial, sair fortalecida e continuar sendo um sucesso do setor científico, tecnológico e industrial brasileiro.

NOTA DefesaNet
As opiniões aqui apresentadas são exclusivamente do autor

Fonte: Defesanet 2 mai 2020

 

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Posted (edited)

·  Meus  ·     

Haverá choro e ranger de dentes se a Embraer for negociada com a China

 Jair Bolsonaro disse hoje que a Embraer pode ser vendida para "outra companhia", depois que a Boeing desistiu da compra. Membros da equipe econômica já defendiam que uma alternativa para a desistência dos americanos seria abrir negociações com os chineses. Ocorre que essa possibilidade deixa os generais de cabelo em pé.

A área aeroespacial é considerada sensível pelo fato de, na visão dos militares, envolver riscos à soberania nacional, da mesma forma que a área de telecomunicação - em especial, a tecnologia 5G.

Setores do governo compartilham da ideia americana de que companhias como a Huawei — na briga para a implementação da infraestrutura necessária para o funcionamento da rede de quinta geração de celulares no Brasil— nada mais são do que o biombo empresarial do Partido Comunista chinês, interessado na obtenção de dados de informação estratégica dos países.

A desconfiança do governo brasileiro em relação à China é também o pano de fundo da fritura da ministra Teresa Cristina, da Agricultura. Defensora ardente do agronegócio (100 bilhões de dólares em exportações), ela mantém ótimas relações com o país asiático. Críticos de Teresa no governo, porém, consideram que o Brasil não pode se tornar "refém" dos chineses por causa do agronegócio, mesmo sabendo dos prejuízos que uma briga com o maior freguês do setor poderia causar.

A ministra, dizem esses críticos, deveria "modular melhor o seu discurso" em relação ao país asiático.

A piorar a situação de Teresa Cristina, do agronegócio e dos interesses chineses no Brasil, está o fato de, nesse caso, a opinião do núcleo ideológico do governo coincidir com a dos militares.

Se os argumentos dos generais estão centrados na defesa da soberania nacional, razão de sua existência, a dos olavistas e aliados dos filhos do presidente Bolsonaro são mais criativas, como mostraram recentemente o deputado Eduardo Bolsonaro e seus seguidores, muitos dos quais disseminam em posts a teoria de que os chineses "planejaram o coronavírus" como arma biológica para derrotar o rival americano.

Razões diferentes, resultados iguais.

No governo Bolsonaro, a China não terá vida fácil - e o mesmo se pode dizer dos que incorrerem na desgraça de serem vistos como seus aliados.

** Este texto não reflete, necessariamente, a opinião do UOL.

Fonte: Thaís Oyama – UOL 27 abr 2020

 

Edited by jambock

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Tudo depende do arranjo que a Embraer e o governo brasileiro negociar, seja quem for o parceiro.

Uma eventual parceria com a China poderia ser na área comercial, deixando a militar por aqui, que é o mesmo esquema que estava esboçando com a Boeing.

Com todo respeito a Embraer, mas a China já tem tecnologia na área militar bem mais desenvolvida. O problema é a parte comercial que patina.

E a China já está revendo a sua política expansionista, como África e o Belt and Road Initiative. 

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Meus prezados

LIVE "EMBRAER PÓS BOEING"

Acompanhe live do DefesaNet com os pesquisadores:

Luís Felipe Giesteira - PhD, Coordenador de Governança Internacional e Estudos Estratégicos da DINTE/IPEA;
Thiago Caliari, PhD, Professor do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), e,

Marcos José Barbieri Ferreira, PhD, Professor da FCA-UNICAMP e coordenador do Laboratório de Estudos das Indústrias Aeroespaciais e de Defesa (LabA&D), Coordenador do projeto Economia da Defesa do Pró-defesa.


Os desafios da EMBRAER em enfrentar o mercado aeronáutico pós pandemia e o frustrado acordo com a Boeing. Nesta quarta-feira 06 MAIO 2020 às 11:00 Horas
Nota os debatedores são os autores do artigo:

EMBRAER: Hora de o Estado agir com inteligência e ousadia

Estudo de membros do IPEA / ITA / UNICAMP chamando para a importância do momento da ação do Estado no caso da EMBRAER.

https://youtu.be/vrsKyhH0M1w

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Srs. Alguns tópicos apagados por desvio de tópico e focar em política.

Reclamações via ombudsman do FCR, insistir em reclamações no fórum aberto serão excluídas.

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On 04/05/2020 at 10:08, jambock said:

Meus prezados

PENB - O caso EMBRAER


Armando Brasil

Antes de tudo, gostaria de relembrar, à maioria dos leitores, o que aprenderam nas academias militares. A extrema importância da vontade, sediada na força moral, para se obter a vitória. A força moral reside no porque lutar, ou na justiça de nossa causa. E a nossa causa é o desenvolvimento do Brasil.

A EMBRAER é um exemplo do sucesso do planejamento de longo prazo e da intervenção do Estado Nacional na área de ciência e tecnologia. Seu nascedouro remonta a metade do século passado com a criação do ITA e do IPD. O objetivo de outras nações de contar com uma eficiente indústria aeronáutica, como por exemplo: o Japão, a Índia e a Rússia no mesmo sentido, não foram bem sucedidas.
Todavia, no Brasil, devido à EMBRAER foi. No setor aeronáutico seus aviões comerciais dominam o espectro de 70 a 150 lugares, seus jatos executivos tem ampla aceitação no mercado. No segmento de defesa ela vem desenvolvendo aeronaves militares sofisticadas.  Mas a EMBRAER ainda foi além. Diversificou sua atuação no setor de defesa. É a responsável por grande parte dos projetos estratégicos da área defesa.

Está na construção de fragatas, de radares, na integração de satélites, no monitoramento de fronteiras, no desenvolvimento de reator nuclear para submarinos. Está listada entre as 100 maiores empresas bélicas do mundo e é a mais importante empresa nacional no setor industrial de defesa. Dado a prevalência no Brasil, nas últimas décadas, da visão financeira neoliberal em detrimento do setor produtivo, a empresa vem sendo muito menos amparada, pelo Estado Nacional, do que deveria ter sido, dado a sua importância estratégica.

Em razão de sua eficiência ela, apesar disto, apresentou bons resultados até cinco anos atrás. O processo de reestruturação do setor fabricante de aeronaves, pós crise de 2008, havia lhe deixado numa posição concorrencial desfavorável. Ao invés de buscar apoio no Estado,. ela optou, de forma errada, por buscar o desmonte da empresa.

Nos últimos dois anos, aplicando uma estratégia financeira de curto prazo, a empresa optou por alienar a sua parte comercial, a responsável por 90% de seus ganhos financeiros, desmontando equipes que proporcionavam a necessária sinergia, para outros setores em que ela atuava e aplicando recursos nesta cisão, quase meio bilhão de dólares.

Dessa forma atenderia os reclames de seus acionistas privados, que embolsariam todo o esforço realizado pela sociedade nacional, em investimentos na empresa. Esta opção encontrou uma parceria com a Boeing, que agora está desfeita, o que abre espaço para a sobrevivência da EMBRAER.

Diferentemente da Airbus ou da própria Boeing, a EMBRAER está muito mais ajustada ao mundo pós pandemia. A aviação de longo curso terá sua demanda fortemente minorada nos próximos anos, algo que não ocorrerá, na mesma dimensão, no segmento alvo da nossa empresa. A saída da Boeing da parceria é uma condição necessária para a salvação da empresa mas não me parece suficiente. Para tanto, se fará necessário:

 1) Reestatizar a empresa, pela compra, pelo Estado, das ações de posse do setor privado; as comprando pelo menor custo seja pelo valor de mercado ou pelo montante que seria pago pela Boeing, subtraído dos gastos incorridos na cisão;
2) Seguindo as regras do capitalismo, demitir sumariamente de suas funções na empresa, dos responsáveis pelo brutal erro estratégico incorrido pela cisão.
3) Aqueles que apoiaram o crime de lesa-pátria cometido por essa malfada parceria, deveriam ser nominalmente citados, para que se vejam constrangidos em emitir novas opiniões, sobre os negócios da empresa.
4) Elaborar um plano de encomendas, que garanta não só o funcionamento da empresa pelos próximos cinco anos, mas que garanta o desenvolvimento de novos projetos.
5) Neste plano deverá constar todo o reaparelhamento da aviação comercial no Brasil, bem como da Força Aérea Brasileira.
6)  Neste plano deverá constar também um plano de vendas no mercado internacional, que deverá ter todo o apoio do BNDES
.

 A EMBRAER se nós tivermos força moral, tem tudo para, aproveitando a brutal crise que se abateu sobre a aviação mundial, sair fortalecida e continuar sendo um sucesso do setor científico, tecnológico e industrial brasileiro.

NOTA DefesaNet
As opiniões aqui apresentadas são exclusivamente do autor

Fonte: Defesanet 2 mai 2020

 

Simplesmente ridículo o que o cidadão propõe....  

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Essa nota parece que foi escrita na época do AI-5..

Aliás, não só essa nota.

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1 hour ago, Pessoa 1985 said:

Essa nota parece que foi escrita na época do AI-5..

Aliás, não só essa nota.

Não pode falar AI-5... :th_banghead:

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Lamentável e ridículo propor a reestatização da Embraer.

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56 minutes ago, Caravelle said:

Lamentável e ridículo propor a reestatização da Embraer.

Como o Brasil gosta de um passo a frente e 10 passos para trás.

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Tem algumas coisas que ele aponta e acho interessante: o apoio no longo prazo para a formação da Embraer, o que é irônico em um país que se orgulha de exportar minério e soja conseguir exportar alta tecnologia, e do ramo da aviação comercial, algo que chineses, russos e japoneses não conseguem. O desmonte de uma empresa por motivos de lucro no curto prazo, de um discurso neoliberal, e a incapacidade de japoneses, indianos e russos de montar uma indústria de aviação comercial, o que em parte é verdade, mas estes países pensam em cadeias de produção conjunta. Não pode falar do Japão, uma vez que produziu caças sobre licença e é um dos países-chaves na cadeia de fornecimento da Boeing, vide que 1/3 do 787 tem componentes japoneses.

Agora a parte que sugere estatizar a empresa, reequipar a FAB, usar o BNDES para financiar a aviação comercial,  demitir os executivos (!) ou punir aos supostos criminosos de lesa-pátria (!!!), putz, esqueceu de tirar o pijama da Guerra Fria...

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Quando a china compra uma empresa internacional ela está "estatizando" também. E só vantagens para eles.

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2 hours ago, Darui said:

Quando a china compra uma empresa internacional ela está "estatizando" também. E só vantagens para eles.

Estava pensando sobre isto;  todas as empresas compradas pela China tem participação do estado ? 
E as que são nascidas no país também ?

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30 minutes ago, Bonotto said:

Estava pensando sobre isto;  todas as empresas compradas pela China tem participação do estado ? 
E as que são nascidas no país também ?

Depende, há empresas de capital privado na China, salvo engano o Alibaba Group Holdings era 100% privado, quando era o Jack Ma, o Yahoo e a Softbank/Yahoo Japan as acionistas da empresa.

O capitalismo chinês é complicado, pode ter empresas privadas mas tem a participação de alguma forma do Estado, seja por meio de infinitas holdings. A seguradora Ping An tem participação da Shenzhen Investiment Holdings (5%), que por sua vez pertence à província de Shenzhen.

Uma coisa que existia até certo tempo atrás (não sei se flexibilizaram): bancos e montadoras multinacionais podiam ter subsidiárias na China desde que tivesse associação com alguma empresa local. 

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Se reestatizar, será como as nossas outras estatais, mais um lugar para apadrinhados políticos, e de muito interesse pra corrupção, devido às altas cifras que circulam. E pode-se apostar que por pressão do governo outros projetos do tipo CBA-123 irão surgir.

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15 hours ago, Eduardo Mello said:

Se reestatizar, será como as nossas outras estatais, mais um lugar para apadrinhados políticos, e de muito interesse pra corrupção, devido às altas cifras que circulam. E pode-se apostar que por pressão do governo outros projetos do tipo CBA-123 irão surgir.

Também sou contra a estatização, sou a favor de privatizar quase tudo, mas permita-me discordar só um pouco. Hoje não se tem notícia de corrupção em nenhum lugar, o Ministério da Infra-estrutura é um bom exemplo, um dos lugares onde se roubavam mais dinheiro do povo. Em uma entrevista do atual Ministro de lá (que eu não sei o nome), disse que durante uma reunião com um empreiteiro, o cara quis "levar algum", e ele disse: "a partir de agora você tem duas opções de sair dessa sala, ou pela porta ou eu te jogando pela janela", então eu acho que depende muito de quem vai comandar, se for nome técnico, menos mal, se for político que não sabe nada da área, muito mal

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30 minutes ago, MRN said:

Também sou contra a estatização, sou a favor de privatizar quase tudo, mas permita-me discordar só um pouco. Hoje não se tem notícia de corrupção em nenhum lugar, o Ministério da Infra-estrutura é um bom exemplo, um dos lugares onde se roubavam mais dinheiro do povo. Em uma entrevista do atual Ministro de lá (que eu não sei o nome), disse que durante uma reunião com um empreiteiro, o cara quis "levar algum", e ele disse: "a partir de agora você tem duas opções de sair dessa sala, ou pela porta ou eu te jogando pela janela", então eu acho que depende muito de quem vai comandar, se for nome técnico, menos mal, se for político que não sabe nada da área, muito mal

O ministro é o Tarcísio Gomes de Freitas, excelente!
 

O problema é que daí troca o governo o governo e a Embraer vira "cabidão".

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a questão não é só a corrupção... é a linha de ação mudar de 4 em 4 anos, ao sabor dos governos...

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Estatizar só em último caso, o ideal seria o governo entrar pra garantir empréstimos de bancos para a Embraer continuar funcionando. Em contrapartida o governo teria uma participação maior na empresa, mas ainda minoritária.

 

Agora, entre fechar ou estatizar, qual vocês preferem?

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55 minutes ago, Tintin said:

Estatizar só em último caso, o ideal seria o governo entrar pra garantir empréstimos de bancos para a Embraer continuar funcionando. Em contrapartida o governo teria uma participação maior na empresa, mas ainda minoritária.
Agora, entre fechar ou estatizar, qual vocês preferem?

Pode parecer absurdo, mas preferia que fechasse; o prejuízo a longo prazo seria enorme. Seria mais uma empresa inchada de funcionários, na maioria incompetentes, indicados para favores políticos.

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Pessoal, só uma coisa:

- Copa, Emirates, Singapore, Finnair, Fraport, Air New Zealand, Ethiopian são estatais e estão aí como referências em seus mercados.

- Varig, Vasp, Swissair, Braniff, Pan Am, Iberia  fase SEPI, Transbrasil eram privadas e estão quebradas;

- Aerolíneas, SAA, Air India, Malaysia, Thai, Alitalia são estatais e estão quebradas;

- Delta Airlines, Southwest, Lufthansa, Qantas, Alaska, Ryanair são privadas e estão aí;

A questão é: será que o fato de ser estatal ou não influencia nos rumos de uma empresa? A coisa é mais ampla do que taxa em ser estatal ou privada. 

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2 hours ago, A345_Leadership said:

Pessoal, só uma coisa:

- Copa, Emirates, Singapore, Finnair, Fraport, Air New Zealand, Ethiopian são estatais e estão aí como referências em seus mercados.

- Varig, Vasp, Swissair, Braniff, Pan Am, Iberia  fase SEPI, Transbrasil eram privadas e estão quebradas;

- Aerolíneas, SAA, Air India, Malaysia, Thai, Alitalia são estatais e estão quebradas;

- Delta Airlines, Southwest, Lufthansa, Qantas, Alaska, Ryanair são privadas e estão aí;

A questão é: será que o fato de ser estatal ou não influencia nos rumos de uma empresa? A coisa é mais ampla do que taxa em ser estatal ou privada. 

A Copa é estatal?

Minha opinião sobre o assunto: O Canadá um pais muito mais rico e com melhor educação que o Brasil não conseguiu manter o programa comercial da Bombardie, de onde a Embraer vai tirar dinheiro pra concorrer com Airbus/Bombardier, China, Rússia e possivelmente Japão?

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