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KLM considers coronavirus crisis could lead to the end of AF-KLM merger: report


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April 29, 2020

KLM Royal Dutch Airlines has reportedly taken into account the possibility that the coronavirus crisis and the separate financial backings from both the French and Dutch governments for Air France and KLM could lead to the deterioration of the Air France-KLM merger (Financieele Dagblad, 27-Apr-2020). As previously reported by CAPA, Air France-KLM has received a combined commitment of up to EUR11 billion, with EUR7 billion for Air France and up to EUR4 billion for KLM.

https://blueswandaily.com/klm-considers-coronavirus-crisis-could-lead-to-the-end-of-af-klm-merger-report/

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Parece que estão mais dispostos a separar indo no embalo do coronavírus do que realmente imposição dos governos, quando esteve mal a união com a então rica AF foi bem vinda, a mesma recuperou a sócia e agora a sócia está melhor e vai abandonar a AF

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A KLM teve que se reinventar para se tornar uma empresa eficiente e competitiva - e hoje rentável.
Agora (há muitos anos, na verdade) é hora da AF fazer sua limpeza, cortando na carne para se reinventar, diminuindo regalias e benefícios, mas parece que os franceses não estão tão dispostos a cumprir sua parte, ao menos no ambiente pré-covid.
Um pequeno exemplo da falta de competitividade de custos da AF vs BA/LH: https://www.ft.com/content/dccfd6d6-d3e1-11e9-8367-807ebd53ab77

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1 hour ago, Luckert said:

Parece que estão mais dispostos a separar indo no embalo do coronavírus do que realmente imposição dos governos, quando esteve mal a união com a então rica AF foi bem vinda, a mesma recuperou a sócia e agora a sócia está melhor e vai abandonar a AF

É a mesma novela da Renault-Nissan. Quando o braço que tava mal se torna mais forte do que o que salvou, é questão de tempo para se separar.

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2 hours ago, x-varigvinny said:

É a mesma novela da Renault-Nissan. Quando o braço que tava mal se torna mais forte do que o que salvou, é questão de tempo para se separar.

Separadas, certamente sairão enfraquecidas no futuro, felizmente no grupo LH o mesmo não está ocorrendo,a Swiss é um dos braços mais rentáveis, a Suíça foi a primeira a anunciar uma ajuda para filial do grupo alemão e mesmo assim, o grupo, aparentemente,segue unido

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2 hours ago, A340-600 said:

A KLM teve que se reinventar para se tornar uma empresa eficiente e competitiva - e hoje rentável.
Agora (há muitos anos, na verdade) é hora da AF fazer sua limpeza, cortando na carne para se reinventar, diminuindo regalias e benefícios, mas parece que os franceses não estão tão dispostos a cumprir sua parte, ao menos no ambiente pré-covid.
Um pequeno exemplo da falta de competitividade de custos da AF vs BA/LH: https://www.ft.com/content/dccfd6d6-d3e1-11e9-8367-807ebd53ab77

Um país que se recusa a fazer reformas como a França, eu não espero nada. O corporativismo frances é doentio.

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46 minutes ago, naia said:

Um país que se recusa a fazer reformas como a França, eu não espero nada. O corporativismo frances é doentio.

Sim , muito na contramão dos vizinhos, vai ser difícil conseguir cortar muita coisa 

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8 hours ago, A340-600 said:

A KLM teve que se reinventar para se tornar uma empresa eficiente e competitiva - e hoje rentável.
Agora (há muitos anos, na verdade) é hora da AF fazer sua limpeza, cortando na carne para se reinventar, diminuindo regalias e benefícios, mas parece que os franceses não estão tão dispostos a cumprir sua parte, ao menos no ambiente pré-covid.
Um pequeno exemplo da falta de competitividade de custos da AF vs BA/LH: https://www.ft.com/content/dccfd6d6-d3e1-11e9-8367-807ebd53ab77

Não digo que na KL não tenha cabide de emprego... mas na AF esse numero é muito maior. Sem contar na regalias e benefícios que você citou.

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Eu não lembro se a KLM antes da fusão esta com suas finanças em vermelho de forma persistente. Mas a KLM criou uma rede de equity alliance respeitável nos anos 90: ALM, Kenya Airways, Northwest, Air UK, sem falar na Martinair e Transavia. A Air France estava colhendo os frutos de maximizar CDG como hub, proposta do ex-CEO da UA Stephen Wolf.

A crise do corona vai criar estas situações em que o dinheiro de um contribuinte de um país irá para o outro. Ou outro reclamar que país X deu 100 e Y 10. 

É preciso que, ao menos na UE, as ações de resgate sejam coordenadas entre os Estados. E também acho que muitos querem dinheiro mas não querem participação do Estado, ora tem formas e formas de ter uma parte da empresa sendo estatal.

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On 29/04/2020 at 22:04, Luckert said:

Separadas, certamente sairão enfraquecidas no futuro, felizmente no grupo LH o mesmo não está ocorrendo,a Swiss é um dos braços mais rentáveis, a Suíça foi a primeira a anunciar uma ajuda para filial do grupo alemão e mesmo assim, o grupo, aparentemente,segue unido

Se o governo suíço não salvou a Swissair, símbolo nacional, salvaria um braço do Grupo Lufthansa de graça? Nein!
 

O dinheiro público vai socorrer à Swiss, porém os bilhões emprestados deverão ser pagos “com prioridade”. A Lufthansa não pode usar o lucro da Swiss enquanto não quitar as dívidas de “ajuda extraordinária” com o país.

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19 minutes ago, A343 said:

Se o governo suíço não salvou a Swissair, símbolo nacional, salvaria um braço do Grupo Lufthansa de graça? Nein!
 

O dinheiro público vai socorrer à Swiss, porém os bilhões emprestados deverão ser pagos “com prioridade”. A Lufthansa não pode usar o lucro da Swiss enquanto não quitar as dívidas de “ajuda extraordinária” com o país.

Eu não falei nada,mas nada disso , apenas citei que a Suíça não exigiu uma parcial repatriação da Cia aérea alemã, filial suíça, para emprestar.

 Óbvio que todos empréstimos serão pagos de volta, com exceção da Itália,é claro( um caso a parte)

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On 4/29/2020 at 5:04 PM, Luckert said:

Separadas, certamente sairão enfraquecidas no futuro, felizmente no grupo LH o mesmo não está ocorrendo,a Swiss é um dos braços mais rentáveis, a Suíça foi a primeira a anunciar uma ajuda para filial do grupo alemão e mesmo assim, o grupo, aparentemente,segue unido

Pera aí que você ta confundindo só uma coisa, que faz com que a realidade do grupo Air France-KLM seja infinitamente diferente do Lufthansa Group. Todas as empresas do grupo LH estão sob o guarda chuva da Lufthansa, ele não nasceu de uma fusão, a LH que foi aos poucos adquirindo participações em companhias aéreas diferentes ao longo dos anos, até ser dona de 100% das ações destas, que, nomeadamente, são Swiss, Austrian e Brussels. Todas se tornaram parte do LH Group por meio de aquisição, não foi um casamento, elas se tornaram subsidiárias, portanto o grupo só será "desunido" caso a Lufthansa queira se desfazer dessas empresas, ajuda governamental e outros benefícios não irão causar a separação do Lufthansa Group. Já o Air France-KLM nasceu de uma fusão, as duas empresas por livre e espontânea necessidade vontade resolveram se juntar e uma depende da outra para manter a holding organizada, então se uma empresa entra em crise, a outra automaticamente entrará, mesmo que não seja imediatamente. O auxílio governamental pode separar o AFKL pois uma empresa pode ter as contas muito discrepantes da outra e como praticamente tudo é legalmente feito em comum para ambas as empresas e o empréstimo do governo só pode ficar de um lado, isso pode causar problemas administrativos do lado que receber menos ajuda ou uma ajuda diferente. Então, em uma fusão, caso haja desequilíbrio entre as empresas componentes, a que se sentir prejudicada pode pular fora por vontade própria, o caso da KLM no momento e da Avianca-Taca em 2019, mas no LH Group não tem disso, se uma empresa quiser se desligar do grupo, a diretoria tem apenas um sinto muito a dizer.

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4 minutes ago, A350-1041 said:

Pera aí que você ta confundindo só uma coisa, que faz com que a realidade do grupo Air France-KLM seja infinitamente diferente do Lufthansa Group. Todas as empresas do grupo LH estão sob o guarda chuva da Lufthansa, ele não nasceu de uma fusão, a LH que foi aos poucos adquirindo participações em companhias aéreas diferentes ao longo dos anos, até ser dona de 100% das ações destas, que, nomeadamente, são Swiss, Austrian e Brussels. Todas se tornaram parte do LH Group por meio de aquisição, não foi um casamento, elas se tornaram subsidiárias, portanto o grupo só será "desunido" caso a Lufthansa queira se desfazer dessas empresas, ajuda governamental e outros benefícios não irão causar a separação do Lufthansa Group. Já o Air France-KLM nasceu de uma fusão, as duas empresas por livre e espontânea necessidade vontade resolveram se juntar e uma depende da outra para manter a holding organizada, então se uma empresa entra em crise, a outra automaticamente entrará, mesmo que não seja imediatamente. O auxílio governamental pode separar o AFKL pois uma empresa pode ter as contas muito discrepantes da outra e como praticamente tudo é legalmente feito em comum para ambas as empresas e o empréstimo do governo só pode ficar de um lado, isso pode causar problemas administrativos do lado que receber menos ajuda ou uma ajuda diferente. Então, em uma fusão, caso haja desequilíbrio entre as empresas componentes, a que se sentir prejudicada pode pular fora por vontade própria, o caso da KLM no momento e da Avianca-Taca em 2019, mas no LH Group não tem disso, se uma empresa quiser se desligar do grupo, a diretoria tem apenas um sinto muito a dizer.

Muito boas observações, realmente eu não via dessa forma, se duas viram uma porque se juntam e formam uma ou porque a mais forte compra a mais frágil, pra mim eram uma só.

Com tuas pontuações faz sentido a cisão, aguardar como ficarão todas essas empresas pós Covid19

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21 hours ago, Luckert said:

Muito boas observações, realmente eu não via dessa forma, se duas viram uma porque se juntam e formam uma ou porque a mais forte compra a mais frágil, pra mim eram uma só.

Então, as empresas que se fundem, teoricamente são "uma só", algumas passam até a adotar o mesmo nome. Em alguns casos uma empresa é completamente incorporada à outra, como American e US, United e Continental, Delta e Northwest, JAL e JAS, Azul e TRIP, em outros são mantidas duas ou mais entidades completamente dependentes entre si, isso ocorre principalmente quando são envolvidas empresas de países diferentes, em que ambas viram subsidiárias de uma empresa-mãe formada pelas componentes da fusão, caso da Latam, Avianca, Air France-KLM, IAG. Na aquisição, pode haver incorporação da empresa comprada, como no caso da Southwest e AirTran, British Airways (IAG) e BMI, Varig e Cruzeiro, Air Canada e Canadian, mas comumente a empresa adquirida vira uma subsidiária da empresa-mãe, então todas as decisões de cisão são unilaterais, tomadas pela cabeça da holding, como ocorre com a Lufthansa e o IAG na aquisição da Aer Lingus e da Vueling.

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