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With 65 years of traffic growth wiped out in under 65 days, where now for the Lufthansa Group?


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May 8, 2020
Lufthansa Group held its first ever virtual annual general meeting on 05-May-2020, with around 10,000 shareholders dialling-in. Chairman and CEO Carsten Spohr had the unenviable task of ‘e-informing’ shareholders of the board’s vision to getting the company through coronavirus and what the future will look like when the virus recedes.

The meeting’s introduction was a poignant reminder of what was, and what the company is fighting for in the coming months. Mr Spohr admitted it is a “bitter” feeling that 65 years of work building up Lufthansa’s traffic volume and global network could be completely reversed in under 65 days.

“After many tough years of modernisation, we recorded the best results in the history of our company for three years in a row. Now all of a sudden all of our efforts have been annihilated by a single global event… our company is in a state of emergency,” he explained.

Echoing the vision of all major airline groups in the context of Covid-19, the CEO of Lufthansa Group stressed that the company will not return to its former fleet size “for the foreseeable future”. He warned it will have a “significantly smaller” structure compared to before the crisis and is now in negotiations with OEMs to delay aircraft deliveries and is reviewing its options with regards to staff cuts.

None of its airline subsidiaries will be spared from hefty restructuring. Whereas in the past Lufthansa has relied on the brand value of carriers like Austrian and Brussels Airlines for each home market, the ‘new norm’ may require a rethink of this strategy as Austrian and Brussels Airlines’ return-to-profitability programmes are accelerated. The group will be mindful of LCCs and high-speed rail competing for what is left of post-Covid-19 European travel demand from its hubs in Brussels and Vienna.

Plans to bundle aircraft from its four airline subsidiaries into one “tourist-oriented” holiday operator in the future were also mentioned, a move which had also been hinted at before the crisis. Mr Spohr said this will allow the group to better take advantage of expected higher leisure demand post-coronavirus after a lengthy lockdown period.

Potentially, this could comprise a dramatic shift in the short haul operations of the network carriers to the Eurowings brand, with the mainline operators focusing exclusively on long haul to link their respective markets outside of Europe. But to get to this point, the company must minutely review its costs.

To date, 100 aircraft have been signalled for removal from the group’s 760 aircraft fleet, prioritising older and less efficient units to reduce fleet complexity. This translates to a reduction of around 10,000 staff as of now, but it should be expected that a much larger portion of the company’s 130,000 global staff will be removed as further fleet cuts are made, in line with demand forecasts and as their flow-on effects for MRO, ground handling, IT and consultancy suppliers are felt.

Lufthansa Group has said it is currently burning through EUR1 million of its liquidity reserves per hour. With over EUR4 billion in cash reserves, including credit lines and short-term loans, this adds up to a life expectancy of around five to six months without some form of external support as it exhausts its ability to repay financial liabilities and refund airfares.

State aid negotiations have stalled in certain Lufthansa markets due the environmental and ownership strings that could be attached, however in total the group is reported to be negotiating a combined total of around EUR10 billion from the Belgium, Swiss, Austrian and German governments.

Commenting on these negotiations during the AGM, Mr Spohr was very clear: “We need government support. We don’t need government management”. He said support from the governments, and by extension taxpayers, will be tied to clear long term profitability goals to make it “fit for the future” without the need for government oversight, and that any support will be paid back “as quickly as possible”.

As is the consensus across the industry, Mr Spohr said that pre-coronavirus traffic volumes will only return by around 2023, given the expected long-term safety and hygiene concerns and a weakening of the global economy and purchasing power. In the meantime, with Lufthansa Group must, like all businesses, make some very tough decisions that will affect many thousands of direct and indirect jobs and likely disrupt German connectivity for many months, in a bid to make it through the crisis.

https://blueswandaily.com/with-65-years-of-traffic-growth-wiped-out-in-under-65-days-where-now-for-the-lufthansa-group/

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Impensável há meses atrás a LH em uma situação como essas. 

Acho que os grandes grupos tem que conversar e pedir aos reguladores algo até então impensável: code-share entre concorrentes. 

Não vejo como duas concorrentes numa mesma rota , nesse momento, possam conviver competindo e destruindo uma a outra - deveria haver uma união global da Aviação em um gigantesco "code-share" global. 

 

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Áustria quer participação no Grupo Lufthansa, em troca de ajuda financeira

Áustria quer participação no Grupo Lufthansa, em troca de ajuda financeira
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Na quarta-feira, o presidente-executivo do Grupo Lufthansa, Carsten Spohr, e o chanceler austríaco Sebastian Kurz se reuniram em Viena para sua primeira discussão cara a cara sobre um resgate da Austrian Airlines, subsidiária da Lufthansa.

Em uma entrevista após a reunião, Kurz sugeriu que seu governo poderia pedir uma participação no grupo em troca de ajuda.

A Austrian Airlines, parte do Grupo Lufthansa, teria solicitado 767 milhões de euros (US$ 834 milhões) em auxílio estatal. Desse modo, grande parte deve ser de empréstimos reembolsáveis e as demais doações. Os detalhes exatos ainda não foram negociados, mas parece que o governo austríaco não vai oferecer os fundos apenas por generosidade.

“Ajuda sem vantagens para a Áustria como local de negócios, sem uma participação na Lufthansa, apenas por causa disso, não vai acontecer”, disse o chanceler austríaco Sebastian Kurz à mídia após a reunião de peso, segundo a Reuters.

“… queremos proteger os funcionários austríacos da Austrian Airlines, tanto quanto possível, e o que pode ser a maneira certa de fazer isso é algo que veremos. Hoje foi a primeira discussão. As negociações começam agora ” completou.

lufthansa-fra-4.jpg Foto: Oliver Roesler – Lufthansa

Caso a Áustria deseje reivindicar uma participação, há precedência muito recente do outro lado da fronteira. Há apenas dois dias, surgiram informações de que o governo alemão está solicitando uma minoria de bloqueio e um ou dois mandatos do conselho de supervisão em troca de um resgate de 9 bilhões de euros (9,7 bilhões de dólares) para sua companhia aérea nacional.

“O Conselho Executivo da Deutsche Lufthansa AG continua negociando intensivamente com os governos da Alemanha, Áustria e Bélgica, a fim de garantir a solvência do Grupo a longo prazo”, disse um porta-voz da Lufthansa.

Conforme noticiado pela Reuters, o governo suíço declarou na quarta-feira que solicitaria ao parlamento do país a aprovação de um empréstimo garantido de 1,275 bilhão de francos suíços (US$ 1,31 bilhão) para as subsidiárias da Lufthansa, SWISS e Edelweiss.

O pacote de ajuda suíço vem com condições claras: os fundos só podem ser usados para a infraestrutura suíça e nenhum dividendo ou outro pagamento é permitido até que a companhia aérea tenha reembolsado o auxílio estatal.

A Austrian Airlines, que não planeja operar nenhum serviço programado até junho, é elegível para o esquema de auxílio estatal austríaco de coronavírus. 

No entanto, está pedindo um pouco mais do que o que normalmente seria para um empréstimo garantido pelo estado em 90% (120 milhões de euros ou 130 milhões de dólares, ou receita de um trimestre, que no caso da Áustria era de cerca de 527 milhões ou 573 milhões de dólares, de acordo com o relatório anual da Lufthansa para 2019.)

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Todos governos dispostos a ajudar porém querem por não só o dedo , mas a mão inteira dentro da LH, a Alemanha mesmo quer 25,1% e ,aliás,vaga no conselho da empresa 

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4 hours ago, LipeGIG said:

Não vejo como duas concorrentes numa mesma rota , nesse momento, possam conviver competindo e destruindo uma a outra - deveria haver uma união global da Aviação em um gigantesco "code-share" global. 

Pensava que era só eu tinha esta ideia, mas algo que também envolvesse concessionárias aeroportuárias e empresas de QAV, pois a maioria são estatais. 

2 hours ago, Luckert said:

Todos governos dispostos a ajudar porém querem por não só o dedo , mas a mão inteira dentro da LH, a Alemanha mesmo quer 25,1% e ,aliás,vaga no conselho da empresa 

Acham que as empresas estão assim por má gestão dos executivos. Podiam fazer um pacto global, na qual os governo asseguram os empréstimos realizados pelas empresas aéreas. Podem até assumir participações, mas com o compromisso de vender em 10 anos ou não ter voz no conselho.

 

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36 minutes ago, A345_Leadership said:

Pensava que era só eu tinha esta ideia, mas algo que também envolvesse concessionárias aeroportuárias e empresas de QAV, pois a maioria são estatais. 

Pois é A345, conforme eu disse, como estamos em um evento impensável, temos que pensar em soluções que no passado poderiam ser vistas como impensáveis.

* Frequências dormentes por até 2 anos sem perda dos direitos
* Code-share mesmo entre concorrentes por até 2 anos
* JV autorizadas por até 2 anos 
 

 

 

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