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Cassio.Fernandes

LATAM pede concordata das unidades do Chile, Colômbia, Equador e Peru

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On 5/25/2020 at 10:40 AM, MRN said:

Só um detalhe, Cassio. Na época da ocean air não tinha pandemia, e ela tinha dívida com os lessors, então não foi "do nada" que eles retomaram as aeronaves

Tinha outro fator em jogo também, haviam interessados nos leasings da maioria dos aviões da AVB. Dos A320, sobraram só dois que estavam sem condições de voo - OCA e o ONZ. Antes do fim de 2019, a grande maioria já estava em novos operadores. Agora, se o lessor retomar avião, eu acredito que estará com abacaxi na mão. Storage custa grana, não é simplesmente encosta no deserto e segue a vida. E part-out também custa grana.

3 hours ago, TheJoker said:

Se essas devoluções forem confirmadas, a LTM está trocando 4 789 por 3 359. Eu teria me livrado dos 788.

Do que me lembro dos 787's, da LATAM, os motores eram uma salada de frutas.  Apesar de serem todos RR Trent1000. Tinha motor efetivo em parte da frota, mas não em outra, não podia misturar motor, enfim, era uma bela confusão. De repente estão se livrando de uns 787-9's com mix de motor não-compatível e que obriga a ter um motor a mais que o necessário na reserva só por conta disto (leia-se custo). E de repente, o mercado tem liquidez para 787-9 para substituir 747 parado (KLM, Qantas, etc), então, para negociar leasing deles é mais complicado.

Interessante ver a devolução de A321 e todos com motor CFM56. Era considerado o money-maker da frota. Novos tempos, novos rumos?

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Turma, não entendo bem disso, mas se a filial brasileira não entrou em RJ, pq vão devolver aviões daqui?

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2 minutes ago, lucaswild said:

Turma, não entendo bem disso, mas se a filial brasileira não entrou em RJ, pq vão devolver aviões daqui?

Alguns aviões aqui são arrendamentos de aviões da chilena, é como se o brasil pagasse a chilena pelo uso, porém como a chilena nao ta conseguindo pagar, tem que devolver.

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7 minutes ago, Ashabty said:

Alguns aviões aqui são arrendamentos de aviões da chilena, é como se o brasil pagasse a chilena pelo uso, porém como a chilena nao ta conseguindo pagar, tem que devolver.

Todos são subleasing.

Edited by TheJoker
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27 minutes ago, Ashabty said:

Alguns aviões aqui são arrendamentos de aviões da chilena, é como se o brasil pagasse a chilena pelo uso, porém como a chilena nao ta conseguindo pagar, tem que devolver.

Entendi! Obrigado!!

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1 hour ago, F-GSPN said:

Que pena a saída dos 321 mais novos. Os da série MX_ estão bem surradinhos por dentro. E agora acho que tão cedo a reforma não vem.

Nessa hora vale tudo pra sobreviver melhor manter os mais antigos voando do que avião novo sem conseguir pagar. 

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Se a demanda estimada ao final do ano é de 50%, não faz sentido permanecer com os aviões.

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Folha diz que a Latam vai manter o acordo com o sindicato sobre as LNR até junho e já começa a discutir demissões com os sindicatos amanhã.

Colando só pra fins de referência pois é paywall

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/05/latam-vai-reduzir-numero-de-funcionarios-no-brasil.shtml

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2 hours ago, A350XWB said:

Folha diz que a Latam vai manter o acordo com o sindicato sobre as LNR até junho e já começa a discutir demissões com os sindicatos amanhã.

Colando só pra fins de referência pois é paywall

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/05/latam-vai-reduzir-numero-de-funcionarios-no-brasil.shtml

A Latam emprega no Brasil cerca de 21 mil pessoas, segundo Cadier. À Folha, o executivo diz que a empresa precisa reduzir de tamanho para se adequar à queda brusca de demanda resultante da pandemia do novo coronavírus.

A linha aérea opera hoje no Brasil com 5% de sua capacidade, e prevê uma retomada paulatina dos voos pelos próximos meses. A empresa fez um acordo coletivo com os sindicatos em março que previa licenças não remuneradas e cortes salários que, na prática, chegaram a 80%. Como contrapartida, prometeu não fazer demissões até o fim de junho.

“A Latam continua honrando o acordo com o sindicato [dos aeronautas]. A partir de amanhã [27], entraremos em negociação com os sindicatos para entender qual é a melhor forma da gente ajustar o tamanho da companhia à nova realidade de mercado. A demanda caiu a curto prazo violentamente e vai cair a longo prazo. Vamos operar de 30% a 40% a menos que no ano passado no fim do ano. A Latam não pode manter o mesmo tamanho”, disse Cadier.

A Latam emprega no Brasil cerca de 21 mil pessoas, segundo Cadier.

O executivo afirma que entre os formatos possíveis de cortes estão a realização de um PDV, a extensão de licenças não remuneradas, suspensões de contrato, reduções de jornada.

A jornalistas, o presidente do grupo, Roberto Alvo disse não descartar demissões na companhia.

Sobre o pacote de socorro do BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) ao setor aéreo, Alvo disse estar confiante quanto às negociações com o banco estatal, cuja oferta prevê participação de instituições financeiras privadas e outros agentes de mercado.

“Acho que a estrutura [financeira do pacote de socorro] que o banco propôs é um pouco complexa. Acreditamos que os países em que estamos entendem a importância que tem a indústria aérea e a Latam em particular para suas economias e vamos continuar conversando tanto com o BNDES quanto com o governo do Brasil. Estou confiante de que podemos encontrar uma solução”.

Alvo diz que 95% das dívidas do grupo estão concentrados na holding chilena e o restante está dividido em filiais como a brasileira. O montante listado pelo grupo em seu pedido de recuperação judicial chega a US$ 17,96 bilhões (R$ 96,35 bilhões no câmbio atual). A empresa diz esperar que a reestruturação termine em, no máximo, 18 meses.

A concentração das dívidas fora do Brasil e a conversa em andamento com o BNDES são fatores pelos quais a empresa não pediu recuperação judicial aqui, segundo Jerome Cadier.

“Temos uma discussão na mesa há várias semanas com o BNDES que está caminhando para uma situação positiva em que o banco pode ajudar a operação brasileira e a gente daria a garantia ao banco que esse dinheiro seria usado só no Brasil. É uma das preocupações deles. Se entrássemos [em recuperação judicial] aqui também, seria mais difícil garantir que o dinheiro ficaria no país”, afirmou.

A reestruturação nos Estados Unidos já prevê uma renegociação dos contratos de leasing e uma redução de frota em todas as empresas do grupo, segundo Cadier. A companhia deverá devolver 20 aeronaves já nesta terça (26). Segundo ele, o processo de reestruturação permite a quebra de contratos de arrendamento antes do fim originalmente estipulado.

“Temos de nos preparar para reduzir entre 30% e 40% a frota durante este ano e depois, à medida que a demanda for voltando, voltarmos a crescer. O ajuste é dessa ordem de grandeza, da frota e das rotas de voo”, afirma ele.

“Precisamos negociar uma redução dos preços [de leasing de aeronaves] também. A gente tem que mirar uma redução da ordem de 30% no mínimo. É mais ou menos o que vai acontecer com o preço de mercado no geral. A companhia tem que ser capaz de capturar o preço mais baixo de mercado. Ninguém pode pagar mais o preço pré-Covid, ele não existe mais”, disse.

Edited by TheJoker

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Presidente da Latam Brasil rejeita comparação com Avianca e garante voos

 

Vinícius Casagrande

Colaboração para o UOL, em São Paulo

26/05/2020

O presidente da Latam Brasil, Jerome Cadier, afirmou que os voos da companhia aérea devem continuar normalmente após o pedido de recuperação judicial feito nos Estados Unidos pelo grupo nesta terça-feira (26). Segundo ele, o processo tem como objetivo principal obter melhores condições para renegociar as dívidas da empresa, especialmente com o leasing (aluguel) de aviões. Mesmo com a renegociação e com um aporte dos acionistas, o grupo Latam vai precisar de mais US$ 1 bilhão para superar a crise. A filial brasileira da Latam não entra no processo, mas pode ser beneficiada com reduções de custo. Por outro lado, se não houver solução para o problema financeiro da empresa, a operação da filial brasileira será afetada.

Cadier também respondeu a uma declaração do ministro da Economia, Paulo Guedes, divulgada na semana passada. Guedes disse que "não vai ter 'molezinha' para empresa aérea". Para tentar sobreviver à crise do coronavírus, as aéreas negociam um empréstimo com o BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social). O executivo da Latam Brasil afirmou que "'molezinha' nunca foi a nossa realidade aqui".

'Não tem comparação com a Avianca Brasil'

O executivo afirmou que boa parte dos aviões que voam no Brasil possui contratos de leasing assinados pela holding chilena. "Na medida em que a Latam Chile entra em chapter 11 [referência à lei norte-americana que trata de recuperação judicial], a Latam consegue renegociar as dívidas e os contratos de leasing e beneficiar a operação no Brasil", afirmou. Cadier afirmou que a situação atual da empresa é completamente diferente da que ocorreu com a Avianca Brasil no ano passado. Depois de entrar em recuperação judicial, a Avianca Brasil teve todas as suas operações suspensas.

"O mercado tem de ficar tranquilo porque é uma diferença da água pro vinho do que está acontecendo hoje para o que aconteceu no passado [com a Avianca Brasil]. Quando a Oceanair [razão social da Avianca Brasil] entrou em recuperação foi por problema na sua gestão. A Latam não está entrando nessa solução por nada relacionado a gestão, pelo contrário. Essa crise está afetando todas as empresas do setor. Não só do setor aéreo, mas do turismo", afirmou.

A companhia disse que todas as suas afiliadas continuarão operando voos de passageiros e de carga e que todas as passagens atuais e futuras, vouchers de viagem, pontos e benefícios do programa Latam Pass, bem como políticas de flexibilidade, serão respeitados.

"O passageiro pode ficar tranquilo comprando passagem, utilizando e acumulando as milhas no programa de fidelidade Latam Pass, o colaborador tem o seu salário também garantido, os fornecedores vão receber pelo serviço que estão prestando. Essa é a garantia que a gente tem de passar, porque tem caixa, tem solução para equacionar o tamanho da empresa e tem compromisso dos acionistas em injetar dinheiro na companhia", afirmou Cadier.

 

Latam Brasil será afetada se não houver solução

Apesar de a Latam Brasil não estar dentro do processo de recuperação judicial, caso o grupo não encontre uma solução para as dívidas, as operações brasileiras também seriam afetadas. "A estrutura organizacional das empresas não mudou. O grupo Latam continua sendo o dono de 100% da operação da Latam Brasil, independente de o Brasil estar ou não no chapter 11", afirmou Cadier.

 

O presidente da Latam Brasil afirmou, no entanto, acreditar que a empresa tem grandes possibilidades de encontrar uma solução para resolver seus problemas de dívidas e renegociar os contratos. "O grupo deu ontem um sinal superpoderoso de que tem a capacidade de sair [da crise]", disse.

O grupo Latam tem US$ 1,3 bilhão em caixa, e os acionistas (Qatar Airways e as famílias Cueto e Amaro) se comprometeram em emprestar mais US$ 900 milhões. "Isso é um sinal muito forte dos acionistas, colocando dinheiro na companhia, diferentemente de alguns países onde só o governo está vindo ajudar", afirmou Cadier.

Grupo precisa de mais US$ 1 bilhão

Mesmo com a renegociação das dívidas e contratos e desse novo aporte dos acionistas, a grupo Latam ainda vai precisar de um capital adicional de US$ 1 bilhão para superar a crise. "Esse US$ 1 bilhão vai vir da colaboração dos governos chileno, brasileiro, peruano, colombiano. Eventualmente, de investidores que vão olhar para essa estrutura de aporte financeiro com prioridade", avaliou o presidente da Latam Brasil.

No Brasil, a Latam, a Gol e a Azul estão negociando um financiamento junto ao BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) de cerca de R$ 2 bilhões para cada empresa. Para concretizar o aporte, as empresas ainda negociam os últimos termos do acordo.

"Aérea do Brasil nunca teve 'molezinha'"

Na reunião ministerial de 22 de abril cujo vídeo foi divulgado na última semana, o ministro da Economia, Paulo Guedes, chegou a dizer que "não vai ter 'molezinha' para empresa aérea, pra nada disso".

Cadier responder o ministro. "Companhia aérea no Brasil tem tudo, menos 'molezinha' na história. A gente acabou de ver nessa semana que o governo decidiu aumentar o imposto sobre o leasing para 15% no ano que vem, uma coisa que a gente nunca pagou desde 1996, e o governo resolveu começar a cobrar das companhias aéreas. Então 'molezinha' nunca foi a nossa realidade aqui", afirmou.

Redução de frota e demissões

O presidente da Latam estima que, mesmo com a retomada gradual dos voos nos próximos meses, a companhia deve fechar o ano com uma redução de 30% a 40% de sua capacidade em relação ao período pré-crise. Por conta disso, muitos aviões deverão permanecer parados em solo. O processo de recuperação judicial permite, por exemplo, que a empresa rompa os contratos de leasing sem pagar multas.

Em alguns casos, o executivo avalia que será possível negociar com as empresas donas dos aviões para que as aeronaves não sejam totalmente devolvidas. Assim, os contratos poderiam ser retomados quando houver a volta da demanda.

Até lá, no entanto, o presidente da Latam Brasil afirmou que terá de renegociar a situação dos funcionários. A empresa entrou em acordo com os sindicatos para não demitir ninguém até o final de junho. Nesse período, boa parte da empresa entrou em licença não remunerada. "Vamos estudar o que fazer a partir de julho. Pode ser corte ou ampliação da licença não remunerada", afirmou Cadier.

 

https://economia.uol.com.br/todos-a-bordo/2020/05/26/entrevista-presidente-latam-brasil-recuperacao.htm

 

Edited by TheJoker

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Olhando no airfleets, a JJ operava 158 aviões (antes de receber os 5 QR) x 30% = 47   vão devolver 9, precisa suspender o pagamento desses leasings ou devolver +38 (e os 5 QR?)

Edited by TheJoker

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1 hour ago, TheJoker said:

Olhando no airfleets, a JJ operava 158 aviões (antes de receber os 5 QR) x 30% = 47   vão devolver 9, precisa suspender o pagamento desses leasings ou devolver +38 (e os 5 QR?)

Mas só devolverão 2 A350, o XTA e XTB, será que está certo isso mesmo?  Será que não colocarão mais A350s na lista de devoluções?

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7 hours ago, Ashabty said:

Alguns aviões aqui são arrendamentos de aviões da chilena, é como se o brasil pagasse a chilena pelo uso, porém como a chilena nao ta conseguindo pagar, tem que devolver.

Não é que ela não está conseguindo pagar, vamos colocar as coisas na perspectiva correta - são aviões com leasing certamente mais caros que os demais, que a Latam tentou renegociar com certeza (deve ter!), mas não conseguiu. 

No Ch11 ela tem o direito de pedir isso ao Juiz se justificar no plano que a manutenção das aeronaves coloca em risco o equilíbrio sócio-econômico da empresa. Em geral as cias demonstram que alguns aviões tem leasing acima da média do que a empresa entender ser factível e capaz de proporcionar retorno.

A isso ela adiciona ao juiz plano de cortar voos com margem menor (não estou dizendo que rota A, B ou C é deficitária) e outros itens para substanciar o pleito.

 

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19 minutes ago, Luckert said:

Mas só devolverão 2 A350, o XTA e XTB, será que está certo isso mesmo?  Será que não colocarão mais A350s na lista de devoluções?

Já postei (no início dessa página) a lista dos contratos que a LTM pediu pra terminar, sem pagar multa.

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1 hour ago, TheJoker said:

Já postei (no início dessa página) a lista dos contratos que a LTM pediu pra terminar, sem pagar multa.

Home-DownloadPDF?id1=MTQyNjc5NA==&id2=0

 

1 hour ago, TheJoker said:

Já postei (no início dessa página) a lista dos contratos que a LTM pediu pra terminar, sem pagar multa.

Sim, consta só esses XTA E XTB , apenas 2 A350, então não procede que seriam mais A350, só queria confirmar que o que tu postou anteriormente era o que estava válido ( há outras informações que seriam mais e não sabia em quem acreditar e sei que és muito correto)

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http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvcasos/article/download/3645/4660

 

Um "estudo de caso" sobre recuperação judicial em Cia Aérea.

 

Edit.: Poderiam informar quais cias aéreas, já pediram e se recuperaram de uma recuperação judicial.

Edited by thor.rao
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1 hour ago, thor.rao said:

http://bibliotecadigital.fgv.br/ojs/index.php/gvcasos/article/download/3645/4660

 

Um "estudo de caso" sobre recuperação judicial em Cia Aérea.

 

Edit.: Poderiam informar quais cias aéreas, já pediram e se recuperaram de uma recuperação judicial.

Aqui no Brasil creio que só a Passaredo, agora o Chapter 11, de cabeça, lembro da AAe a US Airways  pós 11/09. Não lembro se mais alguma major além delas pediu.

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11 minutes ago, A350XWB said:

Aqui no Brasil creio que só a Passaredo, agora o Chapter 11, de cabeça, lembro da AAe a US Airways  pós 11/09. Não lembro se mais alguma major além delas pediu.

Delta tbm, saiu em 2007

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As que já pediram concordata e saíram: Air Canada, America West, American, Continental, Delta, JAL, Northwest, TWA, United, US Airways 

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Negociação com BNDES avançou pouco, diz CEO da Latam Brasil

Em entrevista exclusiva à GloboNews, o CEO da Latam Brasil, Jerome Cadier, disse que as negociações com o BNDES e os bancos privados para um socorro financeiro ao setor aéreo avançaram pouco nas últimas semanas.

https://g1.globo.com/google/amp/globonews/jornal-globonews-edicao-das-16/video/negociacao-com-bndes-avancou-pouco-diz-ceo-da-latam-brasil-8584244.ghtml?__twitter_impression=true

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5 hours ago, A345_Leadership said:

As que já pediram concordata e saíram: Air Canada, America West, American, Continental, Delta, JAL, Northwest, TWA, United, US Airways 

Detalhe que a US Airways pediu concordata duas vezes em um curtíssimo espaço de tempo e se recuperou em ambas. A Avianca já pediu concordata uma vez também, no início dos anos 2000, está na segunda. American está bem próxima de pedir uma segunda concordata. Se não me engano, Lufthansa, Iberia e Asiana também já pediram concordata. 

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27 minutes ago, Ashabty said:

Negociação com BNDES avançou pouco, diz CEO da Latam Brasil

Em entrevista exclusiva à GloboNews, o CEO da Latam Brasil, Jerome Cadier, disse que as negociações com o BNDES e os bancos privados para um socorro financeiro ao setor aéreo avançaram pouco nas últimas semanas.

https://g1.globo.com/google/amp/globonews/jornal-globonews-edicao-das-16/video/negociacao-com-bndes-avancou-pouco-diz-ceo-da-latam-brasil-8584244.ghtml?__twitter_impression=true

Acabou de falar sobre isso na CNN...

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