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LucasMelo

Rússia e China se interessam pela Embraer e ações da empresa disparam

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Rússia e China se interessam pela Embraer e ações da empresa disparam

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As ações da Embraer dispararam após surgirem rumores de que a Rússia e a China estariam interessadas em investir na empresa, que foi deixada no altar pela Boeing.

Embraer E190-E2 Imagem: Divulgação / Embraer.

 

 

O rumor foi divulgado pela Reuters, citando fontes no setor e apontando para um interesse a ser formalizado por China e Rússia pela brasileira Embraer.

A brasileira foi deixada no altar pela Boeing, que decidiu não seguir em frente com a parceria que iria resultar na absorção da parte comercial da Embraer pela empresa americana.

A Boeing alegou que a Embraer não conseguiu atingir os requisitos mínimos, o que foi desmentindo pela brasileira, que acusou a americana de não ter recursos suficientes.

Desta vez a aproximação teria sido feita pela chinesa COMAC e pela russa Irkut, com possível interesse do governo da Índia.

A COMAC apresentou ontem o seu primeiro ARJ-21 da Air China, assim como a primeira unidade executiva. O jato é uma versão chinesa (licenciada) do McDonnell Douglas MD-80 mas com motores GE CF34, mesmos utilizados nos Embraer E-Jets de primeira geração.

O jato é considerado um fracasso, já que demorou mais de 10 anos entre o primeiro voo e a entrega, algo inaceitável no setor. Isto é exacerbado pelo fato da COMAC pegar um projeto pronto e com motores prontos, ao contrário da maioria dos aviões ocidentais.

Por outro lado, a Irkut tenta deslanchar o projeto MC-21, que concorre diretamente com o Airbus A320 e o Boeing 737. Até agora, só conseguiu vendas dentro da esfera de influência da Rússia, algo seguido pela COMAC que só tem encomendas domésticas.

As ações da Embraer dispararam, chegando a uma alta de 20% tanto na Bolsa de Nova Iorque como na B3 do Brasil. Após os ânimos se acalmarem, a empresa opera com 10% de alta na bolsa brasileira e 8% na americana no momento de publicação desta reportagem.

Nenhuma das empresas envolvidas comentou o caso, com exceção da Irkut que negou o interesse na fabricante brasileira.

 

https://www.aeroin.net/russia-china-interessam-embraer-acoes-empresa-disparam/

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O que pode ser solução para os acionistas será problema para a empresa.

A Embraer sem rabo preso tem mais ganhar do que se unir com China ou Rússia. Problema é achar quem sustente nesta fase difícil.

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O entrave será a "Chino fobia" feita pelo patrão para agradar a claque e ter um inimigo imaginário, os novos ricos do pedaço. Como se capital escolhesse a cor da gravata.

Fico pensando se fosse os atuais pobres da Boeing "loiros de olhos azuis", até apareceria dinheiro do BNDES...

Já dizia o primeiro mandamento do Santo Rolim: NADA substitui o Lucro!

Trocar a Fôrca pela Guilhotina. 

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Bem que podia ser um Japão, uma Austrália, um UK ou Israel talvez investindo na Embraer heim...

Acho que Rússia seria melhor que China, mas enfim.

A Chinofobia, com a história do vírus e agora de HK acho mais do que justificada. Sem contar o famoso modus-operandi Chinês "copie o que der e depois largue"

Mas enfim, tá todo mundo ferrado ultimamente e se nem o Canadá aguentou sustentar a Bombardier é porque essa brincadeira é só pra quem tem Muito Dinheiro

 

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esse termo dispararam é um pouco exagerado, pelo menos no Brasil, as ações abriram a 17,43 e alcançaram um topo de 17,90.....

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EMBR3 fechou ontem a R$ 6,98, atingiu hoje R$ 8,28, e agora tá R$ 7,15. Continua com uma desvalorização mensal de 17,34% e anual de R$ 62,97%...

Chegou a uma valorização de 15% hoje, mas continuo perdendo dinheiro com elas...

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3 hours ago, raverbashing said:

Bem que podia ser um Japão, uma Austrália, um UK ou Israel talvez investindo na Embraer heim...

Acho que Rússia seria melhor que China, mas enfim.

A Chinofobia, com a história do vírus e agora de HK acho mais do que justificada. Sem contar o famoso modus-operandi Chinês "copie o que der e depois largue"

Mas enfim, tá todo mundo ferrado ultimamente e se nem o Canadá aguentou sustentar a Bombardier é porque essa brincadeira é só pra quem tem Muito Dinheiro

 

É interessante a união com os japoneses da Mitsubishi, mesmo com o MRJ, que vem drenando ainda mais o MHI. Com a estrutura que eles compraram da Bombardier e o apoio financeiro do MUFG (um dos três megabanks de lá), a Embraer fica neutra e ganha o terreno em vários mercados.

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Acho que o mercado está um pouco sem chão e bom senso. 

Dinheiro é sempre bom.... mas...

Se unir a Russia, com todas as sanções e restrições que podem continuar a existir no futuro pode significar restrições no acesso a novas tecnologias de motores e eletrônica embarcada. 

A China eu nem falo, aquilo lá é uma caixa preta desaparecida que ninguém encontra a chave. Nunca vi nada brilhante de lá que não tenha sido comprado ou "comprado"

Concordo com o A345, melhor ficar sozinho do que ter essas parcerias. 

 

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20 hours ago, MRN said:

EMBR3 fechou ontem a R$ 6,98, atingiu hoje R$ 8,28, e agora tá R$ 7,15. Continua com uma desvalorização mensal de 17,34% e anual de R$ 62,97%...

Chegou a uma valorização de 15% hoje, mas continuo perdendo dinheiro com elas...

Verdade

confundi embr3 com Enbr3:th_banghead:

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Embraer que deveria comprar o comac 919 e torna-lo 100% comerciável.

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Tomara que nada dos interesses destes dois países não se confirme. Não confio na China e a Russia tem uma máfia muito poderosa por trás dela; a Embraer teria grande chance
de perder além da identidade toda sua engenharia desenvolvida nestes muitos anos de sua existência. 

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De verdade, também preferiria que seguisse passos independentes no momento. Não sei a quantas andavam as ações da Embraer na bolsa, para dizerem que dispararam. Pelo jeito o mercado reagiu bem à este interesse. Porém, quem sabe como serão os próximos meses ou anos após essa pandemia da Covid19? O que será da China? Ou o que será da Rússia?

Aviação russa acredito que interessou na Embraer para ter maior confiabilidade e aceitação no mercado ocidental, mesmo a maior investida russa na aviação ocidental - o SSJ-100, com inclusive um consórcio Franco-russo para fazer os motores (SAM-146, a Snecma/Safran com a Saturn) ficou longe de ser sucesso ou uma ameaça aos tradicionais jatos regionais ocidentais. Talvez idem com a aviação chinesa. A Embraer já teve experiência com a China (Harbin-Embraer), não sei dizer se foi um sucesso, considerando as expectativas, mas, o consórcio foi desfeito uns anos atrás, depois de cerca de 50 ERJ's e Legacys montados por lá.

E ainda acredito que a Boeing ter desfeito o negócio tem mais cara da necessidade da própria Boeing conter custos pós 1 ano de grounding do 737MAX e a suspensão de produção deles. O grande carro chefe da Boeing. Todos os custos de storage, quebras de contratos e tudo mais

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Eu acredito que a Rússia, nem tanto a China, o mercado da aviação comercial fora dela não interesse tanto, seja o SSJ quanto o MC-21 vejo que é para atender a demanda interna e ter independência de aeronaves em relação às sanções americanas ou europeias.

O investidor quer que alguém pague o que ele quer ou a mais, dane-se a empresa, basta ver o que Carl Icahn fez com a TWA.

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Meus prezados

A Embraer não pode esquecer o passa-pé que a China lhe deu, após os ERJ-145 e a tentativa de lá emplacar a fabricação dos EMB-170/190. 

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4 hours ago, jambock said:

Meus prezados

A Embraer não pode esquecer o passa-pé que a China lhe deu, após os ERJ-145 e a tentativa de lá emplacar a fabricação dos EMB-170/190. 

O que aconteceu na China? 

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On 29/05/2020 at 14:31, flightFernando said:

O entrave será a "Chino fobia" feita pelo patrão para agradar a claque e ter um inimigo imaginário, os novos ricos do pedaço. Como se capital escolhesse a cor da gravata.

Fico pensando se fosse os atuais pobres da Boeing "loiros de olhos azuis", até apareceria dinheiro do BNDES...

Já dizia o primeiro mandamento do Santo Rolim: NADA substitui o Lucro!

Trocar a Fôrca pela Guilhotina. 

Olha que eu dou oferta na mãe e na irmã, nacionalismo está acima de qualquer lucro, a própria China ensina. A china tá  cag% em cima do liberalismo colegial bêabá. Quem não acumula não domina. Quem se vende por troco logo vira o produto.

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EUA, China, Russia, India....

Todos querem a Embraer.

Só o governo do Brasil que não faz questão.

Talvez estejamos certos e algumas das grandes potências mundiais, erradas

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16 hours ago, Luckert said:

O que aconteceu na China? 

Prezado

Acordo pode evitar fechamento de fábrica da Embraer na China

Embaixador disse que governo chinês permitirá fabricação de jato Legacy em Harbin.

Da BBC

A visita da presidente Dilma Rousseff à China começou nesta segunda-feira (11) com o anúncio de um possível acordo que pode evitar o fechamento da fábrica da Embraer em Harbin, um dos pontos mais polêmicos da relação entre os dois países.

A Embraer é parceira da estatal Aviation Industries of China (Avic) desde 2002 e produzirá, neste mês de abril, a última unidade do modelo para o qual tem licença de fabricação, o ERJ-145, uma aeronave comercial de 50 lugares cuja demanda na China e no mundo despencou nos últimos anos.

Sem licença para fabricar outro modelo, mais competitivo, a fábrica corria o risco de ficar ociosa e fechar as portas em breve.

Confirmando uma expectativa já manifestada pela Embraer anteriormente, o embaixador brasileiro em Pequim, Clodoaldo Hugueney, disse que foi fechado um acordo com o governo chinês que permite a produção pela fábrica da Embraer na China do jato executivo Legacy, o que salvaria as operações da Embraer no país.

A informação ainda não foi confirmada pelo governo chinês.

Adaptação
Segundo a Embraer, que também não confirmou o acordo, seria relativamente fácil para a empresa adaptar a linha de produção chinesa, atualmente preparada para produzir o ERJ-145, para a fabrição do jato executivo Legacy 600-650 (os dois modelos que devem ter demanda na China).

Isso porque a fabricação do Legacy usaria a mesma plataforma do RJ-145, sendo necessários poucos ajustes como nas ferramentas usadas.

Segundo a empresa, o ERJ-145 é vendido por US$ 22 milhões. O jato executivo Legacy, bem menor, com 13 assentos, fica entre US$ 28 milhões (o 600) e US$ 31 milhões (o 650), por conta principalmente do melhor acabamento.

O jato comercial ERJ-145, o atualmente fabricado pela Embraer na China, começou a ser produzido na metade da década de 90 e sua demanda foi afetada, entre outras coisas, por custos fixos mais elevados, como o aumento do preço dos combustíveis.

O mercado passou a preferir jatos comerciais com mais assentos, o que dilui custos.

O problema é que o governo chinês nunca aprovou o pedido de licença feito pela empresa em 2008 para a fabricação na China do jato comercial Embraer 190, de cem assentos.

A interpretação no mercado de aviação é de que a China quer desenvolver o seu próprio jato comercial de 100 lugares e quer evitar a concorrência da Embraer.

O Legacy, que contaria com a licença de fabricação caso o acordo seja mesmo oficializado, é um jato executivo e não comercial, operando portanto em um mercado diferente.

Venda de aviões
Segundo o embaixador brasileiro, a Embraer também teria conseguido a liberação da venda de dez aviões Embraer 190, fechada em janeiro. Segundo a empresa, cada Embraer 190 custa US$ 43 milhões.

O acordo, que pode permitir a permanência da Embraer na China, é um dos pontos-chave desta viagem.

Antes de deixar o Brasil, a presidente Dilma Rousseff deu o tom de sua visita em uma entrevista à agência estatal chinesa Xinhua, insistindo na necessidade de reciprocidade na relação entre China e Brasil.

Também nesta segunda-feira, o ministro do Desenvolvimento Fernando Pimentel adiantou anúncio de investimentos de cerca de US$ 300 milhões pela empresa chinesa Huawei na construção de um centro de pesquisa e desenvolvimento em Campinas, interior de São Paulo.

O ministro participou de uma reunião com o CEO da empresa, Ren Zhengfei, pela manhã, ao lado de Dilma Rousseff. A empresa, que já tem operações no Brasil, anunciou ainda a doação de equipamentos no valor de US$ 50 milhões para universidades brasileiras.

"Começamos a viagem com o pé direito", comemorou Pimentel.

O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), também comemorava, no lobby do Hotel St Regis, onde a delegação está hospedada, o investimento em US$ 4 bilhões para implantar em Barreiras um pólo de processamento de soja pelo Chongqing Grain Group.

O investimento já havia sido anunciado no Brasil e Wagner disse que será oficializado durante a visita da delegação do governo a Pequim.

Fonte: G1 11 abr 2011

 

Embraer vai encerrar produção de jatos Legacy na China

Empresa anunciou fim da parceria com as subsidiárias da chinesa Avic.
Após 13 anos, a última entrega do Legacy 650 foi em março.

Da Reuters

A Embraer vai encerrar a produção dos jatos Legacy 650 na China, com o fim da parceria com as subsidiárias da chinesa Avic para fabricação de jatos executivos, informou a brasileira nesta quarta-feira (1°).

A companhia produzia o jato na China por meio da joint-venture Harbin Embraer Aircraft Industry (HEAI), em parceria com a Harbin Aviation Industry e a Harbin Hafei Aviation Industry.

Após 13 anos de parceria, a última entrega do Legacy 650 ocorreu em março. A fábrica localizada em Harbin também produzia anteriormente o jato regional ERJ-145.

"A Embraer permanece totalmente comprometida e vai continuar a atender os mercados chineses de aeronaves comerciais e executivas", afirmou a empresa. A Embraer vai continuar oferecendo suporte aos consumidores existentes na China e à frota de 166 aeronaves da empresa no país por meio de sua equipe baseada em Pequim.

Em teleconferência em abril, o presidente da Embraer, Frederico Curado, afirmou que a empresa estava vendo "muito pouca atividade de vendas" de jatos executivos no Brasil e na China.

As ações da Embraer exibiam queda de 0,3 por cento às 11h15, enquanto o Ibovespa mostrava alta de 0,1 por cento.

Fonte: G1 1 jun 2016

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3 hours ago, jambock said:

Prezado

Acordo pode evitar fechamento de fábrica da Embraer na China

Embaixador disse que governo chinês permitirá fabricação de jato Legacy em Harbin.

Da BBC

A visita da presidente Dilma Rousseff à China começou nesta segunda-feira (11) com o anúncio de um possível acordo que pode evitar o fechamento da fábrica da Embraer em Harbin, um dos pontos mais polêmicos da relação entre os dois países.

A Embraer é parceira da estatal Aviation Industries of China (Avic) desde 2002 e produzirá, neste mês de abril, a última unidade do modelo para o qual tem licença de fabricação, o ERJ-145, uma aeronave comercial de 50 lugares cuja demanda na China e no mundo despencou nos últimos anos.

Sem licença para fabricar outro modelo, mais competitivo, a fábrica corria o risco de ficar ociosa e fechar as portas em breve.

Confirmando uma expectativa já manifestada pela Embraer anteriormente, o embaixador brasileiro em Pequim, Clodoaldo Hugueney, disse que foi fechado um acordo com o governo chinês que permite a produção pela fábrica da Embraer na China do jato executivo Legacy, o que salvaria as operações da Embraer no país.

A informação ainda não foi confirmada pelo governo chinês.

Adaptação
Segundo a Embraer, que também não confirmou o acordo, seria relativamente fácil para a empresa adaptar a linha de produção chinesa, atualmente preparada para produzir o ERJ-145, para a fabrição do jato executivo Legacy 600-650 (os dois modelos que devem ter demanda na China).

Isso porque a fabricação do Legacy usaria a mesma plataforma do RJ-145, sendo necessários poucos ajustes como nas ferramentas usadas.

Segundo a empresa, o ERJ-145 é vendido por US$ 22 milhões. O jato executivo Legacy, bem menor, com 13 assentos, fica entre US$ 28 milhões (o 600) e US$ 31 milhões (o 650), por conta principalmente do melhor acabamento.

O jato comercial ERJ-145, o atualmente fabricado pela Embraer na China, começou a ser produzido na metade da década de 90 e sua demanda foi afetada, entre outras coisas, por custos fixos mais elevados, como o aumento do preço dos combustíveis.

O mercado passou a preferir jatos comerciais com mais assentos, o que dilui custos.

O problema é que o governo chinês nunca aprovou o pedido de licença feito pela empresa em 2008 para a fabricação na China do jato comercial Embraer 190, de cem assentos.

A interpretação no mercado de aviação é de que a China quer desenvolver o seu próprio jato comercial de 100 lugares e quer evitar a concorrência da Embraer.

O Legacy, que contaria com a licença de fabricação caso o acordo seja mesmo oficializado, é um jato executivo e não comercial, operando portanto em um mercado diferente.

Venda de aviões
Segundo o embaixador brasileiro, a Embraer também teria conseguido a liberação da venda de dez aviões Embraer 190, fechada em janeiro. Segundo a empresa, cada Embraer 190 custa US$ 43 milhões.

O acordo, que pode permitir a permanência da Embraer na China, é um dos pontos-chave desta viagem.

Antes de deixar o Brasil, a presidente Dilma Rousseff deu o tom de sua visita em uma entrevista à agência estatal chinesa Xinhua, insistindo na necessidade de reciprocidade na relação entre China e Brasil.

Também nesta segunda-feira, o ministro do Desenvolvimento Fernando Pimentel adiantou anúncio de investimentos de cerca de US$ 300 milhões pela empresa chinesa Huawei na construção de um centro de pesquisa e desenvolvimento em Campinas, interior de São Paulo.

O ministro participou de uma reunião com o CEO da empresa, Ren Zhengfei, pela manhã, ao lado de Dilma Rousseff. A empresa, que já tem operações no Brasil, anunciou ainda a doação de equipamentos no valor de US$ 50 milhões para universidades brasileiras.

"Começamos a viagem com o pé direito", comemorou Pimentel.

O governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), também comemorava, no lobby do Hotel St Regis, onde a delegação está hospedada, o investimento em US$ 4 bilhões para implantar em Barreiras um pólo de processamento de soja pelo Chongqing Grain Group.

O investimento já havia sido anunciado no Brasil e Wagner disse que será oficializado durante a visita da delegação do governo a Pequim.

Fonte: G1 11 abr 2011

 

Embraer vai encerrar produção de jatos Legacy na China

Empresa anunciou fim da parceria com as subsidiárias da chinesa Avic.
Após 13 anos, a última entrega do Legacy 650 foi em março.

Da Reuters

A Embraer vai encerrar a produção dos jatos Legacy 650 na China, com o fim da parceria com as subsidiárias da chinesa Avic para fabricação de jatos executivos, informou a brasileira nesta quarta-feira (1°).

A companhia produzia o jato na China por meio da joint-venture Harbin Embraer Aircraft Industry (HEAI), em parceria com a Harbin Aviation Industry e a Harbin Hafei Aviation Industry.

Após 13 anos de parceria, a última entrega do Legacy 650 ocorreu em março. A fábrica localizada em Harbin também produzia anteriormente o jato regional ERJ-145.

"A Embraer permanece totalmente comprometida e vai continuar a atender os mercados chineses de aeronaves comerciais e executivas", afirmou a empresa. A Embraer vai continuar oferecendo suporte aos consumidores existentes na China e à frota de 166 aeronaves da empresa no país por meio de sua equipe baseada em Pequim.

Em teleconferência em abril, o presidente da Embraer, Frederico Curado, afirmou que a empresa estava vendo "muito pouca atividade de vendas" de jatos executivos no Brasil e na China.

As ações da Embraer exibiam queda de 0,3 por cento às 11h15, enquanto o Ibovespa mostrava alta de 0,1 por cento.

Fonte: G1 1 jun 2016

Muito esclarecedor essas duas notas, embora não vejo a China passando a perna, apenas não homologou mais a produção das aeronaves brasileiras em território chinês, alguém não soube negociar.

A Airbus não teve que fechar a fábrica deles lá , só como comparativo 

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3 minutes ago, Luckert said:

Muito esclarecedor essas duas notas, embora não vejo a China passando a perna, apenas não homologou mais a produção das aeronaves brasileiras em território chinês, alguém não soube negociar.

A Airbus não teve que fechar a fábrica deles lá , só como comparativo 

Pelo que entendi a China queria desenvolver o mercado de 100 acentos e não tinha interesse em um concorrente, a Airbus deve  ter planos para aviões de maior capacidade que não conflitam com nenhum modelo
que a China esteja desenvolvendo.

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Just now, Bonotto said:

Pelo que entendi a China queria desenvolver o mercado de 100 acentos e não tinha interesse em um concorrente, a Airbus deve  ter planos para aviões de maior capacidade que não conflitam com nenhum modelo
que a China esteja desenvolvendo.

Correto, mas por essa lógica fazia sentido não homologar outra aeronave para ser produzida , não tem ,do meu ponto de vista, nada de errado por parte da China em negar a produção do E190 ou extender o prazo de produção do Legacy  

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6 hours ago, Luckert said:

Correto, mas por essa lógica fazia sentido não homologar outra aeronave para ser produzida....

Tem lógica se outra industria for produzir uma outra aeronave que eles não tem planos de produzir. Não havendo competição comigo...não vou proibir.

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10 hours ago, Bonotto said:

Tem lógica se outra industria for produzir uma outra aeronave que eles não tem planos de produzir. Não havendo competição comigo...não vou proibir.

Correto, mas a China não é traíra por isso, apenas defende o que tem interesse 

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Já é um motivo pra Embraer fechar com a Rússia, se ela puder escolher... "O mundo é igual a uma cebola, é redondo e faz chorar"

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