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Embraer busca parceiros e estuda desenvolver turboélice


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Embraer busca parceiros e estuda desenvolver turboélice

EMB-120_01.jpg

 O EMB-120 Brasília foi o último turboélice comercial feito pela Embraer

 O presidente da Embraer, Francisco Gomes Neto, disse à Reuters que a Embraer está aberta a novos parceiros de negócios após a Boeing ter desistido de um acordo de 4,2 bilhões de dólares.

Mas que qualquer novo acordo será menor em escopo do que aquele que vinha sendo negociado com a Boeing e que foi encerrado em abril.

Uma nova aeronave turboélice que a Embraer deseja desenvolver, mas não tem mais dinheiro para financiar, pode potencialmente gerar um acordo, disse ele.

Reuters informou na sexta-feira que China, Índia e Rússia estavam avaliando possíveis parcerias com a Embraer.

“Não temos negociações em andamento no momento, mas sem dúvida são parceiros em potencial”, disse Gomes Neto sobre esses países. “Estamos avaliando esses mercados neste momento … mas ainda está em um estágio embrionário”.

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O novo turboélice da Embraer, se for levado adiante, deverá disputar o mesmo nicho dos aviões ATR (acima) e Dash 8 Q-Series (abaixo)

 Bombardier-Q400.jpg

Fonte: blog Poder Aéreo 3 jun 2020

A Embraer terá pela frente dois adversários de respeito...

 

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Se esse projeto do Turboélice for adiante, certamente será um produto muito bem feito.
Disso, eu não tenho dúvidas.

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3 hours ago, Thiago said:

Se esse projeto do Turboélice for adiante, certamente será um produto muito bem feito.
Disso, eu não tenho dúvidas.

Sim, não há dúvidas quanto a isso.
Mas tem que gerar retorno financeiro para a Embraer e possíveis parceiros.
A Embraer não está em condições de enfrentar grandes riscos.

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Acho q a Embraer tem todas as condições (-$$$$$) de fazer um produto inovador para dominar esse mercado, o ATR é um projeto muito ultrapassado e o Q400 é até melhor como projeto mas muito caro para comprar e mais ainda para operar e a Embraer com certeza não vai entrar nessa faixa de mercado para apenas competir, a concorrência q se cuide... 

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Seria bom a Embraer (ou outra fabricante), investir no mercado de 20 a 70 assentos. Não é lucrativo como os de 70 para cima, mas garante pagar as contas.

A FAB poderia ser um cliente, substituindo parte dos EMB-110/120. 

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Pois é. O que há no mundo hoje na faixa do Brasília? (Com o desempenho e a confiabilidade dele). Poderiam desenvolver um substituto com motores mais eficientes e melhor espaço interno. Nos EUA venderia igual água, certamente, dado o respeito que os operadores de lá tem pelo legado do EMB120...

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19 hours ago, F-GSPN said:

Pois é. O que há no mundo hoje na faixa do Brasília? (Com o desempenho e a confiabilidade dele). Poderiam desenvolver um substituto com motores mais eficientes e melhor espaço interno. Nos EUA venderia igual água, certamente, dado o respeito que os operadores de lá tem pelo legado do EMB120...

EUA  estão fugindo de aviões a hélice faz tempo, o atr e o dash 8 não tiveram sucesso recente lá

o avião pode até vender para poucos operadores, nunca seria igual foi com o brasília

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4 hours ago, JEduardo said:

Se for hibrido vai vender muito pelo apelo ecológico

Mas a tecnologia hibrida vem perincipalmente dos motores, a Embraer nunca produziu motores. Mas a ideia seria interessante. Existe alguma empresa no mundo desenvolvendo
motores a hélice de grande empuxo hibridos ?

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20 hours ago, FCRO said:

EUA  estão fugindo de aviões a hélice faz tempo, o atr e o dash 8 não tiveram sucesso recente lá

o avião pode até vender para poucos operadores, nunca seria igual foi com o brasília

Entre as Majors realmente não, mas tem todo um potencial entre as regionais para substituir além dos ATR e Dash, os ERJ mais antigos, um bom turboprop, consumindo um ATR e voando a velocidade de um Dash, com o conforto de um Ejet, é sucesso na certa no mercado americano sim!

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9 hours ago, JA381A said:

Entre as Majors realmente não, mas tem todo um potencial entre as regionais para substituir além dos ATR e Dash, os ERJ mais antigos, um bom turboprop, consumindo um ATR e voando a velocidade de um Dash, com o conforto de um Ejet, é sucesso na certa no mercado americano sim!

Mas esse é o ponto 

maioria das regionais já aposentou os atrs e dash 

existem poucos operadores cujas frotas são bem pequenas e na maioria dos casos aviões de “3a mão”, que não iriam de qualquer forma compra um modelo novo 

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  • 1 month later...

Pensando alto e para 2025, se a Embraer conseguir ter quase a mesma interface (não digo todas, pois um é jato, ou é turboélice) com os E2, pode ser que ela consiga clientes como a Azul, pois até esta data os ATR 72-600 estarão com uns 13 anos de uso.

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Na minha opinião a EMBRAER deveria investir nas seguintes faixas de assento que no passado foram sucesso de vendas! 

21 assentos (7 fileiras 1x2)

33 assentos (11 fileiras 1x2)

56 assentos (14 fileiras 2x2)

72 assentos ( 18 fileiras 2x2)

88 assentos (22  fileiras 2x2)

 

No caso são 2 projetos 

2 charutos de fuselagem diferentes 

Atenderia o mercado 21 a 33 assentos e outro, o mercado de 56 a 88 assentos)

Acho essencial e vital para o futuro da Embraer.

Lembrando que os Embraer E-2 não decolaram nas vendas e está difícil decolar ao meu ver. Pelos seguintes motivos:

1) família E175-2 barrado o sucesso por ser pesado demais ao clausule scope dos EUA. 

2) família E190/195-2 encontrou um concorrente de peso, a família A220, que oferece inúmeras vantagens em relação ao nosso modelo.

 

Portanto, é hora da EMBRAER partir pra cima no mercado de Turbo-Hélices! Vai ser sucesso com certeza! 

 

 

 

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7 minutes ago, ZIAD said:

Lembrando que os Embraer E-2 não decolaram nas vendas e está difícil decolar ao meu ver

E agora com esse motor PW (não sei se é o mesmo do A220) que não pode levar a pleno na decolagem. Desde outubro do ano passado que os pilotos da Embraer já adotavam um procedimemto de não acelerar totalmente, e a ANAC esse mês emitiu um parecer

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1 hour ago, ZIAD said:

Na minha opinião a EMBRAER deveria investir nas seguintes faixas de assento que no passado foram sucesso de vendas! 

21 assentos (7 fileiras 1x2)

33 assentos (11 fileiras 1x2)

56 assentos (14 fileiras 2x2)

72 assentos ( 18 fileiras 2x2)

88 assentos (22  fileiras 2x2)

 

No caso são 2 projetos 

2 charutos de fuselagem diferentes 

Atenderia o mercado 21 a 33 assentos e outro, o mercado de 56 a 88 assentos)

Acho essencial e vital para o futuro da Embraer.

Lembrando que os Embraer E-2 não decolaram nas vendas e está difícil decolar ao meu ver. Pelos seguintes motivos:

1) família E175-2 barrado o sucesso por ser pesado demais ao clausule scope dos EUA. 

2) família E190/195-2 encontrou um concorrente de peso, a família A220, que oferece inúmeras vantagens em relação ao nosso modelo.

 

Portanto, é hora da EMBRAER partir pra cima no mercado de Turbo-Hélices! Vai ser sucesso com certeza! 

 

 

 

Não sei se justiciaria os gastos para desenhar e colocar em voo um aviao na categoria de 21 assentos

competiria com um avião consagrado que é o dash 6 , que comporta 19 passageiros, que apesar de ser um desenho ultrapassado (primeiro voo em 1965), já se mostrou no tempo que é um avião que aguenta qualquer coisa em qualquer lugar e de manutenção barata,. Problema que é um mercado pequeno, a viking vendeu menos que 40 aviões da versão moderna

E a cessna realizou recentemente o primeiro vôo do skycourier que também comporta 19 passageiros e não tem nenhuma intenção de compra por empresa aérea  de passageiros

não sei se caberia mais um  player nesse mercado.  porque tem também o let 410 ng, o dornier 228 ng, o harbin y-12f e o indian aerospace n-219. Muito avião para pouco mercado

Acho que talvez seria melhor investir  em um avião mais moderno para competir com o atr 42/72, mas mesmo assim ainda tenho minhas dúvidas dos gastos envolvidos no projeto se justificariam no longo prazo

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Embraer revela mais detalhes sobre seu novo projeto de turboélice

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O novo turboélice da Embraer, se for levado adiante, deverá concorrer com os ATR

Por Jay Singh

A Embraer revelou detalhes adicionais sobre seu novo projeto de turboélice. Rodrigo Silva e Souza, diretor de marketing e estratégia da Embraer Commercial Aviation, traçou hoje (21.07) uma visão para a nova aeronave, além de detalhar que a aeronave deve atingir o mercado nesta década.

Em uma apresentação virtual do Farnborough Airshow Connect visualizada pela Simple Flying, Rodrigo Silva e Souza afirmou que o projeto está avançando devido à versatilidade da aeronave. Ele acredita que o avião poderia ser aplicado em mercados com pouca demanda e em locais onde é difícil voar em um jato comercial.

Além disso, ele observou que a aeronave ambientalmente correta para voos de curta distância, juntamente com os motivos acima mencionados, significa que há muito espaço para a Embraer introduzir um novo avião — mesmo quando o setor enfrenta uma desaceleração significativa.

A estratégia da Embraer, no futuro, é criar um turboélice que reduz as emissões de carbono e se encaixe na categoria de grandes turboélices. O avião acomodaria entre 70 e 100 passageiros. A Embraer acredita que a tecnologia existe para levar o avião ao mercado. Nos bastidores, o projeto está avançando com a equipe conduzindo uma extensa pesquisa de mercado e conversando com fornecedores de motores.

Se você deseja visualizar onde esse turboélice caberia no tamanho, ele competirá com o Dash 8-400 e o ATR 72-600. O Dash 8-400 atinge o máximo de 90 passageiros, de acordo com a De Havilland Aircraft do Canadá, enquanto o 72-600, na parte alta, acomoda 78 passageiros, de acordo com a ATR.

O turboélice da Embraer também teria capacidade semelhante à atual linha de E-Jet, com o E175 acomodando cerca de 70 a 80 passageiros, enquanto os E190 têm cerca de 90 anos ou mais. A partir disso, podemos ver que a Embraer não está necessariamente buscando voltar ao passado com pequenos turboélices e jatos regionais, mas sim criar um turboélice eficiente que possa suportar uma variedade de missões.

Como o projeto está em seus estágios iniciais de desenvolvimento, ainda há muito o que o fabricante precisa fazer. Não há projetos finais, clientes de lançamento e, mais importante, nenhuma grande parceria para avançar o turboélice. Anteriormente, isso era algo que o fabricante procurava desenvolver com o apoio da gigante americana Boeing.

Rodrigo Silva e Souza acredita que poderia estar no mercado até 2025. Seria um desenvolvimento rápido para a aeronave. Mas, se a Embraer descobrir que toda a tecnologia e soluções estão disponíveis para construção no avião, não seria surpreendente ver a Embraer avançar no desenvolvimento.

EMB-120-Brasilia.jpg

EMB-120 Brasilia

O último turboélice da Embraer

Um dos turboélices mais emblemáticos foi o Embraer EMB 120 Brasília. Faz mais de vinte anos que a Embraer projetou e comercializou a aeronave, que podia acomodar cerca de 30 passageiros.

O próximo turboélice será definitivamente um grande avanço em comparação com o EMB 120 Brasília. No entanto, é bom ver a Embraer avançando com uma nova aeronave para trazer ao mercado um consumo de combustível mais eficiente e uma experiência aprimorada para os passageiros. No entanto, antes disso, o fabricante ainda tem muito trabalho a fazer.

FonteSimple Flying via blog Poder Aéreo 23 jul 2020

EMB-120 Brasília um dos desenhos mais belos e harmoniosos que existem.

 

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9 minutes ago, jambock said:

"O turboélice da Embraer também teria capacidade semelhante à atual linha de E-Jet, com o E175 acomodando cerca de 70 a 80 passageiros, enquanto os E190 têm cerca de 90 anos ou mais."

Onde lê-se: "O turboélice da Embraer também teria capacidade semelhante à atual linha de E-Jet, com o E175 acomodando cerca de 70 a 80 passageiros, enquanto os E190 têm cerca de 90 anos ou mais." leia-se 

"O turboélice da Embraer também teria capacidade semelhante à atual linha de E-Jet, com o E175 acomodando cerca de 70 a 80 passageiros, enquanto os E190 acomoda  90 ou mais".

Edited by jambock
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  • 2 months later...
On 22/07/2020 at 15:56, FCRO said:

...

não sei se caberia mais um  player nesse mercado.  porque tem também o let 410 ng, o dornier 228 ng, o harbin y-12f e o indian aerospace n-219. Muito avião para pouco mercado

...

Prezado FCRO 

O Aerospace N-219 é um projeto da Indonésia. Concordo com você, muito avião para pouco mercado.

 

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  • 6 months later...

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Turbo-hélice da Embraer poderá ter sociedade com empresa turca

CEO da Turkish Aerospace cita acordo preliminar para um novo avião

Futuros aviões podem compartilhar fuselagem e sistemas com os atuais E-Jet E2

A Embraer pode estar negociando um acordo com a Turquia para produção de um novo avião comercial turbo-hélice. O projeto seria realizado em conjunto com a Turkish Aerospace.

Segundo o jornal Posta Gazetesi Ankara (Gazeta de Ancara), o Temel Kotil, CEO da Turkish Aerospace afirmou ter um acordo preliminar relacionado ao futuro turbo-hélice.

“A Embraer está fazendo um projeto de avião a hélice. Fizemos um acordo preliminar. Eu vejo uma lacuna neste mercado. Aeronaves turbo-hélice existentes, por exemplo, permaneceram da geração mais antiga”, afirmou Kotil ao Posta.

O periódico cita que o avião pode utilizar a fuselagem da atual família E-Jet, mais especificamente das versões E170 e E175.

Ainda que sem anunciar oficialmente planos para uma nova aeronave comercial, a Embraer divulgou uma série de imagens ilustrativas com algumas perspectivas estudadas. O modelo poderá ter capacidade entre 75 e 90 lugares, tendo como foco atender a demanda existente entre os atuais aviões da franco-italiana ATR e os jatos brasileiros da família E-Jet.

A AERO Magazine já havia adiantado a possibilidade do novo avião ser derivado dos jatos regionais brasileiro, assim como potencial de acordo com o fabricante turco.

A notícia vai de encontro com o anuncio da Turkish Aerospace de estudar a viabilidade de um avião comercial turbo-hélice na faixa dos 90 assentos. Considerado um dos principais fabricantes aeronáuticos do mundo, a empresa conta com diversos projetos de aeronaves e helicópteros, como T129 Atak, desenvolvido em parceria com a italiana Leonardo.

A empresa é fornecedora de seções de fuselagem, asas e painéis de revestimento dos principais fabricantes, como Airbus, Boeing, Gulfstream e Leonardo.

Procurada a Embraer não retornou as mensagens até o fechamento dessa edição.

Receba as notícias de AERO diretamente no TelegramWhatsApp e Instagram

·        Veja nossos vídeos no canal da AERO Magazine no YouTube

Fonte:  Edmundo Ubiratan – Aero Magazine 27 abr 2021

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Carro voador, aviões elétricos, turboélice: conheça os novos projetos da Embraer

Apesar das dificuldades em tempos de pandemia, a Embraer diz estar otimista com aviação comercial e prepara novidades em diferentes segmentos

Thiago Vinholes, colaboração para o CNN Brasil Business
30 de abril de 2021 às 05:00 | Atualizado 30 de abril de 2021 às 16:28
 

 

A divisão de aviação comercial é a grande joia da Embraer. Nos últimos 30 anos, a fabricante brasileira entregou mais de 2.000 jatos para companhias aéreas em todos os continentes. A especialidade da empresa são os jatos regionais, aeronaves com capacidade entre 70 e 140 passageiros para rotas de baixa e média densidade. Eles são mais competitivos onde aviões maiores, como um Airbus A320 ou Boeing 737, não seriam rentáveis.

Nessa área, a Embraer oferece os E-Jets, incluindo os modelos da nova geração E2. São jatos de passageiros equipados com o que há de mais avançado em termos de motorização e sistemas de controle. Os modelos E190-E2 e E195-E2, por exemplo, possuem comandos de voo 100% eletrônicos (full fly-by-wire), uma tecnologia disponível em poucos aviões comerciais. Algumas dessas raras máquinas são os avançados Airbus A350 e o Boeing 787.

Mas são tempos de pandemia. Poucas companhias aéreas estão se arriscando a comprar aviões e muitas encomendas foram adiadas ou canceladas. Em meio a essa turbulência do mercado, a carteira de pedidos da Embraer no segmento comercial vem se mantendo estável e sem baixas expressivas. Apesar disso, a fabricante brasileira continua inspirada e planeja seus próximos passos.

Conheça a seguir os novos projetos da Embraer que podem virar realidade no futuro.

 

Carro voador e aviões elétricos

 

eVTOL da Embraer
Foto: Divulgação

A era dos “carros voadores” está chegando, e a Embraer quer ser uma das principais marcas no segmento dos eVTOL, aeronaves elétricas de pouso e decolagem vertical. A fabricante brasileira iniciou recentemente a fase de testes com protótipos do veículo em escala reduzida e com simuladores de voo. O nome da empresa nesse novo mercado é “Eve”.

“As expectativas são muito boas. A Eve está avançando de forma considerável no desenvolvimento do eVTOL, realizando testes físicos com protótipos em escala e em simulador. Importante lembrar que a Eve Urban Air Mobility Solutions não é apenas o veículo, mas uma empresa nova e independente dedicada a desenvolver o ecossistema da Mobilidade Aérea Urbana (UAM), com um portfólio completo de soluções para preparar o mercado”, informou a Embraer.

 

EvTOl Embraer
Foto: Divulgação

O eVTOL da Embraer é um dos aparelhos que podem ser adotados na rede de “táxis voadores” da Uber. A ideia é parecida com o serviço de carros, mas com veículos aéreos: serão viagens compartilhadas com outros passageiros e todo o processo de agendamento e pagamento será realizado por aplicativos de smartphone. A estreia da “Uber Air” é aguardada para meados de 2025, começando por cidades na Austrália e Estados Unidos.

 

Avião Ipanema elétrico
Foto: Divulgação

Paralelo aos projetos de UAM, a Embraer deve voar em breve com seu primeiro avião elétrico, um protótipo baseado no avião agrícola Ipanema.

 

STOUT (Short Take Off Utility Transport) da Embraer
Foto: Divulgação

Ainda na área de eletrificação, a empresa, em parceria com a Força Aérea Brasileira (FAB), estuda a viabilidade de uma aeronave de transporte com motorização híbrida, o projeto STOUT (Short Take Off Utility Transport – Transporte utilitário de decolagem curta).

Novo turboélice comercial

O desenvolvimento de um novo avião turboélice de passageiros era uma das grandes apostas para a joint venture que a Embraer formaria com a Boeing. A parceria com os americanos seria a chance de conseguir o investimento para avançar com o programa. Porém, o acordo entre as empresas acabou desfeito, em abril de 2020.

 

TurboProp da Embraer
Foto: Divulgação

Mas o impasse com a Boeing apenas adiou os planos da Embraer sobre o novo turboélice e a busca por parceiros e investidores. “Sobre o TurboProp, estamos em discussões sobre parcerias estratégicas para o desenvolvimento de uma aeronave de nova geração”, disse a empresa. O último avião da empresa nessa categoria foi o EMB-120 Brasilia, descontinuado em 2003.

Atualmente, o segmento dos turboélices comerciais é dominado pelos aviões da ATR, empresa franco-italiana. Outro nome importante desse nicho é De Havilland Canada. É uma categoria que não recebe uma grande novidade há quase 40 anos, dado que os produtos das duas fabricantes são projetos dos anos 1980. Não só isso, é um setor da aviação que deve apresentar um forte crescimento nos próximos anos, o suficiente para sustentar um novo produto da Embraer.

Drone militar

Neste mês, a Embraer e a FAB anunciaram a assinatura de um memorando de entendimento para um estudo sobre uma “aeronave não tripulada de classe avançada”. Esse processo pode ser o primeiro passo para a construção de drones militares no Brasil.

 

Drone Embraer - FAB
Foto: Divulgação

Aeronaves não tripuladas estão em alta no mercado militar. São meios de combate e vigilância eficientes e custam bem menos que uma aeronave convencional, tripulada. Também oferecem a vantagem de permanecer voando por muito mais tempo e podem ser equipadas com os mesmos equipamentos de busca e armamentos de caças e bombardeiros.

Em resposta ao CNN Business, a Embraer apontou que o projeto do drone militar é de “fundamental importância para a manutenção e a expansão das competências da Embraer no desenvolvimento de sistemas aéreos de defesa com alto teor tecnológico e grande complexidade de integração.”

E175-E2

Último integrante da nova família E2, o modelo E175-E2 para até 88 passageiros é um produto com grande potencial. No entanto, o sucesso da aeronave depende de mudanças nas regras da aviação regional dos Estados Unidos, que é o principal consumidor desse tipo de aeronave.

 

E175-E2 da Embraer
Foto: Divulgação

O novo jato da Embraer não se encaixa nos limites da cláusula de escopo dos sindicatos de pilotos de companhias aéreas regionais dos EUA. Por lá, essas empresas só podem operar aeronaves com peso máximo de decolagem de 39 mil kg. O Embraer E175 de primeira geração obedece esse limite, diferentemente do novo E175-E2, quase 6.000 kg mais pesado.

Nesta quinta-feira (29), a Embraer confirmou que empurrou em mais um ano o prazo de lançamento do E175-E2, agora programado para 2024. “Não esperamos mudanças de cláusula de escopo nos Estados Unidos no curto prazo e continuamos a otimizar nossos investimentos e avaliar as condições de mercado”, disse Antonio Garcia, CFO da Embraer, em teleconferência.

Enquanto o novo E175-E2 não chega, o modelo E175 da primeira geração continua em produção e segue como um dos aviões mais pedidos da Embraer.

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