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Para sair da crise, Latam prevê redução da operação em 30% e demissão de cerca de 700 pilotos no Brasil


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Aos desinformados que criticam o sindicato, eles conseguiram um acordo com Gol e Azul para que os demitidos pudessem continuar utilizando o passe livre, benefício esse negado pela Latam aos demitidos.

Sindicato como já mencionado vem fazendo um trabalho excelente, uma pena a Latam tomar a postura que tomou.

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Acho engraçado ver que realmente tem gente que valida essa tese de que gente antiga de fórum não pode ser criticada por meros mortais.  O fórum tá aí, ainda ativo depois de muito tempo pra quem q

Na sua idade, na sua condição e vindo de uma pessoa com altíssimo nível técnico e intelectual que és, fazer esse tipinho de torcida suja e antiética é digno de se ter vergonha para se expor - ainda qu

2 hours ago, Halvaro said:

Falaram aí que a LATAM foi intransigente, e de fato foi e acredito que continuará sendo,  mas no meu ponto de vista, de alguém que está do lado de fora, me parece que os funcionários também foram intransigentes, assumindo assim o risco de perderem o emprego por não aceitarem a proposta.

Acho que o que pesou foi sim a intransigência da empresa, quiseram tirar adicional noturno,fim de semana,feriado, repouso remunerado,diária de voo e pagar 2277 fixo já com 54hs, ou seja, com o excedente de tripulantes, ninguém voará mais que 54hs, ou seja, 2 mil máximo líquido.

Para quem recebe 10 mil bruto (Só conheço comissários da inter)aceitar uma redução de 80% foi óbvio que não aprovariam, se tivesse proposto 30% de redução, já seria muito , mas teriam aceito

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5 minutes ago, Luckert said:

Acho que o que pesou foi sim a intransigência da empresa, quiseram tirar adicional noturno,fim de semana,feriado, repouso remunerado,diária de voo e pagar 2277 fixo já com 54hs, ou seja, com o excedente de tripulantes, ninguém voará mais que 54hs, ou seja, 2 mil máximo líquido.

Para quem recebe 10 mil bruto (Só conheço comissários da inter)aceitar uma redução de 80% foi óbvio que não aprovariam, se tivesse proposto 30% de redução, já seria muito , mas teriam aceito

Teríamos aceito QUALQUER proposta temporária.... Que fosse por 24 meses.... O grupo teria aceito. Garanto. Mas pegar carona no vírus para diminuir os salários de forma permanente, mesmo depois de anos após a crise, quero ver QUEM seria o funcionário de qualquer empresa que toparia um absurdo desses. O grupo de voo da Latam teve MUITO senso do que estava acontecendo quando sem poder mais de 70% do grupo aderiu a uma licença não remunerada para preservar o caixa da empresa no começo da pandemia. E como somos pagos? Com proposta de redução de salário permanente e após a negativa, demissão. Ta ÇERTINHU

Edited by CabinCrew
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Acho que faltou um pouco de "jogo de cintura" dos dois lados, o sindicato tem o dever de expor todos os cenários para os trabalhadores decidirem a melhor alternativa e a empresa mostrar que abaixar os salários é um caminho sem volta, custe o que custar.

No final da historia além da dispensa enorme nunca mais serão recontratados, quando passar a crise, e ela vai passar, a empresa vai contratar com salários menores, o que elimina todos os ex funcionários.

Não dá para revogar a lei da oferta e da procura, na pratica é muito simples, quando falta gente o salario sobe, quando falta emprego o salario cai.

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3 minutes ago, JEduardo said:

Acho que faltou um pouco de "jogo de cintura" dos dois lados, o sindicato tem o dever de expor todos os cenários para os trabalhadores decidirem a melhor alternativa e a empresa mostrar que abaixar os salários é um caminho sem volta, custe o que custar.

No final da historia além da dispensa enorme nunca mais serão recontratados, quando passar a crise, e ela vai passar, a empresa vai contratar com salários menores, o que elimina todos os ex funcionários.

Não dá para revogar a lei da oferta e da procura, na pratica é muito simples, quando falta gente o salario sobe, quando falta emprego o salario cai.

Me permita discordar.

Houve sim jogo de cintura tanto por parte da entidade sindical que aceitou negociar diversas vezes, inclusive com mediação do TST, quanto dos funcionários da empresa, que em diversas apresentações do SNA frisaram por meio de seus representantes sindicais que o grupo estava disposto a aceitar reduções salariais temporárias por um período que poderia ser de até dois anos. 

No início da crise houve uma mobilização da empresa e dos próprios tripulantes no sentido de incentivar as licenças não remuneradas. Vi diversos colegas, coitados, inocentemente postando fotos em suas redes sociais com a legenda: “estou ajudando a salvar a minha empresa, por isso aderi à LNR”. Ou seja: todos, dente os funcionários, estavam dispostos a cortar na carne temporariamente pois sabiam que o momento é delicado. 

Enquanto Gol, Azul e Passaredo já tinham aprovado ACTs com estabilidade de 18 meses e propostas muitíssimo decentes para manutenção da força de trabalho, a Latam ainda estava iniciando as conversas com o SNA/tripulantes com o Jerônimo criando polêmicas em lives pela internet afora, destilando os mais variados adjetivos aos seus subordinados. Enrolaram até o último instante e apresentaram soluções pífias, que em nenhum mundo - nem mesmo no mundo da crise - seriam aprovadas. Não há a menor razão para que a empresa emplaque soluções definitivas para um problema temporário. 

Fato é que a Latam, após a entrada da administração chilena e até mesmo quando carregava o nome TAM, tenta emplacar reduções permanentes. Não obstante às tentativas sorrateiras, já coagiu tripulantes diversas vezes usando demissões como mote, tendo que arcar com custos exorbitantes de rescisão trabalhista no início para, meses após, recontratar estes profissionais pela necessidade da empresa. 

A empresa só poderá contratar com salário menor se houver aprovação de novo ACT junto ao sindicato, onde os tripulantes da empresa aceitem uma redução permanente. Caso contrário, a Latam continuará contratando com os mesmo patamar salarial atual. 

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Alguém sabe dizer se o salário e o pacote de benefícios do Jerome e toda a diretoria / gerência aqui no Brasil foi diminuída de maneira permanente, também? 

 

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Empresa começou a demitir hoje o pessoal.
amigo meu recebeu um telefonema informando que tinha sido desligado.

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1 hour ago, CabinCrew said:

Teríamos aceito QUALQUER proposta temporária.... Que fosse por 24 meses.... O grupo teria aceito. Garanto. Mas pegar carona no vírus para diminuir os salários de forma permanente, mesmo depois de anos após a crise, quero ver QUEM seria o funcionário de qualquer empresa que toparia um absurdo desses. O grupo de voo da Latam teve MUITO senso do que estava acontecendo quando sem poder mais de 70% do grupo aderiu a uma licença não remunerada para preservar o caixa da empresa no começo da pandemia. E como somos pagos? Com proposta de redução de salário permanente e após a negativa, demissão. Ta ÇERTINHU

Sim, tuas colocações são perfeitas, reduções temporárias sim, mas permanentes e nestas condições,não 

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2 hours ago, NEsses said:

em dólares, menos que um caixa de qq loja do Target nos US. 

Danosse :o

Quanto a tam queria pagar pra esses comandantes?

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E o Jerônimo não perde a oportunidade de ficar calado. O sujeito pode até ser pau mandado, mas também não ajuda em nada... 

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Uma tristeza ver onde a Latam chegou...estou com 3 passagens com a Latam compradas e pagas, sendo 1 inter para Lisboa que estava querendo usar em abril do ano que vem mas, sinceramente, diante dessa situação, já não sei se é melhor pedir o reembolso. 

Sofrido ver no que transformaram a Latam. 

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2 hours ago, MRN said:

Danosse :o

Quanto a tam queria pagar pra esses comandantes?

Correu nas redes algo em torno de 9 mil... 

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1 hour ago, DaniCV said:

Uma tristeza ver onde a Latam chegou...estou com 3 passagens com a Latam compradas e pagas, sendo 1 inter para Lisboa que estava querendo usar em abril do ano que vem mas, sinceramente, diante dessa situação, já não sei se é melhor pedir o reembolso. 

Sofrido ver no que transformaram a Latam. 

esses dias tive que comprar 2 passagens domésticas para setembro

latam era a opção mais barata mas preferi não arriscar....

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Alerta de textão!

 

Boa noite pessoal. Passando pra deixar minha visão à respeito do que está acontecendo, de uma perspectiva macro, em função do inchaço do mercado global.

Primeiramente lamento fortemente todos os que estão perdendo o sustento de forma tão cruel. Eu nem gosto de comentar muito sobre esse tipo de situação, pois sempre que falamos à respeito de demissões temos que lembrar que estamos falando de famílias, e não números.

Agora a reflexão que quero acrescentar ao debate: 

Entendo o rancor que muitos tem da Gol e da Azul (Mais da Azul no cenário recente) pelo fato de que elas entraram no mercado aéreo brasileiro chutando para baixo os patamares salariais. Mas a questão é que não adianta brigar contra essa tendência. A própria Latam quando entrou no mercado lá no milênio passado, chutou os salários para baixo dos patamares consolidados à época.

O que existe no mundo inteiro (salvo exceções raras) é uma tendência implacável de desvalorização da mão de obra, à medida que a população cresce, mais pessoas entram na briga por uma vaga de emprego, quanto mais pessoas brigam por uma vaga, maior à liberdade que empresas tem de pagar cada vez menos. É a lei da oferta e da procura na sua mais pura essência, não tem como fugir dela. Aqui no Brasil tentaram fugir dela implantando leis trabalhistas que impedem as empresas de reduzir os salários. Mas o resultado disso não é todo mundo empregado pra sempre com os mesmo salários ótimos pra sempre.

O resultado geral dessa política, específicamente na aviação brasileira, é que empresas mais antigas vão sempre estar pagando salários maiores do que as empresas mais novas, e quanto mais o mercado se expandir, mais as empresas novas vão pressionar os salários para baixo à medida que forem abrindo, causando por fim a ruína das empresas mais antigas, que tem custos engessados e mais altos. A última que fez isso no BR foi a Azul, e não à toa ganhou uma legião de críticos por ter "estragado" o mercado de trabalho do aeronautas. O porém, é que se não fosse a Azul, seria outra empresa, e teria feito o mesmo. A próxima empresa (séria) que abrir aqui nesse país com certeza vai chutar pra baixo o patamar salarial da Azul, e vai provavelmente usar as mesmas táticas de "melhor emprego do seu vida" para atrair seus novos tripulantes, parte deles aviadores experientes que perderam seus empregos na Latam e precisam voltar a atrabalhar, a outra parte os "moleques inexperientes" que estão amontoados no mercado sedentos por um primeiro emprego.

E assim o mercado evolui, ou no caso, involui, repetindo o ciclo e tirando a Azul do status de "empresinha que paga mal" e a colocando no status de "empresa que, pensando bem, nem paga tão mal assim" que a Gol estava ocupando. E a Gol passaria à ocupar o status de "empresão que paga até bem" que era da Latam caso esta fique pelo caminho (não estou decretando que vai falir, estou apenas trabalhando com as probabilidades).

O mercado continuando no ritmo que está, provavelmente daqui uma ou duas décadas vamos ter aqui no fórum CR aeronautas da Azul se gabando por ganharem os maiores salários da aviação e criticando os "moleques" sem experiência que estão aceitando entrar na aviação pra receber um salário mínimo na empresa XYZ que acabou de abrir e oferece oportunidade de emprego e formação.

Pode ser que antes de chegar à esse extremo ocorra alguma quebra de paradigma que mude a tendência para algum outro lado, mas é importante que todos nós estejamos cientes de que qualquer que seja essa quebra de paradigma, a tendência de desvalorização da mão de obra vai continuar imperando, mais aguda ou mais branda, mas sempre vai existir. A única forma de reverter essa tendência é se a população começar a diminuir ao invés de aumentar.

Eu penso que, salvo raríssimos casos, sempre que estiver empregado na empresa que paga os mais altos salários do seu setor, cuide de suas reservas de emergência e esteja preparado para atravessar uma crise. Especialmente se sua empresa começar a dar sinais os clássicos de perda de fôlego ante às concorrentes, como por exemplo passar anos sem contratar ninguém mesmo em um cenário de expansão do mercado, use sua experiência para procurar um emprego que te atenda financeiramente e garanta uma sobrevida maior. Isso vale pra todas as áreas, mas principalmente pra esse mundinho pequeno da aviação.

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6 hours ago, JEduardo said:

Acho que faltou um pouco de "jogo de cintura" dos dois lados, o sindicato tem o dever de expor todos os cenários para os trabalhadores decidirem a melhor alternativa e a empresa mostrar que abaixar os salários é um caminho sem volta, custe o que custar.

No final da historia além da dispensa enorme nunca mais serão recontratados, quando passar a crise, e ela vai passar, a empresa vai contratar com salários menores, o que elimina todos os ex funcionários.

Não dá para revogar a lei da oferta e da procura, na pratica é muito simples, quando falta gente o salario sobe, quando falta emprego o salario cai.

 

Discordo, se eu tivesse que fazer uma "crítica" ao sindicato, eu diria que ele teve jogo de cintura demais, provavelmente por conta da própria situação que não permitira um movimento paradista, seja pela falta de coesão do grupo em aceitar a contra-radicalização ou por terem feito o cálculo que a LATAM poderia suportar uma greve com os aviões no chão por mais tempo do que a categoria conseguiria se mobilizar (é natural o movimento perder força com o tempo).

Agora se a LATAM de fato tivesse medo de uma greve, duvido que não negociaria.

Dinheiro aparentemente eles têm, pois vão pagar as rescisões e continuar com a sua mão de obra mais cara (pelo menos dizem que vão), ou seja, não se trata de uma medida desesperada pré-falimentar e sim uma aposta no futuro.

Se o próprio futuro da empresa estivesse em jogo, numa correlação de forças mais equilibrada, não acredito que eles iriam correr o risco de ver seus concorrentes voltando a voar enquanto eles tivessem brigando com seus próprios funcionários.

A lei da "oferta e da procura" não é algo estanque, tampouco inexorável, os atores do jogo econômico sempre procuram ir no limite da sua possibilidade de ganho, existe uma série de fatores que retiram o "equilíbrio" natural do mercado, poder econômico é um deles.

Demitir por Redução da força de trabalho é sempre a pior escolha para uma empresa, se ela esta fazendo isso é porque tinha margem para negociação, mas mesmo assim ela optou pela conduta disruptiva diante do cenário de "tempestade perfeita" para seus colaboradores que perderam praticamente a única arma que tinham, a greve (em tempos normais, flertar com a greve seria impensado, pois ela perderia consumidores para seus concorrentes automaticamente).

Eu realmente gostaria que os trabalhadores pudessem pagar para ver, mas é óbvio que isso não vai acontecer, ainda mais sabendo quem vai ser demitido e quem não vai. Por mais unido que seja o grupo, nesta hora, os que ficam levantam a mão para o céu e desejam sorte ao dispensados.

É uma tática cruel e pragmática, a empresa sabia que os 70% que iriam ficar, não aceitariam reduzir seus salários (até porquê é um absurdo!) para "salvar" os 30% de desligamentos.

O resto foi só jogo de cena.

O que o SNA poderia fazer era radicalizar (GREVE), mas se eu sei disso, as pessoas que la estão também sabem e provavelmente não viram adesão ou clima para isso.

6 hours ago, B737-8HX said:

Me permita discordar.

A empresa só poderá contratar com salário menor se houver aprovação de novo ACT junto ao sindicato, onde os tripulantes da empresa aceitem uma redução permanente. Caso contrário, a Latam continuará contratando com os mesmo patamar salarial atual. 

Ela esta vinculada pela ACT somente ao piso da categoria, imagino que os salários praticados hoje na LATAM são bem maiores que isso.

Desde que tenha mais de dois anos de diferença entre o último contratado na função ou 4 anos no mesmo empregador, pode contratar com salário menor sim.

Por isso que disse no outro tópico que ela esta apostando numa crise de dois anos no mínimo.

 

Abraços

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19 minutes ago, PT-WRT said:

 

 

Por isso que disse no outro tópico que ela esta apostando numa crise de dois anos no mínimo.

 

Exato. E meu medo é que ela esteja certa...

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1 hour ago, A350XWB said:

Exato. E meu medo é que ela esteja certa...

E minha esperança é que estejam errados, espero do fundo do coração que nossos 'Jefes' QUEBREM A CARA. 

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34 minutes ago, CabinCrew said:

E minha esperança é que estejam errados, espero do fundo do coração que nossos 'Jefes' QUEBREM A CARA. 

Só pra deixar claro, meu medo é da crise do coronavírus, uma vacina e a retomada da economia de fato demorem mais do que o previsto. 
 

Barão de empresa aérea eu não poderia me importar menos. 

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PT-WRT, ainda acho que boa parte do que a empresa queria cortar não seria muito complicado de reverter na primeira negociação em época de "vacas gordas", parece que o maior problema deles hj não é ter dinheiro para rescisões mas mostrar ao mercado a viabilidade da empresa e por ser a empresa mais antiga do  mercado tem a desvantagem de ter a mão de obra mais cara pelo acumulo de concessões pelo tempo, um problema (para as empresas) que sempre existe com relação as mais novas.

Eu tenho certeza que eles sabem fazer contas melhor do que nós e se optaram por esse caminho é porque deve ser o melhor para eles a médio e longo prazo

 

PS: Estou bancando o advogado do diabo e longe de defender a empresa.

Edited by JEduardo
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52 minutes ago, A350XWB said:

Só pra deixar claro, meu medo é da crise do coronavírus, uma vacina e a retomada da economia de fato demorem mais do que o previsto. 
 

Barão de empresa aérea eu não poderia me importar menos. 

Sim eu entendi. O que disse é que torço (apesar de saber que é improvável) que a retomada seja vigorosa e que esses desgraçados tenham que correr pra contratar e treinar todo mundo correndo de novo como já vi acontecer outras vezes. 

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43 minutes ago, JEduardo said:

PT-WRT, ainda acho que boa parte do que a empresa queria cortar não seria muito complicado de reverter na primeira negociação em época de "vacas gordas", parece que o maior problema deles hj não é ter dinheiro para rescisões mas mostrar ao mercado a viabilidade da empresa e por ser a empresa mais antiga do  mercado tem a desvantagem de ter a mão de obra mais cara pelo acumulo de concessões pelo tempo, um problema (para as empresas) que sempre existe com relação as mais novas.

Eu tenho certeza que eles sabem fazer contas melhor do que nós e se optaram por esse caminho é porque deve ser o melhor para eles a médio e longo prazo

 

PS: Estou bancando o advogado do diabo e longe de defender a empresa.

Seria complicado sim cara, a Latam já tirou um MONTE de benefícios dos tempos de TAM.... Só nos tinha sobrado a remuneração. Uma vez o salário reduzido, nunca mais pode apostar. 

E sim além da Picuinha em alguma conta deles gastar esse dinheiro com a rescisão mesmo que tenha que recontratar no futuro, deve compensar, mas ao eu te pergunto, e o intangível? O moral do grupo, as pessoas, as famílias, isso não tem valor? Isso vai reduzir fatalmente a qualidade de atendimento no curto e médio prazo. A empresa teria MUITO MAIS RESPEITO por parte dos funcionários e muito mais empenho da nossa parte se tivesse feito um esforço para preservar as pessoas dessa situação vexatória. Southwest tá aí pra não me deixar mentir. 

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Cabin Crew, meus últimos voos na LATAM foram péssimos e de vários conhecidos também, já era um produto em franca depreciação, agora resolveram esculhambar o próprio material humano definitivamente

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Just now, PT-KTR said:

Cabin Crew, meus últimos voos na LATAM foram péssimos e de vários conhecidos também, já era um produto em franca depreciação, agora resolveram esculhambar o próprio material humano definitivamente

Então...voei duas vezes com a Latam nos últimos dois meses. 
Como Pax nada a reportar de ruim ou também excepcional; basicamente o que era previsto. Horário, serviço, atendimento, etc.

Acredito que nenhum destes pax dos voos que fiz tem idéia da crise que a cia passa. Querem chegar de X para Y sem incomodos e NESTES DOIS VOOS foi tranquilo.

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5 minutes ago, Bonotto said:

Então...voei duas vezes com a Latam nos últimos dois meses. 
Como Pax nada a reportar de ruim ou também excepcional; basicamente o que era previsto. Horário, serviço, atendimento, etc.

Acredito que nenhum destes pax dos voos que fiz tem idéia da crise que a cia passa. Querem chegar de X para Y sem incomodos e NESTES DOIS VOOS foi tranquilo.

Idem aqui. 
 

Inclusive parabéns aos colegas por terem mantido a postura e o serviço no meio desse furacão todo. 

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Digo que com certeza manteremos a cordialidade. Mas aquele plus, vai ser quase impossível ter nos próximos tempos. 

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