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Para sair da crise, Latam prevê redução da operação em 30% e demissão de cerca de 700 pilotos no Brasil


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37 minutes ago, NEsses said:

Já está na hora de fazer uma revisão nessa cláusula da CCT. Escrever melhor para que não haja “entendimentos” diferentes e não aconteça essas aberrações onde um tripulante com 15 anos de empresa seja demitido por estar a 6 meses como Cmte. Hoje, uma promoção pode significar demissão e, logo, os tripulantes não irão mais querer promoção com medo de uma  futura redução de força de trabalho. Hoje a Lei permite uma ACT, onde pilotos abram mão de uma remuneração de cmte, e possam voar de copiloto enquanto aguardam uma “re-promoção”. Seria um downgrade como acontece em outros países. 

A solução com lista única também iria criar aberrações, como por exemplo uma empresa com apenas comandantes, já que a maioria dos co-pilotos foi demitida.

A lei permite a redução de salários e de jornada de trabalho por ACT (até mesmo por acordo individual de trabalho quando o trabalhador recebe acima de 12 mil), mas não o rebaixamento da função, que na prática enseja a rescisão indireta ou neste caso a violação aos parâmetros de demissão por redução da força de trabalho.

O que já é possível é a oficialização do by-pass, os mais antigos sendo preteridos pelos mais novos, desde que se crie alguma vantagem para isso.

25 minutes ago, diasfly said:

É exatamente por isso que eu digo que, se tratando de legislação trabalhista, excesso de benefício resulta em prejuízo.

Qualquer benefício imposto por lei, tem um efeito colateral agudo e um crônico. O agudo é demissão em tempos de vacas magras. O crônico é a extinção dos processos seletivos. A intensidade desses efeitos é diretamente proporcional ao tamanho do benefício ou privilégio imposto.

Bom isso não tem muita relação com o parâmetro para redução de força de trabalho, que está longe de ser um benefício, mas levando o seu pensamento ao pé da letra, chegaríamos a conclusão que o trabalho bom e o trabalho escravo, afinal sem nenhum benefício o trabalhador lucraria, o que por óbvio não e verdade, então não podemos fazer está correlação direta entre benefícios legais e os prejuízos dos seus efeitos colaterais.

Na minha opinião, por sinal, o efeito agudo sequer existe, excesso de direitos costumam dificultar as demissões em tempos de vacas magras e não o contrario, agora o crônico é bem crônico, empregar ficou tão oneroso que o próprio emprego começa a ser ameaçado de extinção.

Agora o problema do Brasil hoje nem é o excesso de direitos, mas sim a oneração da folha de pagamentos.

A Reforma Trabalhista oficializou o jeitinho e não mexeu no maior gargalo, por isso dentro outras questões macroeconômicas, não criou os empregos que se esperava dela.

Abraços

 

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Acho engraçado ver que realmente tem gente que valida essa tese de que gente antiga de fórum não pode ser criticada por meros mortais.  O fórum tá aí, ainda ativo depois de muito tempo pra quem q

Na sua idade, na sua condição e vindo de uma pessoa com altíssimo nível técnico e intelectual que és, fazer esse tipinho de torcida suja e antiética é digno de se ter vergonha para se expor - ainda qu

2 hours ago, PT-WRT said:

Bom isso não tem muita relação com o parâmetro para redução de força de trabalho, que está longe de ser um benefício, mas levando o seu pensamento ao pé da letra, chegaríamos a conclusão que o trabalho bom e o trabalho escravo, afinal sem nenhum benefício o trabalhador lucraria, o que por óbvio não e verdade, então não podemos fazer está correlação direta entre benefícios legais e os prejuízos dos seus efeitos colaterais.

Na minha opinião, por sinal, o efeito agudo sequer existe, excesso de direitos costumam dificultar as demissões em tempos de vacas magras e não o contrario, agora o crônico é bem crônico, empregar ficou tão oneroso que o próprio emprego começa a ser ameaçado de extinção.

Agora o problema do Brasil hoje nem é o excesso de direitos, mas sim a oneração da folha de pagamentos.

A Reforma Trabalhista oficializou o jeitinho e não mexeu no maior gargalo, por isso dentro outras questões macroeconômicas, não criou os empregos que se esperava dela.

Abraços

 

Eu não disse que é errado existirem benefícios, se ler com atenção meu post vai notar, ao pé da letra, que o que falei se refere específicamente à excesso de benefícios. E não citei redução da força de trabalho como benefício, isso inclusive é só uma forma bonita de dizer demissão, que é justamente o efeito agudo que eu citei e você disse que não existe.

No meu post anterior eu não citei exemplos de benefícios que causam prejuízos porque entendi que tinha ficado claro no post anterior ao meu, mas sendo assim eu posso frisar o objeto da minha análise que é justamente o benefício/privilégio de ter, "garantido" por lei, você nunca sofrerá rebaixamento de cargo ou salário em sua empresa.

Isso ajuda a garantir seu cargo e salário em tempos de crise? O resultado disso é que se você der o azar de ter acabado de ser promovido e estourar uma crise, a empresa vai ser obrigada a te mandar embora sem nem perguntar se você toparia voltar ao cargo anterior para evitar a demissão. Eu, falando por mim, preferiria mil vezes poder escolher entre ser rebaixado e ser demitido, do que só ser demitido sem nem ter como falar um A, porque algum deputado criou uma lei que decide automaticamente por você que não. Qual o resultado desse benefício? Prejuízo.

Existem vários outros exemplos de leis trabalhistas excessivas no Brasil, leis que fazem existir mercados impossíveis para aéreas brasileiras em razão simplesmente da distância, quebrando a competitividade do Brasil nesse mercado, até leis que para nós parecem indispensáveis, como férias remuneradas, mas que no fundo provocam a desvalorização da mão de obra, fazendo a gente receber menos fazendo a mesma função que pessoas fazem fora do país.

As pessoas tem mania de achar que precisam do governo controlando e tabelando tudo, quando na verdade as coisas tentem a funcionar melhor justamente quando o estado tira a mão e deixa a coisa fluir naturalmente. Se leis controlando tudo fossem a primeira maravilha da sociedade moderna, nós teriamos norte americanos cruzando ilegalmente a fronteira pra fugir do "trabalho escravo nos EUA" e poder usufruir desse maravilha que é o mercado de trabalho brasileiro. Na realidade acontece justamente o contrário, mesmo com nossa legislação trabalhista sendo muito mais que o dobro do tamanho da legislação norte americana.

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2 hours ago, PT-WRT said:

...Agora o problema do Brasil hoje nem é o excesso de direitos, mas sim a oneração da folha de pagamentos.

 

 

 

Sim para oneração, pagamos um valor ao empregado e um monte de taxas que seriam para o funcionário mas que acabam se dissolvendo na burocracia. 
Excesso de direitos é um dos maiores entraves. Quando contrata formalmente alguém, em pouco tempo o patrão vira pai !

Tenho uma empresa de tecnologia e acabei por decidir mandar todos funcionários embora e pagar por projetos; eles tem que ser autonomos. 
Cansei de fazer tudo certo e ouvir de funcionário que mandasse ele embora ! pois iria mover ações contra a empresa.
Tive vários, nunca perdi uma ação trabalhista porque trabalhava sempre certo, mas cansei de advogados e canseiras em sindicatos....
Foi todo mundo para a rua. E todos direitos pagos, o que me custou um apartamento mesmo estando tudo regularizado.

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1 hour ago, Bonotto said:

Sim para oneração, pagamos um valor ao empregado e um monte de taxas que seriam para o funcionário mas que acabam se dissolvendo na burocracia. 
Excesso de direitos é um dos maiores entraves. Quando contrata formalmente alguém, em pouco tempo o patrão vira pai !

Tenho uma empresa de tecnologia e acabei por decidir mandar todos funcionários embora e pagar por projetos; eles tem que ser autonomos. 
Cansei de fazer tudo certo e ouvir de funcionário que mandasse ele embora ! pois iria mover ações contra a empresa.
Tive vários, nunca perdi uma ação trabalhista porque trabalhava sempre certo, mas cansei de advogados e canseiras em sindicatos....
Foi todo mundo para a rua. E todos direitos pagos, o que me custou um apartamento mesmo estando tudo regularizado.

Que absurdo.....mas essa é a realidade do nosso país, muita lei e burocracia que onera a folha 

 

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On 11/08/2020 at 22:11, Bonotto said:

Tenho uma empresa de tecnologia e acabei por decidir mandar todos funcionários embora e pagar por projetos; eles tem que ser autonomos. 

Google, é você? :lol:

On 11/08/2020 at 23:45, Luckert said:

Que absurdo.....mas essa é a realidade do nosso país, muita lei e burocracia que onera a folha 

Pois é, o pior é que afeta principalmente o empregador pequeno, com poucos funcionários, pois um processo trabalhista custa muito, mesmo com causa ganha como do Bonotto, fora a dor de cabeça. Aí é contratar como autônomo, PJ, pode precarizar o serviço, mas aí tem que saber escolher bem quem o prestador. 

 

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On 30/06/2020 at 15:42, NEsses said:

Como se não Gol, na Azul, na Passaredo não tivesse  ninguém com salário reduzido a cheio de dívidas também.... 

É cada uma... 

Na passaredo parece que não tá só reduzido...

https://www.aeronautas.org.br/submanchetes/315-sub-manchete-2/9835-sna-pede-na-justiça-que-passaredo-pague-os-salários-de-julho-aos-tripulantes.html

"SNA pede na Justiça que Passaredo pague os salários de julho aos tripulantes"

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On 11/08/2020 at 21:59, diasfly said:

Eu não disse que é errado existirem benefícios, se ler com atenção meu post vai notar, ao pé da letra, que o que falei se refere específicamente à excesso de benefícios. E não citei redução da força de trabalho como benefício, isso inclusive é só uma forma bonita de dizer demissão, que é justamente o efeito agudo que eu citei e você disse que não existe.

No meu post anterior eu não citei exemplos de benefícios que causam prejuízos porque entendi que tinha ficado claro no post anterior ao meu, mas sendo assim eu posso frisar o objeto da minha análise que é justamente o benefício/privilégio de ter, "garantido" por lei, você nunca sofrerá rebaixamento de cargo ou salário em sua empresa.

Isso ajuda a garantir seu cargo e salário em tempos de crise? O resultado disso é que se você der o azar de ter acabado de ser promovido e estourar uma crise, a empresa vai ser obrigada a te mandar embora sem nem perguntar se você toparia voltar ao cargo anterior para evitar a demissão. Eu, falando por mim, preferiria mil vezes poder escolher entre ser rebaixado e ser demitido, do que só ser demitido sem nem ter como falar um A, porque algum deputado criou uma lei que decide automaticamente por você que não. Qual o resultado desse benefício? Prejuízo.

Existem vários outros exemplos de leis trabalhistas excessivas no Brasil, leis que fazem existir mercados impossíveis para aéreas brasileiras em razão simplesmente da distância, quebrando a competitividade do Brasil nesse mercado, até leis que para nós parecem indispensáveis, como férias remuneradas, mas que no fundo provocam a desvalorização da mão de obra, fazendo a gente receber menos fazendo a mesma função que pessoas fazem fora do país.

As pessoas tem mania de achar que precisam do governo controlando e tabelando tudo, quando na verdade as coisas tentem a funcionar melhor justamente quando o estado tira a mão e deixa a coisa fluir naturalmente. Se leis controlando tudo fossem a primeira maravilha da sociedade moderna, nós teriamos norte americanos cruzando ilegalmente a fronteira pra fugir do "trabalho escravo nos EUA" e poder usufruir desse maravilha que é o mercado de trabalho brasileiro. Na realidade acontece justamente o contrário, mesmo com nossa legislação trabalhista sendo muito mais que o dobro do tamanho da legislação norte americana.

É realmente não ficou muito claro, porquê postou numa discussão sobre os critérios de redução de força de trabalho, dando a entender que estava se referindo a isso como um benefício e disse ao pé da letra, que:

"Qualquer benefício imposto por lei, tem um efeito colateral agudo e um crônico. O agudo é demissão em tempos de vacas magras. O crônico é a extinção dos processos seletivos. A intensidade desses efeitos é diretamente proporcional ao tamanho do benefício ou privilégio imposto."

Ou seja, pelo menos em um primeiro momento, para você todo benefício geraria um prejuízo e não somente o excesso e minha resposta foi no sentido que não dá para fazer esta correlação direta, afinal chegaríamos na conclusão absurda que o melhor trabalho é o escravo porquê não têm benefício nenhum e consequentemente nenhum prejuízo, logo o equilíbrio perfeito.

De resto, você confunde benefício com um direito básico do empregado que é a manutenção das funções para o qual ele foi contratado que nada mais é que o respeito as condições contratuais.

Não dá para chegar para 500 comandantes em um mês de baixa demanda e dizer para eles que agora eles seriam faxineiros (sem nenhuma depreciação é só por conta do salário)  ganhando 1/20 avôs do que voavam e os que não aceitassem deveram pedir demissão.  Obviamente que isso representa uma ruptura contratual equivalente a uma demissão sem justa causa, que é exatamente o que prevê a Lei.

Alais sua lógica sequer se aplica aos casos de redução de força de trabalho, a empresa demitiria o mesmo numero de pessoas, só trocaria um pelo outro, ou seja se a lei permitisse o downgrade, não preservaria nenhum emprego.

E convenhamos esta história de prefiro o rebaixamento do que ser demitido é ótima para discurso liberal em fórum, mas na prática só aceita quem não tem opção e isso acaba ocorrendo independente da proibição legal.

Na prática ou as pessoas não aceitam (diga-se de passagem no caso da LATAM sequer aceitaram a redução salarial, quanto mais donwgrade) ou as próprias empresas não querem manter um funcionário "rebaixado" que só tende a causar problemas.

São casos muito específicos que justificam a manutenção de um funcionário em outro cargo, em que não se precisa mais do trabalhador no cargo maior, mas a empresa gosta tanto dele que vai querer recoloca-lo em um menor, são tão específicos que em geral é feito um acordo, a empresa demite, ele devolve parte das verbas rescisórias e é recontratado.

Mesmo nos Estados Unidos,  rebaixamentos são considerados ruptura do contrato e não são frequentes, só que lá como não têm verbas rescisórias na maioria dos casos, não têm impacto para as empresas.

Mas concordo que existem sim, alguns excessos de direitos, como por exemplo as férias remuneradas com adicional de 30 dias, bem como o engessamento da carga horária e assim vai,  mas isso é de longe o menor problema para as empresas que são muito mais pressionadas pela oneração da folha,.

Agora, seu argumento dos EUA me desculpe, uma coisa não têm nada a ver com a outra, a última coisa que imigrante ilegal pensa é em leis trabalhistas, até porque, eles não têm acesso a elas...kkk

On 11/08/2020 at 22:11, Bonotto said:

Sim para oneração, pagamos um valor ao empregado e um monte de taxas que seriam para o funcionário mas que acabam se dissolvendo na burocracia. 
Excesso de direitos é um dos maiores entraves. Quando contrata formalmente alguém, em pouco tempo o patrão vira pai !

Tenho uma empresa de tecnologia e acabei por decidir mandar todos funcionários embora e pagar por projetos; eles tem que ser autonomos. 
Cansei de fazer tudo certo e ouvir de funcionário que mandasse ele embora ! pois iria mover ações contra a empresa.
Tive vários, nunca perdi uma ação trabalhista porque trabalhava sempre certo, mas cansei de advogados e canseiras em sindicatos....
Foi todo mundo para a rua. E todos direitos pagos, o que me custou um apartamento mesmo estando tudo regularizado.

Como você diz que faz tudo certo, não têm com o que se preocupar, mas é preciso muito cuidado para contratar alguém como autônomo, por projeto, porquê depois pode vir a ação trabalhista pedindo vínculo do mesmo jeito.

 

Abraços

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22 minutes ago, PT-WRT said:

Como você diz que faz tudo certo, não têm com o que se preocupar, mas é preciso muito cuidado para contratar alguém como autônomo, por projeto, porquê depois pode vir a ação trabalhista pedindo vínculo do mesmo jeito.

Minha esposa é advogada e sei que é muito comum isso....até quando você contrata uma empresa pra prestar serviços dentro da sua empresa, como limpeza, segurança etc etc, as 2 empresas entram no rolo......é a nossa justiça trabalhista...

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https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/08/nao-da-para-preservar-privilegios-diz-presidente-da-latam.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&utm_campaign=compwa

 

Salário agora virou privilégio.... Mais uma muito bem pensada para motivar o grupo.... Cada vez melhor. 

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E ele não se cansa de dizer que vai reduzir os salários... Só se esperar 2 anos pra contratar, como disseram aqui, mas enquanto tiver tripulante com menos de 2 anos de diferença, não diminui

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3 hours ago, CabinCrew said:

https://www1.folha.uol.com.br/mercado/2020/08/nao-da-para-preservar-privilegios-diz-presidente-da-latam.shtml?utm_source=whatsapp&utm_medium=social&utm_campaign=compwa

 

Salário agora virou privilégio.... Mais uma muito bem pensada para motivar o grupo.... Cada vez melhor. 

 

Tem a reportagem?

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5 hours ago, Boeing737 said:

Minha esposa é advogada e sei que é muito comum isso....até quando você contrata uma empresa pra prestar serviços dentro da sua empresa, como limpeza, segurança etc etc, as 2 empresas entram no rolo......é a nossa justiça trabalhista...

Exatamente, só que neste caso não e vínculo e sim solidariedade (se uma não pagar a outra paga) entre a empresa prestadora e a tomadora da mão de obra....

Em matéria trabalhista o Brasil não e para principiantes..

Abraco

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3 hours ago, MRN said:

E ele não se cansa de dizer que vai reduzir os salários... Só se esperar 2 anos pra contratar, como disseram aqui, mas enquanto tiver tripulante com menos de 2 anos de diferença, não diminui

Ele deixou bem claro na entrevista que espera o mesmo patamar de 2019 apenas em 2024 e que os 2700 não seriam necessários pelo menos até o final do próximo ano, ou seja, só vão contratar depois dos dois anos.

Mas ele foi além, disse que em algum momento o grupo vai ter que ceder, pois eles não vão continuar pagando 30% mais que a concorrência quando a situação se normalizar, ou seja, mais demissões no futuro, só que escalonadas.

Parecem disposto a se necessário trocar todo o grupo de vôo, se não conseguirem quebrar sua espinha dorsal até lá.

O termo privilégio claramente vem de mídia training, para evitar a crise de reputação.

Abraços

 

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Notícias do Front: vem mais demissão na Latam por aí. Empresa informou hoje que enviou ofício para o SNA para negociar redução de salário caso contrário haverá mais demissões. 

Além de não termos paz para voar, eles são péssimos de conta. Mandaram 2700 para uma semana depois dizer que querem mandar mais. Segurança de vôo tá a 1000.

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Continua o assédio... continuam querendo baixar definitivamente os salários na base da demissão. Pelo jeito que vai, vão ficar sem pilotos logo logo pq a categoria já disse NÃO e vai continuar negando... 

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1 hour ago, CabinCrew said:

Notícias do Front: vem mais demissão na Latam por aí. Empresa informou hoje que enviou ofício para o SNA para negociar redução de salário caso contrário haverá mais demissões. 

Além de não termos paz para voar, eles são péssimos de conta. Mandaram 2700 para uma semana depois dizer que querem mandar mais. Segurança de vôo tá a 1000.

Ja mataram o refém e agora querem fazer terrorismo com o corpo dos defuntos. A estratégia é um pouco desesperada, pra não dizer outra coisa... 

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1 hour ago, CabinCrew said:

Notícias do Front: vem mais demissão na Latam por aí. Empresa informou hoje que enviou ofício para o SNA para negociar redução de salário caso contrário haverá mais demissões. 

Além de não termos paz para voar, eles são péssimos de conta. Mandaram 2700 para uma semana depois dizer que querem mandar mais. Segurança de vôo tá a 1000.

 Será que eles são mesmo ruins de conta ou isso é ma estratégia?

Com relação a segurança de vôo, só resta acreditar na resiliência dos profissionais, porquê temos que concordar que o sinal da gerência da empresa é péssimo, ninguém trabalha bem com medo do facão, nem os que fazem as demissões.

Abraços

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21 minutes ago, PT-WRT said:

 Será que eles são mesmo ruins de conta ou isso é ma estratégia?

Com relação a segurança de vôo, só resta acreditar na resiliência dos profissionais, porquê temos que concordar que o sinal da gerência da empresa é péssimo, ninguém trabalha bem com medo do facão, nem os que fazem as demissões.

Abraços

Que seja uma estratégia. Mas como estratégia de segurança de vôo.... 

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Essa gestão DOI-CODI de RH vai acabar é cavando uma greve pra terminar de dinamitar a receita. 
 

Mas o Chris Martin do mundo invertido tá aí ganhando 6 dígitos né. Deve saber o que tá fazendo...

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Percebam que o salários serão reduzidos, pois os Chilenos assim o quer.

Resta agora saber se o grupo prefere o auto-sacrifício, ou finalmentr aceitarão que na cadeia alimentar de qualquer corporação, estão abaixo de sua chefia, e são simples números, substituíveis, por mais áspero que possa parecer. 

 

Acho que isto ficou mais que claro no ultimato em forma de email que fora enviado a pouco.

 

Aceitem que dói menos.

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