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Para sair da crise, Latam prevê redução da operação em 30% e demissão de cerca de 700 pilotos no Brasil


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6 hours ago, Boeing_Rules said:

Tem gente dizendo que a "ABSA" foi autorizada a fazer voos de passageiros .... não encontrei nada sobre porém seria uma maneira de usar outra CNPJ e contratar tripulantes com salário diferenciado ...

Viagem... coisa de quem não sabe ler  e interpretar um documento. ABSA é só carga. 

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Acho engraçado ver que realmente tem gente que valida essa tese de que gente antiga de fórum não pode ser criticada por meros mortais.  O fórum tá aí, ainda ativo depois de muito tempo pra quem q

Na sua idade, na sua condição e vindo de uma pessoa com altíssimo nível técnico e intelectual que és, fazer esse tipinho de torcida suja e antiética é digno de se ter vergonha para se expor - ainda qu

Vocês só estão esquecendo da MP 964... Já tem 18 emendas, tava meio esquecida, mas agora vão dar um "gás" e tentar votar. Será que não tem nada nela que permita terceirização ou algo parecido que prejudique o aeronauta?

Em tempo: Coincidentemente, TODAS as emendas apresentadas são de Deputados e Senadores de esquerda, PSD, PT e REDE. Pezinho atrás sempre...

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7 hours ago, Boeing_Rules said:

Tem gente dizendo que a "ABSA" foi autorizada a fazer voos de passageiros .... não encontrei nada sobre porém seria uma maneira de usar outra CNPJ e contratar tripulantes com salário diferenciado ...

Bom, a última OPS SPECS da ABSA, revisão Nº 81, válida até 2025, só prevê no campo "tipos de operação autorizados" o transporte de cargas 

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2 hours ago, EXPAT ASIA said:

Não poderiam misturar pilotos da ABSA com LATAM

Já o fazem, durante a pandemia muitos pilotos da ABSA não puderam voar por serem grupo de risco e os pilotos Latam Brasil estão operando voos da ABSA( mas salário e tudo da Latam)

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43 minutes ago, Luckert said:

Já o fazem, durante a pandemia muitos pilotos da ABSA não puderam voar por serem grupo de risco e os pilotos Latam Brasil estão operando voos da ABSA( mas salário e tudo da Latam)

Já foram transferidos para ABSA. Não há nenhum piloto contrato Latam na ABSA atualmente.

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9 hours ago, Boeing_Rules said:

Tem gente dizendo que a "ABSA" foi autorizada a fazer voos de passageiros .... não encontrei nada sobre porém seria uma maneira de usar outra CNPJ e contratar tripulantes com salário diferenciado ...

3 hours ago, NEsses said:

Viagem... coisa de quem não sabe ler  e interpretar um documento. ABSA é só carga. 

Não sei atualmente, mas há bons anos atrás, antes da fusão com a TAM, a ABSA tinha sido autorizada a operação de passageiros pelo DAC. Na época cogitou até trazer 6 A320 da encomenda da LanChile.

8 hours ago, CabinCrew said:

Se fizeram isso e todos esses tripulantes forem colocados para tripular aeronaves da TAM linhas aéreas, nome fantasia Latam, o sindicato em processo na justiça do Trabalho reverte rapidinho não? 

É uma possibilidade, deixaria para o @PT-WRT esclarecer melhor.

3 hours ago, MRN said:

Vocês só estão esquecendo da MP 964... Já tem 18 emendas, tava meio esquecida, mas agora vão dar um "gás" e tentar votar. Será que não tem nada nela que permita terceirização ou algo parecido que prejudique o aeronauta?

Em tempo: Coincidentemente, TODAS as emendas apresentadas são de Deputados e Senadores de esquerda, PSD, PT e REDE. Pezinho atrás sempre...

Não sei o teor dela, seria o que?

2 hours ago, Luckert said:

Já o fazem, durante a pandemia muitos pilotos da ABSA não puderam voar por serem grupo de risco e os pilotos Latam Brasil estão operando voos da ABSA( mas salário e tudo da Latam)

Mas aí é um caso pontual e o que pode ter acontecido era que o piloto LATAM voava ABSA e esta repassava para a primeira o custo dele. É diferente.

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1 hour ago, A345_Leadership said:

Não sei o teor dela, seria o que?

Medida Provisória n° 964, de 2020 (Remuneração dos tripulantes de aeronave)

Altera a lei nº 13.475 (Dispõe sobre o exercício da profissão de tripulante de aeronave, denominado aeronauta; e revoga a Lei nº 7.183, de 5 de abril de 1984)

Estão querendo votar na Câmara e no Senado na semana que vem, porque está perto de caducar

 

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On 26/08/2020 at 09:14, Luiz Gustavo said:

PT-WRT, no caso de contratação, o período deverá ser de 4 anos para existir alguma diferença salarial para o mesmo cargo. Já o período de 2 anos é aplicado somente para a função, que é interpretado, nesse caso, basicamente como "promoção dentro da empresa", ou seja, para o colaborador ativo. 

Então Colega, fui ler melhor sobre o tema, procurei jurisprudência e consultei meus colegas da seara laboral e não encontrei nada que corrobore seu entendimento no sentido que precisaria existir 4 anos de diferença na data da contratação para a diferença salarial.

Todos foram unânimes me dizer que os requisitos do art. 461 são de fato cumulativos e que a alteração feita pela reforma trabalhista criou uma exigência maior e não uma hipótese alternativa de equiparação salarial.

Ou seja, além do período de 2 anos do início de exercício do exercício da função é necessário que os empregados não tenham mais que 4 anos de diferença de admissão na empresa.

Desta forma,  após dois anos da última contratação (para se evitar a equiparação em cadeia) a empresa poderia contratar com salario menor na mesma função sim, pois o empregado não faria jus a equiparação salarial.

On 29/08/2020 at 12:07, A345_Leadership said:

 

É uma possibilidade, deixaria para o @PT-WRT esclarecer melhor.

Do ponto de vista trabalhista, sendo empresas distintas, ainda que pertencentes ao mesmo grupo econômico, poderiam sim contratar por um salario menor, ainda que exercendo a mesma função.

O problema é que, em tese, somente em situações pontuais é possível operar um voo comercial com tripulação de uma empresa e aeronave pertencente à outro operador (A ANAC até tem sido permissiva demais com isso, em alguns casos bastante específicos), os comandantes possuem relação de trabalho com o operador da aeronave por força de lei (são prepostos das empresas).

Juridicamente, considerando a exceção da exceção virando regra, até seria possível, por exemplo, transferir as aeronaves para a PANTANAL, demitir na TAM e contratar por salário menor na P3 e fazer contratos de wet leasing para voar LATAM.

Mas sinceramente seria algo tão escandaloso e vergonhoso que até a ANAC acho que iria barrar, tamanha a simulação neste caso!

Provavelmente haveria Ações coletivas na JT alegando fraude e continuidade dos contratos de trabalho também, com possível atuação não somente dos sindicatos mas também do MPT (que já deveria estar atuando por sinal, mas dorme em berço esplendido na pandemia). 

Enfim, seria muito gênio do mal!

É mais fácil fazer o que estão fazendo, matando o grupo de voo aos poucos, demitindo por fases, visando a contratação mais barata lá na frente.

Os demitidos de hoje, provavelmente vão tomar os lugares dos que ficaram amanha.

Cruel e pragmático, mas provavelmente vai funcionar.

Abraços

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21 hours ago, PT-WRT said:

Então Colega, fui ler melhor sobre o tema, procurei jurisprudência e consultei meus colegas da seara laboral e não encontrei nada que corrobore seu entendimento no sentido que precisaria existir 4 anos de diferença na data da contratação para a diferença salarial.

Todos foram unânimes me dizer que os requisitos do art. 461 são de fato cumulativos e que a alteração feita pela reforma trabalhista criou uma exigência maior e não uma hipótese alternativa de equiparação salarial.

Ou seja, além do período de 2 anos do início de exercício do exercício da função é necessário que os empregados não tenham mais que 4 anos de diferença de admissão na empresa.

PT-WRT, você está certo! Levei em consideração o piso normativo da categoria no ato da admissão.

Obrigado! Abs.

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Olhem o que eu recebi no whats: Será que tem alguma verdade nisso?

NÃO É BLEFE Ontem foi homologado a abertura da empresa LATAM EXPRESS. Sabem o que isso significa?!? TODOS, absolutamente TODOS, registrados no CNPJ TAM serão DEMITIDOS dentro de um período. E a NOVA empresa (outro CNPJ) contratará com o novo modelo de remuneração mediante a processo seletivo. A empresa possui caixa para mandar todos embora? A resposta é sim meus caros, pois para ajudar existe uma brecha na lei brasileira que em alguns casos as empresas podem pagar a rescisão para seus ex-funcionários em 10 (eu disse dez) ANOS!!! E não duvidem que eles possam demitir por equipamento, visto que a empresa não está para zombaria. A NOVA PROPOSTA oferece uma redução PERMANENTE de 15% para pilotos e 12% para comissários calculados em cima do valor da variável (quilometragem). Com cláusulas quase aprovadas, como por exemplo, estabilidade de 24 meses (não haverá demissões) e prioridade de contratação dos 2.700 tripulantes demitidos passando por processo seletivo. Não será mais votado a mudança para hora. Assim também como não existirá mais proposta se essa não for aceita pelo grupo. Já demonstramos que não somos burros e neste instante precisamos mostrar ainda mais sabedoria que iremos ceder em uma proposta justa para a situação atual. Pois bem colegas, agora são TODOS ou NINGUÉM. Qual nossa resposta para NOVA negociação da LATAM???

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Há umas páginas atrás citaram essa possibilidade e ainda deram o exemplo da Ibéria/Ibéria express, mas:

Tem, forma, jeito, conteúdo, cara, cheiro e estilo de fakenews de zap. Vamos ver, mas é bem bizarro uma empresa inchada e downsizer que demitiu 2.700 e queria demitir mais estar dando over direto e enchendo o saco pro pessoal voar na folga...

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25 minutes ago, PR-GOK said:

Olhem o que eu recebi no whats: Será que tem alguma verdade nisso?

NÃO É BLEFE Ontem foi homologado a abertura da empresa LATAM EXPRESS. Sabem o que isso significa?!? TODOS, absolutamente TODOS, registrados no CNPJ TAM serão DEMITIDOS dentro de um período. E a NOVA empresa (outro CNPJ) contratará com o novo modelo de remuneração mediante a processo seletivo. A empresa possui caixa para mandar todos embora? A resposta é sim meus caros, pois para ajudar existe uma brecha na lei brasileira que em alguns casos as empresas podem pagar a rescisão para seus ex-funcionários em 10 (eu disse dez) ANOS!!! E não duvidem que eles possam demitir por equipamento, visto que a empresa não está para zombaria. A NOVA PROPOSTA oferece uma redução PERMANENTE de 15% para pilotos e 12% para comissários calculados em cima do valor da variável (quilometragem). Com cláusulas quase aprovadas, como por exemplo, estabilidade de 24 meses (não haverá demissões) e prioridade de contratação dos 2.700 tripulantes demitidos passando por processo seletivo. Não será mais votado a mudança para hora. Assim também como não existirá mais proposta se essa não for aceita pelo grupo. Já demonstramos que não somos burros e neste instante precisamos mostrar ainda mais sabedoria que iremos ceder em uma proposta justa para a situação atual. Pois bem colegas, agora são TODOS ou NINGUÉM. Qual nossa resposta para NOVA negociação da LATAM???

Nossa, quanta fantasia...

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também me parece fake news de wp

mas, snme no chile já existe uma latam express, que era a antiga lan express

o código iata é  LU, callsign: LANEX

então os cuetos tem experiencia com isso

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20 minutes ago, FCRO said:

também me parece fake news de wp

mas, snme no chile já existe uma latam express, que era a antiga lan express

o código iata é  LU, callsign: LANEX

então os cuetos tem experiencia com isso

São empresas distintas, a LAN Express opera apenas narrowbodies e a LAN Airlines wides, contrato de trabalho diferentes , não por isso tudo está na Express, embora todos vestem o mesmo uniforme 

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6 minutes ago, Luckert said:

São empresas distintas, a LAN Express opera apenas narrowbodies e a LAN Airlines wides, contrato de trabalho diferentes , não por isso tudo está na Express, embora todos vestem o mesmo uniforme 

LA doméstico  12M18   3.286.547 pax     12M19  3.978.100    7M20  1.293.281

LU                                     4.920.114                           4.801.172                 1.284.596

 

Movimento inter da LU é muito pequeno, 12M19  3.410 pax, a maioria na rota Iquique-Salta, Arg.  

 

http://www.jac.gob.cl/estadisticas/

 

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11 hours ago, PR-GOK said:

Olhem o que eu recebi no whats: Será que tem alguma verdade nisso?

Como todo bom boato, mistura alguns elementos reais para dar veracidade na história, depois aleta para possibilidade apocalíptica, com intuito de passar a mensagem desejada.

Como disse algumas páginas atrás, no papel uma operação destas até seria possível, mas teria tantos empecilhos e seria tão incerta do ponto de vista de segurança jurídica, que nem o CEO da Laguna acho que aceitaria está aventura.

Uma coisa e criar uma subsidiária e começar a opera-la junto com a empresa mãe, em que até seria possível pagar salários mais baixos (desde que não houvesse transferência de funcionários) outra completamente diferente e fazer uma "troca de CNPjs". 

Não existe "brecha" na legislação brasileira que permita o pagamento de verbas rescisórias em até dez anos, a única coisa que dá para parcelas (por 60 meses) são os débitos previdenciários, que em tese já estão recolhidos.

Mas uma coisa o boato e verdadeiro, ao chamar a atenção para necessidade de união do grupo em torno do comportamento da LATAM, a estratégia de dividir para ganhar força foi muito clara.

Quem ficou empregado tem que ter em mente que será o desempregado de amanhã, substituído por aquele que ontem.foi demitido.

Como disse antes, a LATAM ficou com os empregados com maiores salários, estratégia que não faz sentido nenhum se não for para apostar numa crise de dois anos para poder fazer uma troca gradual, sem redução da.forca de trabalho depois.

Trata-se de um voo longo, que está atingindo a V2 ainda...

 

 

 

 

Edited by PT-WRT
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46 minutes ago, PT-WRT said:

Mas uma coisa o boato e verdadeiro, ao chamar a atenção para necessidade de união do grupo em torno do comportamento da LATAM, a estratégia de dividir para ganhar força foi muito clara.

Pelo o que eu tenho acompanhado, e acompanho desde o início essa situação, WRT, duvido muito os tripulantes aceitarem qualquer redução, podem votar quantas vezes quiserem, a remuneração hoje não muda. Eles estão unidos e pagando pra ver. No futuro, quem sabe...

Edited by MRN
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6 hours ago, FCRO said:

também me parece fake news de wp

mas, snme no chile já existe uma latam express, que era a antiga lan express

o código iata é  LU, callsign: LANEX

então os cuetos tem experiencia com isso

LANEX / LU é a antiga LADECO, eles mantem por alguma razão uns narrow na frota e meia duzia de voos.

Outro fato errado é a questão de pagar por KM voado, isso está errado na LATAM, na MAP e PASSAREDO o correto é a remuneração por horas.

Edited by PT-KTR
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6 hours ago, PT-KTR said:

LANEX / LU é a antiga LADECO, eles mantem por alguma razão uns narrow na frota e meia duzia de voos.

Outro fato errado é a questão de pagar por KM voado, isso está errado na LATAM, na MAP e PASSAREDO o correto é a remuneração por horas.

Nussss...lembro de ver os aviões da LADECO em CGH nos anos 80, nem imaginava que, mesmo com outro nome, ainda existia.

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18 hours ago, PT-KTR said:

LANEX / LU é a antiga LADECO, eles mantem por alguma razão uns narrow na frota e meia duzia de voos.

Outro fato errado é a questão de pagar por KM voado, isso está errado na LATAM, na MAP e PASSAREDO o correto é a remuneração por horas.

Oi KTR!

Olha só, salvo alguma previsão expressa na norma coletiva (ou algo ainda mais específico que me fuja à mente), esse pagamento adicional/variável pode ser pago por km, da mesma forma que ele pode até mesmo nem ser pago. É cláusula contratual, afinal de contas, e se o concorrente quiser fazer algo melhor é uma opção dele.

Até acho que remunerar por km, considerando a distância em linha reta entre dois pontos, é mais prático para a empresa. Pouco importa se rolou um super engarrafamento na Dutra (rs), o pagamento variável devido a quem fez o trecho SSA/GRU vai ser sempre o mesmo.

Posso estar redondamente enganado, claro!

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1 hour ago, Fernandinho said:

Oi KTR!

Olha só, salvo alguma previsão expressa na norma coletiva (ou algo ainda mais específico que me fuja à mente), esse pagamento adicional/variável pode ser pago por km, da mesma forma que ele pode até mesmo nem ser pago. É cláusula contratual, afinal de contas, e se o concorrente quiser fazer algo melhor é uma opção dele.

Até acho que remunerar por km, considerando a distância em linha reta entre dois pontos, é mais prático para a empresa. Pouco importa se rolou um super engarrafamento na Dutra (rs), o pagamento variável devido a quem fez o trecho SSA/GRU vai ser sempre o mesmo.

Posso estar redondamente enganado, claro!

CCT 2017/2018

"3.2.8. Valor da parte variável da remuneração Em razão da impossibilidade de implementação imediata do novo modelo de remuneração estabelecido pelo art. 56 da Lei 13.475/2017, as partes concordam que até 1º de março de 2018, aparte variável da remuneração será calculada com base no valor do quilômetro ou hora de voo do mês anterior ao da data do pagamento. Exemplificativamente: a parte variável correspondente às horas ou quilômetros realizados no mês de setembro terá que ser paga com os valores correspondentes ao mês de outubro, até o 5º (quinto) dia útil de novembro."

CCT 2019/2020

"3.2.8. Valor da parte variável da remuneração Ressalvadas as condições mais favoráveis, será devida remuneração variável por hora de voo que exceder a 54ª (quinquagésima quarta) hora de voo realizada no mês, conforme valores abaixo:
(i) Comissários de voo - R$ 19,00 (dezenove reais);
(ii) Copiloto Monomotor – Turbo-hélice: R$ 10,00 (dez reais);
(iii) Copiloto Bimotor – Turbo-hélice: R$ 42,00 (quarenta e dois reais);
(iv) Copiloto Jato Narrow body: R$ 42,00 (quarenta e dois reais);
(v) Copiloto Jato Widebody: R$ 42,00 (quarenta e dois reais).
(vi) Comandante Monomotor – Turbo-hélice: R$ 42,00 (quarenta e dois
reais);
(vii) Comandante Bimotor – Turbo-hélice: R$ 95,00 (noventa e cinco reais);
(viii) Comandante Jato Narrow body: R$ 95,00 (noventa e cinco reais);
(ix) Comandante Jato Widebody: R$ 110,00 (cento e dez reais).

O que diz a Lei 13.475:

Art. 56. A remuneração dos tripulantes poderá ser fixa ou ser constituída por parcela fixa e parcela variável.

Parágrafo único. A parcela variável da remuneração será obrigatoriamente calculada com base nas horas de voo, salvo no caso:

I - do tripulante empregado no serviço de transporte aéreo público não regular na modalidade de táxi aéreo, previsto no inciso II do caput do art. 5º, que poderá ter a parcela variável de seu salário calculada com base na quilometragem entre a origem e o destino do voo, desde que estabelecido em convenção ou acordo coletivo de trabalho;

II - do tripulante empregado nos serviços aéreos previstos no inciso IV do caput do art. 5º em atividade de fomento ou proteção à agricultura, que poderá ter a parcela variável de seu salário calculada com base na área produzida ou aplicada ou conforme outros critérios estabelecidos em convenção ou acordo coletivo de trabalho.

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21 hours ago, PT-KTR said:

LANEX / LU é a antiga LADECO, eles mantem por alguma razão uns narrow na frota e meia duzia de voos.

Outro fato errado é a questão de pagar por KM voado, isso está errado na LATAM, na MAP e PASSAREDO o correto é a remuneração por horas.

LADECO UC é a atual Latam Cargo Chile, LU é outro AOC.

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53 minutes ago, MRN said:

CCT 2017/2018

"3.2.8. Valor da parte variável da remuneração Em razão da impossibilidade de implementação imediata do novo modelo de remuneração estabelecido pelo art. 56 da Lei 13.475/2017, as partes concordam que até 1º de março de 2018, aparte variável da remuneração será calculada com base no valor do quilômetro ou hora de voo do mês anterior ao da data do pagamento. Exemplificativamente: a parte variável correspondente às horas ou quilômetros realizados no mês de setembro terá que ser paga com os valores correspondentes ao mês de outubro, até o 5º (quinto) dia útil de novembro."

CCT 2019/2020

"3.2.8. Valor da parte variável da remuneração Ressalvadas as condições mais favoráveis, será devida remuneração variável por hora de voo que exceder a 54ª (quinquagésima quarta) hora de voo realizada no mês, conforme valores abaixo:
(i) Comissários de voo - R$ 19,00 (dezenove reais);
(ii) Copiloto Monomotor – Turbo-hélice: R$ 10,00 (dez reais);
(iii) Copiloto Bimotor – Turbo-hélice: R$ 42,00 (quarenta e dois reais);
(iv) Copiloto Jato Narrow body: R$ 42,00 (quarenta e dois reais);
(v) Copiloto Jato Widebody: R$ 42,00 (quarenta e dois reais).
(vi) Comandante Monomotor – Turbo-hélice: R$ 42,00 (quarenta e dois
reais);
(vii) Comandante Bimotor – Turbo-hélice: R$ 95,00 (noventa e cinco reais);
(viii) Comandante Jato Narrow body: R$ 95,00 (noventa e cinco reais);
(ix) Comandante Jato Widebody: R$ 110,00 (cento e dez reais).

O que diz a Lei 13.475:

Art. 56. A remuneração dos tripulantes poderá ser fixa ou ser constituída por parcela fixa e parcela variável.

Parágrafo único. A parcela variável da remuneração será obrigatoriamente calculada com base nas horas de voo, salvo no caso:

I - do tripulante empregado no serviço de transporte aéreo público não regular na modalidade de táxi aéreo, previsto no inciso II do caput do art. 5º, que poderá ter a parcela variável de seu salário calculada com base na quilometragem entre a origem e o destino do voo, desde que estabelecido em convenção ou acordo coletivo de trabalho;

II - do tripulante empregado nos serviços aéreos previstos no inciso IV do caput do art. 5º em atividade de fomento ou proteção à agricultura, que poderá ter a parcela variável de seu salário calculada com base na área produzida ou aplicada ou conforme outros critérios estabelecidos em convenção ou acordo coletivo de trabalho.

Perfeito! Ignorava completamente a lei!

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