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Para sair da crise, Latam prevê redução da operação em 30% e demissão de cerca de 700 pilotos no Brasil


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43 minutes ago, Fernandinho said:

Perfeito! Ignorava completamente a lei!

Se houver uma ACT acordando o pagamento em KM, não haveria problema algum em manter nesse formato.

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Acho engraçado ver que realmente tem gente que valida essa tese de que gente antiga de fórum não pode ser criticada por meros mortais.  O fórum tá aí, ainda ativo depois de muito tempo pra quem q

Na sua idade, na sua condição e vindo de uma pessoa com altíssimo nível técnico e intelectual que és, fazer esse tipinho de torcida suja e antiética é digno de se ter vergonha para se expor - ainda qu

19 hours ago, MRN said:

Isso, hoje uma ACT "bypassa" a lei, mas na tam...

Esta e mais uma questão que se arrasta desde 2018 (A lei e de 2017), a LATAM se aproveitou da situação e apresentou propostas de alteração que em tese prejudicava os aeronautas. Como os contratos foram assinados antes da mudança legal, a alteração, ainda que prevista em ACT, não pode significar redução de salários ou prejuízo aos trabalhadores(salvo se fosse expresso na ACT), então ficou neste impasse, o que não deixa de ser uma estratégia da empresa para manter a remuneração como está ou reduzi-la.

Mas confesso que e um cálculo bem difícil de fazer, uma equação que converta os atuais Km para Horas de forma proporcional.

Ps: A long, long, time ago, numa galáxia muito distante daqui, houve a alteração da remuneração de horas para kms, o que segundo os ancestrais da Marília, foi o divisor de águas para a Meridional, ou em outras palavras, funcionários deixaram de ser parceiros, para virar custo.

 

 

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Mas, pelo o que está previsto hoje, tanto na CCT, quanto na Lei do Aeronauta, é pagamento em horas.Será que a MP 964 vai mudar alguma coisa com relação a isso também?

Edited by MRN
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11 minutes ago, MRN said:

Mas, pelo o que está previsto hoje, tanto na CCT, quanto na Lei do Aeronauta, é pagamento em horas.Será que a MP 964 vai mudar alguma coisa com relação a isso também?

A MP 964, no meu entender só se aplica no caso de tripulantes contratados pela administração pública, como pilotos policiais, de serviços do SAMU, Ibama etc, em que o poder público figura como operador da aeronave (por força legal)

De fato não faria muito sentido, sendo até mesmo inconstitucional, obrigar o poder público a celebrar contrato de trabalho com um piloto policial, por exemplo, que já e estatutário, ou no caso de contratação de aeronave com tripulação, celebrar um contrato temporário com a tripulação que e vinculada a empresa proprietária do avião.

Mas uma coisa e fato eu acho que a profissão de tripulante público deveria ser regulamentada.

Em geral o poder público gasta recursos para formar como pilotos servidores de outras carreiras (ex: policiais), quando deveria fazer concurso para pessoas que já possuem os requisitos e pagar apenas os cursos operações e de tipo da aeronave (acho que só o RJ tinha concurso para piloto policial e não faz nenhum desde 2011).

Abraços.

 

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28 minutes ago, PT-WRT said:

A MP 964, no meu entender só se aplica no caso de tripulantes contratados pela administração pública, como pilotos policiais, de serviços do SAMU, Ibama etc, em que o poder público figura como operador da aeronave (por força legal)

Concordo com você, mas aí tem as 18 emendas apresentadas. Veja algumas delas:

Emenda do Dep. Hugo Leal - PSD: "Desse modo, seria possível ter tripulação de um operador nas aeronaves do governo, ou tripulação do governo em aeronaves de operador privado, ou ainda, operadores poderiam fazer parceria para executarem missão para administração pública."

Emenda do Dep. Cezinha de Madureira - PSD: "Nos casos dos incisos I e II do referido art. 5º da Lei do aeronauta, aplicáveis ao transporte de massa pela aviação comercial, pode-se argumentar que a sensibilidade aos tratados e acordos internacionais e o menor peso relativo da contratação de pessoal no custo operacional, em face das despesas com combustíveis, arrendamento, manutenção e seguro de aeronaves, justifiquem algum tratamento diferenciado desse setor da economia. Por outro lado, não vislumbramos qualquer justificação técnica para estender a imposição de um modelo único para contratação de pessoal de cabine e de voo a toda prestação de serviços na aviação, como o faz a Lei do Aeronauta em vigor. Trata-se da imposição de um modelo único de contratação de serviços que não é imposto aos demais setores da economia. Há aí uma clara falta de isonomia, e tal discriminação, sem um suporte fático que a explique, não dever ser tolerada. Leve-se em conta que as operações com aeronaves são cobertas por um amplo leque de leis e regulamentos, de modo que o afastamento das normas celetistas não é fator determinante na segurança e controle dessas atividades."

Emenda do Sen. Vanderlan Cardoso - PSD: "O aeronauta como qualquer outro trabalhador, ao prestar serviços de tripulantes de voo e de cabine nos serviços aéreos privados deve ter o direito de escolher se deseja fazê-lo com ou sem relação de emprego, tendo como opção prestar serviços autônomos, com ou sem personalidade jurídica, conforme se depreende dos princípios constitucionais da liberdade econômica e os ditames da lei civil da teoria da autonomia da vontade. Ademais, muitos aeronautas no serviço aéreo privado retiram o seu sustento e de suas famílias com prestação de serviços autônomos, o que não pode ser impedido por ausência de lei que esclareça a amplitude do direito."

Emenda do Sen. Ângelo Coronel - PSD: "Entendo que o transporte não regular de passageiros e cargas, como os serviços privados, os serviços especializados e os táxis aéreos, podem ser efetuados sem a necessidade de um contrato de trabalho de natureza celetista, sem que tanto vá interferir na segurança das operações. Com a presente emenda, possibilitaremos que o mercado de transporte aéreo não regular de cargas e passageiros e os serviços aéreos especializados encontrem um equilíbrio, o que pode inclusive aumentar a oferta de empregos e viabilizando a criação de táxis aéreos individuais, desonerando os contratantes e aumentando a oferta do serviço para os tripulantes, que poderão prestar serviços de acordo com a demanda. Aliás, é importante lembrar que a terceirização da atividade-fim dos serviços aéreos é uma realidade em diversos países do mundo.

 

 

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Políticos se metendo em aviação PQP!

@PT-WRT bastava multiplicar o km atual pela "velocidade" do avião, as aspas são para se chegar a um consenso e teríamos o valor hora da JJ.

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São os políticos que fazem as leis , o brasileiro está começando entender que ficar reclamando não adianta, tem que se envolver cobrar o deputado em que votou, mobilizar rede social e fazar a sua parte como cidadão.  Viver em uma democracia, em um país em que a maioria quer menos burocracia,  reforma tributária,  reforma trabalhista, etc quem se mobilizar mais , colhe mais resultados . Segue a vida.

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32 minutes ago, ssj said:

São os políticos que fazem as leis , o brasileiro está começando entender que ficar reclamando não adianta, tem que se envolver cobrar o deputado em que votou, mobilizar rede social e fazar a sua parte como cidadão.  Viver em uma democracia, em um país em que a maioria quer menos burocracia,  reforma tributária,  reforma trabalhista, etc quem se mobilizar mais , colhe mais resultados . Segue a vida.

Pois é, tem que votar em gente bem formada e preparada, daqui a pouco Tiririca se mete numa lei dessa!

Ou como aconteceu na Bahia, o sujeito vota contra seu próprio projeto e ainda classifica como absurdo (gentileza procurar Augustão de Ilhéus, do PT claro).

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2 hours ago, MRN said:

Concordo com você, mas aí tem as 18 emendas apresentadas. Veja algumas delas:

Emenda do Dep. Hugo Leal - PSD: "Desse modo, seria possível ter tripulação de um operador nas aeronaves do governo, ou tripulação do governo em aeronaves de operador privado, ou ainda, operadores poderiam fazer parceria para executarem missão para administração pública."

Emenda do Dep. Cezinha de Madureira - PSD: "Nos casos dos incisos I e II do referido art. 5º da Lei do aeronauta, aplicáveis ao transporte de massa pela aviação comercial, pode-se argumentar que a sensibilidade aos tratados e acordos internacionais e o menor peso relativo da contratação de pessoal no custo operacional, em face das despesas com combustíveis, arrendamento, manutenção e seguro de aeronaves, justifiquem algum tratamento diferenciado desse setor da economia. Por outro lado, não vislumbramos qualquer justificação técnica para estender a imposição de um modelo único para contratação de pessoal de cabine e de voo a toda prestação de serviços na aviação, como o faz a Lei do Aeronauta em vigor. Trata-se da imposição de um modelo único de contratação de serviços que não é imposto aos demais setores da economia. Há aí uma clara falta de isonomia, e tal discriminação, sem um suporte fático que a explique, não dever ser tolerada. Leve-se em conta que as operações com aeronaves são cobertas por um amplo leque de leis e regulamentos, de modo que o afastamento das normas celetistas não é fator determinante na segurança e controle dessas atividades."

Emenda do Sen. Vanderlan Cardoso - PSD: "O aeronauta como qualquer outro trabalhador, ao prestar serviços de tripulantes de voo e de cabine nos serviços aéreos privados deve ter o direito de escolher se deseja fazê-lo com ou sem relação de emprego, tendo como opção prestar serviços autônomos, com ou sem personalidade jurídica, conforme se depreende dos princípios constitucionais da liberdade econômica e os ditames da lei civil da teoria da autonomia da vontade. Ademais, muitos aeronautas no serviço aéreo privado retiram o seu sustento e de suas famílias com prestação de serviços autônomos, o que não pode ser impedido por ausência de lei que esclareça a amplitude do direito."

Emenda do Sen. Ângelo Coronel - PSD: "Entendo que o transporte não regular de passageiros e cargas, como os serviços privados, os serviços especializados e os táxis aéreos, podem ser efetuados sem a necessidade de um contrato de trabalho de natureza celetista, sem que tanto vá interferir na segurança das operações. Com a presente emenda, possibilitaremos que o mercado de transporte aéreo não regular de cargas e passageiros e os serviços aéreos especializados encontrem um equilíbrio, o que pode inclusive aumentar a oferta de empregos e viabilizando a criação de táxis aéreos individuais, desonerando os contratantes e aumentando a oferta do serviço para os tripulantes, que poderão prestar serviços de acordo com a demanda. Aliás, é importante lembrar que a terceirização da atividade-fim dos serviços aéreos é uma realidade em diversos países do mundo.

 

 

Tem muito Jabuti nestas emendas, mas nenhuma afeta a comercial. Agora com a possibilidade de contrato de trabalho intermitente (por demanda) acho um despropósito retirar a necessidade contrato de trabalho na aviação privada, pois nenhuma das justificativas apresentadas e valida.

Mas acredito que passe a versão original.

Abraco

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1 hour ago, PT-KTR said:

Políticos se metendo em aviação PQP!

@PT-WRT bastava multiplicar o km atual pela "velocidade" do avião, as aspas são para se chegar a um consenso e teríamos o valor hora da JJ.

Concordo que está seria uma base para a conversão, mas tem tantos outros fatores, como o tempo da apresentação até assumir o voo, o táxi, o trafego aéreo, a distorção do valor por equipamento e assim vai....admito que nunca me esforcei para entender a equação qua a LATAM colocou de proposta para o SNA, tinha muitas petrilas e símbolos em Grego...KKK

Abraco

 

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24 minutes ago, PT-WRT said:

Tem muito Jabuti nestas emendas, mas nenhuma afeta a comercial. Agora com a possibilidade de contrato de trabalho intermitente (por demanda) acho um despropósito retirar a necessidade contrato de trabalho na aviação privada, pois nenhuma das justificativas apresentadas e valida.

Mas acredito que passe a versão original.

Abraco

Faltou um Impossibilidade!

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Segue compilado da pseudo Live feita pela empresa :

-Recuperação gradativa na malha doméstica;
220 voos diários;
-Base POA e GIG não são bases rentáveis;
-No Chile já foi encerrada negociação. Já tiveram redução de salário;
-A partir de 01/10 GRU MAD será feito por tripulação chilena;
-A partir de 26/10 GRU MCO será feito por tripulação chilena;
-GRU JFK também está com tripulação chilena, pois a jornada de trabalho deles é maior que dos tripulantes brasileiros. 
-580 tripulantes virão do wide para o narrow;
Até a senioridade 1100 será de operação narrow;
-Até fevereiro a prioridade será dar as férias para quem está com segundo período vencido ou próximo desse;
-Houve uma redução de 39% do quadro de funcionários devido a pandemia; 
-Querem uma nova proposta de remuneração, porém o sindicato negou. Foi mandado para o TST e estão esperando uma resposta; 
-Pediram para os tripulantes conversarem com o sindicato e mostrar que querem uma nova negociação; 
-Vão diminuir os voos do A350; 
-Existe uma possibilidade de abrir uma nova empresa, chamada Latam XP; 
-As negociões no Chile e Peru foram definitivas; 
-A empresa está tentando reabrir a renegociação com o sindicato; 
-Se a primeira proposta tivesse sido aceita, não haveria nenhuma demissão; 
-Haverá uma redução significativa na frota wide, porém ainda não se sabe qual avião saíra da frota; 
-Existe a possibilidade de as bases POA e GIG fecharem; 
-Excedente de 300 pilotos; 
-Ainda existe a possibilidade de haver mais desligamentos; 
-A companhia tem interesse de trazer os 2700 tripulantes desligados de volta. Para isso, a empresa precisa crescer; 
-As escalas estão desiguais porque não há voos para todos;

Não quero polemizar nem fazer testão mas só gostaria de chamar atenção para alguns pontos.
Acho engraçado os argumentos da empresa e o nível de mal caratismo ao deturpar certos fatos , além de tripulantes que agora querem “conversar” com a empresa pois a água bateu na bunda ... mas quando chegou a vez dos novinhos gritou cct pois sabia que não seria atingido... que incoerência não é mesmo ?!?!?!
A Latam Chile demitiu massivamente tanto tripulantes técnicos como comerciais então não sei com que tripulantes eles fariam o jfk , mco e mad , foi um corte na casa dos 60% de seus tripulantes .
Tampouco houve acordo (permanente) com os tripulantes chilenos , motivo pelo qual eles terem sido demitidos , além do fato de somente 1% do grupo de voo ter aderido a licença não remunerada quando na filial brasileira mais de 70% do quadro aderiu ao mesmo .
No caso do mco , jfk e mad não faz diferença nenhuma ser trip chilena ou brasileira pois os chilenos terão que obrigatoriamente pernoitar em gru tanto na ida quanto no retorno do voo. economiza-se de um lado porém gastasse até mais do outro ! a jornada de trabalho deles é sim maior que a nossa no tocante mensal porém eles não poderia fazer scl-gru-mco em um tiro só , o que seria a única vantagem nesse caso . de nada adianta eles poderem voar 120hs mensais , assumirem nossos voos e no final das contas ter um aumento significativo com hotel e diária , que diga-se de passagem a diária de un trip chileno nos eua é u$70 por noite de pernoite ... enquanto a filial brasileira paga menos de u$50 por dia ... sem falar em europa que é paga a mesma quantidade porém obviamente em euro ou seja €70....

Na verdade eu poderia fazer um textão rebater todos os argumentos acima mas vou deixar para apreciação e debate por parte dos outros usuários....
 


 

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Que terrorismo chucro, meu Deus...

Várias meias verdade estrategicamente construídas pra causar terror. Ficaram no pessoal do Wide porque sabem que muitos dos “alvos” da vez estão lá. Maquiavélico, tem método. 
 

A minha favorita é a desculpa da regulamentação chilena que permite eles fazerem SCL-GRU-JFK, se o pernoite é necessário qual a diferença pra operação com tripulação brasileira. 
 

Repito o que há muito se ouvia: Alvo DETESTA brasileiros...

Edited by A350XWB
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Surpreendendo a ninguém, ao sentir o bafo da redução da força de trabalho no cangote, os pedidos de cumprimento da CCT viraram súplicas por reabertura da negociação de redução de salário. 
 

Farinha pouca...

Edited by A350XWB
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21 minutes ago, A350XWB said:

Surpreendendo a ninguém, ao sentir o bafo da redução da força de trabalho no cangote, os pedidos de cumprimento da CCT viraram súplicas por reabertura da negociação de redução de salário. 
 

Farinha pouca...

Pois é...como o próprio presidente do SNA falou numa "live" parafraseando algum filósofo do passado, "Justo é aquilo que me convém".....valendo pra quem é farinha ou pra quem é pirão......

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1 hour ago, A350XWB said:

Surpreendendo a ninguém, ao sentir o bafo da redução da força de trabalho no cangote, os pedidos de cumprimento da CCT viraram súplicas por reabertura da negociação de redução de salário. 
 

Farinha pouca...

Não vejo esse clamor todo por abertura de negociação. 

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39 minutes ago, giuli said:

Não vejo esse clamor todo por abertura de negociação. 

Pois na live do sindicato o número de tripulantes pedindo a reabertura da negociação foi grande.

A propósito, como eu comentei lá atrás, nas lives do sindicato antes da 1 votação, o chat era poluído de cct, cct, cct, as perguntas sumiam no meio do cct, cct, cct, tanto que o pessoal da live pedia pro pessoal ir mais devagar nos cct, cct, cct...

O que o grupo decidiu na ultima assembléia foi não permitir que o sindicato negocie qualquer redução permanente.
Em resumo, o grupo decidiu tirar o sindicato da mesa, negando por antecipação qualquer proposta permanente. Até em um mundo paralelo, onde a empresa proporia aumentar em 500% o salário de todos, o grupo já negaria por antecipação.

Hoje vemos pessoas que outrora, defendiam a profissão, contra o sucateamento, pedirem a abertura das negociações. 
O que muita gente não queria, era abrir mão de uma porcentagem do salário em um part time. Não tinha nada haver com defender nada.

Maaaaas, como é fácil defender a profissão sem o seu na reta, agora o povo tem recuado.
Quero ver se vão manter a mesma postura que mantinham quando existiam 2700 tripulantes atrás na fila...

PS, TAM? Alguém esperava algo diferente?

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23:59 — “A empresa não tem caixa!” 

00:00 — “Vamos demitir 2700 pessoas, sendo a maior parte com mais de 10 anos de empresa, e descer (consequentemente arcando com a nada barata epopeia de type rating) 580 remanescentes do wide pro narrow!” 

Eu adoraria ver o custo, em reais, dessa brincadeira toda... 

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