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Para sair da crise, Latam prevê redução da operação em 30% e demissão de cerca de 700 pilotos no Brasil


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20 minutes ago, Jet Age said:

Uma pergunta:

A ATL (ou a ATT) participa de alguma forma nesse processo, mantendo algum canal de comunicação com a empresa?

A única participação é pra recolher a mensalidade, de resto não faz nada de nada 

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Acho engraçado ver que realmente tem gente que valida essa tese de que gente antiga de fórum não pode ser criticada por meros mortais.  O fórum tá aí, ainda ativo depois de muito tempo pra quem q

Na sua idade, na sua condição e vindo de uma pessoa com altíssimo nível técnico e intelectual que és, fazer esse tipinho de torcida suja e antiética é digno de se ter vergonha para se expor - ainda qu

8 hours ago, CabinCrew said:

Meus 2 centavos sobre assuntos diversos que estão sendo discutidos, primeiro, o assunto da colega mais nova que foi acionada pro Mia do 320, por que isso gera revolta em quem é mais antigo? Porque na hora de formar o grupo que vai fazer aquele voo a empresa CAGA para a senioridade/antiguidade e faz um bypass em geral, e tem mais, pega um cms mais antigo, que chegou a voar no 330 que tem todos os vistos US válidos e não põe nesses voos porque é CF, gastou um monte de dinheiro com visto de gente mais.nova preterindo gente que tá se foden** na função a anos, engolindo sapo e tendo que responder email idiota de atraso todo dia. MAAAAAAS mas, sempre tem um mas, quando a escala precisa, tá tudo liberado. Eu mesmo já passei por uma situação de ser acionado para um voo que eu não poderia fazer, avisei a escala que NÃO PODIA e mandaram seguir. Resultado? No dia seguinte voltei de extra porque o novo turno de escala que assumiu não quis deixar eu seguir naquela situação. Então, existem muito mais coisas entre a escala e o voo do que sonha nossa van filosofia. 

Segundo, aos participantes do fórum que se preocupam com a segurança da operação devido a condição de ameaça em que se encontram os tripulantes da JJ , o SNA já acionou a anac a respeito disso, espero que tomem alguma providência e vocês como clientes tem o direito de fazer a companhia saber da sua insatisfação. 

Só quem já sentiu na pele as peripécias da escala pode falar

Edited by MRN
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46 minutes ago, MRN said:

Só quem já sentiu na pele as peripécias da escala pode falar

Todas as empresas tem/tiveram sua cota de eventos com amigos da escala/panelinhas da escala mandando e desmandando nas programações. Teve na Avianca, teve na Gol, teve na minha época de Latam. Se meche com dinheiro do tripulante (ou de alguns), pode ter certeza que tem alguém com esquema ou já teve. Algumas situações, com aval de chefia.

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Saiu o 'excedente' do excedente. Email cheio de ameaças, inclusive citando redução da operação da JJ por conta do code share da azul... (Aham) e ameaça de mandar embora mais 800 comissários e 400 pilotos. Que delícia trabalhar assim. :awesome:

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Parabéns ao grupo de voo por conseguirem continuar operando. Com esse clima de merd@, a empresa se esquece que acidente custa mais caro do que a decência. 

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35 minutes ago, CabinCrew said:

Saiu o 'excedente' do excedente. Email cheio de ameaças, inclusive citando redução da operação da JJ por conta do code share da azul... (Aham) e ameaça de mandar embora mais 800 comissários e 400 pilotos. Que delícia trabalhar assim. :awesome:

Melhor fechar a empresa então...

e ainda colocando culpa na baixa demanda kkkkk

demanda tem, apenas não colocam avião pra voar pra ficarem se fazendo de coitados

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                Olha a choradeira da TAM

               "Antes de tratar especificamente das questões debatidas na reunião de trabalho e negociação conduzida pela Vice-Presidência do TST, reitera-se que a situação econômica e financeira da TAM permanece muito grave e o prognóstico para o futuro próximo é bastante pessimista, clamando por ajustes prementes para se evitar o colapso da atividade e a continuidade da operação no Brasil.

                Por oportuno, sem prejuízo de outros, renova-se os seguintes temas que estampam o agravamento da situação em que se encontra a TAM e a necessidade   de negociação de um novo modelo remuneratório: 

                • As unidades do Grupo LATAM no Chile, Equador e Peru concretizaram os acordos com suas tripulações para redução da remuneração em aproximadamente 25%, restando apenas a definição no Brasil e Colômbia. A operação na Argentina foi encerrada.

                • Ampliação de voos internacionais (EUA e Europa) com base na 5ª Liberdade do Ar, diminuindo, sobremaneira, o trabalho para tripulações brasileiras.

               (a) Qual é o excedente residual de pessoal, considerando as demissões que já foram formalizadas;

                A operação brasileira da TAM ainda necessita de readequação de forma a manter a sustentabilidade do negócio, sendo que esta necessidade pode se refletir na extinção de mais 1.200 postos de trabalho (aproximadamente 400 pilotos e 800 comissários).

                Nesse sentido, a fim de evitar novas dispensas, a TAM precisa readequar o modelo de remuneração dos aeronautas de forma a reduzir o custo da folha de pagamento com o menor impacto possível aos tripulantes.

                (b) Qual é a proposta concreta para evitar a demissão desse excedente, ou contrapartida da Empresa, para justificar negociar novamente a questão da remuneração;

                  A TAM objetiva a redução de 20% do custo da folha de pagamento com os aeronautas e se encontra absolutamente disponível para debater alternativas a fim de atingir este denominador"

O documento ainda diz que 45 pilotos e 140 comissários procurou a empresa para negociar em setembro por 6 vezes, e ainda sinalizaram aceitar a redução dos 20% propostos. Quem quiser ler o documento na íntegra, segue o link https://www.aeronautas.org.br/images/pet_excedente_latam.pdf

Amanhã tem live as 20:00 pra tratar desse assunto

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Nossa... difícil ser tripulante nessa empresa. Só ameaças... a segurança de voo tá comprometida. Como será que o CENIPA ou ANAC observam isso? 

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57 minutes ago, MRN said:

            • As unidades do Grupo LATAM no Chile, Equador e Peru concretizaram os acordos com suas tripulações para redução da remuneração em aproximadamente 25%, restando apenas a definição no Brasil e Colômbia. A operação na Argentina foi encerrada.

E os cargos de gerência também sofrerão diminuição da remuneração para ajudar a sanar a grave crise que assola a LATAM? 

Alguém sabe se o Jerome teve seu salário diminuído? Algum chefe de setor estratégico? Alguém no Chile? Interessante que ninguém fala sobre isso. Seria entendível para a tripulação uma renegociação permanente de salário se ocorresse para todos, não acham? 

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Com respeito aos funcionários, mas que empresinha (no diminutivo mesmo) de mer...

Sensibilidade zero com os funcionários, terrorismo, pressão psicológica, ameaças... tem que ser muito frio para aguentar um clima desse, como disse o B737-8HX.

8 minutes ago, Geoshina said:

E os cargos de gerência também sofrerão diminuição da remuneração para ajudar a sanar a grave crise que assola a LATAM? 

Alguém sabe se o Jerome teve seu salário diminuído? Algum chefe de setor estratégico? Alguém no Chile? Interessante que ninguém fala sobre isso. Seria entendível para a tripulação uma renegociação permanente de salário se ocorresse para todos, não acham? 

Possivelmente não, até possível que ganhem bônus se os planos diabólicos funcionarem.

Repito: Frank Lorenzo deve estar feliz que conseguiu ter alguém pior que ele nas negociações trabalhistas.

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Ainda acho totalmente disfuncional a empresa ter o interesse de reduzir a remuneração e ficar nessa murrinha pra apresentar uma proposta. A empresa mandou esse chororô todo pro TST mas proposta efetiva que é bom? 

Querem que os funcionários vão la deliberadamente oferecer seu salário? 
 

 

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9 minutes ago, A345_Leadership said:

Com respeito aos funcionários, mas que empresinha (no diminutivo mesmo) de mer...

Sensibilidade zero com os funcionários, terrorismo, pressão psicológica, ameaças... tem que ser muito frio para aguentar um clima desse, como disse o B737-8HX.

E possivelmente, com essa conversinha de situação difícil e que vai fechar se não diminuir o salário, a justiça capaz de aceitar tudo isso

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1 hour ago, Roadster said:

Nossa... difícil ser tripulante nessa empresa. Só ameaças... a segurança de voo tá comprometida. Como será que o CENIPA ou ANAC observam isso? 

Tão cagando BEM MOLE, segurança de vôo não interessa a nenhum desses. 

1 hour ago, Geoshina said:

E os cargos de gerência também sofrerão diminuição da remuneração para ajudar a sanar a grave crise que assola a LATAM? 

Alguém sabe se o Jerome teve seu salário diminuído? Algum chefe de setor estratégico? Alguém no Chile? Interessante que ninguém fala sobre isso. Seria entendível para a tripulação uma renegociação permanente de salário se ocorresse para todos, não acham? 

Eles não falam nada sobre isso. Dar o exemplo? Pra que? Hahhaahahhaahaha

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A respeito das bases que a Latam cita ao TST (POA e RIO), acerca do encerramento das mesmas, refere-se à base de tripulantes ou à existência dos voos nas duas cidades? 

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1 minute ago, B737-8HX said:

A respeito das bases que a Latam cita ao TST (POA e RIO), acerca do encerramento das mesmas, refere-se à base de tripulantes ou à existência dos voos nas duas cidades? 

Base de tripulantes 

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2 minutes ago, B737-8HX said:

A respeito das bases que a Latam cita ao TST (POA e RIO), acerca do encerramento das mesmas, refere-se à base de tripulantes ou à existência dos voos nas duas cidades? 

Acredito que seja encerramento das bases de tripulantes. 

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1 minute ago, CabinCrew said:

Acredito que seja encerramento das bases de tripulantes. 

 

2 minutes ago, A350XWB said:

Base de tripulantes 

Grato pelo pronto esclarecimento! 

Apesar de não fazer parte da empresa, tirei um tempo para ler o documento e dois pontos específicos me chamaram a atenção na justificativa da empresa, que até mesmo ficam em conflito entre si: 

1) Uso da quinta liberdade para voos internacionais; 

2) Lenta retomada de voos nacionais e internacionais. 

A difícil retomada no internacional é bastante compreensível, mas a lentidão no mercado doméstico se dá por culpa da própria empresa. A morosidade demonstrada pela Latam no início da pandemia em redesenhar a sua malha, agilizar as negociações com a categoria e credores e continuar propiciando os serviços de maneira mais inteligente cobra o seu preço hoje. Enquanto as outras duas grandes empresas enxergam a demanda crescendo dia após dia, com constantes adições de voos para todas as regiões, a única empresa que vê a baixa ocupação das aeronaves (exceção ao feriado de 07/09) e a debandada de clientes é a Latam. Ontem a Gol estreou um banco de conexões em SSA com ocupações surpreendentes para um domingo, enquanto a Azul vem experimentando o mesmo efeito no hub de Viracopos. A retomada de destinos e o aumento de frequências nas duas empresas é constante. Ou seja: a retomada existe e, mesmo que seja lenta, a Latam não possui competência para surfar nessa onda. 

Em um momento difícil, mas especialmente oportuno para quem busca consolidar sua posição junto ao mercado e marcar território para o pós-pandemia, a Latam de fato comeu poeira ao demorar demais para definir uma estratégia -- o que, ao que me parece, ainda não aconteceu.

A sensação para quem é aeronauta, especialmente de fora da empresa, é de assistir uma empresa bastante perdida e incerta em suas decisões, perdendo constantemente a credibilidade e o prestígio (que ainda restavam) junto aos passageiros frequentes e até mesmo aqueles que poderiam experimentar a empresa pela primeira vez e, especialmente, perdendo o resto de prestígio que existia entre os próprios colaboradores que ao longo das tratativas referentes à manutenção dos postos de trabalho vêm sofrendo pressões infames, sessões pesadas de desprezo e rejeição por parte da própria chefia e falsas demonstrações de carinho aos colaboradores demitidos por parte da empresa nas redes sociais, o que torna tudo ainda mais nojento. 

O caminho da Latam será muito difícil daqui para frente, e isso é bastante chato de se assistir. Todo esse desgaste poderia ter sido evitado se a postura da empresa tivesse acompanhado o que as suas concorrentes fizeram com agilidade ímpar. Colherão também os frutos de um grupo inteiro insatisfeito, o que é ainda mais prejudicial para a Latam. Funcionários motivados, ainda que ganhando menos temporariamente, são ativos valiosos que poucas corporações conseguem possuir. 

Torço para que a Latam consiga encontrar um ponto de convergência junto ao grupo de voo para que, o mais rapidamente possível, encontrem o caminho para a sustentabilidade das operações no Brasil. Para tanto, será necessária a total humildade da empresa na trato aos tripulantes e, especialmente, que a chefia de pilotos tenha decência, respeito e sabedoria nessas tratativas. 
 

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10 minutes ago, B737-8HX said:

 

Grato pelo pronto esclarecimento! 

Apesar de não fazer parte da empresa, tirei um tempo para ler o documento e dois pontos específicos me chamaram a atenção na justificativa da empresa, que até mesmo ficam em conflito entre si: 

1) Uso da quinta liberdade para voos internacionais; 

2) Lenta retomada de voos nacionais e internacionais. 

A difícil retomada no internacional é bastante compreensível, mas a lentidão no mercado doméstico se dá por culpa da própria empresa. A morosidade demonstrada pela Latam no início da pandemia em redesenhar a sua malha, agilizar as negociações com a categoria e credores e continuar propiciando os serviços de maneira mais inteligente cobra o seu preço hoje. Enquanto as outras duas grandes empresas enxergam a demanda crescendo dia após dia, com constantes adições de voos para todas as regiões, a única empresa que vê a baixa ocupação das aeronaves (exceção ao feriado de 07/09) e a debandada de clientes é a Latam. Ontem a Gol estreou um banco de conexões em SSA com ocupações surpreendentes para um domingo, enquanto a Azul vem experimentando o mesmo efeito no hub de Viracopos. A retomada de destinos e o aumento de frequências nas duas empresas é constante. Ou seja: a retomada existe e, mesmo que seja lenta, a Latam não possui competência para surfar nessa onda. 

Em um momento difícil, mas especialmente oportuno para quem busca consolidar sua posição junto ao mercado e marcar território para o pós-pandemia, a Latam de fato comeu poeira ao demorar demais para definir uma estratégia -- o que, ao que me parece, ainda não aconteceu.

A sensação para quem é aeronauta, especialmente de fora da empresa, é de assistir uma empresa bastante perdida e incerta em suas decisões, perdendo constantemente a credibilidade e o prestígio (que ainda restavam) junto aos passageiros frequentes e até mesmo aqueles que poderiam experimentar a empresa pela primeira vez e, especialmente, perdendo o resto de prestígio que existia entre os próprios colaboradores que ao longo das tratativas referentes à manutenção dos postos de trabalho vêm sofrendo pressões infames, sessões pesadas de desprezo e rejeição por parte da própria chefia e falsas demonstrações de carinho aos colaboradores demitidos por parte da empresa nas redes sociais, o que torna tudo ainda mais nojento. 

O caminho da Latam será muito difícil daqui para frente, e isso é bastante chato de se assistir. Todo esse desgaste poderia ter sido evitado se a postura da empresa tivesse acompanhado o que as suas concorrentes fizeram com agilidade ímpar. Colherão também os frutos de um grupo inteiro insatisfeito, o que é ainda mais prejudicial para a Latam. Funcionários motivados, ainda que ganhando menos temporariamente, são ativos valiosos que poucas corporações conseguem possuir. 

Torço para que a Latam consiga encontrar um ponto de convergência junto ao grupo de voo para que, o mais rapidamente possível, encontrem o caminho para a sustentabilidade das operações no Brasil. Para tanto, será necessária a total humildade da empresa na trato aos tripulantes e, especialmente, que a chefia de pilotos tenha decência, respeito e sabedoria nessas tratativas. 
 

Eu honestamente, se for mandado embora, só volto pra essa desgraça se não houver opção de trabalhar nas congêneres. Latam, acabou. 

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38 minutes ago, CabinCrew said:

Eu honestamente, se for mandado embora, só volto pra essa desgraça se não houver opção de trabalhar nas congêneres. Latam, acabou. 

Triste ter que ouvir isso de um aviador, mas a empresa fez isso com seus colaboradores,infelizmente 

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4 minutes ago, Luckert said:

Triste ter que ouvir isso de um aviador, mas a empresa fez isso com seus colaboradores,infelizmente 

Realmente o depoimento do colega de fórum mostra como deve estar o clima na Latam. Fico triste com isso. Na época da JH, todos sabiamos o que iria acontecer (absorção dos ativos pela Varig, e pe na bunda para a maioria dos funcionários), mas o clima em momento algum esteve sombrio como deu para perceber pelo escrito. O grupo de voo claramente esta incomodado. Imagino que o pessoal de solo e o administrativo devam estar na mesma vibe.

Agora é  torcer por dias melhores, mas como o B737-8HX bem pontuou, não se está vendo uma movimentação da Latam no doméstico para voltar a marcar território. A concorrência atual e possivelmente futura, agradece. Assim vai ficar mesmo difícil. 

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Situação realmente insustentável... É de uma temeridade absurda uma coisa dessas por parte dos cabeças da empresa.

Aos tripulantes e demais funcionários Latam, meus votos de fé que esse turbilhão infernal acabe logo, de preferência que seja com esse time de gerentes e diretores abrindo espaço para que pessoas mais profissionais tomem as rédeas da situação e comecem a juntar os cacos enquanto ainda é tempo. Infelizmente não consigo enxergar um final feliz nessa história sem que a direção da Latam caia fora. Mas mesmo que isso não aconteça, valorizem a vida e a profissão de vocês, sei que é fácil falar de fora, mas continuem trabalhando com esse mesmo profissionalismo sempre, pois além das perdas humanas irreparáveis, a aviação nacional inteira sofreria as consequências de uma tragédia, e a aviação nacional merece mais do que ficar à mercê de um bando de inconsequentes ocupando cargos de gerência na Latam.

Acreditem que o mundo dá voltas, e mesmo se a Latam realmente minguar após tudo isso, com certeza vai haver oportunidades para os verdadeiros profissionais que estiveram e que estão cuidando hoje da Latam apesar da diretoria, seja nas congêneres que com certeza vão trabalhar para preencher a lacuna, seja em novas empresas que abrirem no futuro. 

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9 hours ago, Bruno Holtz said:

Agora é  torcer por dias melhores, mas como o B737-8HX bem pontuou, não se está vendo uma movimentação da Latam no doméstico para voltar a marcar território. A concorrência atual e possivelmente futura, agradece. Assim vai ficar mesmo difícil. 

Realmente, você só escuta GOL em Salvador, GOL em Campinas, Azul em Recife, Azul na Amazônia... A TAM tá muito parada mesmo. Não tá com cara boa isso não 

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Estive em quatro voos Latam na última semana. Atendimento e postura excepcional pelos tripulantes em todos eles. Se eu não acompanhasse este fórum, não teria ideia do ambiente ao qual eles estão sendo submetidos.

Parabéns à equipe por manter o profissionalismo e a simpatia mesmo em um momento como este!

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E mais chororô nos grupos de WhatsApp :

"Senhores, conforme prometido, colcoco aqui o resumo da reunião ocorrida com a empresa hoje, 21/09, devidamente autorizado pelo CT Harley.
A reunião foi feita com total abertura e espaço para todos se pronunciarem.
Foi explicado pela empresa o porquê da necessidade da redução dos custos da empresa, em específico do custo com tripulações, como explanado também no documento enviado hoje pela mesma aos tripulantes. Aproveito para informar que a redução proposta no comunicado (20%) já foi negociado para 15% para CT, 13% para CP e 12% para CM.
Ocorreu o quase desaparecimento do passageiro executivo, que pagava a tarifa mais cara, o que nos deixou (todas as empresas) com o passageiro de turismo, muito mais sensível ao preço. Por isso as tarifas despencaram e os voos cheios não estão necessariamente dando lucro. As empresas estão dando prejuízos diários milionários e a Latam é mais dependente de voos internacionais, os mais prejudicados. Por isso a opção por menos voos do que a concorrência. Temos um custo com tripulações maior que as concorrentes e de percentual maior no custo final da empresa.
O chamado "projeto ABSA" é uma realidade, com a alteração do CHETA para transporte de pax. Será uma mudança cara, mas que se nada for feito nos custos da Latam Brasil, se paga em 3,9 anos. Palavras da empresa: se conseguirmos esta redução de custos, o projeto Absa seria enterrado pela competitividade da Latam Brasil.
Não foi apresentada uma proposta conforme foi falado pelo SNA pois a mesma não está finalizada. Por que? Porque existem alternativas que querem ser exploradas pela empresa e não simplesmente apresentar uma proposta de redução de salários nos valores acima. Quais alternativas? A redução citada (15% para CT, por exemplo) NÃO TEM DE SER UNICA E EXCLUSIVAMENTE DE SALÁRIO. Qualquer composição de redução de custos vai se somar para este total, resultando em uma redução menor de salário. Estas composições podem ser sugeridas pelo grupo.
Os valores expostos podem inclusive serem diminuídos em uma negociação com o SNA, que a empresa não abre mão de ser pelos meios legais, mas, para isso, as negociações têm de ser reabertas.
O retorno dos demitidos é sim uma realidade de redução de custos e interesse da empresa,  mas, para isso, a empresa tem de voltar a crescer.
A empresa tocou no assunto da promoção  dos CPs antigos da empresa em conjunto com o retorno dos CTs demitidos. Pediu que eu conversasse com os CPs do grupo sobre isto, o que farei.
Estamos mais caros que a concorrência direta e indireta. Isto é uma realidade. O Codeshare com a Azul pode e vai levar mais postos de trabalho se nada for feito. E a Latam Chile continuará e poderá aumentar sua presença nos voos internacionais de GRU. Já fazem ou farão JFK, MCO e MAD. Poderá aumentar esta presença nos voos para a Europa.
O número de 400 pilotos e 800 CMs vem das planilhas apresentadas desde o começo das negociações. Para o mais caro de demitir (CT), se recontratar após 12 meses com o salário que era pago aos colegas que vieram da Avianca, compensa.
Isto são os itens dos quais me recordo e me coloco à disposição para dirimir quaisquer dúvidas que surgirem."

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