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Para sair da crise, Latam prevê redução da operação em 30% e demissão de cerca de 700 pilotos no Brasil


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5 minutes ago, Boeing_Rules said:

já foi negociado para 15% para CT, 13% para CP e 12% para CM.

O que seria CT, CP e CM?

Até concordo que o pax internacional sumiu e isso afetará a empresa, mas como são inflexíveis e cavaleiros do apocalipse. Acho que foi o @LipeGIG   que mostrou umas propostas interessantes, como ceder parte das ações para funcionários e resgatar lá na frente com valorização.

Financeiramente a Gol está pior (PL negativo) que a LATAM, mas tem conduzido de maneira clara.  

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Acho engraçado ver que realmente tem gente que valida essa tese de que gente antiga de fórum não pode ser criticada por meros mortais.  O fórum tá aí, ainda ativo depois de muito tempo pra quem q

Na sua idade, na sua condição e vindo de uma pessoa com altíssimo nível técnico e intelectual que és, fazer esse tipinho de torcida suja e antiética é digno de se ter vergonha para se expor - ainda qu

24 minutes ago, A345_Leadership said:

O que seria CT, CP e CM?

Até concordo que o pax internacional sumiu e isso afetará a empresa, mas como são inflexíveis e cavaleiros do apocalipse. Acho que foi o @LipeGIG   que mostrou umas propostas interessantes, como ceder parte das ações para funcionários e resgatar lá na frente com valorização.

Financeiramente a Gol está pior (PL negativo) que a LATAM, mas tem conduzido de maneira clara.  

ações é renda varíavel.

será que o sindicato ou os profissionais aceitariam?

não existem garantia que as ações vão valorizar, podem até mesmo despencar ....

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O texto me parece honesto, assim como as intenções da empresa. Uma redução nessa porcentagem não me parece tão surreal e/ou absurda quanto à proposta inicial, antes do primeiro corte. 

Perguntas para alguém fazer à empresa, quando possível:

1) Se a redução proposta agora para a sobrevivência da empresa é menor do que a inicial, por qual razão bateram o pé naqueles valores absurdos de antes?

2) Se a empresa é dependente demais do internacional, por qual razão não redesenharam a malha doméstica a fim de possuir maior aproveitamento do mercado que maior entregará resultados ao longo dos próximos meses? Ainda que Gol e Azul não tenham os tentáculos em tantos lugares, conseguem conectividade e experimentam surfar na onda da retomada (que DE FATO está acontecendo). O que impediu a Latam de fazer isso? 

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28 minutes ago, B737-8HX said:

O texto me parece honesto, assim como as intenções da empresa. Uma redução nessa porcentagem não me parece tão surreal e/ou absurda quanto à proposta inicial, antes do primeiro corte. 

Perguntas para alguém fazer à empresa, quando possível:

1) Se a redução proposta agora para a sobrevivência da empresa é menor do que a inicial, por qual razão bateram o pé naqueles valores absurdos de antes?

2) Se a empresa é dependente demais do internacional, por qual razão não redesenharam a malha doméstica a fim de possuir maior aproveitamento do mercado que maior entregará resultados ao longo dos próximos meses? Ainda que Gol e Azul não tenham os tentáculos em tantos lugares, conseguem conectividade e experimentam surfar na onda da retomada (que DE FATO está acontecendo). O que impediu a Latam de fazer isso? 

 

A resposta da primeira pergunta é relatviamente simples, em tese o excedente era muito maior do que o atual. Visto que, a principio, a diminuição da empresa é PERMANENTE.

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23 minutes ago, B737-8HX said:

O texto me parece honesto, assim como as intenções da empresa. Uma redução nessa porcentagem não me parece tão surreal e/ou absurda quanto à proposta inicial, antes do primeiro corte. 

Perguntas para alguém fazer à empresa, quando possível:

1) Se a redução proposta agora para a sobrevivência da empresa é menor do que a inicial, por qual razão bateram o pé naqueles valores absurdos de antes?

2) Se a empresa é dependente demais do internacional, por qual razão não redesenharam a malha doméstica a fim de possuir maior aproveitamento do mercado que maior entregará resultados ao longo dos próximos meses? Ainda que Gol e Azul não tenham os tentáculos em tantos lugares, conseguem conectividade e experimentam surfar na onda da retomada (que DE FATO está acontecendo). O que impediu a Latam de fazer isso? 

Sobre a pergunta 1, não duvido que tenha sido um 'vai que cola'  draconiano, talvez contassem que o medo  da demissão pegasse e aprovassem, seria um jogo perfeito pra empresa. Coisa de quem não conhece o grupo de voo que certamente iria preferir rifar os mais novos mas enfim, inteligência não me pareceu o forte da condução da negociação..

O 2 faz até  sentido pensando em finanças. A galinhas dos ovos de ouro sempre foi o inter, sem a principal fonte de receita, se expor mais no doméstico seria perder mais dinheiro, as outras já não dependiam do internacional. De toda a forma de abr-jul certamente também perderam dinheiro a cada dia de operação.

A questão de ouro é: Sindicato vai por pra votação reabertura da negociação? Eles me pareciam firmes na ideia de que o "não" pra negociar redução segue válido.

 

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2 hours ago, A350XWB said:

A questão de ouro é: Sindicato vai por pra votação reabertura da negociação? Eles me pareciam firmes na ideia de que o "não" pra negociar redução segue válido.

 

Me respondendo: O TST mandou submeter a decisão sobre reabrir as negociações pra categoria em nova assembleia.

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4 minutes ago, MRN said:

Dependendo da proposta da empresa, vai ser outro não

Pelo que eu entendi a pergunta é se aceita negociar, não? Até porque não tem proposta da Latam. 

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Pelo o que eu entendi, a empresa tem que apresentar uma proposta e o sindicato colocar em votação, em 10 dias

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34 minutes ago, A350XWB said:

Me respondendo: O TST mandou submeter a decisão sobre reabrir as negociações pra categoria em nova assembleia.

O TST intimou o SNA a submeter a proposta em 10 dias mas se esqueceu de que a empresa não fez proposta nenhuma.... kkkkk

a empresa terá que fazer uma proposta muito boa pq mais outro NÃO já está quase garantido... 

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6 minutes ago, Roadster said:

O TST intimou o SNA a submeter a proposta em 10 dias mas se esqueceu de que a empresa não fez proposta nenhuma.... kkkkk

a empresa terá que fazer uma proposta muito boa pq mais outro NÃO já está quase garantido... 

Qual foi a receptividade dessa proposta do 15%, 13%, 12% nos grupos de zap? 

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25 minutes ago, A350XWB said:

Qual foi a receptividade dessa proposta do 15%, 13%, 12% nos grupos de zap? 

Pelo que eu vi, não tá sendo boa...  o grupo não está satisfeito. Pior que tem alguns dizendo que aceitam em troca de programa de benefícios melhores, folgas... etc... ou seja, se fazendo de índio: trocando ouro por espelho 

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Uma mentira contada 1000x vira verdade. Se a LATAM é dependente do trafego internacional, deveria reforçar a capilaridade doméstica para maximizar receita e reduzir exposição.

A conversa ficou clara para mim, ou "aceitam" ou eles vão entubar o "projeto ABSA" e eles vão atingir o objetivo. Então para que negociar?

1- O projeto ABSA não existe; ou...

2 - A viabilidade do projeto ABSA é questionável e eles estão blefando.

O ponto 2 é baseado na seguinte premissa: Mudança do cheta e do operador, recontratação, gera um problema jurídico gigante, ainda mais um país sem muito histórico de segurança juridica.

Dizer que é um Investimento que se paga de 3 a 9 anos e nunca fizeram e anunciam em uma ?

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A TAM sendo TAM, só blefe. A galera vai votar não e ela vai demitir mais 1.200. Ou vai faltar tripulação, ou ela vai rodar com "meia duzia" de rotas

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5 hours ago, Boeing737 said:

Creio ser Comandante, Copiloto e Comissários.

Agradecido :thumbsup:

5 hours ago, FCRO said:

ações é renda varíavel.

será que o sindicato ou os profissionais aceitariam?

não existem garantia que as ações vão valorizar, podem até mesmo despencar ....

Mas não precisa ser tudo, pode ser flexível, tipo 10% viram ações, outra parte vira bônus se as condições do mercado melhorarem. Enfim, há mais opções do que estão apresentando.

4 hours ago, B737-8HX said:

1) Se a redução proposta agora para a sobrevivência da empresa é menor do que a inicial, por qual razão bateram o pé naqueles valores absurdos de antes?

2) Se a empresa é dependente demais do internacional, por qual razão não redesenharam a malha doméstica a fim de possuir maior aproveitamento do mercado que maior entregará resultados ao longo dos próximos meses? Ainda que Gol e Azul não tenham os tentáculos em tantos lugares, conseguem conectividade e experimentam surfar na onda da retomada (que DE FATO está acontecendo). O que impediu a Latam de fazer isso? 

1 - Caronavirus. Se colar, colou...

2 - Papo furado, a LATAM tem algumas oportunidades à vista. O fechamento da LATAM Argentina significa que a LATAM Brasil poderá assumir os passageiros da 4M, não que sejam muitos. Ela terá monopólio da rota para África do Sul. Seu internacional no Chile é fortíssimo, assim como o Peru, o voo para Israel é subsidiado. Sem falar na JV entre LATAM e Delta. Claro que agora os ganhos não serão tão visíveis na pós-pandemia, mas amenizará. 

3 hours ago, A350XWB said:

O 2 faz até  sentido pensando em finanças. A galinhas dos ovos de ouro sempre foi o inter, sem a principal fonte de receita, se expor mais no doméstico seria perder mais dinheiro, as outras já não dependiam do internacional. De toda a forma de abr-jul certamente também perderam dinheiro a cada dia de operação.

Eu tenho dúvidas se o internacional é tão rentável assim, visto que foi a área mais afetada após a fusão com a LAN.

26 minutes ago, Pliskin said:

2 - A viabilidade do projeto ABSA é questionável e eles estão blefando.

O ponto 2 é baseado na seguinte premissa: Mudança do cheta e do operador, recontratação, gera um problema jurídico gigante, ainda mais um país sem muito histórico de segurança juridica.

Dizer que é um Investimento que se paga de 3 a 9 anos e nunca fizeram e anunciam em uma ?

Se fosse uma empresa menor e menos diversificadas, seria muito interessante ver os empregados pagarem para ver esta proposta.

Teoricamente é lindo a fusão reversa, funcionou com a Austrian/Tyrolean, mas na jaboticaba brasileira? O que vai ter de dor de cabeça com a Justiça do Trabalho pode fazer que a eficácia não sejam como imaginam.

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22 minutes ago, MRN said:

A TAM sendo TAM, só blefe. A galera vai votar não e ela vai demitir mais 1.200. Ou vai faltar tripulação, ou ela vai rodar com "meia duzia" de rotas

Esse excedente que ela diz ter hj é com a malha prevista de janeiro... a medida que as coisas voltarem ao normal, esse excedente diminui... se demitirem 400 pilotos agora, em março já vai estar faltando uns 200.... em julho já vai começar a faltar... aí, gasta-se dinheiro para contratar, treinar... e por aí vai. As vezes, parece administração focada no “agora”. Ano que vem, já vai ser outro e resolve-se lá... 

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1 minute ago, Roadster said:

Esse excedente que ela diz ter hj é com a malha prevista de janeiro... a medida que as coisas voltarem ao normal, esse excedente diminui... se demitirem 400 pilotos agora, em março já vai estar faltando uns 200.... em julho já vai começar a faltar... aí, gasta-se dinheiro para contratar, treinar... e por aí vai. As vezes, parece administração focada no “agora”. Ano que vem, já vai ser outro e resolve-se lá... 

Ou seja, é uma administração fraquinha...

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1 hour ago, A350XWB said:

Qual foi a receptividade dessa proposta do 15%, 13%, 12% nos grupos de zap? 

Ainda tá meio nebuloso ao menos nos grupos em que estou, de comissários. Eu acho que é capaz da empresa virar o jogo. Mas não porque tá todo mundo comprando a conversa da empresa.... Assim como no Chile acho que tem gente percebendo (eu incluso) que não adianta lutar contra o poder econômico da empresa. Eles tem caixa para demitir e vão fazer isso, mesmo que seja pra chamar de volta mais rápido. É uma administração cruel e vai usar de todos os meios para alcançar seus objetivos. Eu mesmo já estou revendo meus conceitos se vale a pena lutar mais.  Acho que essa batalha nós perdemos. 

Edited by CabinCrew
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1 minute ago, CabinCrew said:

Ainda tá meio nebuloso ao menos nos grupos em que estou, de comissários. Eu acho que é capaz da empresa virar o jogo. Mas não porque tá todo mundo comprando a conversa da empresa.... Assim como no Chile acho que tem gente percebendo (eu incluso) que não adianta lutar contra o poder econômico da empresa. Eles tem caixa para demitir e vão fazer isso, mesmo que seja pra chamar de volta mais rápido. É uma administração cruel e vai usar de todos os meios para alcançar seus objetivos. Eu mesmo já estou revendo meus conceitos se vale a pena lutar mais.  Acho que essa batalha nós perdemos. 

Além de toda a rifa do pessoal que já saiu / está pra sair, a redução salarial gera um precedente perigosíssimo para a profissão de aeronauta. Hoje a LATAM que está fazendo isso, mas pode vir a ser recorrente com as empresas que restarem. Se bobear, a Azul pode vir a ter o maior salário do Brasil no futuro, e isso é preocupante!

Sei que é um sacrifício e uma eventual demissão agora é sinônimo de "morte" na carreira de muitos, mas torço para que essa batalha não seja perdida, de coração! Muitos amigos meus votaram "não" na ACT que já passou, mesmo estando dentro da linha de corte.

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2 minutes ago, CabinCrew said:

Ainda tá meio nebuloso ao menos nos grupos em que estou, de comissários. Eu acho que é capaz da empresa virar o jogo. Mas não porque tá todo mundo comprando a conversa da empresa.... Assim como no Chile acho que tem gente percebendo (eu incluso) que não adianta lutar contra o poder econômico da empresa. Eles tem caixa para demitir e vão fazer isso, mesmo que seja pra chamar de volta mais rápido. É uma administração cruel e vai usar de todos os meios para alcançar seus objetivos. Eu mesmo já estou revendo meus conceitos se vale a pena lutar mais.  Acho que essa batalha nós perdemos. 

Pois é, começo a pensar por aí. Imagino o desejo de quem tá no front de que isso tenha um fim sem mais ameaças, mesmo que custe uma facada nos vencimentos. É complicado tentar negociar por igual numa relação que é desigual por natureza, onde um tem a necessidade de trabalhar pra comer, falou-se muito sobre isso na discussão da reforma. 
 

No relato do escolhido dos céus que participou das negociações çõe paralelas compartilhado pelo boeing_rules,  li isso aqui que quase passou batido, mas explica muita coisa. 

6 hours ago, Boeing_Rules said:


O número de 400 pilotos e 800 CMs vem das planilhas apresentadas desde o começo das negociações. Para o mais caro de demitir (CT), se recontratar após 12 meses com o salário que era pago aos colegas que vieram da Avianca, compensa.
Isto são os itens dos quais me recordo e me coloco à disposição para dirimir quaisquer dúvidas que surgirem."

Se eu não entendi muito errado, o projeto Absa não precisa nem de uma nova remuneração pra ser vantajoso pra eles, só de ‘resetar’ um contrato de trabalho antigo de um comandante como no exemplo, já vale a pena. 

Enfim, é um caos decidir assim, espero que o grupo decida com pé no chão, porque qualquer voto vai ter consequências pro mercado todo. 

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7 hours ago, FCRO said:

ações é renda varíavel.

será que o sindicato ou os profissionais aceitariam?

não existem garantia que as ações vão valorizar, podem até mesmo despencar ....

Você tem que acreditar na proposta, que tem que ser factível, e que pode transformar uma empresa inviável em uma empresa extremamente viável.

Se todos se unem: credores, acionistas e trabalhadores, o resultado tende a ser ótimo
Se só dois dos tres se unem, existem chances de algum sucesso
Se só um apoia...a chance é pequena 
Se ninguém se entende, nem sai do Ch11. 

Uma dívida de R$ 10 bi reduzida a R$ 2 bi com todos "on board" da participação acionária terá grandes chances da empresa lucrar, se valorizar ao longo do tempo, e quem segurar as ações vai sair bem e pode até recuperar muito ou mais do que abriu mão na conversão.

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1 hour ago, LipeGIG said:

Você tem que acreditar na proposta, que tem que ser factível, e que pode transformar uma empresa inviável em uma empresa extremamente viável.

Se todos se unem: credores, acionistas e trabalhadores, o resultado tende a ser ótimo
Se só dois dos tres se unem, existem chances de algum sucesso
Se só um apoia...a chance é pequena 
Se ninguém se entende, nem sai do Ch11. 

Uma dívida de R$ 10 bi reduzida a R$ 2 bi com todos "on board" da participação acionária terá grandes chances da empresa lucrar, se valorizar ao longo do tempo, e quem segurar as ações vai sair bem e pode até recuperar muito ou mais do que abriu mão na conversão.

A cabeça deles é pequena demais para pensar nisso

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Só para eu entender melhor, primeiro foram 2700, agora mais 1200, fora os que ficarem,  tinha tanto tripulante assim na Latam ?

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