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Para sair da crise, Latam prevê redução da operação em 30% e demissão de cerca de 700 pilotos no Brasil


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Abriram precedente para as outras empresas aqui no Brasil....show...obrigado trips latam....enquanto a agua estava na canela era nao....chegou no pescoço dos vacas sagradas passou....

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Acho engraçado ver que realmente tem gente que valida essa tese de que gente antiga de fórum não pode ser criticada por meros mortais.  O fórum tá aí, ainda ativo depois de muito tempo pra quem q

Na sua idade, na sua condição e vindo de uma pessoa com altíssimo nível técnico e intelectual que és, fazer esse tipinho de torcida suja e antiética é digno de se ter vergonha para se expor - ainda qu

Eu fiquei foi com dó dos novinhos que acharam que votaram "não" pensando no coletivo.

Agora os antiguinhos estão votando "sim" pensando no próprio umbigo. Para a grande maioria dos novinhos demitidos, hoje foi decretado o fim da carreira de uma grande parte deles.

"Parabéns" a quem votou sim, e que traiu as convicções no primeiro aperto. A covardia é a mãe da crueldade, preparem-se, a Lan virá quente.

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3 minutes ago, Ng.max said:

Abriram precedente para as outras empresas aqui no Brasil....show...obrigado trips latam....enquanto a agua estava na canela era nao....chegou no pescoço dos vacas sagradas passou....

Pimenta no olho dos outros é refresco... Sempre.... 

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6 minutes ago, Ng.max said:

E dos demitidos com as carreiras arruinadas tb né?

Muita gente que votou sim agora tá LOOOOOONGE BEM LONGE de ser vaca sagrada. Eu incluso. O sentimento foi outro eu disse mas parece que ninguém quer enxergar ok, eu respeito. De qualquer forma, vamos esperar pra ver o que sai da negociação, eu acredito, de verdade que se a proposta final for absurda, sem garantia de retorno dos colegas que saíram entre outras coisas, o grupo vai negar. Eu estou me retirando dessa discussão porque, eu não gosto do rumo que ela toma, já tá virando Lula VS Bolsonaro e eu não aguento mais isso. Um abraço. 

Edited by CabinCrew
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Agora que Inês é morta, reintegração dos colegas e uma estabilidade beeem razoável pros 1200 excedentes é o mínimo. Não podem cair no erro do Chile. 

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32 minutes ago, A350XWB said:

Agora que Inês é morta, reintegração dos colegas e uma estabilidade beeem razoável pros 1200 excedentes é o mínimo. Não podem cair no erro do Chile. 

Reintegração dos 2700 é utopia, infelizmente.

Agora, é rezar pra não vir uma proposta absurda como na outra vez. Mas a “vitória” da empresa hi não foi expressiva. Se ela não apresentar algo realmente condizente, não vai levar. 

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54 minutes ago, Roadster said:

Reintegração dos 2700 é utopia, infelizmente.

Agora, é rezar pra não vir uma proposta absurda como na outra vez. Mas a “vitória” da empresa hi não foi expressiva. Se ela não apresentar algo realmente condizente, não vai levar. 

Bem isso.

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2 hours ago, trident said:

Não dá para defender. Até para ser medroso tem que ter honra. VERGONHA. 

Meus parabéns a todos os HOMENS que votaram não.

Não acho que foram medrosos. Foram COVARDES.

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Engraçado, vejo muitos leões aqui...

mas muitos, devem ser da  queridinha do gringo “brasileiro ser bobo e aceitar voar baratinho” ou da geral que voa por menos para tirar o emprego do outro...  outros, nem imaginam o que se passa no mercado da profissão.... 

o “não” em massa na primeira parte foi pelas propostas absurdas que a empresa fez e que a ideia era fazer uma recusa do grupo para poder justificar a demissão. Muito inocente quem achar que alguém ia aceitar uma redução de 80% no salário para segurar 2700 tripulantes na empresa. Todos iam financiar os salários desses 2700. Agora, a empresa deve  fezer o que deveria ter feito antes. Apresentar uma proposta tragável e apresentar compensações. Caso não agrade, vai ganhar outro NÃO  
 

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5 minutes ago, Roadster said:

Engraçado, vejo muitos leões aqui...

mas muitos, devem ser da  queridinha do gringo “brasileiro ser bobo e aceitar voar baratinho” ou da geral que voa por menos para tirar o emprego do outro...  outros, nem imaginam o que se passa no mercado da profissão.... 

o “não” em massa na primeira parte foi pelas propostas absurdas que a empresa fez e que a ideia era fazer uma recusa do grupo para poder justificar a demissão. Muito inocente quem achar que alguém ia aceitar uma redução de 80% no salário para segurar 2700 tripulantes na empresa. Todos iam financiar os salários desses 2700. Agora, a empresa deve  fezer o que deveria ter feito antes. Apresentar uma proposta tragável e apresentar compensações. Caso não agrade, vai ganhar outro NÃO  
 

:rev:

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O não antes foi pelo conceito. É permanente, não negociamos. Então vamos demitir 2700. Que demitam, permanente não negociamos. 2700 demissões depois, há agora vamos negociar. 

É isso que dói ver, não vejo certo nem errado quanto a negociar, já a honra existe ou não existe. 

Agora sejam homens para só abrir negociação com os colegas de volta. Aliás já deveria ter constado na votação do sindicato. Aceita negociar após o cancelamento das 2700 demissões?? Sim ou Não.

O resto é desculpa para poder se olhar no espelho.

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Também não entendi essa. Talvez alguém consiga ver o que não está tão transparente aos olhos.

Se no fim das contas aceitariam a negociação permanente, não era mais fácil aceitar antes das 2700 demissões e recusar cada uma das propostas ruins?

 

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1 hour ago, MarceloF said:

Também não entendi essa. Talvez alguém consiga ver o que não está tão transparente aos olhos.

Se no fim das contas aceitariam a negociação permanente, não era mais fácil aceitar antes das 2700 demissões e recusar cada uma das propostas ruins?

 

Se me permitir eu explico, já expliquei várias vezes logo acima, mas a questão é bem simples AO MEU VER. Frise-se que as margens do sim foram apertadas. Parte do grupo, parte MESMO mudou de opinião, mudar de opinião é salutar. Observe também que boa parte do sim veio de gente que não está na linha de corte da próxima demissão, portanto, não teriam motivo para mudar para o sim. Eu acredito que foi uma conjunção de cansaço, afinal não temos PAZ para trabalhar a meses, junto a uma sensação de perda, como eu disse acho que boa parte do grupo entendeu que essa batalha nós perdemos, o não agora ia significar a demissão de mais colegas e não ia resolver o problema, já que após a nova demissão, com certeza seria feita a ameaça de nova rodada de demissões, no Chile foi assim, já foi dito e redito que por lá foram TRÊS rodadas de demissões até que finalmente o grupo abriu o bico e entubou a redução permanente. Alguma dúvida de que a estratégia aqui seria? Veja que a margem foi apertada, caso a proposta não seja realista, não contenha contra partidas, não tenha previsão de recontratação dos colegas demitidos pela antiguidade antes de QUALQUER seleção externa, é dois palitos pro grupo negar. Eu gosto de usar a seguinte analogia, concorde quem quer, a relação com a Latam é uma Guerra, essa batalha nós perdemos. Já ganhamos outras, inclusive ano passado. Mas essa, já era, a empresa vai usar o poder econômico e das demissões para apertar o grupo, foi assim na matriz vai ser assim aqui. Acredito que o grupo viu que era melhor assinar o termo de rendição antes de ter mais baixas, e tentar negociar o termo de rendição com os menores prejuízos possíveis. Mas obviamente, se a empresa não for razoável e atender certos anseios do grupo, esse termos será cancelado e a guerra recomeça.

Ah um adendo, para manter os 2700 que saíram com certeza a empresa não ia aceitar nada menos do que reduções ABSURDAS de salário, hoje a empresa já sinaliza com redução menor com contra partidas já que não terá que pagar o salário de 2700 tripulantes que ela sabia que não precisaria no médio prazo. 

A única outra coisa que explica o que aconteceu a não ser o que eu disse acima, seria a pura covardia e eu honestamente não acredito que foi isso. 

Edited by CabinCrew
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7 hours ago, CabinCrew said:

Muita gente que votou sim agora tá LOOOOOONGE BEM LONGE de ser vaca sagrada. Eu incluso. O sentimento foi outro eu disse mas parece que ninguém quer enxergar ok, eu respeito. De qualquer forma, vamos esperar pra ver o que sai da negociação, eu acredito, de verdade que se a proposta final for absurda, sem garantia de retorno dos colegas que saíram entre outras coisas, o grupo vai negar. Eu estou me retirando dessa discussão porque, eu não gosto do rumo que ela toma, já tá virando Lula VS Bolsonaro e eu não aguento mais isso. Um abraço. 

Acho lindo agora falarem no retorno dos colegas, então porque não pensaram nele la atrás e não foram SIM antes de bota-los na forca ??? Ninguém quer voltar , na verdade ninguém queria ter saído e muito menos estão contando com migalha depois desse papelão todo ... como foi dito acima cada um durma com a sua consciência ... se é que tem ...

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Vamos esclarecer alguns pontos.

1 - Esse papinho de reintegrar os demitidos NÃO EXISTE. A intenção do grupo que ficou também NÃO EXISTE. Isso é apenas um argumento pra tentar justificar esse absurdo. Se fosse a intenção de ter os colegas na empresa, não teriam dado 90% de não em uma votação em que a empresa foi clara, ou negocia ou demite. 
Todos sabem que a empresa está ameaçando mandar mais 1200 embora, logo, os 2700 não são necessários meeeesmo.

2  - Esse papinho de negociar pra evitar mais demissões... Era EXATAMENTE esse o nosso argumento lá atrás, pra ao menos negociar. Se a proposta final fosse ruim com certeza negaríamos. Mas seríamos mandados embora tentando. O que o grupo fez foi fechar as portas a qualquer possibilidade. Nem direito a LNR esses 2700 tiveram... Nem o direito a Licença NÃO REMUNERADA. A quem está esquecido, aquela ACT estava condicionada a aceitação da proposta permamente. Se essa não fosse aprovada a ACT caía e a 3.1.2 entraria de qualquer jeito. Mas o grupo nem quis negociar, e ainda impediu o sindicato de ter promover qualquer conversa nesse sentido com a empresa. Tirou qualquer chance de defesa dos 2700 empregos.... E agora ein..... 
Aquela ameaça de demissão lá atrás não devia ser levada a sério, agora deve... Interessante...

 

1 hour ago, CabinCrew said:

o grupo viu que era melhor assinar o termo de rendição antes de ter mais baixas

Essa parte resume o sentimento de 2700. É porque as baixas de agora tem mais valor. Essas não podem jamais perder o emprego. Hipocrisia que fala. Isso não tem defesa... Não tem... Mudar de opnião quando se agora está na linha de corte é a maior covardia. É como partir pra briga quando está em grupo e correr pra baixo da saia da mãe quando se está em risco... 

E aos que não concordarem, façam o exercício que vocês estão fazendo agora a 2 meses atras. Antes esse pensamento de vocês, de evitar demissões, de aceitar logo pra poder voltar a ter paz não fazia o menor sentido, era ridicularizado, e agora passou a fazer? Nenhuma surpresa....

Sobre o part time que tanto estão falando, a empresa daria pela ACT (que inclusive eu tenho aqui até hoje), pra cms, uma ajuda de custo de 700 reais em V.A, uma remuneração garantida de 2300 reais, além do V.A regulamentar, pra ficar 9 dias a disposição da empresa e 21 dias em casa. Cara, você quer trabalhar 9 dias no mês na pandemia, e tirar o salário full? Essa foi a alma do NÃO lá atrás. Não tinha defesa da profissão, não tinha luta contra o sucateamento. Tinha a tchurma que não quis entrar em um part time pra salvar 2700 empregos. É a verdade, e que está ficando mais clara a cada passo que o grupo dá na direção de abrir as pernas e aceitar isso de qualquer jeito pra evitar novas demissões...

Isso aqui resume:

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Infelizmente tá aí uma discussão da qual não vai sair nada de bom. Só ataques e defesas dos dois lados. 

Não tem conciliação possível quando a categoria se sente traída por ela própria e nesse ponto a Latam agiu com maestria, porque até se esqueceu que a culpa disso tudo é do olho gordo do menino Alvo e sua caixa de maldades. Até pro sindicato já sobrou culpa. 

Como disseram, cada um que haja conforme sua consciência, o panorama não vai mudar com nego se engalfinhando pela internet. Melhor por a bola no chão antes que o tópico seja trancado, até porque já se sabe que no mundo real a coisa tá bem perto das vias de fato. 

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4 hours ago, Roadster said:

o “não” em massa na primeira parte foi pelas propostas absurdas que a empresa fez e que a ideia era fazer uma recusa do grupo para poder justificar a demissão. Muito inocente quem achar que alguém ia aceitar uma redução de 80% no salário para segurar 2700 tripulantes na empresa. Todos iam financiar os salários desses 2700. Agora, a empresa deve  fezer o que deveria ter feito antes. Apresentar uma proposta tragável e apresentar compensações. Caso não agrade, vai ganhar outro NÃO  
 

Na verdade não são todos, pois pelo visto não vai haver nenhum corte de salário da gerência para cima. Mais uma vez eu pergunto: "Jerome e cia terão uma redução permanente do salário para ajudar a sanar o prejuízo financeiro da Latam Brasil?" Alguém me responde? Afinal dinheiro é dinheiro, seja do salário de um comissário ou de CEO LBO PPO XPTO da Latam, não é? 

Se eu fosse da diretoria da Latam e estivesse lendo este fórum eu estaria rindo em português e espanhol. Eles realmente ganharam, ainda mais com essa divisão e desacordo entre a tripulação que deveria estar mais unida do que nunca. Foram eles que fizeram isso, viu? 

Não é possível num acordo condicionar a diminuição permanente de salário da diretoria?

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Vejo ainda uma confusão nos foristas entre individualidade e coletividade.
É engraçado que para vc ser admitido em um empresa, vc se apresenta sozinho, passa por avaliações sozinho e depois sonha e tenta progredir na carreira lá dentro tb por vc mesmo. Ou alguém vai dizer que trabalha em algum lugar contando com o do outro?
Mas na aviação arcaica e de PRÉ CONCEITOS aonde o sujeito não entende em que lugar ele está, passamos a registrar nas mais variadas formas que o coletivo deveria se portar de tal forma.

Mas pera aí! Quer dizer que vc q reclama deveria pedir para entrar tb na admissão falando: escuta se o candidato aqui q está do meu lado não aceitar os termos do processo eu tb não aceito? Se ele ou ela for promovido(a) ou rebaixado(a) eu tb vou, seremos todos chefes pq somos iguais ou melhor ele ou ela erraram podem contar comigo na punição?

ou então, ao contrário, na hora do desligamento o certo seria vc sentar e discutir SOZINHO com a empresa o seu posto, afinal vc entrou sozinho e deve sair sozinho e no mínimo merece um feedback do teu feito naquele lugar.

Resumo, como cabe alguém apontar o dedo e sentenciar se a gente (todos nós) não é capaz de separar o que é individual e o que é coletivo.

Pensem bem, vc estando dentro desse imbroglio vc seria individual ou coletivo?
ou vc não sabe diferenciar ?

 

 

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5 hours ago, C47aviator said:

Vejo ainda uma confusão nos foristas entre individualidade e coletividade.

Com todo o meu respeito, mas a sua tentativa de explicação entre individual e coletivo me lembrou, em suma, o seguinte: Oriente Médio -- onde TUDO é sempre resolvido nos moldes de 'cada um por si', e se dois indivíduos aparecerem juntos na chefia para que uma reclamação semelhante seja apresentada, isso é considerado como insubordinação, passível de punição; e países com representações bem estruturadas -- quando QUALQUER assunto é no mínimo monitorado pela coletividade, desde artimanhas na admissão e quebra de contrato, ou até mesmo quando é necessário negociar demissões. Os exemplos que você utilizou foram seletivos e inadequados. Pelo que tenho acompanhado, o processo pelo qual o GRUPO passa é de interesse muito mais  abrangente do que simples particularidades de cada aeronauta.

Apesar de ser um assunto extremamente sensível, mas que deve ser de interesse de todos que estão no mercado de trabalho, infelizmente a física e a matemática são crueis em aspectos importantes: dois corpos não ocupam o mesmo espaço e se há uma frota de X aeronaves, que será reduzida para X-10, é óbvio que sobrará mão de obra. Partindo desse ponto de partida, era evidente que as possíveis soluções não seriam adocicadas. Ingênuo seria aquele que imaginaria que num bote caberia todo mundo. Alguns sugerem que nem ofereceram a LNR, como ficar sem ganhar um centavo durante meses ou até anos, mas mantendo o status do 'ainda estou empregado' são coisas de fácil digestão. 

Mas admito que a 'conta' apresentada em algumas mensagens é de difícil compreensão: enquanto o grupo estava completo e supostamente coeso, elementos que refletiram na esmagadora votação contrária, mesmo assim a empresa ficou irredutível e demitiu +2700. Seria agora que o sol voltaria a brilhar, quando há claros sinais de um racha e com o grupo mais fragilizado, que a empresa vai se dobrar a argumentos sugeridos em algumas mensagens? Honestamente, espero que sim, que o pessoal consiga, porque tenho muitos colegas e amigos nesse bolo todo e para o bem do mercado de trabalho, mas parece-me que a possibilidade da empresa querer fazer mais um 'pequeno ajuste' que atinge 4 dígitos é um fator a ser considerado. 

A situação ainda está longe do cenário que pode ser chamado de 'sob controle', sendo assim, o interesse tem de ser coletivo, porque a maré está subindo cada vez mais e ninguém está insento de ficar abaixo da linha da água em dado momento.

Edited by Jet Age
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6 hours ago, Geoshina said:

Se eu fosse da diretoria da Latam e estivesse lendo este fórum eu estaria rindo em português e espanhol. Eles realmente ganharam, ainda mais com essa divisão e desacordo entre a tripulação que deveria estar mais unida do que nunca. Foram eles que fizeram isso, viu? 

Exatamente isso que eu pensei, o tal do Jerome, esse comandante que escreveu aquelas baboseiras no zap com o cara do sindicato, e mais uma meia dúzia de puxa saco, estão todos pensando: "Ganhamos, agora eles querem negociar". E digo mais, depois dessa demonstração de fraqueza, QUALQUER proposta que a tam colocar na mesa para votação, essa será aceita, QUALQUER que seja, inclusive sem contemplar a volta dos 2.700, porque a empresa não vai deixar tripulante em casa coçando o saco. Pode até deixar por um período de LNR, mas não vai ser pra sempre, além da tão cobiçada proposta de redução salarial, que pode até vir com uma redução maior que 20%. Aposto com quem quiser apostar que a partir de agora vai ser sempre "SIM", sabe por que? Simples, agora "o meu tá na reta".

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Prezado Jet Age,

gosto muito de como alguns aqui iniciam o post e vc assim o fez com a palavra, respeito.

devemos uns aos outros respeito, isso é uma obrigação social ao meu ver. E ela tem sido esquecida. Bem como é ela que traz a tona tanto desequilibro na nossa comunidade.

você comentou com respeito que discorda do meu ponto de vista e isso é natural. Faz parte como dizem os modernos.

o que está questionável na pendenga da latam é que respeito para mim fica debaixo do guarda chuva da educação. E as pessoas se sentirem atingidas, enganadas e prejudicadas nada mais é o resultado de um processo ruim e estratégico.

o que eu quis dizer sobre individualidade versus coletividade é que caímos no campo da educação também, no qual respeito aparece em destaque seguido por conhecimento.

e francamente jet age, faltam os dois para a comunidade envolvida e a que quer se envolver no assunto. 
a aviação foi construída por pessoas na sua maioria com carência na educação aqui no BR.

no passado ou no presente a educação no dia a dia e principalmente no meio das empresas aéreas é vergonhosa.

Então sem educação (conhecimento e respeito) como se faz um GRANDE grupo. Uma representação de valor em que a coletividade não é usada no meu interesse de baixo indivíduo.

No oriente médio eles tem a educação deles e nos países os quais o nosso complexo de inferioridade gosta de exemplificar tb tem.Eles entendem bem o que é respeito e conhecimento e nós não.

No oriente médio pode ser forçado e punitivo e nos outros países podem ser até com uma pitada de socialismo. Mas a turma sabe o que é educação de um jeito ou de outro.

nós estamos para trás ... e aí ninguém se entende e chega a lugar algum. Só procuram culpados e não se culpam.

Aí a empresa surfa em cima de todos nós como o sindicato.

 

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