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Para sair da crise, Latam prevê redução da operação em 30% e demissão de cerca de 700 pilotos no Brasil


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1 hour ago, trident said:

Pode chamar todos os sociólogos do planeta, encontrar as mais complexas explicações com profundas raízes históricas para justificar a postura do grupo. Mas não adianta, é simples como um sim ou não. A partir do momento que rifaram 2700 colegas, se estabeleceu um compromisso moral de não mais negociar.

Não tem desculpa, o resto é alegoria para poder olhar no espelho. 

É, sim, revoltante. 

E outra, vai ter demissão do mesmo jeito, você preferiria ser demitido ou ver mais colegas sendo com sua dignidade preservada ou não? O desfecho é o mesmo, ou alguém acha que vai ficar tripulante ocioso na empresa. 

É minha opinião, vejo isso de forma cristalina, será que mais ninguém vê? Posso estar errado?

Não entendi. Vc culpa o grupo pela demissão de 2700 e ao mesmo tempo diz que as demissões são inevitáveis afirmando que a empresa não quer tripulantes ociosos. Poderia explicar?

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Acho engraçado ver que realmente tem gente que valida essa tese de que gente antiga de fórum não pode ser criticada por meros mortais.  O fórum tá aí, ainda ativo depois de muito tempo pra quem q

Na sua idade, na sua condição e vindo de uma pessoa com altíssimo nível técnico e intelectual que és, fazer esse tipinho de torcida suja e antiética é digno de se ter vergonha para se expor - ainda qu

10 hours ago, Jet Age said:

Lamento, isso não reflete a verdade de vários movimentos trabalhistas dos Aeronautas brasileiros ao longo dos anos. Quem sabe, no arquivo do SNA, se ainda é preservado, é possível coletar um monte de informações preciosas de inúmeras disputas sob os mais diversos cenários e momentos da história da profissão no Brasil, como a suposta despretensiosa ‘Greve da Galinha Podre’ e qual foi o resultado, as ações industriais, ‘operações padrão’ e outras manifestações nos anos 1980, por exemplo, ainda em plena ditadura militar, e entender por qual razão as greves não tinham a participação de todas as empresas aéreas, que talvez expliquem algumas 'raízes culturais’. Com artilharia pesada, demissão sumária de pilotos na porta da aeronave, divulgacão desonesta dos salários dos tripulantes em páginas inteiras nos grandes jornais (como forma de jogar a opinião pública contra os 'agitadores'), represálias covardes, etc., decididamente não dá para resumir tudo isso em 'desligar a logo light ou a um passeio no saguão de Congonhas ou Guarulhos'.

 

Agora, voltando aos tempos atuais, deve-se analisar de forma muito mais ampla os motivos que o grupo de empresa A ou B enfrenta ou enfrentou dificuldades para conseguir atingir certos objetivos. Se a 'força' foi perdida ou diluída, a ponto de não ter mais união de classe ou até mesmo dentro de um único grupo de voo, isso é resultado de diversos fatores. Quanto ao que 'pensam os concorrentes', isso nunca foi novidade, tanto aqui, como lá fora. Vale dar uma olhada no que se desenvolve em fusões ou incorporações nos EUA.

 

 

Precisamos passar por uma reciclagem, mas uma coisa é certa, nunca tivemos grandes conquistas sem levar muita 'porrada'.

Abs.

 

Jet,

Entendo o seu ponto de vista, mas estou falando de atualidade. 

Querer comparar com anos 80, era outra sociedade, outro tempo, outras pessoas envolvidas. Inclusive outras companhias.

Pegue as greves de pelo menos 10 anos atrás, e veja como foi/é o atual comportamento dos aeronautas. 

E reforço, perdemos a Avianca Brasil com mais de 6000 funcionários e famílias prejudicadas. Nenhum tripulante das congêneres esteve a frente com os tripulantes afetados. Nenhuma companhia parou por conta dos tripulantes fazendo manifestação pedindo para que a venda/leilão da companhia fosse possível, para que os colegas continuem suas vidas normalmente.

Por que? Porque importa o que eu ganho no próximo dia 5, e não o que o colega deixará de receber no mesmo dia. E isso está se mostrando dentro do próprio grupo. 

Farinha pouca, meu pirão primeiro.

Vida que seguiu, segue e seguirá na LATAM.

Lembrando que não é minha opinião de certo ou errado. Apenas apresentação dos fatos do que esperar de nós mesmos brasileiros.

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3 hours ago, trident said:

É minha opinião, vejo isso de forma cristalina, será que mais ninguém vê? Posso estar errado?

Vejo como você também e não acho que está errado. Quando a pic@ tava na proa dos outros, é "NÃO". Quando a pic@ veio para a minha proa, é "SIM". Segura a pic@ irmão!!!!

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5 hours ago, Woody said:

Farinha pouca, meu pirão primeiro.

Lembrando que o sr quando da derrocada da OceanAir - que nenhuma classe iria se solidarizar, afinal era uma quebra por incompetência técnica, uma empresa privada não tem como sofrer pressão de classes para ser vendida, imagine você ser dono de uma padaria e o Sindicato dos Padeiros fazer pressão para você vender a SUA PADARIA! - Mas o ponto central é, quando os aviadores da combalida, bizarra empresa de nome colombiano buscaram emprego para o "farinha pouca, meu pirão primeiro" o sr disse aqui que estavam queimando a empresa perante o público.

O Brasileiro é falso solidário, ele sempre quer levar vantagem em tudo e por isso vai se posicionar apenas em benefício próprio, salvo um clima muito bom ou lavagem cerebral que o induza a ser coletivo por um instante, vide G3, AD! A JJ sempre foi um ambiente caracterizado pela competição interna. Por fora está pintado LATAM, mas por dentro sempre será TAXI AEREO MARILIA.

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O fato é apenas 1.

Gol e Azul tem acionistas, assim como a Latam.
Os colegas acham que os acionistas de Gol e Azul são bonzinhos e não apertam a empresa a ser cada vez mais eficiente e apresentar cada vez mais lucros?

A forma como as empresas lidaram com isso mostra bem a relação patrão/empregado nas cias.

A Azul, sabidamente a de menor salário entre as 3, colocou condições ruins, mas que faziam sentido em um momento de pandemia. Não existiu ameaça de redução permanente, pois a situação dela não exige isso.

A Gol poderia usar a Azul como exemplo de remuneração e propor redução permanente. Mas a Gol sabe que tem HOJE, um grupo de voo maduro, que pensa como um grupo único, e responde as crises como um grupo. Tanto que a Hashtag #ninguemdesembarca, partiu do povo com o cordãozinho cinza, que teoricamente não estaria sob risco de uma redução, e mesmo assim, topou por um part time que trazia redução até o ano que vem em troca da preservação dos postos de trabalho. A empresa pensa 2 vezes antes de entubar o grupo, pois até mesmo no sindicato a representatividade da empresa é maciça. 

A Tam já é um caso diferente. O grupo é segmentado, não por culpa dos tripulantes, mas por conta do equipamento.
Quem voa wide, não usa nem o mesmo d.o em GRU. Povo do narrow só frequenta o D.O do wide quando precisa ir pegar gedec em voos do mercosul.
São 2 empresas diferentes, grupos diferentes, que tem realidades diferentes. A única coisa em comum é o cnpj.

Então, quando situações de clt como essa acontecem, uma parte do grupo não se sente impactada. Um grande amigo que voa no 50 me disse, que em caso de redução de força, caso seja preciso, a CLT determina que o narrow seja todo sangrado antes de alguma demissão respingar no wide. É culpa deles? Não. 

Isso trás uma despreocupação com a situação de quem seria sangrado, até pelo problema da falta de relação entre os grupos. 
A Gol tem a vantagem que, o numero 1 da empresa pode voar com o numero 5000. Pessoas se conhecem, relações se formam, um grupo se fecha. O problema do mais novo acaba virando o problema do mais antigo também.

Na Latam isso não acontece.
Por isso essa enxurrada de Não, CCT, mesmo com ameaça de 2700.
NÃO estou dizendo que só o wide votou não, muita gente do narrow tbm foi no não. Esses que majoritariamente estão mudando pro sim agora.

Em resumo, a empresa sabe bem do grupo que tem nas mãos e soube como trabalhar com os sentimentos de todos.

A mágoa que existe pela campanha à favor da redução de força em troca da não redução e part time, lá atrás, se torna frustração, vendo que aquela campanha mudou de lado, sob os mesmos argumentos que eram usados por nós. 

Enfim, é uma situação complexa, mas o comportamento desse grupo foi frustrante pra quem ficou de fora. Eu era um apaixonado por aviação, isso acabou com essa chama. Apagou. Era um sonho de infância que eu lutei pra conquistar, que foi perdida pela canalhice dos irmãos metralha e agora por Jerome/grupo dos fora da linha de tiro. 

Só aguardando pra ver a auto-salvação dos que ficaram....

 

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GOK,

Quanto aos seus comentários sobre o grupo da laranja: irretocáveis. O clima interno na empresa já vinha ficando cada vez melhor de uns sete anos pra cá e, surpreendentemente, melhorou ainda mais durante o período da pandemia. A mobilização do grupo quando o calo apertou, e sobretudo a empatia entre antigos e novos sem distinção de ano e período de admissão na companhia — ainda que com algumas (com o perdão do trocadilho) laranjas podres no meio disso tudo —, aumentaram sobremaneira. Ouso comparar a empresa agora, resguardadas as devidas proporções e a própria evolução que o passar o tempo traz, com o mesmo clima da época pré-VRN entre 2005 e 2006. Que delícia aquela época! A escala era quinzenal, os 737-300 davam panes atrás de panes, os voos pingavam do sul ao nordeste, os hotéis não eram tão bons quanto os de hoje e diversos benefícios sequer existiam, mas todo mundo era feliz (e sabia disso). Avião novinho chegando todos os meses, tempo de promoção reduzido, muita gente jovem com gás e garra dividindo a experiência de vivenciar uma empresa em crescimento exponencial junto a aviadores experientes da melhor qualidade. 

Todos andávamos de mãos dadas e, depois de períodos complicados onde o clima inteiro ficou pior do que o da Latam atualmente (a exemplo da época onde o grupo de copilotos ameaçou greve e até criou um blog para jogar as merd@s no ventilador), fico muito seguro em dizer que hoje a Gol conta com um grupo bastante unido, maduro, confiável e consciente de suas responsabilidades e do senso de coletividade tão necessário para a categoria dos aeronautas. 

Para ficar melhor ainda, só se voltarem com as camisas polo no lugar da camisa/gravata, como tínhamos nos verões na época do 300...

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https://valorinveste.globo.com/mercados/renda-variavel/empresas/noticia/2020/10/16/latam-avalia-criar-nova-empresa-aerea-para-recontratar-pilotos-pagando-menos.ghtml

 

 
 
Latam avalia criar nova empresa aérea para recontratar pilotos pagando menos

Latam avalia criar nova empresa aérea para recontratar pilotos pagando menos

Segundo informações do jornal O Globo, a empresa estuda transferir suas operações no Brasil para uma nova companhia, a Absa

Por Valor, Valor PRO — São Paulo

16/10/2020 10h53  Atualizado há 2 horas

 

A companhia aérea Latam está estudando transferir suas operações no Brasil para uma nova companhia, a cargueira Absa, em uma tentativa de reduzir os custos com a folha de pagamentos da tripulação, segundo informações da coluna Capital, publicada no jornal “O Globo”.

Segundo a matéria, os planos foram apresentados pela empresa em uma reunião virtual fechada com tripulantes realizada na quarta-feira (14) e foram recebidos como uma ameaça pelo Sindicato Nacional dos Aeronautas, em um momento em que a companhia tenta negociar um acordo coletivo de redução de salários.

A intenção da companhia, segundo a reportagem, é demitir todos os tripulantes e abrir novas vagas na outra empresa, oferecendo salários menores e assim obter a redução pretendida da folha de pagamentos.

Como a Absa é uma empresa do grupo chileno, operando sob o nome fantasia de Lan Cargo, o CNPJ permaneceria o mesmo e o entendimento é que não haveria prejuízo para o processo de recuperação judicial que corre na Justiça dos Estados Unidos.

Conteúdo originalmente publicado pelo Valor PRO, serviço de notícias em tempo real do Valor Econômico

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Na proposta apresentada pela empresa, ela afirma que a redução salarial vai ser 12% para comandantes, 12,5% para copilotos e 8% para comissários, além do pagamento em km. Se essa proposta fosse apresentada logo no início, será que não teriam aceitado e evitado as demissões? E por que querem fazer essa transferência para a ABSA antes da categoria decidir sobre a proposta?

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5 hours ago, MRN said:

Na proposta apresentada pela empresa, ela afirma que a redução salarial vai ser 12% para comandantes, 12,5% para copilotos e 8% para comissários, além do pagamento em km. Se essa proposta fosse apresentada logo no início, será que não teriam aceitado e evitado as demissões? E por que querem fazer essa transferência para a ABSA antes da categoria decidir sobre a proposta?

A transferência para ABSA seria no caso de negativa da proposta, ou seja, após a votação.

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6 hours ago, MRN said:

Na proposta apresentada pela empresa, ela afirma que a redução salarial vai ser 12% para comandantes, 12,5% para copilotos e 8% para comissários, além do pagamento em km. Se essa proposta fosse apresentada logo no início, será que não teriam aceitado e evitado as demissões? E por que querem fazer essa transferência para a ABSA antes da categoria decidir sobre a proposta?

Porque eles não queriam manter todo o contingente. O que eles queriam MESMO era demitir esses 2700 pra recontratar depois conforme o mercado aquecer. Na conta que eles fazem, compensa, se compensa mesmo ou não são outros 500. Com o grupo atual, dá pra tentar atingir de fato a redução que eles querem. O que comprova isso é que caso aprovado o acordo a empresa já se comprometeu a não abrir nenhuma seleção externa até todos os 2700 demitidos voltem pra companhia e/ou sejam consultados se querem voltar e declinem a proposta. É aquela história, se eles vão cumprir o acordado é outra história mas é o que estão prometendo. Para comissários a redução tá mais fácil de engolir, para os pilotos, pelo que eu vi, tá mais complicado. Pegaram meio pesado na redução achei, mas ainda tem água pra passar de baixo dessa ponte vamos aguardar. 

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7 hours ago, MRN said:

Na proposta apresentada pela empresa, ela afirma que a redução salarial vai ser 12% para comandantes, 12,5% para copilotos e 8% para comissários, além do pagamento em km. Se essa proposta fosse apresentada logo no início, será que não teriam aceitado e evitado as demissões? E por que querem fazer essa transferência para a ABSA antes da categoria decidir sobre a proposta?

Mas o umbigocentrismo nao deixou a proposta ser escutada...mas nao se tem nenhuma garantia que uma primeira proposta seria como essa suposta.

 

Abs

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Transferir para a ABSA pode ser interessante do ponto de vista econômico, teoricamente. Porém, estamos no Brasil e sem entrar no mérito se é certo ou não (por uma ignorância jurídica da minha parte), isto pode gerar n problemas trabalhistas, pois tudo no fim é LATAM. Com  certeza os Cuetos não irão dar pedalada nas dívidas, mas um juiz pode entender que se a ABSA assumiu o passivo, então por que não os salários anterior? Tem lógica este pensamento?

Fora que tem outras questões como a designação para voos internacionais e outras coisas que só a TAM Linhas Aéreas possui, e não a ABSA.

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12 hours ago, A345_Leadership said:

Transferir para a ABSA pode ser interessante do ponto de vista econômico, teoricamente. Porém, estamos no Brasil e sem entrar no mérito se é certo ou não (por uma ignorância jurídica da minha parte), isto pode gerar n problemas trabalhistas, pois tudo no fim é LATAM. Com  certeza os Cuetos não irão dar pedalada nas dívidas, mas um juiz pode entender que se a ABSA assumiu o passivo, então por que não os salários anterior? Tem lógica este pensamento?

Fora que tem outras questões como a designação para voos internacionais e outras coisas que só a TAM Linhas Aéreas possui, e não a ABSA.

Se passarem toda a operação para a ABSA podem existir problemas trabalhistas/judiciais, no entanto, se as duas empresas co-existirem creio que não existam impedimentos. 

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Essa é a EO da ABSA atualizado dia 13/10

https://sei.anac.gov.br/sei/documento_consulta_externa.php?id_acesso_externo=866918&id_documento=6212466&infra_hash=2a82d6896bc619162e385b08b6299d9f

Tá previsto só carga. Se alguém souber de alguma mudança, aí sim a empresa vai fazer o que tá dizendo...

Edited by MRN
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17 hours ago, A345_Leadership said:

A nova legislação trabalhista permite terceirização da atividade-fim ou o SNA tem liminar?

A reforma trabalhista excetuou nominalmente a categoria dos aeronautas da possibilidade de terceirização. 

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A ABSA fará o mesmo papel da BR Central, ou melhor TAM Meridional nos anos 90, operar os voos domésticos e ter a maior fatia dos funcionários da LATAM e tudo fica encaixado da forma que os Chilenos querem.

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On 10/17/2020 at 3:30 PM, MRN said:

Essa é a EO da ABSA atualizado dia 13/10

https://sei.anac.gov.br/sei/documento_consulta_externa.php?id_acesso_externo=866918&id_documento=6212466&infra_hash=2a82d6896bc619162e385b08b6299d9f

Tá previsto só carga. Se alguém souber de alguma mudança, aí sim a empresa vai fazer o que tá dizendo...

Isso se altera em 30 dias, ou menos

22 hours ago, PT-KTR said:

A ABSA fará o mesmo papel da BR Central, ou melhor TAM Meridional nos anos 90, operar os voos domésticos e ter a maior fatia dos funcionários da LATAM e tudo fica encaixado da forma que os Chilenos querem.

Diria que é quase isso... E deve ser invertido. WB primeiro.

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On 16/10/2020 at 21:54, A345_Leadership said:

Transferir para a ABSA pode ser interessante do ponto de vista econômico, teoricamente. Porém, estamos no Brasil e sem entrar no mérito se é certo ou não (por uma ignorância jurídica da minha parte), isto pode gerar n problemas trabalhistas, pois tudo no fim é LATAM. Com  certeza os Cuetos não irão dar pedalada nas dívidas, mas um juiz pode entender que se a ABSA assumiu o passivo, então por que não os salários anterior? Tem lógica este pensamento?

Fora que tem outras questões como a designação para voos internacionais e outras coisas que só a TAM Linhas Aéreas possui, e não a ABSA.

 Simplesmente transferir não teria efeito algum, séria praticamente o mesmo que eles continuarem com a Latam, o que poderia ser feito e demitir os funcionários da Latam e recontratar na ABSA com salario menor, neste caso a JT entende que não se aplica a equiparação salarial, ainda que no mesmo grupo econômico, os aviões também teriam que ser transferidos para a ABSA e voar wetleasing para a Latam até a substituição gradual.

Bem arriscado e caro...mas tecnicamente possível.

On 17/10/2020 at 17:58, Airbus-FA said:

A reforma trabalhista excetuou nominalmente a categoria dos aeronautas da possibilidade de terceirização. 

A única que conseguiu por sinal!!

Abracos

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2 hours ago, PT-WRT said:

 Simplesmente transferir não teria efeito algum, séria praticamente o mesmo que eles continuarem com a Latam, o que poderia ser feito e demitir os funcionários da Latam e recontratar na ABSA com salario menor, neste caso a JT entende que não se aplica a equiparação salarial, ainda que no mesmo grupo econômico, os aviões também teriam que ser transferidos para a ABSA e voar wetleasing para a Latam até a substituição gradual.

Bem arriscado e caro...mas tecnicamente possível.

A única que conseguiu por sinal!!

Abracos

Sempre elucidativo nas respostas.

O jurídico e o financeiro da LATAM devem estar trocando figurinhas para ver qual o custo desta proposta.

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10 hours ago, PT-WRT said:

 Simplesmente transferir não teria efeito algum, séria praticamente o mesmo que eles continuarem com a Latam, o que poderia ser feito e demitir os funcionários da Latam e recontratar na ABSA com salario menor, neste caso a JT entende que não se aplica a equiparação salarial, ainda que no mesmo grupo econômico, os aviões também teriam que ser transferidos para a ABSA e voar wetleasing para a Latam até a substituição gradual.

Bem arriscado e caro...mas tecnicamente possível.

A única que conseguiu por sinal!!

Abracos

A JT fecha os olhos pra esse tipo de coisa? De que servem esses pulhas então? 

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Demissão seguida por readmissão em empresa do mesmo grupo econômico é um jogo delicado e juridicamente perigoso, sobretudo se envolver contratos em massa. 
Os tempos modernos assustam por si só, e se houve alguma proposta nesse sentido, é pq uma banca de advogados deve ter emitido parecer favorável repleto de recomendações.

É preciso conhecer as minúcias da tese proposta apresentada. 

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