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PR-GGG

Azul e LATAM Airlines Brasil anunciam acordos de codeshare e de programas de fidelidade

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6 minutes ago, PT-KTR said:

Mas aí não é um problema da empresa e sim da geração imbecilizada que vira copila ou comissário.

Verdade... 

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7 hours ago, Delmo said:

A Latam e Gol têm praticamente os mesmos Hubs, os mesmos voos sobrepostos e o mesmo tamanho.

 

A Azul por ter Hubs diferentes + o regional, é a alternativa melhor pra LA Brasil pra fazer face a uma concorrente quase idêntica no doméstico.

 

Agora persiste a pergunta pq a Azul preferiu a Latam que a GOL, já que esta tá numa situação mais confortável, só pode ser pelo internacional.

"Agora persiste a pergunta pq a Azul preferiu a Latam que a GOL"

 

Mas a Gol queria?

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7 hours ago, PT-KTR said:

Meus 25 centavos

Cenário 1 - Golpe de mestre de uma das duas de sentir a energia da outra e rolar o que rolou no passado de JJ/RG, onde inclusive o pax RG viu a qualidade JJ e trocou de lado selando o destino da RG - isso causou traumas em uns conhecidos, que até hoje tem mágoa da vermelhinha ter tirado pax da defunta -

 

CARAMBA...A inveja é uma ##### mesmo.

Varig parou 2006.

Toca a tua vida.

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Posted (edited)

O mais legal em tudo isso, é ver a rixa que as pessoas tem com cia x, y ou z. :lol:

Eu torço muito para a fusão, ficando Latam ou Azul. 

Reclamem menos, não quer voar de cia x, tem y e z, ainda não ta bom, vá de ônibus, carro, são livres. 

E-mail que recebi (e creio que muitos aqui també)

 

Caro(a) cliente,

Esperamos que você e sua família estejam seguros e saudáveis em meio à pandemia global de COVID-19.

Seguimos com o compromisso de trazer informações importantes para oferecer à você as melhores opções de viagens.

Hoje anunciamos acordo de codeshare- compartilhamento de voos- entre a LATAM Airlines e a Azul Linhas Aéreas, cujo objetivo é conectar rotas em suas respectivas redes no Brasil.

O codeshare inicialmente prevê rotas domésticas complementares para os aeroportos de Brasília (BSB), Belo Horizonte (CNF), Recife (REC), Porto-Alegre (POA), Campinas (VCP), Curitiba (CWB) e São Paulo (GRU). Na prática, esta complementaridade entre LATAM e Azul significa que você terá acesso a mais ampla rede aérea da história do nosso país.

As duas empresas também assinaram parceria para seus Programas de Passageiros Frequentes, que possibilitará aos clientes acumular pontos no Latam Pass ou no Tudo Azul, conforme sua escolha ou melhor conveniência, dentro das regras vigentes em cada um dos planos de fidelização, nos voos previstos.

Este é mais um exemplo de como podemos buscar soluções inovadoras para você, nosso cliente, aumentando com eficiência opções de conectividade, e, ao mesmo tempo, reforçando o imenso compromisso com o mercado brasileiro.

Ambas as empresas trabalharão para que a implementação deste acordo aconteça o mais breve possível. Manteremos você informado.

Mais uma vez, quero poder contar com sua parceria e confiança.

Esperamos vê-lo a bordo.



assinaturajeromecadier2.png

Jerome Cadier
CEO LATAM Airlines Brasil
Edited by PR-FHI

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Eu não estava tão louco 

Lá atrás em 17-05 eu imaginei que o code-share seria uma opção muito viável para a aviação comercial e que até inimigos deveriam virar aliados. 

Que bom ver que poucas semanas depois, duas grandes cias deixaram de lado muitas coisas em uma visão de coletividade que pode ajudar ambas a saírem da crise. 

Não adianta a Azul brigar pra vender NAT-REC-BSB por um preço que não seja interessante ao invés de vender NAT-BSB nesse momento na aeronave da Latam que terá custo bem menor. O mesmo para a Latam tentando vender CNF-BSB-REC podendo vender CNF-REC.

Azul entra com CNF, VCP e REC
Latam entra com GRU, BSB
Ambas se complementam em POA

Nessas horas dá pra ver que investir em diversidade é bom.
Agora o papo da Azul que a Gol não seria uma boa parceira não cola... Gol e Latam não tem muito a agregar entre si, isso sim.

 

 

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34 minutes ago, Crewmember said:

"Agora persiste a pergunta pq a Azul preferiu a Latam que a GOL"

 

Mas a Gol queria?

Eu acho que sei a razão 

A Gol historicamente tem sido uma cia que tenta evitar de forma mais intensa o crescimento da Azul que a Latam - tentou isso em VCP, após o advento de REC criou FOR, e atacou a Azul no SDU também. 

Entendo que a visão da Gol dentro da Azul não deve ser das mais positivas. 

Por que do ponto de vista de malha - as duas (Gol e Latam) são muito similares - só com o fato que a Gol tem um hub no GIG, mas ambas são CGH+GRU+BSB

 

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E tomara que as autoridades aprovem ! 

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13 minutes ago, PR-FHI said:

 

Eu torço muito para a fusão, ficando Latam ou Azul. 

A fusão é um último recurso para garantir a sobrevivência de ambas as empresas que, após, tornar-se-ão uma só se consumado o negócio. 

Se você soubesse o "pepino" que é uma operação desse tipo para players de tamanho semelhante e operações com focos distintos, especialmente diante do que a Azul tentou empurrar quando fundiu-se à Trip anos atrás, você mudaria de ideia rapidinho... 

Nem vou entrar no mérito do quão terrível é para o mercado ter menos competidores voando e dividindo a oferta. Se o exemplo da concorrência em mercados fortes (EUA, Europa e Ásia) não é capaz de convencer dos benefícios da concorrência, manter a opinião sobre uma fusão desse porte passa a ser considerado delírio. 

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3 minutes ago, B737-8HX said:

A fusão é um último recurso para garantir a sobrevivência de ambas as empresas que, após, tornar-se-ão uma só se consumado o negócio. 

Se você soubesse o "pepino" que é uma operação desse tipo para players de tamanho semelhante e operações com focos distintos, especialmente diante do que a Azul tentou empurrar quando fundiu-se à Trip anos atrás, você mudaria de ideia rapidinho... 

Nem vou entrar no mérito do quão terrível é para o mercado ter menos competidores voando e dividindo a oferta. Se o exemplo da concorrência em mercados fortes (EUA, Europa e Ásia) não é capaz de convencer dos benefícios da concorrência, manter a opinião sobre uma fusão desse porte passa a ser considerado delírio. 

Sinceramente, melhor uma fusão que um mercado sem nenhuma cia nacional (Pensando num caso extremo e fora de cogitação no momento).

Imagina se o governo nessa situação decida do dia para a noite permitir a cabotagem no mercado nacional? Com Argentinos, Chilenos, Bolivianos competindo com uma mão de obra mais barata?

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Just now, PR-VBB said:

Sinceramente, melhor uma fusão que um mercado sem nenhuma cia nacional (Pensando num caso extremo e fora de cogitação no momento).

Imagina se o governo nessa situação decida do dia para a noite permitir a cabotagem no mercado nacional? Com Argentinos, Chilenos, Bolivianos competindo com uma mão de obra mais barata?

É por isso que eu disse: "a fusão é o ÚLTIMO recurso para garantir a sobrevivência de ambas..."

A grande questão é que trata-se de um processo moroso, custoso, cuja adaptação demora anos e, se não for uma operação muitíssimo bem costurada, traz mais malefícios do que benefícios. Existem cases importantes de dentro e fora aviação de processos semelhantes que terminaram por dizimar empresas, ao invés de torná-las maiores e/ou mais fortes. O lado humano é um dos mais problemáticos. 

Fusionar operações apenas pelo ato de fusionar não tem o menor sentido. Fusionar para garantir a existência, esgotadas todas as tentativas e remando contra os problemas agravados pela pandemia, é um cenário bastante distinto. 

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1 minute ago, B737-8HX said:

É por isso que eu disse: "a fusão é o ÚLTIMO recurso para garantir a sobrevivência de ambas..."

A grande questão é que trata-se de um processo moroso, custoso, cuja adaptação demora anos e, se não for uma operação muitíssimo bem costurada, traz mais malefícios do que benefícios. Existem cases importantes de dentro e fora aviação de processos semelhantes que terminaram por dizimar empresas, ao invés de torná-las maiores e/ou mais fortes. O lado humano é um dos mais problemáticos. 

Fusionar operações apenas pelo ato de fusionar não tem o menor sentido. Fusionar para garantir a existência, esgotadas todas as tentativas e remando contra os problemas agravados pela pandemia, é um cenário bastante distinto. 

Não creio que uma fusão deva ser vista como último recurso (isso para qualquer caso/setor).

Uma fusão como último recurso, é uma fusão sem dinheiro em caixa, ou seja, abraçadas rumo ao abismo. :(

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Eu estou longe de ser um especialista em aviação, mas com o que eu acompanho sobre o ramo e com todo o conhecimento que alguns anos de Contato Radar e outras leituras me deram, eu creio que esse codeshare é apenas o início da maior mudança que o mercado aéreo brasileiro verá desde a reabertura e a falência das três grandes (RG, VP e TR). 

Ao meu ver, a situação é a seguinte: tanto para a JJ quanto para a AD a situação está longe de ser boa, o que muda é que a situação de uma está escancarada por um pedido de concordata, enquanto a outra ainda tenta demonstrar certa saúde financeira. Internamente, ambas as empresas tem fatores que as prejudicam bastante no momento atual.

A TAM é a ovelha negra do grupo Latam, pois o Brasil é um mercado completamente diferente dos outros que a LAN costumava dominar, o modelo de negócios chileno parece não ter dado match com o mercado brasileiro, ficando a JJ no limbo, com sua operação e seu legado depenados, com uma frota bagunçada e mal cuidada, com uma administração confusa que ora diz uma coisa, ora diz outra, que tem um planejamento inflexível que muda a todo tempo (paradoxal, não é?). Na época da fusão, a TAM estava em seu auge, não sei se a empresa se deterioraria, mas era bem possível que sua operação se consolidasse muito bem, pois tinha o mercado brasileiro nas mãos, tinha uma frota robusta e uma marca de renome incontestável, consolidada inclusive no mercado internacional, pois tinha uma boa presença em outros continentes e era um membro Star Alliance. Quando a LAN entrou, a malha doméstica encolheu, o internacional se resumiu a GRU e a frota involuiu, a ponto de trocar A330 por 767, para manter o padrão com a holding e mandar aviões recém recebidos para o Chile. Hoje a Latam não tem boa fama, tem uma performance financeira pobre e está arriscada a perder 90 aviões. Está frágil para competir no mercado e a filial brasileira parece ser mais um peso do que a galinha dos ovos de ouro de outrora. Portanto, acredito em uma cisão da Latam, ficando LAN pra lá e TAM pra cá, já que juridicamente ainda é assim, só não sei como fica a questão acionária (se alguém pudesse esclarecer, agradeço). 

No caso da Azul, a empresa é ousada, tem bom nome e planejava uma expansão invejável no pré-pandemia. Com o mercado correspondendo, era o melhor dos mundos, mas com a depressão de agora, a AD tem uma batata quentíssima na mão. Pagar a conta disso tudo não vai ser fácil, mas a saúde financeira da Azul é aparentemente boa. Mas será que é tão boa assim? Buscaram um codeshare com uma das duas empresas concorrentes, parece uma reação de desespero. A AD não é mais uma pequena regional, ponto a ponto, é uma grande empresa nacional, com uma operação pra lá de robusta, se a situação financeira fosse muito saudável, não estavam procurando onde se apoiar ou onde se garantir, ela mesma daria conta de se manter. A Azul não é uma Delta da vida, mas se vende como tal. Não é inquebrável, nem infalível. A direção da empresa só não quer assumir isso. Porque os presidentes da AD e da JJ tem falas diferentes sobre o mesmo tema? Acho que o Rodgerson só não quer assumir que talvez a empresa imaculada esteja em apuros. Tenho um apreço imenso pela Azul, não torço por CNPJ, mas dentre as empresas brasileiras a que me desperta um pouco de sentimentalismo é a Azul, pelo fato de ser a única que, até hoje, dedicou um pedaço importante da empresa ao mercado mineiro, que sempre foi mal atendido e negligenciado. Mas isso não me impede de enxergar que a bonança da Azul acabou, o tempo das vacas gordas passou e agora ela luta para sobreviver, mas seus dirigentes insistem em tentar esconder esse fato.

Nisso, eu creio que a fusão entre a divisão brasileira da Latam, separada do grupo, e a Azul seja uma realidade muito mais palpável do que imaginamos. O codeshare, como dito no texto da CNN Brasil, é apenas o namoro entre as empresas. Se der certo, vem o casamento. E seria um casamento bom para ambas, pois a situação da TAM é muito ruim, a da Azul não, mas pode ficar. Cada empresa cede do seu lado, VCP vira GRU, BSB vira CNF, o A320 é um ponto em comum, os 767 voltam pra LAN e o A330 assume seu lugar, o A350 fica no lugar do 77W, assim a AD resolve sua pendência com as unidades do HNA que devem voltar em setembro, e agora, mais do que nunca, não tem utilidade alguma. Vai ser ruim para o mercado? Vai ser péssimo, vai concentrar, vai diminuir as operações, veremos duas empresas terem o tamanho de apenas uma no pré-Covid. Mas ao mesmo tempo, vai ser uma solução para continuarmos a ter uma grande empresa com abrangência nacional e internacional. A marca que fica é detalhe, mas aposto na volta da TAM, caso ocorra.

Isso é só a minha opinião, não sei se está bem fundada, não sei se estou falando porcaria, mas acho que é um cenário mais realista do que apenas concorrentes que resolveram ser amigas para sair da crise juntas e depois que depois voltam a brigar pelo mesmo pax.

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20 minutes ago, LipeGIG said:

Eu acho que sei a razão 

A Gol historicamente tem sido uma cia que tenta evitar de forma mais intensa o crescimento da Azul que a Latam - tentou isso em VCP, após o advento de REC criou FOR, e atacou a Azul no SDU também. 

Entendo que a visão da Gol dentro da Azul não deve ser das mais positivas. 

Por que do ponto de vista de malha - as duas (Gol e Latam) são muito similares - só com o fato que a Gol tem um hub no GIG, mas ambas são CGH+GRU+BSB

 

Não é só uma questão de estratégia de malha. A GOL já tinha percebido onde o ouro da Azul vinha e estava planejando entrar no mesmo mercado, porém de forma menos incisiva, através da VoePass. Para a GOL é extremamente mais simples uma parceria sólida com a PTB, que já opera o ATR e tem suas equipes técnicas e tripulantes prontos, do que inserir um novo modelo na frota. Além de entrar onde há infraestrutura para o 737, fato muito bem observado quando a Azul começou a substituir os ATR pelo E95.

Acontece que... O que é a LATAM no doméstico? Ligações de/para SAO e BSB com as demais bases que opera. O foco da LATAM é o inter, sempre foi, sempre será. A empresa abriu mais bases fora do que dentro do país. Por isso a aproximação. A Azul complementa a LATAM no doméstico e a LATAM complementa a Azul no internacional.

A malha da GOL é tão pulverizada quanto a da Azul, só não é tão regionalizada, por isso um code-share entre Azul e GOL não faz tanto sentido quanto Azul e LATAM.

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https://www.panrotas.com.br/aviacao/parcerias/2020/06/ceo-da-latam-sobre-azul-e-o-acordo-que-mais-fazia-sentido_174388.html

 

Mais um aspecto que aponta que o resultado esperado desta parceria só aparecerá em médio/longo prazo é, claro, a demanda atual. "As vendas ainda estão muito baixas, embora a oferta já esteja no início de reaquecimento. Hoje vendemos mais do que vendíamos em abril, mas não pode ser chamado de retomada. Não tem retomada. Estamos conseguindo gradualmente. Não vai ser de uma hora para outra que o movimento voltará, pois cada cidade opera um cronograma diferente de liberação e movimentação de pessoas", lamenta Jerome Cadier.

"É difícil falar quantos passageiros a mais faturaremos por conta deste acordo. Muitas destas respostas só virão quando a parceria já estiver sendo executada, em uma sinalização de médio prazo. O cenário ideal é que a resposta já aparecesse em agosto, setembro, outubro..."

 

spacer.png

 

Mercado doméstico  em mai20   RPK 634.371  =  35,6% do que era AD em mai19   RPK   1.783.848

                                                                                        23,4%                      G3                                 2.710.369

                                                                                        25,4%                      JJ                                 2.495.344

https://www.anac.gov.br/noticias/2020/demanda-por-voos-domesticos-recua-91-em-maio

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a pergunta é:

 

em caso de fusão, só entra a Latam Brasil? vai ser absorvida pela Azul e não existirá mais? Algo q duvido q os Cueto façam ainda mais o inter forte q sai daqui.

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O ideal seria um code-share das três empresas até o fim de 2021 ou um mercado com cartas marcadas, estilo Varig-Cruzeiro, VASP, Transbrasil nos anos 80. Talvez o fato da Gol já ter adiantado seus planos e ter conseguido um acordo com seus tripulantes possa ter impossibilitado um compartilhamento de voos com Azul ou Latam. 
 

Agora resta saber se ano que vem o Brasil vai ter um monopólio da Gol ou um duo pólio de Latam e Azul.

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4 hours ago, PT-KTR said:

Mas aí não é um problema da empresa e sim da geração imbecilizada que vira copila ou comissário.

Nunca deixa de me surpreender a soberba do piloto médio brasileiro 

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59 minutes ago, Stelios4K said:

a pergunta é:

 

em caso de fusão, só entra a Latam Brasil? vai ser absorvida pela Azul e não existirá mais? Algo q duvido q os Cueto façam ainda mais o inter forte q sai daqui.

Será que existe possibilidade de " vender" só a operação doméstica ? Deixando de fora a internacional ? Não duvido de mais nada, tudo é possível.

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58 minutes ago, Stelios4K said:

a pergunta é:

 

em caso de fusão, só entra a Latam Brasil? vai ser absorvida pela Azul e não existirá mais? Algo q duvido q os Cueto façam ainda mais o inter forte q sai daqui.

Sim, se virará Azul com Cueto acionista ou LATAM com DN acionista é uma incógnita. 

26 minutes ago, Tintin said:

O ideal seria um code-share das três empresas até o fim de 2021 ou um mercado com cartas marcadas, estilo Varig-Cruzeiro, VASP, Transbrasil nos anos 80. Talvez o fato da Gol já ter adiantado seus planos e ter conseguido um acordo com seus tripulantes possa ter impossibilitado um compartilhamento de voos com Azul ou Latam. 
 

Agora resta saber se ano que vem o Brasil vai ter um monopólio da Gol ou um duo pólio de Latam e Azul.

Pode fazer um code-share faseado. Um semestre 100% de code-share, depois 80%, 60%, 40%... e a garantia de não perda dos slots pelo prazo de 3 anos.

3 minutes ago, iuri33 said:

Será que existe possibilidade de " vender" só a operação doméstica ? Deixando de fora a internacional ? Não duvido de mais nada, tudo é possível.

É difícil, a estrutura operacional das empresas aéreas brasileiras dificulta a venda de partes como fazem as americanas.

E aqui tem a questão que os slots são concessões, tem que ter aprovação do governo.

Mas não impossível, só dá trabalho no mar da burocracia brasileira.

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5 hours ago, JumpWrightHigh said:

Não é só uma questão de estratégia de malha. A GOL já tinha percebido onde o ouro da Azul vinha e estava planejando entrar no mesmo mercado, porém de forma menos incisiva, através da VoePass. Para a GOL é extremamente mais simples uma parceria sólida com a PTB, que já opera o ATR e tem suas equipes técnicas e tripulantes prontos, do que inserir um novo modelo na frota. Além de entrar onde há infraestrutura para o 737, fato muito bem observado quando a Azul começou a substituir os ATR pelo E95.

Acontece que... O que é a LATAM no doméstico? Ligações de/para SAO e BSB com as demais bases que opera. O foco da LATAM é o inter, sempre foi, sempre será. A empresa abriu mais bases fora do que dentro do país. Por isso a aproximação. A Azul complementa a LATAM no doméstico e a LATAM complementa a Azul no internacional.

A malha da GOL é tão pulverizada quanto a da Azul, só não é tão regionalizada, por isso um code-share entre Azul e GOL não faz tanto sentido quanto Azul e LATAM.

A questão é onde o modelo da Latam não funciona por competição ?  
São Paulo, Brasilia, Recife, Belo Horizonte, Rio de Janeiro e Fortaleza. 

No resto do país, e se eu for medir % de PIB, vai sobrar uns 30 a 35%, impera quem faz mais barato o par de cidades, pois inexiste muita opção direta. 

Ou seja, a Latam é relevante em talvez 45 a 60% do país.

 

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Na prática o cliente poderá sair de Juina e chegar a Assunção por exemplo? 

JIA CGB GRU ASU seria isso?

 

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:airplane: Cade deve apoiar acordo entre Latam e Azul (#AZUL4)
As duas empresas enfrentam dificuldades com dívidas e se uniram para compartilhar voos; inicialmente a parceria inclui 50 rotas que não têm sobreposição de oferta.

O acordo de compartilhamento de voos (codeshare) anunciado ontem por Azul e Latam Airlines no mercado brasileiro tem apoio do governo e não deve ser alvo de restrições no Cade. (Valor Investe)

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1 hour ago, ney dourados said:

Na prática o cliente poderá sair de Juina e chegar a Assunção por exemplo? 

JIA CGB GRU ASU seria isso?

 

O acordo de codeshare incluirá inicialmente 50 rotas domésticas não sobrepostas de/para Brasília (BSB), Belo Horizonte (CNF), Recife (REC), Porto Alegre (POA), Campinas (VCP), Curitiba (CWB) e São Paulo (GRU), oferecendo aos clientes no Brasil várias opções de conexões novas e mais convenientes. Os codeshares também irão possibilitar uma experiência de viagem mais tranquila entre os voos da Azul e LATAM, com bilhetes compartilhados para check-in e despacho de bagagem. Os bilhetes estarão à venda nos próximos meses.

 

Precisa ver quais vão ser as rotas compartilhadas.

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Posted (edited)
3 hours ago, Ashabty said:

:airplane: Cade deve apoiar acordo entre Latam e Azul (#AZUL4)
As duas empresas enfrentam dificuldades com dívidas e se uniram para compartilhar voos; inicialmente a parceria inclui 50 rotas que não têm sobreposição de oferta.

O acordo de compartilhamento de voos (codeshare) anunciado ontem por Azul e Latam Airlines no mercado brasileiro tem apoio do governo e não deve ser alvo de restrições no Cade. (Valor Investe)

:sabia: E se isso se confirmar, foi ainda além: Não só não deve criar restrições, como deve apoiar...
Se isso for uma medida pensada para em 2021 liberar a cabotagem de estrangeiras por aqui, ligaram o modo "mundo de Marlboro" em BSB...

Edited by Rafaelguimaraes

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15 hours ago, A345_Leadership said:

É difícil, a estrutura operacional das empresas aéreas brasileiras dificulta a venda de partes como fazem as americanas.

E aqui tem a questão que os slots são concessões, tem que ter aprovação do governo.

Mas não impossível, só dá trabalho no mar da burocracia brasileira.

Nem tanto, anos atrás a TOTAL vendeu a operação de "passageiros" para a TRIP e ficou só com o braço de carga. Nada impede a LATAM de transferir grande parte da operação doméstica para a Azul e ser sócia dessa e reter apenas a operação internacional, o único porem nisso ai é que teria que ser algo casado com code-share, para abastecer a operação internacional. Mas ir transferindo a operação doméstica não seria algo tão trabalhoso e se formos viajar na maionese seria até "facil", inclusive com manutenção e tudo, só reativar a questão do A332 na operação LTM, o A320ceo CFM é algo conhecido da Azul, agora que o A320neo tá no SDU, o A319 é algo "descartável" e várias outras viagens de maionese.

Não seria difícil imaginar um mundo duopolista no Brasil

LATAZUL, com Azul de narrow, Azul Conecta no regional e LATAM levando pra fora
GOL, consigo mesma de 737 narrow e uma Passaredo crescente de ATR alimentando e haviam conversações da GOL com Rima, Abaeté, antes do Covid dominar e ainda temos a ASTA livre, afinal duvido que a Azul vá manter parceria com ela, agora que tem TWO.

Aí abre espaço para o eterno golfinho da 3° e 4° posição, a não ser que a Passaredo se consolide como 4° opção, mas creio que venham a surgir outras regionais ou empresas de nicho específico (seja territorial ou modal comercial).

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