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[EN] Qantas anuncia medidas de reestruturação e aposentadoria dos B747


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Qantas Group to target benefits of USD10.3bn in three year plan

June 25, 2020ACIFIC

Qantas Group announced (25-Jun-2020) its plan targets benefits of AUD15 billion (USD10.3 billion) over three years, in line with reduced aeronautical activities, including fuel consumption savings and delivering AUD1 billion (USD685.6 million) p/a in ongoing costs savings from FY2023 through productivity improvements across the Group. Key actions of the plan include:

  • Reducing the Group’s pre-crisis workforce by at least 6000 across all parts of the business;
  • Continue the stand down of at least 15,000 employees, particularly those associated with international operations;
  • Retiring Qantas’ six remaining Boeing 747s immediately, six months ahead of schedule;
  • Ground up to 100 aircraft for 12 months or more, including most of its international fleet. The majority are expected to ultimately go back in to service, however some leased aircraft may be returned as they fall due;
  • A321neo and Boeing 787-9 fleet deliveries deferred.

The cost of implementing the plan is estimated at AUD1 billion, with most realised during FY2021.

Qantas Group outlines job losses across network

June 25, 202

Qantas Group outlined (25-Jun-2020) the following impacts on its staff members, with plans to consult relevant unions. These span the following areas of Qantas and Jetstar:

  • Non operational: At least 1450 job losses, mainly in corporate roles;
  • Ground operations: At least 1500 job losses across airports, baggage handling, fleet presentation and ramp operations;
  • Cabin crew: At least 1050 job losses due to early retirement of Boeing 747 fleet and less aeronautical activity;
  • Engineering: At least 630 job losses due to early retirement of Boeing 747 fleet and less aeronautical activity, as well as redistribution of work from Jetstar’s Newcastle base to make better use of maintenance capacity in Melbourne;
  • Pilots: At least 220 job losses mostly due to the retirement of Boeing 747s, with a further 2900 pilots stood down from Jul-2020 onward.

Additional reduction in total roles will result from contractors, particularly in corporate areas such as IT, not returning.

https://blueswandaily.com/qantas-group-to-target-benefits-of-usd10-3bn-in-three-year-plan/

https://blueswandaily.com/qantas-group-outlines-job-losses-across-network/

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A Qantas já tinha anunciado a retirada do B747, sendo o último dele fazendo SCL.

E por quase 50 anos o Jumbo serviu a Qantas e a Austrália. A empresa recebeu o primeiro em 1971, modelo -200B, podendo fazer Austrália-Costa Oeste dos EUA sem restrições. Assim como as operadoras iniciais do B747, ela tinha um lounge no Upper Deck,  denominado Captain Cook Lounge.

Blast from the past: the Qantas Boeing 747 'Captain Cook lounge'

Entre 1979 e 1985 a Qantas era a única empresa do mundo a ter frota 100% B747. A empresa operou os modelos -200, -SP, -300 e -400, incluindo a subvariante -400ER, que serão aposentados agora.

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https://www.executivetraveller.com/news/qantas-to-suspend-all-overseas-flights-bar-nz-until-middle-of-2021

 

 

Rightsizing the Qantas international fleet

As international flying resumes, Joyce says that Qantas' Boeing 787-9 Dreamliners and Airbus A330s will carry the load, with the A380 superjumbos sidelined "for at least three years."

"Because they are too big and the economics are not as good as the Boeing 787s, the A380s have to remain on the ground for at least three years" until international demand recovers, Joyce explains, and in the meantime will be stored at a special facility at California's Mojave Desert "because it's a better environment for the aircraft to be sitting there."

"The environment protects the aircraft a lot more and we have the intention at the right time to reactivate them, but that is a considerable amount of time away."

 

Executive Traveller understands that Qantas is considering an Airbus A330 to take over the jumbo's routes to South Africa and South America, with one A330 flying Sydney-Perth-Johannesburg and another flying Sydney-Auckland-Santiago.

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On 6/25/2020 at 12:10 AM, TheJoker said:

VH-OEE partiu 16/06 de SYD pra LAX e depois MHV,    https://www.youtube.com/watch?v=r3Aqvgqmq1M

o último VH-OEJ está previsto pra 30/06.

Interessante a coincidência de o último 747 a operar na QF seja justamente o que ostentou a bela pintura Wunala Dreaming.

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SYD-JNB non stop foi cortado? A Qantas pode assumir o JNB-PER, caso a SAA saia dessa rota (ou ela já saiu)?

SCL-SYD terá escala em AKL? 

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2 hours ago, raverbashing said:

Interessante serem armazenados nos EUA, a Austrália não é +/- uns 80% deserto e não tem um aeroporto de storage?

 

53422863_403.jpg

Planes from Singapore Airlines parked in the desert near Alice Springs, Australia.

https://www.dw.com/en/coronavirus-banishes-planes-to-the-desert/a-53433298

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5 hours ago, naia said:

SYD-JNB non stop foi cortado? A Qantas pode assumir o JNB-PER, caso a SAA saia dessa rota (ou ela já saiu)?

SCL-SYD terá escala em AKL? 

São especulações da revista, ainda não há definição se/quando essas rotas voltam.

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Qantas' A380s are currently on the ground at Sydney, Melbourne and Los Angeles airports, but storage at Mojave is reportedly substantially cheaper.

https://www.newshub.co.nz/home/travel/2020/06/qantas-to-send-its-a380-fleet-to-mojave-desert-for-storage.html

 

Deve ficar +barato pra estocagem longa, QF acha que não vai precisar dos 388 pelos próximos 3 anos. :unsure:

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É... esses 3 anos tá mais parecendo pra mim o "Na volta a gente compra". Se bem que talvez pra QF assim como pra EK sejam um caso especial, de rotas que se beneficiam mais do A380

Edited by raverbashing
complementação
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On 24/06/2020 at 23:55, A345_Leadership said:

Entre 1979 e 1985 a Qantas era a única empresa do mundo a ter frota 100% B747. A empresa operou os modelos -200, -SP, -300 e -400, incluindo a subvariante -400ER, que serão aposentados agora.

Não tinha outros modelos para os vôos domésticos ?

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5 minutes ago, A345_Leadership said:

A Qantas não tinha permissão para voar doméstico.

:jawdrop: 

Então quem voava doméstico na Australia na época ?

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On 24/06/2020 at 23:55, A345_Leadership said:

A Qantas já tinha anunciado a retirada do B747, sendo o último dele fazendo SCL.

E por quase 50 anos o Jumbo serviu a Qantas e a Austrália. A empresa recebeu o primeiro em 1971, modelo -200B, podendo fazer Austrália-Costa Oeste dos EUA sem restrições. Assim como as operadoras iniciais do B747, ela tinha um lounge no Upper Deck,  denominado Captain Cook Lounge.

Blast from the past: the Qantas Boeing 747 'Captain Cook lounge'

Entre 1979 e 1985 a Qantas era a única empresa do mundo a ter frota 100% B747. A empresa operou os modelos -200, -SP, -300 e -400, incluindo a subvariante -400ER, que serão aposentados agora.

quem lembra de mad max além da cúpula do trovão e das fotos do comandante walker: os 747 da Qantas lá sobre a ponte da baía de Sydney

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On 29/06/2020 at 08:46, TheJoker said:

53422863_403.jpg

Planes from Singapore Airlines parked in the desert near Alice Springs, Australia.

https://www.dw.com/en/coronavirus-banishes-planes-to-the-desert/a-53433298

nunca consegui compreender as aeronaves estocadas no deserto com esse piso de terra. Não é potencialmente prejudicial para o sistema de trem de pouso da aeronave por conta da absorção de partículas de terra? Pq não se pavimenta com asfalto ou concreto? tem a ver com a temperatura e sobreaquecimento do pavimento e posterior degradação dos pneus?

 

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20 hours ago, philoclimber said:

nunca consegui compreender as aeronaves estocadas no deserto com esse piso de terra. Não é potencialmente prejudicial para o sistema de trem de pouso da aeronave por conta da absorção de partículas de terra? Pq não se pavimenta com asfalto ou concreto? tem a ver com a temperatura e sobreaquecimento do pavimento e posterior degradação dos pneus?

Não é simplesmente deixada lá sem nenhuma proteção. Os sistemas vitais são protegidos por capas, tem vistorias regulares e o clima seco do deserto é perfeito pela baixa umidade, protegendo mais a célula. 

Poderiam montar um aeroporto desse no Nordeste brasileiro, atendendo a América do Sul.

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19 hours ago, A345_Leadership said:

Não é simplesmente deixada lá sem nenhuma proteção. Os sistemas vitais são protegidos por capas, tem vistorias regulares e o clima seco do deserto é perfeito pela baixa umidade, protegendo mais a célula. 

Poderiam montar um aeroporto desse no Nordeste brasileiro, atendendo a América do Sul.

com certeza sei que não são deixados sem nenhuma proteção, só achei curioso, sei lá..vento..mesmo uma brisa leve levanta nano e micro partículas... tem algum endereço onde eu poderia ter informações técnicas sobre esses sítios aeronáuticos, A345?

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20 minutes ago, philoclimber said:

com certeza sei que não são deixados sem nenhuma proteção, só achei curioso, sei lá..vento..mesmo uma brisa leve levanta nano e micro partículas... tem algum endereço onde eu poderia ter informações técnicas sobre esses sítios aeronáuticos, A345?

Você nem imagina o que as aeronaves enfrentam no Oriente Médio durante o período do Shamal. A concentração de areia, muito abrasiva, é tamanha, que a banda de rodagem dos pneus ficam esbranquiçadas, após o avião transitar pelo pátio/pista, como ocorre com um automóvel que roda fora do asfalto. Ali não são nano partículas, mas visíveis 'blocos' de areia :lol:

Algumas dessas localidades no deserto australiano têm funcionado como pontos de apoio transitórios, e que funcionam muito bem por causa da distância não ser muito grande das bases das empresas que estão com seus aparelhos estacionados por ali, como é o caso da SIA e Scoot. Como não são na verdade centros de manutenção com intensa atividade, seria antieconômico manter uma estrutura com extensas áreas pavimentadas para atender eventualidades. Quanto a estacionar em terreno não pavimentado, o mais importante é observar qual é a resistência do piso. Às vezes é melhor ser usado esse procedimento (desde que não seja uma localidade sujeita à chuvas constantes, portanto, que possam ocasionar alagamento e erosão em potencial), porque construir um pátio pavimentado e que suporte o peso de aviões do porte do A380 teria um custo astronômico. Depois, usando o velho e bom ditado: lavou tá novo.

 

 

 

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A pedidos, QF vai fazer três voos de despedida:

QF747 SYD1015 – 1130ZZF 744 13JUL20
QF747 BNE1015 – 1130ZZF 744 15JUL20
QF747 CBR1200 – 1315ZZF 744 17JUL20

https://www.routesonline.com/news/38/airlineroute/292254/qantas-schedules-747-farewell-flights-in-mid-july-2020-747-4q72-operations/

$400 Y e $747 J segundo o https://www.executivetraveller.com/news/qantas-boeing-747-retirement-flights-for-sydney-brisbane-canberra

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On 02/07/2020 at 22:07, A345_Leadership said:

Não é simplesmente deixada lá sem nenhuma proteção. Os sistemas vitais são protegidos por capas, tem vistorias regulares e o clima seco do deserto é perfeito pela baixa umidade, protegendo mais a célula. 

Poderiam montar um aeroporto desse no Nordeste brasileiro, atendendo a América do Sul.

Quem sabe Barreiras-BA, Petrolina-PE, Caruarú-PE, Mossoró-RN ou Palmas. Pela umidade baixa e índices pluviométricos. Cidades com estruturas já estabelecidas de PCN, mais tudo depende também de logística para armazenar em hangares preparados para pintura, desmontar e transportar motores/APU, o deslocamento da mão- de-obra, eventuais benefícios fiscais de logística, Receita Federal e desembaraço de Aduana para ser atrativo no mercado internacional.

Existe um risco pouco lembrado: o da Energia Estática no abastecimento e destanqueio, o cuidado que se deve ter com o aterramento, exemplos como Goiânia ou Palmas.

 

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6 minutes ago, flightFernando said:

Quem sabe Barreiras-BA, Petrolina-PE, Caruarú-PE, Mossoró-RN ou Palmas. Pela umidade baixa e índices pluviométricos. Cidades com estruturas já estabelecidas de PCN, mais tudo depende também de logística para armazenar em hangares preparados para pintura, desmontar e transportar motores/APU, o deslocamento da mão- de-obra, eventuais benefícios fiscais de logística, Receita Federal e desembaraço de Aduana para ser atrativo no mercado internacional.

Exatamente. Podia até ter incentivos fiscais ou algo mais simplificado para o storage por estas bandas. E melhor aliar a isto com serviços de manutenção, por nossa posição no continente éramos para ser um pólo para as empresas da região, mas mandamos fazer tudo isso acima da Linha do Equador.

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