Jump to content
Sign in to follow this  
Woody

LATAM Brasil adere ao Chapter 11

Recommended Posts

só lembrei da fundação rubem berta controlada pelos próprios funcionários o que fizeram na varig.

 

 

só isso.

Share this post


Link to post
Share on other sites

51 minutes ago, Stelios4K said:

só lembrei da fundação rubem berta controlada pelos próprios funcionários o que fizeram na varig.

 

 

só isso.

Qual o paralelo com a situação que vivemos na Latam? :blink:

Share this post


Link to post
Share on other sites
12 hours ago, CabinCrew said:

Qual o paralelo com a situação que vivemos na Latam? :blink:

Tb não vi, a Latam, mesmo com problemas,saiu do maior lucro da holding para o capítulo 11 em questão de meses ....a Latam recebeu 12 bi(2,2bi dólares) e briga entre investidores e sócios pra injetarem mais dinheiro em pleno capítulo 11

A fundação Rubem Berta abandonou a Varig e todos só tentaram sugar as últimas gotas quando entrou no RJ

Share this post


Link to post
Share on other sites
1 hour ago, Luckert said:

Tb não vi, a Latam, mesmo com problemas,saiu do maior lucro da holding para o capítulo 11 em questão de meses ....a Latam recebeu 12 bi(2,2bi dólares) e briga entre investidores e sócios pra injetarem mais dinheiro em pleno capítulo 11

A fundação Rubem Berta abandonou a Varig e todos só tentaram sugar as últimas gotas quando entrou no RJ

E se o paralelo que ele tentou traçar foi porque os tripulantes não aceitaram reduzir o salário para 'ajudar' a companhia nós aceitamos sim, por 4 meses e teríamos aceitado mais, por até 2 anos. Sem problemas. 

  • Like 5
  • Thanks 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

O que eu não entendo no comportamento da LATAM, ainda que visto unicamente pelo lado pragmático, deixando de lado o aspecto humano, é aonde eles querem chegar.

Em tese, vão ter que gastar com as rescisões e vão ficar com os tripulantes mais caros para eles(os mais antigos e que ganham mais são os últimos a serem demitidos pela ordem da CCT).

Uma operação reduzida com o maior custo por tripulante e ainda o impacto das rescisões.

Somente no longo prazo, com a recomposição da malha e a possibilidade de recontratação com salários menores e demissao dos mais velhos aos poucos, sem configurar redução na força de trabalho é que os impactos desta "política" atual vão surtir reflexos.

Isso fora o risco de judicializacao e passivo trabalhista.

Ou estão apostando numa crise curta demais ou muito longa, para amortizar os custos das rescisões e valer a pena.

Claro que eles já devem ter feito as contas....mas pelo.menos olhando de fora não faz muito sentido, pelo manos não neste momento.

 Abracos

 

 

  • Like 4

Share this post


Link to post
Share on other sites
49 minutes ago, PT-WRT said:

O que eu não entendo no comportamento da LATAM, ainda que visto unicamente pelo lado pragmático, deixando de lado o aspecto humano, é aonde eles querem chegar.

Em tese, vão ter que gastar com as rescisões e vão ficar com os tripulantes mais caros para eles(os mais antigos e que ganham mais são os últimos a serem demitidos pela ordem da CCT).

Uma operação reduzida com o maior custo por tripulante e ainda o impacto das rescisões.

Somente no longo prazo, com a recomposição da malha e a possibilidade de recontratação com salários menores e demissao dos mais velhos aos poucos, sem configurar redução na força de trabalho é que os impactos desta "política" atual vão surtir reflexos.

Isso fora o risco de judicializacao e passivo trabalhista.

Ou estão apostando numa crise curta demais ou muito longa, para amortizar os custos das rescisões e valer a pena.

Claro que eles já devem ter feito as contas....mas pelo.menos olhando de fora não faz muito sentido, pelo manos não neste momento.

 Abracos

 

 

Tirando algumas gratificações, um comissário que entra hoje, na função de Auxiliar no A32F ganha exatamente a mesma coisa que um comissário que está a dez anos na mesma função. Ou seja, mesmo demitindo os mais antigos aos poucos a diferença na folha seria marginal. 

Share this post


Link to post
Share on other sites
55 minutes ago, PT-WRT said:

O que eu não entendo no comportamento da LATAM, ainda que visto unicamente pelo lado pragmático, deixando de lado o aspecto humano, é aonde eles querem chegar.

Em tese, vão ter que gastar com as rescisões e vão ficar com os tripulantes mais caros para eles(os mais antigos e que ganham mais são os últimos a serem demitidos pela ordem da CCT).

Uma operação reduzida com o maior custo por tripulante e ainda o impacto das rescisões.

Somente no longo prazo, com a recomposição da malha e a possibilidade de recontratação com salários menores e demissao dos mais velhos aos poucos, sem configurar redução na força de trabalho é que os impactos desta "política" atual vão surtir reflexos.

Isso fora o risco de judicializacao e passivo trabalhista.

Ou estão apostando numa crise curta demais ou muito longa, para amortizar os custos das rescisões e valer a pena.

Claro que eles já devem ter feito as contas....mas pelo.menos olhando de fora não faz muito sentido, pelo manos não neste momento.

 Abracos

 

 

Nao se esqueca q os mais antigos de casa, antigos mesmo, sao aposentados complementados pelo Tamprev...

 

esses serao os primeiros a serem desligados

Share this post


Link to post
Share on other sites

Ué, aposentar pelo INSS e continuar na ativa  eu sei que pode, mas dá pra aposentar pelo Tamprev e seguir trabalhando?  

De qualquer forma, se não me engano a CCT fala de aposentados e aposentáveis também, então tem muita água pra rolar e se fiscalizar no cumprimento da convenção nesses desligamentos. 

E esse capítulo tem tudo pra ser o mais complicado dessa novela. A Latam já disse que quer desligar por equipamento, o que não tá na CCT e não existe em nenhuma interpretação além da dela e de uma juíza de primeira instância em anos passados. 

Share this post


Link to post
Share on other sites
42 minutes ago, CabinCrew said:

Tirando algumas gratificações, um comissário que entra hoje, na função de Auxiliar no A32F ganha exatamente a mesma coisa que um comissário que está a dez anos na mesma função. Ou seja, mesmo demitindo os mais antigos aos poucos a diferença na folha seria marginal. 

Não tenho os números atuais CabinCrew, mas da última vez que tive algum contato com a questão lá em 2016, a diferença entre o menor e o maior salário de comissário era aproximadamente, desconsiderando as questões particulares, de 3 vezes.

Nesta caso, de fato a diferença de folha seria marginal, mas digamos que eles conseguissem ficar dois anos sem empregar nenhum novo tripulante, ai poderiam contratar por um valor menor do que o mínimo que pagam hoje e a economia faria algum sentido! Mas ai é apostar em 2 anos de crise!

Agora com relação a Comandantes e Co-Pilotos o buraco era bem mais embaixo a diferença de salários era de mais de 5 vezes, é surreal pensar em demitir a mão de obra mais barata e manter a mais cara......mesmo com as considerações do B737-800 que falarei abaixo

 

38 minutes ago, B737-8EH said:

Nao se esqueca q os mais antigos de casa, antigos mesmo, sao aposentados complementados pelo Tamprev...

 

esses serao os primeiros a serem desligados

Então....em 2018  a LATAM tinha mais Comandantes (991) que Co-pilotos (825), o que indica claramente o envelhecimento da sua força de trabalho.

Nos cortes de 2013, (fusão com a LAN), a lista de aposentados e elegíveis a aposentadoria com complementação pelo Tamprev (alem da idade mínima, no mínimo 10 anos de trabalho na TAM) foi de 54 pessoas (em 2016 muitos conseguiram a reintegração pelo não cumprimento da senioridade nas dispensas).

De 2013 para cá este número deve ter crescido sem dúvida,  mas a reforma trabalhista também dificultou o critérios dos aposentáveis (não basta mais ter somente tempo de contribuição é preciso idade) e ainda temos os que não podem ser demitidos pela estabilidade de estar próximo da aposentadoria (3 ou 2 anos de se aposentar, dependendo de quando adquiriu o direito e da CCT vigente, s.m.j).

Vamos dizer que este numero triplicou e foi para 150 (esta é uma posição otimista, se pegar a lista de senioridade na TAM, vai ver poucos nascidos antes de 1955, portanto elegíveis para se aposentar com complementação, o numero de aposentados não temos como saber).

Não sei o numero a serem demitidos entre os tripulantes técnicos, mas digamos que seja 726 (40%) e consigam demitir por função com listas separadas para comandante e co-piloto de forma proporcional.

Seriam mantidos na empresa por Senioridade do 150º até o 840 da lista de comandantes.  O 150 da lista de senioridade entrou em 99, o 840 é de 2006.

Numa lista única eles chegariam no máximo nos contratados de 2008, ou seja, dos 1200 tripulantes mantidos, mais de um terço seria de contratações da década de 90 ainda.

Isso sem contar que a maioria dos aposentáveis e elegíveis devem voar wide o que obrigaria as promoções e a equiparação de salários com todos os que tenham menos de dois anos de diferença de data de admissão na empresa, o que é um numero nada desprezível de casos, já que houve levas de contratações em menos de dois anos entre elas.

É difícil acreditar que vale a pena demitir os 600 empregados mais "baratos" (desculpa a expressão) em troca dos 150 mais caros, para ficar com uma mediana de salários ainda tão alta, até porquê são rescisões bem pesadas,  chuto uma média de uns 350 mil para os com até 25 anos de empresa (a grande maioria entre os mais velhos),  só ai já da uns 50 milhões, mais ainda o que vão ganhar na justiça do trabalho!

Repito eles devem ter este número, mas juro que não estou achando qual a saída de mestre para valer a pena, salvo apostarem numa crise de mais de dois anos.

5 minutes ago, A350XWB said:

Ué, aposentar pelo INSS e continuar na ativa  eu sei que pode, mas dá pra aposentar pelo Tamprev e seguir trabalhando?  

De qualquer forma, se não me engano a CCT fala de aposentados e aposentáveis também, então tem muita água pra rolar e se fiscalizar no cumprimento da convenção nesses desligamentos. 

E esse capítulo tem tudo pra ser o mais complicado dessa novela. A Latam já disse que quer desligar por equipamento, o que não tá na CCT e não existe em nenhuma interpretação além da dela e de uma juíza de primeira instância em anos passados. 

Na ordem de demissão da CTT estão os aposentados,  depois os elegíveis a aposentadoria com complementação, ou seja, aqueles que já poderiam ter pedido a aposentadoria e não pediram.

Desligar por equipamento seria bem arriscado, é a velha questão do cargo x função, mas o que normalmente se discute é se seria lista única ou se pode desligar por Listas separadas Comandante e Co-Piloto.

Erros no passado por não obedecer a lista de senioridade,  inclusive com relação a empresas adquiridas,  geraram um belo prejuízo as empresas!

 

Abraços

  • Like 2
  • Thanks 1

Share this post


Link to post
Share on other sites
1 hour ago, A350XWB said:

E esse capítulo tem tudo pra ser o mais complicado dessa novela. A Latam já disse que quer desligar por equipamento, o que não tá na CCT e não existe em nenhuma interpretação além da dela e de uma juíza de primeira instância em anos passados. 

Já teve o mesmo entendimento na segunda instância, A350, por isso que a empresa tá insistindo nisso. O Cerioti falou sobre isso na live passada ou retrasada...

 

44 minutes ago, PT-WRT said:

Na ordem de demissão da CTT estão os aposentados,  depois os elegíveis a aposentadoria com complementação, ou seja, aqueles que já poderiam ter pedido a aposentadoria e não pediram.

3.1.2. Normas em caso de necessidade de redução da força de trabalho:

Se houver necessidade de redução da força de trabalho, as demissões ocorrerão por função, observados os seguintes critérios:

a) O aeronauta que manifestar, sem perda de seus direitos, interesse em deixar o emprego, se o custo for aceitável pela empresa;

b) Os que estiverem em processo de admissão ou estágio inicial na empresa;

c) Os aposentados com complementação ou suplementação salarial proveniente de qualquer origem e os que estiverem na reserva remunerada, respeitada a ordem decrescente de antiguidade na empresa;

d) Os aposentáveis com complementação ou suplementação salarial integral, respeitada a ordem decrescente de antiguidade na empresa;

e) Os de menor antiguidade na empresa.

Tanto os aposentados e os aposentáveis tem que ter complementação ou suplementação, não basta só ser aposentado pelo INSS, já foi explicado isso pelo sindicato, por isso que acho que não tem muita gente nessa situação...

Share this post


Link to post
Share on other sites
43 minutes ago, MRN said:

Já teve o mesmo entendimento na segunda instância, A350, por isso que a empresa tá insistindo nisso. O Cerioti falou sobre isso na live passada ou retrasada...

 

3.1.2. Normas em caso de necessidade de redução da força de trabalho:

Se houver necessidade de redução da força de trabalho, as demissões ocorrerão por função, observados os seguintes critérios:

a) O aeronauta que manifestar, sem perda de seus direitos, interesse em deixar o emprego, se o custo for aceitável pela empresa;

b) Os que estiverem em processo de admissão ou estágio inicial na empresa;

c) Os aposentados com complementação ou suplementação salarial proveniente de qualquer origem e os que estiverem na reserva remunerada, respeitada a ordem decrescente de antiguidade na empresa;

d) Os aposentáveis com complementação ou suplementação salarial integral, respeitada a ordem decrescente de antiguidade na empresa;

e) Os de menor antiguidade na empresa.

Tanto os aposentados e os aposentáveis tem que ter complementação ou suplementação, não basta só ser aposentado pelo INSS, já foi explicado isso pelo sindicato, por isso que acho que não tem muita gente nessa situação...

 Bem lembrado MRN, 

Mas deve ser pouco provável que tenha um aposentado sem complementação, mesmo que seja uma miséria do Aerus.

Não lembro de decisão de segundo grau que entedia a possibilidade de demissão por equipamento, já tinha visto algumas que entenderam não haver redução de força de trabalho, mas seguir a senioridade por equipamento eu não lembro, mas estou bem defasado, admito! Se tiver o numero da decisão e puder mandar no privado agradeço!

Abraço

Share this post


Link to post
Share on other sites
24 minutes ago, PT-WRT said:

 Bem lembrado MRN, 

Mas deve ser pouco provável que tenha um aposentado sem complementação, mesmo que seja uma miséria do Aerus.

Não lembro de decisão de segundo grau que entedia a possibilidade de demissão por equipamento, já tinha visto algumas que entenderam não haver redução de força de trabalho, mas seguir a senioridade por equipamento eu não lembro, mas estou bem defasado, admito! Se tiver o numero da decisão e puder mandar no privado agradeço!

Abraço

PT-WRT, considerando os tempos de redução da força de trabalho você acaba de ser empossado como consultou do assunto nesse tópico, esteja pronto pra ser acionado com o desenrolar dos fatos rsrs 

Infelizmte a casa 3 anos na aviação brasileira temos que reinterpretar essas cláusulas da CCT então vamos lá...

Share this post


Link to post
Share on other sites
Posted (edited)
58 minutes ago, PT-WRT said:

Não lembro de decisão de segundo grau que entedia a possibilidade de demissão por equipamento, já tinha visto algumas que entenderam não haver redução de força de trabalho, mas seguir a senioridade por equipamento eu não lembro, mas estou bem defasado, admito! Se tiver o numero da decisão e puder mandar no privado agradeço!

Abraço

Não sei o número do processo, WRT, mas achei esse link no site do SNA

https://www.aeronautas.org.br/submanchetes/316-sub-manchete-3/7741-sna-recorre-ao-tst-contra-sentença-no-processo-de-redução-de-força-na-latam.html

O SNA diz que houve interpretação errônea da 3.1.2 da CCT, mas por enquanto, é o que tá valendo, porque o TST não se pronunciou ainda

Se a empresa demitir por tempo de casa, independentemente do equipamento, ela poderá gastar muito com formação de quem ficar, por isso que quer demitir por equipamento? 

Edited by MRN
Fix word

Share this post


Link to post
Share on other sites
1 hour ago, MRN said:

Não sei o número do processo, WRT, mas achei esse link no site do SNA

https://www.aeronautas.org.br/submanchetes/316-sub-manchete-3/7741-sna-recorre-ao-tst-contra-sentença-no-processo-de-redução-de-força-na-latam.html

O SNA diz que houve interpretação errônea da 3.1.2 da CCT, mas por enquanto, é o que tá valendo, porque o TST não se pronunciou ainda

Se a empresa demitir por tempo de casa, independentemente do equipamento, ela poderá gastar muito com formação de quem ficar, por isso que quer demitir por equipamento? 

Então, MRN neste caso a JT considerou que não houve redução da força de trabalho! E diferente de dizer que se houver redução ela pode ser feita por equipamento. Alguns casos as empresas demitem todos os tripulantes ligados a determinado equipamento que deixam de operar, e nem sempre a JT considera isso redução da força de trabalho porque o número não e significativo (pelo menos para os que não foram demitidos).

Nos casos da Latam (união com a Lan) e da Gol (webjet) a JT em casos específicos deu a reintegração ora com base na senioridade de Comandante ora com base na lista geral.

Mas isso não quer dizer que não possa ter tido alguma decisão no sentido da redução por equipamento, mas isso dependeria da empresa ter uma clara distinção entre o cargo (piloto) e funções (piloto de Airbus, piloto de até), o que dependeria de um plano de cargos e salários ou da definição legal (comandante te uma função legal de preposto).

Abraços.

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Se ela já disse que vai demitir, e que vai demitir por equipamento, não vai ter outra alternativa a não ser a judicialização...

Share this post


Link to post
Share on other sites
7 hours ago, CabinCrew said:

Tirando algumas gratificações, um comissário que entra hoje, na função de Auxiliar no A32F ganha exatamente a mesma coisa que um comissário que está a dez anos na mesma função. Ou seja, mesmo demitindo os mais antigos aos poucos a diferença na folha seria marginal. 

Verdade, um de 20 anos tem só adicional de 300 reais a mais no salário em comparação ao recém admitido.

O que impacta no salário são as hs noturnas dos mais antigos que voam internacional, mas o km/voo é o mesmo

Share this post


Link to post
Share on other sites
2 hours ago, MRN said:

Se ela já disse que vai demitir, e que vai demitir por equipamento, não vai ter outra alternativa a não ser a judicialização...

Ou seja, mais um Imbróglio pode se arrastar anos e o fim normalmente é o que já se conhece nestas terras.

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites
13 hours ago, MRN said:

Se ela já disse que vai demitir, e que vai demitir por equipamento, não vai ter outra alternativa a não ser a judicialização...

Para aqueles que se sentirem prejudicados vai ser o único caminho mesmo, mas a chance de reintegração é bem grande, até porquê é impossível negar a necessidade da redução da força de trabalho nestes casos.

11 hours ago, Bonotto said:

Ou seja, mais um Imbróglio pode se arrastar anos e o fim normalmente é o que já se conhece nestas terras.

Nos casos anteriores em que houve redução da força de trabalho da própria Latam e da Gol quem foi lesado e entrou com a Ação acabou sendo reintegrado e na maioria dos casos não demorou anos para a reintegração que se deu no curso do processo e não somente após o resultado final.

Abraços

Share this post


Link to post
Share on other sites
4 hours ago, PT-WRT said:

Para aqueles que se sentirem prejudicados vai ser o único caminho mesmo, mas a chance de reintegração é bem grande, até porquê é impossível negar a necessidade da redução da força de trabalho nestes casos.

Nos casos anteriores em que houve redução da força de trabalho da própria Latam e da Gol quem foi lesado e entrou com a Ação acabou sendo reintegrado e na maioria dos casos não demorou anos para a reintegração que se deu no curso do processo e não somente após o resultado final.

Abraços

Sim, acompanho também. O problema é que a cia pode quebrar para valer mesmo.
Quando isto acontece demora anos mesmo para receber e as vezes nem recebe.

  • Sad 2

Share this post


Link to post
Share on other sites
22 hours ago, MRN said:

Já teve o mesmo entendimento na segunda instância, A350, por isso que a empresa tá insistindo nisso. O Cerioti falou sobre isso na live passada ou retrasada...

 

3.1.2. Normas em caso de necessidade de redução da força de trabalho:

Se houver necessidade de redução da força de trabalho, as demissões ocorrerão por função, observados os seguintes critérios:

a) O aeronauta que manifestar, sem perda de seus direitos, interesse em deixar o emprego, se o custo for aceitável pela empresa;

b) Os que estiverem em processo de admissão ou estágio inicial na empresa;

c) Os aposentados com complementação ou suplementação salarial proveniente de qualquer origem e os que estiverem na reserva remunerada, respeitada a ordem decrescente de antiguidade na empresa;

d) Os aposentáveis com complementação ou suplementação salarial integral, respeitada a ordem decrescente de antiguidade na empresa;

e) Os de menor antiguidade na empresa.

Tanto os aposentados e os aposentáveis tem que ter complementação ou suplementação, não basta só ser aposentado pelo INSS, já foi explicado isso pelo sindicato, por isso que acho que não tem muita gente nessa situação...

A figura do aposentável com suplementação INTEGRAL não existe na empresa. Isso é coisa do tempo do Aerus. Muito poucos se enquadram como aposentados com complementação tb.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Exatamente, coisa dos anos 80...

Share this post


Link to post
Share on other sites

Foi pacificado hoje que a demissão será por antiguidade. Um problema a menos. 

  • Sad 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Meus prezados

Após protestos, justiça impede demissão de alguns tripulantes da LATAM

Por

 Carlos Martins

-A justiça de São Paulo bloqueou a demissão de alguns tripulantes da LATAM, que recorreram ao judiciário após protestos e iminência do desligamento. A medida foi movida por quatro tripulantes (não foi especificado se seriam comissários, copilotos ou comandantes), que foram até a Justiça do Trabalho de São Paulo com um pedido de tutela de urgência para impedir a dispensa deles da LATAM.

A justiça, então, decidiu por anular as demissões caso elas já tenham ocorrido, reintegrando esses empregados ao trabalho até o julgamento do mérito da ação. A liminar foi concedida pela 9ª Vara do Trabalho de Guarulhos-SP, uma vez que é iminente a despedida de 2,7 mil empregados da empresa aérea, fato que se tornou público.

Segundo os reclamantes, a companhia está obrigada a observar uma ordem de antiguidade entre seus empregados por força de convenção coletiva, mas essa ordem não estaria sendo seguida.

Conforme nota do Tribunal Regional do Trabalho (TRT) da 2º Região de São Paulo, os autores foram admitidos pela Táxi Aéreo Marília*, anos antes de serem admitidos pela reclamada, LATAM Linhas Aéreas.

No entanto, as empresas estão sob o mesmo grupo econômico, sendo que a dispensa e a recontratação foram efetivadas de forma simultânea. Segundo o TRT, embora seja lícito, o quadro traz o questionamento sobre qual contrato deve ser considerado no momento de se avaliar a antiguidade dos profissionais.

A multa estabelecida pelo juiz do trabalho Luis Fernando Feola, para o caso de descumprimento da decisão, é de R$ 10 mil por dia, até o limite de R$ 100 mil, para cada trabalhador.

Entramos em contato com a LATAM, que enviou a seguinte nota sobre o assunto:

A LATAM confirma a liminar referente a um grupo pequeno de 04 pessoas. Trata-se de algo isolado e, portanto, a empresa buscará esclarecer ao Judiciário que todas as demissões estão seguindo de forma correta e de acordo com as regras da Convenção Coletiva de Trabalho. Com esses esclarecimentos, a empresa buscará que esta decisão seja reconsiderada. Por fim, esclarece que não existe nenhum impacto para os demais desligamentos.

*Nota do Editor: a Transportes Aéreos Marília surgiu em 1961 como uma empresa de táxi aéreo no interior de São Paulo, e em 1986 se tornou a TAM Linhas Aéreas no CNPJ. Não está claro quando os tripulantes entraram na companhia, ou se eram até oriundos da TAM Aviação Executiva (que existe até hoje e continua no ramo de Táxi Aéreo, mas é uma empresa independente).

Toda história da TAM (hoje LATAM) é contada neste vídeo por seu cofundador:

Fonte: AEROIN  7 ago 2020

 
 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Amanhã faz um mês da audiência que definiria o modelo de refinanciamento do grupo na recuperação. Alguém sabe se tem alguma novidade? O Juiz disse que daria uma resposta o mais breve possível

Share this post


Link to post
Share on other sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Paste as plain text instead

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.

Sign in to follow this  

×
×
  • Create New...

Important Information

Saiba os termos, regras e políticas de privacidade