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LATAM Brasil adere ao Chapter 11

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18 minutes ago, MRN said:

https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,latam-tem-pedido-de-autorizacao-de-emprestimo-negado-pela-justica-americana,70003432928

Latam tem pedido de autorização de empréstimo negado pela justiça Americana

Alguém tem acesso a essa matéria?

De outra fonte:  O GLOBO

 

https://blogs.oglobo.globo.com/capital/post/juiz-rejeita-proposta-de-financiamento-dos-controladores-da-latam.html

 

A Corte de Falências de Nova York rejeitou a proposta de financiamento de US$ 2,45 bilhões para a Latam no âmbito do processo de recuperação judicial — uma decisão que deixa em suspense o futuro da companhia, que sofre com a drástica queda na demanda nas viagens por conta da pandemia.

 

O juiz James Garrity considerou ilegal um ponto em particular da proposta de financiamento DIP (debtor in possession) apresentada pelos acionistas controladores da companhia, que pleiteavam o direito de converter parte da dívida em participação acionária com um desconto de 20%.

Segundo Ana Carolina Monteiro, advogada de reestruturação e insolvência do Kincaid Mendes Vianna Advogados, que representa credores da Latam, a proposta de financiamento ainda poderá ser aceita pela Justiça caso os acionistas da Latam concordem em retirar esse ponto.

A decisão da corte americana vinha sendo aguardada há mais de dois meses, mas o processo se arrastou após uma série de questionamentos por parte de detentores de bonds.

A proposta de financiamento DIP, modalidade prevista no Capítulo 11, a lei de recuperação judicial americana, dá preferência aos novos credores na recuperação dos créditos em caso de falência. 

Logo após entrar com pedido de proteção no Capítulo 11 em Nova York, em maio, a Latam apresentou uma proposta de DIP dividida em duas tranches, A e C: 

Na A, o fundo Oaktree emprestaria US$ 1,3 bilhão para a companhia em condições de mercado que o juiz considerou justas. Na tranche C, os acionistas controladores (famílias Cueto e Amaro) e mais a Qatar, que representam 32% do capital da empresa, emprestariam US$ 900 milhões, podendo acrescentar mais US$ 250 milhões. Pela proposta, eles se reservariam o direito de converter parte da dívida a um desconto de 20%.

O juiz considerou haver jurisprudência para rejeitar o pedido, afirmando que seria uma "super prioridade" permitir aos acionistas ampliar a participação na empresa, prejudicando demais credores e minioritarios.

— O juiz atendeu ao pedido não apenas dos bondholders, mas do comitê de credores —, diz Ana Carolina, que considerou a decisão "justa e correta". — Se tivesse garantido a super prioridade, os acionistas ganhariam poder de mandar completamente no plano de reestruturação. 

Como a proposta das tranches A e C é única, a rejeição de um ponto da proposta levou à rejeição total. Agora caberá aos acionistas da Latam avaliar se mantêm ou não o financiamento e quão dispostos estão em correr o risco da diluição de suas participações na companhia.

A expectativa dos bondholders agora é sentar na mesa para negociar uma proposta mais equilibrada com os acionistas da empresa.

Procurada, a Latam afirmou que ainda está avaliando a decisão da Justiça. 

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3 minutes ago, LipeGIG said:

De outra fonte:  O GLOBO

Obrigado, Lipe

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5 hours ago, LipeGIG said:

De outra fonte:  O GLOBO

 

https://blogs.oglobo.globo.com/capital/post/juiz-rejeita-proposta-de-financiamento-dos-controladores-da-latam.html

 

A Corte de Falências de Nova York rejeitou a proposta de financiamento de US$ 2,45 bilhões para a Latam no âmbito do processo de recuperação judicial — uma decisão que deixa em suspense o futuro da companhia, que sofre com a drástica queda na demanda nas viagens por conta da pandemia.

 

O juiz James Garrity considerou ilegal um ponto em particular da proposta de financiamento DIP (debtor in possession) apresentada pelos acionistas controladores da companhia, que pleiteavam o direito de converter parte da dívida em participação acionária com um desconto de 20%.

Segundo Ana Carolina Monteiro, advogada de reestruturação e insolvência do Kincaid Mendes Vianna Advogados, que representa credores da Latam, a proposta de financiamento ainda poderá ser aceita pela Justiça caso os acionistas da Latam concordem em retirar esse ponto.

A decisão da corte americana vinha sendo aguardada há mais de dois meses, mas o processo se arrastou após uma série de questionamentos por parte de detentores de bonds.

A proposta de financiamento DIP, modalidade prevista no Capítulo 11, a lei de recuperação judicial americana, dá preferência aos novos credores na recuperação dos créditos em caso de falência. 

Logo após entrar com pedido de proteção no Capítulo 11 em Nova York, em maio, a Latam apresentou uma proposta de DIP dividida em duas tranches, A e C: 

Na A, o fundo Oaktree emprestaria US$ 1,3 bilhão para a companhia em condições de mercado que o juiz considerou justas. Na tranche C, os acionistas controladores (famílias Cueto e Amaro) e mais a Qatar, que representam 32% do capital da empresa, emprestariam US$ 900 milhões, podendo acrescentar mais US$ 250 milhões. Pela proposta, eles se reservariam o direito de converter parte da dívida a um desconto de 20%.

O juiz considerou haver jurisprudência para rejeitar o pedido, afirmando que seria uma "super prioridade" permitir aos acionistas ampliar a participação na empresa, prejudicando demais credores e minioritarios.

— O juiz atendeu ao pedido não apenas dos bondholders, mas do comitê de credores —, diz Ana Carolina, que considerou a decisão "justa e correta". — Se tivesse garantido a super prioridade, os acionistas ganhariam poder de mandar completamente no plano de reestruturação. 

Como a proposta das tranches A e C é única, a rejeição de um ponto da proposta levou à rejeição total. Agora caberá aos acionistas da Latam avaliar se mantêm ou não o financiamento e quão dispostos estão em correr o risco da diluição de suas participações na companhia.

A expectativa dos bondholders agora é sentar na mesa para negociar uma proposta mais equilibrada com os acionistas da empresa.

Procurada, a Latam afirmou que ainda está avaliando a decisão da Justiça. 

O juiz rejeitou e agora eles terão que refazer o contrato e condições ( muito favoráveis aos investidores) .

 Simples assim ou correm risco de perder de vez os empréstimos concedidos e falir no final de ano porque o juiz não deixou entrar os empréstimos?

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11 hours ago, Luckert said:

O juiz rejeitou e agora eles terão que refazer o contrato e condições ( muito favoráveis aos investidores) .

 Simples assim ou correm risco de perder de vez os empréstimos concedidos e falir no final de ano porque o juiz não deixou entrar os empréstimos?

O que vai acontecer agora  cabe mais a Latam do que ao juiz. O juiz barrou o empréstimo, Latam pode recorrer e gastar um tempo que não tem, pode alterar a forma de recebimento dos DIPs, pode retirar só  esse  ponto já que o restante da reestruturação foi aceita ou pode dizer que vai fechar, tá tudo em aberto. Devem estar reunidos agora lá no Parque Araucano  decidindo o que fazer.

Sou leigasso no assunto mas fica a impressão, baseado nisso e em outras notícias, de que tentaram ser malandros usando esse empréstimo no C11 como forma de aumentar a participação dos sócios e privilegiar o pagamento deles, e aparentemente O juizão sacou.

E pensar que se endeusava tanto a turma do paletó chileno anos atrás. A gente se acostumou a tratar o Chile como primeiro mundo mas na realidade Chile é América Latina, né. Gestores idem. 

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E aquele monte de devoluçaõ de aeronaves? O XTA não foi. Aquela meia duzia de 21 não deve pesar tanto, assim como os 20 mais antigos. Mais da metade da frota está parada.. já não tinham aceitado a devolução de 1/3? Ao menos o custo atual diminui ao não ter que manter esses... no mais a falta de acordo com os funcionário se extende e piora mais a situação financeira... e ainda vejo metade da internet torcer pela falência da mesma... cenário está péssimo pra ela coitada.

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1 minute ago, A345_Leadership said:

É... Um pouco do mesmo remédio que fazem com seus colaboradores (SIC).

 

Inclusive, o que tem de funcionário celebrando essa derrota, chega a assustar. É uma miopia suicida e ressentida, claro, mas mostra a capacidade sublime da empresa de perder seu grupo de colaboradores. 

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2 hours ago, A350XWB said:

O que vai acontecer agora  cabe mais a Latam do que ao juiz. O juiz barrou o empréstimo, Latam pode recorrer e gastar um tempo que não tem, pode alterar a forma de recebimento dos DIPs, pode retirar só  esse  ponto já que o restante da reestruturação foi aceita ou pode dizer que vai fechar, tá tudo em aberto. Devem estar reunidos agora lá no Parque Araucano  decidindo o que fazer.

Sou leigasso no assunto mas fica a impressão, baseado nisso e em outras notícias, de que tentaram ser malandros usando esse empréstimo no C11 como forma de aumentar a participação dos sócios e privilegiar o pagamento deles, e aparentemente O juizão sacou.

E pensar que se endeusava tanto a turma do paletó chileno anos atrás. A gente se acostumou a tratar o Chile como primeiro mundo mas na realidade Chile é América Latina, né. Gestores idem. 

Os sócios minoritários perceberam a malandragem e já tentaram na justiça impedir os empréstimos, a corte americana apenas observou e concluiu o mesmo 

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Decisão bem pouco comum em se tratando de chapter 11 nos EUA, o que indica (ainda não li a decisão) um evidente tentativa de deixar os prejuízos apenas com os minoritários. 

O tiro da LATAM de levar a RJ para os EUA por conta da baixa interferência do Judiciário daquele país no processo, acabou saindo pela culatra.

Ironicamente, no Brasil, apesar de todo o resto ser mais difícil, provavelmente um Plano de Recuperação com ester termos seria rejeitado e se fosse, certamente o Juiz concederia a Recuperação mesmo sem a concordância da assembléia.

 O modelo dos empréstimos "DIP" de injetar dinheiro na própria empresa para manter o controle e lucrar com a venda das ações desvalorizadas já era.

 Agora é ir para o plano B ou C,  mas os Cuetos vão ter que calçar as sandalhas da humildade se quiserem manter o controle e a salvar a empresa.

Abraços

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On 11/09/2020 at 14:36, A350XWB said:

Inclusive, o que tem de funcionário celebrando essa derrota, chega a assustar. É uma miopia suicida e ressentida, claro, mas mostra a capacidade sublime da empresa de perder seu grupo de colaboradores. 

É uma pena, a que ponto um funcionário torcer contra a própria empresa. Funcionário é um ativo e pode ajudar a empresa a superar o momento. Nem vou comentar os casos da Varig, Panair e Transbrasil para não ser tão saudosista.

1 hour ago, PT-WRT said:

Decisão bem pouco comum em se tratando de chapter 11 nos EUA, o que indica (ainda não li a decisão) um evidente tentativa de deixar os prejuízos apenas com os minoritários. 

O tiro da LATAM de levar a RJ para os EUA por conta da baixa interferência do Judiciário daquele país no processo, acabou saindo pela culatra.

Ironicamente, no Brasil, apesar de todo o resto ser mais difícil, provavelmente um Plano de Recuperação com ester termos seria rejeitado e se fosse, certamente o Juiz concederia a Recuperação mesmo sem a concordância da assembléia.

 O modelo dos empréstimos "DIP" de injetar dinheiro na própria empresa para manter o controle e lucrar com a venda das ações desvalorizadas já era.

 Agora é ir para o plano B ou C,  mas os Cuetos vão ter que calçar as sandalhas da humildade se quiserem manter o controle e a salvar a empresa.

Abraços

Os processos de RJ funcionam muito bem nos EUA quando tudo é feito transparente e sem favorecimento. Quiseram levar a malandragem chinelada e se fu...

A LATAM quis ser tigrão com os funcionários e credores, mas vai ter que ser tchuchuca com este último :lol:

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On 9/11/2020 at 9:36 PM, A350XWB said:

Inclusive, o que tem de funcionário celebrando essa derrota, chega a assustar. É uma miopia suicida e ressentida, claro, mas mostra a capacidade sublime da empresa de perder seu grupo de colaboradores. 

Seja “enrabado” todos os dias e depois de um tempo existem dois cenários possíveis:

Opção 1: vc gama e de brinde vem uma Síndrome de Estocolmo.

Opção 2: vc cai na realidade e cria desprezo e nojo pela situação / pessoa / entidade.

 

O táxi aéreo acha que só ele pode ganhar nas negociações...

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6 hours ago, Thirsty Camel said:

Seja “enrabado” todos os dias e depois de um tempo existem dois cenários possíveis:

Opção 1: vc gama e de brinde vem uma Síndrome de Estocolmo.

Opção 2: vc cai na realidade e cria desprezo e nojo pela situação / pessoa / entidade.

 

O táxi aéreo acha que só ele pode ganhar nas negociações...

Colocação sádica porém real. Um bom jeito de conhecer uma empresa é perguntar para seus ex funcionários como foi seu tempo lá. A diferença na resposta entre os ex marilia e GOL é berrante. 

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On 9/11/2020 at 12:50 AM, Luckert said:

O juiz rejeitou e agora eles terão que refazer o contrato e condições ( muito favoráveis aos investidores) .

 Simples assim ou correm risco de perder de vez os empréstimos concedidos e falir no final de ano porque o juiz não deixou entrar os empréstimos?

O que o juiz não tolera por aqui é acionista de empresa, que pediu RJ, aproveitar o processo para se auto-beneficiar. 

No que vejo, ele entendeu que as condições do empréstimo de terceiros foi boa, mas ele viu que 20% de desconto não é uma condição "de mercado "para quem entra em Chapter 11.  Aqui meus caros, não tem esse benefício para o acionista.... e a mensagem foi clara:  Seu deságio tem que ser maior ou você vai perder tudo ! 

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17 minutes ago, LipeGIG said:

O que o juiz não tolera por aqui é acionista de empresa, que pediu RJ, aproveitar o processo para se auto-beneficiar. 

No que vejo, ele entendeu que as condições do empréstimo de terceiros foi boa, mas ele viu que 20% de desconto não é uma condição "de mercado "para quem entra em Chapter 11.  Aqui meus caros, não tem esse benefício para o acionista.... e a mensagem foi clara:  Seu deságio tem que ser maior ou você vai perder tudo ! 

Lipe, sabe se já teve algum precedente disso em algum Ch11 de relevo?

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Que eu lembre, nos moldes da LATAM, só de uma rede de farmácias do Arizona nos anos 90,  mas a questão dos DIP's e sua estruturação já foi objeto de várias análises por corte de falências nos EUA, mas eu realmente não me recordo de nenhum caso de grande relevo, provavelmente o Juiz cite algum caso em sua decisão, assim que conseguir ler as 142 páginas eu comento...kkkk 

 

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58 minutes ago, LipeGIG said:

O que o juiz não tolera por aqui é acionista de empresa, que pediu RJ, aproveitar o processo para se auto-beneficiar. 

No que vejo, ele entendeu que as condições do empréstimo de terceiros foi boa, mas ele viu que 20% de desconto não é uma condição "de mercado "para quem entra em Chapter 11.  Aqui meus caros, não tem esse benefício para o acionista.... e a mensagem foi clara:  Seu deságio tem que ser maior ou você vai perder tudo ! 

Fizeram estágio do lado de cá da cordilheira e quiseram se beneficiar como outrora fora aqui, Amaro lucrando encima da TAM pra enriquecer mais ainda, só que na justiça americana não colou, ele fez o certo....mas será que ainda dá tempo de salvar a empresa agora? 
Muita morosidade nesse processo 

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20 minutes ago, Luckert said:

Fizeram estágio do lado de cá da cordilheira e quiseram se beneficiar como outrora fora aqui, Amaro lucrando encima da TAM pra enriquecer mais ainda, só que na justiça americana não colou, ele fez o certo....mas será que ainda dá tempo de salvar a empresa agora? 
Muita morosidade nesse processo 

Como tudo no mundo fora a morte: Tem solução com DINHEIRO.

Se arrumarem quem aporte em termos que o juiz valide, sim. Só que agora a chilenada deve estar meio zonza e vendo que que vai ter que se portar realmente como um conglomerado em recuperação judicial, não ficar num joguinho de terra arrasada pra bombar patrimônio de sócio e esfolar o chão da fábrica na malandragem latinoamericana.

Tempo, inclusive é dinheiro e conta muito nesse contexto, mais duas semanas "estudando a sentença' e Alvo & Cia vão é perder a possibilidade de escolher qualquer coisa definitivamente.

Edited by A350XWB
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No fundo todo mundo que depende do emprego está torcendo para que dê certo. Mas o 'chão de fábrica' já foi perdido. Ninguém mais se importa com a empresa. Se der certo, ótimo, continuamos empregados. Se der errado, que se F*** os Cueto, os Amaro, o Geronimo e todos eles. Pior é que nessa história quem se ferra mesmo é sempre o empregado. O ex dono nunca fica pobre. 

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6 minutes ago, A350XWB said:

Como tudo no mundo fora a morte: Tem solução com DINHEIRO.

Se arrumarem quem aporte em termos que o juiz valide, sim. Só que agora a chilenada deve estar meio zonza e vendo que que vai ter que se portar realmente como um conglomerado em recuperação judicial, não ficar num joguinho de terra arrasada pra bombar patrimônio de sócio e esfolar o chão da fábrica na malandragem latinoamericana.

Tempo, inclusive é dinheiro e conta muito nesse contexto, mais duas semanas "estudando a sentença' e Alvo & Cia vão é perder a possibilidade de escolher qualquer coisa definitivamente.

Muito bem dito meu caro

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22 hours ago, CabinCrew said:

No fundo todo mundo que depende do emprego está torcendo para que dê certo. Mas o 'chão de fábrica' já foi perdido. Ninguém mais se importa com a empresa. Se der certo, ótimo, continuamos empregados. Se der errado, que se F*** os Cueto, os Amaro, o Geronimo e todos eles. Pior é que nessa história quem se ferra mesmo é sempre o empregado. O ex dono nunca fica pobre. 

Aqui tudo é possível para se salvar a empresa. 

A empresa tem 18 meses onde ela dita as propostas ao juiz (notem que esse prazo pode ser reduzido por decisão do próprio juiz). 

Depois disso, credores e funcionários podem apresentar planos ao juiz (isso é raro).

Historicamente, 10 a 15% das recuperações em Chapter 11 são bem sucedidas. 

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5 hours ago, LipeGIG said:

Aqui tudo é possível para se salvar a empresa. 

A empresa tem 18 meses onde ela dita as propostas ao juiz (notem que esse prazo pode ser reduzido por decisão do próprio juiz). 

Depois disso, credores e funcionários podem apresentar planos ao juiz (isso é raro).

Historicamente, 10 a 15% das recuperações em Chapter 11 são bem sucedidas. 

Só 10-15% são bem sucedidas????? Passado 

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