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As empresas de táxi aéreo vão poder funcionar como mini-companhias aéreas regulares

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As empresas de táxi aéreo vão poder funcionar como mini-companhias aéreas regulares: elas agora estão liberadas para vender assentos individuais e poderão operar até quinze frequências semanais para qualquer destino. A mudança na regulação foi aprovada na tarde de terça-feira (4) pela diretoria da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) como uma medida para estimular a aviação e ampliar os destinos atendidos em um momento em que as grandes companhias reduziram drasticamente a oferta de voos por conta da pandemia. As informações são do jornal O Globo

Fonte: O Globo via PANROTAS 5 ago 2020

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Posted (edited)
12 minutes ago, A345_Leadership said:

Oficialização do TAC?

Não sei, mas isso não cheira bem...

Muitíssimo longe disso. Táxi aéreo clandestino é uma coisa bastante distinta e ilegal. 

A venda de assentos unitários em voos operados por táxis aéreos homologados é uma prática que já acontece há algum tempo, mas realizada por intermediadores (Flapper, por exemplo). 

Isso permite que a Líder possa, por exemplo, vender diretamente aos clientes assentos em um trecho onde o avião retornaria vazio para a base. Ou, ainda, permite criar voos exclusivos, regulares ou esporádicos, para onde as linhas aéreas não chegam ou não possuem interesse em chegar. 

TACA seria eu, 737-8HX, ter um Sêneca ou qualquer outro de uso próprio, sem operação autorizada para táxi aéreo, e vender assentos para qualquer pessoa sem ter a devida homologação e a devida autorização para tal. 

Edited by B737-8HX
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Serve pra AD operar os Pilatus mais eficientemente também..

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Parabéns a bancada da aviação, líderes das subcomissões, pressão dos sindicatos patronais e as consultas públicas! vamos dizer que foi "lobby do bem", um grande avanço! 

Agente mete cacete nos políticos, mais essa foi boa sacada, FINALMENTE uma bola dentro, uma agenda descolada da fantasia do Planalto, com a sacanagem da MP 925 e as empresas a míngua!

Torna mais competitivas a Piquiatuba, Rico com os Emb 120 e quem voa Caravan a noite malotes, de manhã ficava ocioso.

Seria a glória liberarem até 50 assentos, hoje pela realidade é inviável economicamente as Rbac 135, regionais "raíz" voarem com menos que um ATR 72 ou Q400, tem que pular para 121.

O Emb 120 só se sustenta pois é amortizado, projeto maduro, eletrônica embarcada simples e sem surpresas, possui estoques de motores e tem liquidez, tem ainda quem compre (mundo pós Covid). Mais o custo por assento encarece o dia a dia.

 

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15 hours ago, B737-8HX said:

Muitíssimo longe disso. Táxi aéreo clandestino é uma coisa bastante distinta e ilegal. 

A venda de assentos unitários em voos operados por táxis aéreos homologados é uma prática que já acontece há algum tempo, mas realizada por intermediadores (Flapper, por exemplo). 

Isso permite que a Líder possa, por exemplo, vender diretamente aos clientes assentos em um trecho onde o avião retornaria vazio para a base. Ou, ainda, permite criar voos exclusivos, regulares ou esporádicos, para onde as linhas aéreas não chegam ou não possuem interesse em chegar. 

TACA seria eu, 737-8HX, ter um Sêneca ou qualquer outro de uso próprio, sem operação autorizada para táxi aéreo, e vender assentos para qualquer pessoa sem ter a devida homologação e a devida autorização para tal. 

-8HX

Obrigado pelo esclarecimento, eu estava com visão equivocada sobre a decisão.

Do ponto de vista comercial é uma boa mesmo, principalmente naquelas regiões que tem carência de infraestrutura de transporte e aviação regional não supre as necessidades, como o Norte e Nordeste.

Usando seu exemplo de TACA, há um risco uma para um proprietário criar táxi-aéreo de fachada apenas para legitimar o TACA? 

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53 minutes ago, A345_Leadership said:

-8HX

Obrigado pelo esclarecimento, eu estava com visão equivocada sobre a decisão.

Do ponto de vista comercial é uma boa mesmo, principalmente naquelas regiões que tem carência de infraestrutura de transporte e aviação regional não supre as necessidades, como o Norte e Nordeste.

Usando seu exemplo de TACA, há um risco uma para um proprietário criar táxi-aéreo de fachada apenas para legitimar o TACA? 

Para lavagem de dinheiro, caixa 2, corrupção passiva, aviação sempre foi um bom negócio.

Uma época, antes desses super computadores que cruzam dados e o Coaf, a alegação era que a Receita não chegava pois a aviação sempre movimentava grandes somas em dólares, mascarando a malha fina. Hoje isso caiu por terra, vide o escritório dos Eua que encontrou erros nos balanços da Gol e a suspeita da KPMG ter saido da auditoria, sob essas alegações. 

Lembremos das tantas cargueiras como BETA, gente do nype do Gérman e os propósitos dos Estaleiros, Sérgio Cabral e afins.

Hoje com toda essa tecnologia e o atual Big Brother chamado whatsapp, TACA robusto não se sustenta por muito tempo, pelas próprias circunstâncias do mundo e do setor.

Edited by flightFernando
_

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Boa notícia,  agora será possível funcionários de diferentes empresas serem acomodados na mesma aeronave,  decidindo o horário de ida e volta de várias localidades onde muitas vezes nem são atendidas por linha aérea. 

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Isso é uma excelente notícia, vai abrir espaço para surgir um universo completamente novo de aviação no Brasil. É um passo na direção de um dia abrirmos o FR24 e termos de lidar com um formigueiro de aviões assim como acontece nos EUA.

Consequentemente, vai haver mais infraestrutura nos aeroportos locais, e a aviação geral como um todo vai se beneficiar.
O lado negativo é que provavelmente haverá maior dificuldade de fiscalização quanto à padrões mínimos de segurança no transporte regular de passageiros, o que pode levar à um número maior de acidentes fatais por ano, para a satisfação da nossa mídia carniceira, que vai fazer questão de explorar ao máximo cada ocorrência.

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Onde achar a redação oficial sobre essa alteração?

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14 minutes ago, GLK said:

Onde achar a redação oficial sobre essa alteração?

No sítio da ANAC, resoluções.
Até o presente momento, nihil de publicação.

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2 hours ago, diasfly said:

Isso é uma excelente notícia, vai abrir espaço para surgir um universo completamente novo de aviação no Brasil. É um passo na direção de um dia abrirmos o FR24 e termos de lidar com um formigueiro de aviões assim como acontece nos EUA.

Consequentemente, vai haver mais infraestrutura nos aeroportos locais, e a aviação geral como um todo vai se beneficiar.
O lado negativo é que provavelmente haverá maior dificuldade de fiscalização quanto à padrões mínimos de segurança no transporte regular de passageiros, o que pode levar à um número maior de acidentes fatais por ano, para a satisfação da nossa mídia carniceira, que vai fazer questão de explorar ao máximo cada ocorrência.

Acho difícil que o número de ocorrências aumente, embora matematicamente nós saibamos que quanto maior o número de operações, maior o risco de um incidente ou acidente. Ao afirmarmos que há riscos, atestamos erroneamente que a aviação regida sob o RBAC 135 no Brasil é uma bagunça. Já foi muito pior porém hoje está muitíssimo melhor, visto que a própria ANAC tem feito trabalhos excelentes junto aos operadores e, inclusive, amarrado ainda mais os critérios para operação. 

No mais, para que se tenha uma abrangência maior ao público potencial, é necessário ter uma estrutura que atenda minimamente esse público, o que demanda algum investimento. É possível que vejamos somente os maiores operadores do país utilizando a oportunidade para uma eventual alavancagem, com os menores operadores focando especificamente em seus negócios sem a venda de assentos individuais. 

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On 06/08/2020 at 15:11, GLK said:

Onde achar a redação oficial sobre essa alteração?

 

On 06/08/2020 at 15:27, Braconi said:

No sítio da ANAC, resoluções.
Até o presente momento, nihil de publicação.

Publicado ontem à tarde (07/08):
https://www.anac.gov.br/assuntos/legislacao/legislacao-1/resolucoes/2020/resolucao-no-576-04-08-2020/@@display-file/arquivo_norma/RA2020-0576.pdf

Será aberto processo de consulta pública para alterações definitivas na legislação pertinente (RBAC135 e outros).

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19 hours ago, Braconi said:

 

Publicado ontem à tarde (07/08):
https://www.anac.gov.br/assuntos/legislacao/legislacao-1/resolucoes/2020/resolucao-no-576-04-08-2020/@@display-file/arquivo_norma/RA2020-0576.pdf

Será aberto processo de consulta pública para alterações definitivas na legislação pertinente (RBAC135 e outros).

Muito obrigado!

Eu não entendi bem, é uma simplificação do LAS? Ou apenas permite a venda de assentos nas "empty leg"?

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6 hours ago, GLK said:

Muito obrigado!

Eu não entendi bem, é uma simplificação do LAS? Ou apenas permite a venda de assentos nas "empty leg"?

Confesso que não conseguir entender patavina da redação dessa resolução e tampouco da publicação onde a agência aborda a questão.

Sabe aquela sensação de se ler um texto escrito por alguém que não faz ideia do que está falando?  (Prefiro acreditar que eu seja um péssimo exegeta/hermeneuta). 
 

 

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Não entendi isto aqui:

Art. 5º A exigência do registro dos serviços de transporte aéreo constante na Resolução nº 440, de 2017, para operações agendadas no âmbito do RBAC nº 135, somente será aplicável se constituírem uma série sistemática de voos.

Parágrafo único. Para os efeitos do caput, uma série sistemática de voo é aquela definida em Portaria específica da Superintendência de Acompanhamento de Serviços Aéreos - SAS

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