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Gérman e José Efromovich PRESOS pela Lava Jato


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O mais gritante e impressionante: Dinheiro e influência não são barreiras para a Lava Jato. Comparativamente, claro que com todas as diferenças circunstanciais, é comparável a prisão do Canhêdo pela relevância, ascenção e queda.

Agora esperar pela alienação dos "bens" para pagamento das dívidas trabalhistas, ainda que a Oceanair não esteja citada no inquérito. Quem sabe..

Meus parabéns a todos os envolvidos, esses são os bons frutos da Lava Jato e Sérgio Moro. Justiça tarda, mais não falha!

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German e José Efromovich são presos em nova fase da Lava Jato que investiga contratos da Transpetro
Investigação envolve o Estaleiro Ilha (Eisa), de propriedade dos irmãos. Empresários também são sócios da companhia aérea Avianca Holdings, que não é citada na operação. G1 tenta contato com a defesa dos acusados.
Por Adriana Justi e José Vianna, G1 PR e RPC Curitiba

19/08/2020 07h12  Atualizado há 3 minutos

 

Os empresários German Efromovich e José Efromovich foram presos em São Paulo na 72ª Fase da Operação Lava Jato na manhã desta quarta-feira (19).

As duas prisões são preventivas e foram convertidas em prisão domiciliar por conta da pandemia do coronavírus. O G1 tenta contato com a defesa dos empresários.

Os dois são irmãos e donos estaleiro Eisa - Estaleiro Ilha S.A. Também são sócios da Avianca Holdings, segunda maior companhia aérea da América Latina, que está em recuperação judicial. A Avianca e a Ocean Air não são citadas na investigação.

Além das prisões, seis mandados de busca e apreensão também estão sendo cumpridos em Alagoas e no Rio de Janeiro na atual fase da operação, que foi batizada de "Navegar é Preciso".

As investigações da atual fase apontam o envolvimento dos dois empresários em esquemas de corrupção na Transpetro envolvendo contratos de construção de navios firmados pela estatal com o estaleiro Eisa.

A organização criminosa, segundo o Ministério Público Federal (MPF), fraudava o caráter competitivo das licitações pagando propina no valor de R$ 40 milhões a altos executivos da Petrobras e empresas como a Transpetro.

O esquema ocorreu em 2008, e a propina foi paga entre 2009 e 2013, de acordo com o MPF.

Um dos funcionários que recebeu o valor ilícito é Sérgio Machado, segundo o MPF, que, à época, era o então presidente da estatal. Atualmente, Machado é colaborador.

Uma apuração interna da Transpetro, conforme as investigações, indica que a atuação dos executivos do estaleiro Eisa junto a Sérgio Machado causou prejuízos de mais de R$ 611 milhões à Transpetro, em razão da entrega irregular de um dos navios Panamax encomendados, da não entrega dos outros três navios, de dívida trabalhista, e ainda de adiantamento de recursos da Transpetro ao Eisa.

A suspeita da força-tarefa é que o estaleiro teria sido contratado por R$ 857 milhões para fornecer navios, segundo a PF.

As ordens judiciais foram expedidas pela 13ª Vara Federal em Curitiba. A Justiça também determinou o bloqueio de R$ 651.396.996,97 das pessoas físicas e jurídicas envolvidas e fixou várias medidas cautelares.

O esquema de corrupção e lavagem de dinheiro funcionava, segundo a PF, através da celebração de contratos de compra e venda de navios feitos pela Transpetro com o estaleiro através do Programa do Governo Federal para a reestruturação da indústria naval brasileira, conhecido como Promef.

Ainda conforme as investigações, a contratação teria sido feita desconsiderando estudos de consultorias que apontavam que o estaleiro não teria as condições técnicas e financeiras adequadas para a construção dos referidos navios.

Disfarce


O pagamento de propina a Sérgio Machado, segundo a PF, teria sido disfarçado através de um contrato falso de investimento em uma empresa estrangeira, que previa o pagamento de uma multa de R$ 28 milhões, em caso de cancelamento do aporte.

O contrato foi feito entre uma empresa do grupo dos investigados relacionados ao estaleiro e uma empresa ligada ao executivo da Transpetro. A remessa dos valores da vantagem indevida teria sido feita por meio de várias transferências, através de contas bancárias no exterior.

Segundo o MPF, Machado nunca investiu qualquer valor nos campos de petróleo e o executivo do estaleiro Eisa exerceu a opção de cancelamento, efetuando o pagamento da propina disfarçada de multa contratual por meio de 65 transferências bancárias no exterior. As transferências foram realizadas entre 2009 e 2013, exatamente no período que coincide com a execução do contrato firmado com a Transpetro.

"Chama a atenção neste caso a sofisticação utilizada para esconder o pagamento de propina. As provas indicam que foram firmados contratos sem lastro na realidade, envolvendo campos de petróleo no exterior e empréstimos simulados com empresas constituídas em paraísos fiscais", explicou a procuradora da República Luciana Bogo.

Investigação


A investigação da força-tarefa também apura indícios de ilicitude em outro ajuste, ocorrido em 2013, quando o estaleiro Eisa foi contratado para a construção de oito navios de produtos.

Conforme os procuradores, Machado formalizou um empréstimo para empresas dos executivos presos nesta quarta-feira e repassou US$ 4.500.000,00 por meio de offshore no exterior.

"Apenas dez meses depois, recebeu o montante de US$ 8.464.209,28, o que sugere o possível recebimento de propina de US$ 3.964.209,28 camuflada na forma de ganho de capital decorrente do empréstimo", disse o MPF.

As provas colhidas, em especial um relatório de investigação patrimonial encomendado pela Transpetro, indicam a existência de uma grande, complexa e sofisticada estrutura corporativa internacional arquitetada pelos empresários para ocultação e blindagem patrimonial, fraude contra credores e possível prática de corrupção e de lavagem de dinheiro, afirmou a força-tarefa.

O outro lado


Em nota, a Transpetro disse que desde o princípio das investigações, colabora com o Ministério Público Federal e encaminha todas as informações pertinentes aos órgãos competentes. A companhia reiterou que é vítima nestes processos e presta todo apoio necessário às investigaçõesda Operação Lava Jato.

O G1 tenta contato com a defesa dos demais citados.

https://www.google.com/amp/s/g1.globo.com/google/amp/pr/parana/noticia/2020/08/19/pf-cumpre-mandados-em-nova-fase-da-lava-jato-que-investiga-contrato-da-transpetro.ghtml

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Infelizmente prisão não significa muita coisa aqui. Seus patrimônio serão confiscados e pagarão o Estado, funcionários, fornecedores e credores? Daqui a pouco vem uma liminar que eles estão doente, em idade avançada, etc...

Quanto ao usuário que estão se referindo, ele foi expulso devido às infrações dos Termos de Uso do Contato Radar.

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Lembrar que a falência da Avianca Brasil começou pelo estaleiro.

 

https://www.revistaapolice.com.br/2019/08/entenda-briga-chubb-fator-efromovich/

 

Entenda a briga judicial de Chubb e Fator contra os irmãos Efromovich

As seguradoras alegaram que vão à justiça para impor medidas restritivas aos donos da Avianca para tentar reaver o valor da apólice, que hoje está avaliada em 273 milhões

 

Exclusivo – A briga judicial das seguradoras Chubb e Fator contra os Irmãos José e German Efromovich parece não ter fim. As seguradoras alegaram que vão à justiça para impor medidas restritivas aos donos da Avianca em busca de ativos no nome da família para tentar reaver o valor da apólice, que hoje está avaliada em 273 milhões, segundo as seguradoras.

No ano de 2014, o estaleiro Ilha, localizado no Rio de Janeiro, de posse dos irmãos, não entregou à empresa sul-coreana Swire três embarcações que haviam sido solicitadas. Na época, Fator e Chubb assumiram o risco avaliado em 154 milhões e entraram com uma ação de execução do contragarantia contra o estaleiro, os irmãos Efromovich e o Sinergy Group, grupo que divide suas operações em estaleiros, empresas médicas, aviação comercial, petróleo, hotelaria e agricultura.

 

No ano de 2015, o estaleiro Eisa encerra suas operações. No caso, 3 mil trabalhadores foram pegos de surpresa e só souberam das demissões quando chegaram aos postos de trabalho. Os trabalhadores caminharam em protesto até o aeroporto do Galeão, onde opera a Avianca, de German Efromovich.

Em 2017, o Tribunal de Justiça de São Paulo bloqueou as ações da companhia aérea em uma medida movida pela Chubb junto com a Fator seguradora. Como não havia bens suficientes no nome dos Irmãos, somente uma casa avaliada em 5 milhões de reais, as seguradoras arrestaram os títulos da empresa aérea.

Desdobramentos

As seguradoras, com o aporte judicial da medidas restritivas de direito, buscam ativos internacionais que estejam no nome de German e Jose Efromovich, uma vez que as ações arrestadas da Avianca perderam valor.

“A Avianca entrou em processo de recuperação judicial por conta das disputas de outras companhias sobre os slots (direito de pousar e decolar em aeroportos congestionados) da empresa. Os ativos que as seguradoras arrestaram da Avianca, hoje viraram praticamente nada, motivo pelo qual as seguradoras buscam ativos em outras jurisdições para poder satisfazer esse crédito”, explica Cássio Gama Amaral, sócio do escritório Mattos Filho, que defende as seguradoras.

Cassio-Gama-da-Mattos-Filho.jpg?resize=2 Cassio Gama Amaral, do escritório Mattos Filho

Com as nacionalidades boliviana, de nascimento, polonesa, colombiana e brasileira, por naturalização, German Efromovich foi recentemente demitido da presidência do conselho da Avianca colombiana, mas planeja se manter ativo no ramo da aviação. Conforme informou o jornal italiano “Il Sole 24 Ore”, o empresário briga pela compra de 30% das ações da Alitalia, o que custaria em torno de 240 milhões de euros. A companhia italiana também se encontra em recuperação judicial.

“Cabe ao credor buscar ativos do devedor para poder penhorar e satisfazer o crédito. O que existe hoje, com base no novo Código de Processo Civil, são medidas de restrição de direitos que os credores podem tomar, a exemplo da retenção de carteira de motorista, passaporte e outras medidas que os tribunais estão testando, mas que não tem o efeito patrimonial, mas que a pessoa seja coagida a efetivar o pagamento de algo que deve. O objetivo de impor qualquer restrição de direto é fazer com que a pessoas pague o valor do ressarcimento”, comenta.

“A ação é de suma importância para o mercado de seguros. É um valor representativo, o mercado de seguro Garantia se sustenta se houver, no final do dia, uma facilitação, uma viabilidade de ressarcimentos rápidos e eficientes. Essa ação, mais do que nunca, tem um valor simbólico, pedagógico, muito grande para o mercado”, finaliza o advogado.

Gabriel Rocha 
Revista Apólice

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  • A345_Leadership changed the title to Gérman e José Efromovich PRESOS pela Lava Jato
On 19/08/2020 at 11:38, A345_Leadership said:

Infelizmente prisão não significa muita coisa aqui. Seus patrimônio serão confiscados e pagarão o Estado, funcionários, fornecedores e credores? Daqui a pouco vem uma liminar que eles estão doente, em idade avançada, etc...

Quanto ao usuário que estão se referindo, ele foi expulso devido às infrações dos Termos de Uso do Contato Radar.

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Nem chegaram a serem presos, já foi convertida em domiciliar!

Eles não tem mais patrimônio no Brasil faz tempo....diversos credores privados já tentaram receber.....sem sucesso.

Abraços

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Alvos da Lava Jato, donos da Avianca guardaram império empresarial em ilhota no Pacífico

Niue, de apenas 2.000 habitantes, foi escolhida para abrigar entidade controladora de conglomerado

 
SÃO PAULO

A permanência da sede do grupo empresarial ligado à companhia aérea Avianca em uma remota ilha de 2.000 habitantes no oceano Pacífico foi um dos motivos para a ordem de prisão preventiva dos irmãos Germán e José Efromovich na Operação Lava Jato, cumprida na última quarta-feira (19).

Segundo os procuradores da operação, os dois possuem uma "sofisticada e fraudulenta estrutura financeira internacional" para promover reiteradas fraudes contra credores e crimes de corrupção.

Os irmãos sócios da companhia aérea foram presos na 72ª fase da operação, sob suspeita de pagar propina para o ex-presidente da Transpetro (subsidiária da Petrobras para o transporte de combustíveis) Sérgio Machado, que também é ex-senador. Eles negam essas acusações.

A origem dessa etapa da Lava Jato está em contrato firmado pelo estaleiro Eisa, de Germán, com a estatal para a construção de quatro navios.

A posse de uma rede de empresas e contas no exterior foi mencionada em despacho da juíza Gabriela Hardt, da 13ª Vara Federal de Curitiba, como um fator que amplia a possibilidade de fuga ou "abrigo em outros países".

Informações que constam no pedido de prisão mencionam como controlador do grupo empresarial o Synergy Trust, de sede em Niue, um paraíso fiscal na Oceania, a 2.500 km da Nova Zelândia.

A localidade é uma ilha associada ao Estado neozelandês, de área territorial menor do que a de Ilhabela (SP). Embora autônoma, a ilha deixa à Nova Zelândia a responsabilidade sobre defesa e representação exterior, e seus habitantes também têm a nacionalidade neozelandesa. É tão isolada que só recebe dois voos semanais.

Em 2011, a divisão internacional da Avianca informou à SEC, agência americana que regulamenta o mercado de valores mobiliários, que Germán Efromovich detinha quase 100% dos direitos da Avianca Brasil e era beneficiário do trust Synergy, que por sua vez controlava o Synergy Group, que reúne suas empresas.

A Avianca Brasil, que teve a falência decretada no mês passado, funcionava de maneira autônoma à Avianca internacional, que hoje está em recuperação judicial nos Estados Unidos.

"A constituição de trust em país insular, de difícil acesso e comunicação, revela clara tática de blindagem e ocultação patrimonial empregada pelos irmãos Efromovich, a permitir não apenas a fraude contra credores mas também a prática sistemática de crimes de lavagem, com reduzido risco de responsabilização pessoal", escreveram os procuradores no pedido de prisão.

O trust é uma entidade jurídica constituída com a finalidade de administrar patrimônio. A equipe de investigação ressaltou que, com esse modelo, credores não podem usar bens designados no trust para a cobrança de dívidas pessoais, "sendo que a única maneira de o patrimônio ser afetado por dívida é se o credor for também beneficiário do trust".

A juíza Hardt, que expediu a ordem de prisão, afirmou que causa preocupação a expertise dos investigados no "controle de grande estrutura empresarial, de confusão patrimonial e de técnicas de lavagem e ocultação de valores".

Parte das informações apontadas pelos procuradores tem origem em levantamento privado contratado pela Transpetro junto à empresa Localize para identificar ativos que possam ser usados para ressarcir dívidas com a estatal.

A equipe da Lava Jato sustenta que três das empresas controladas pelo trust na Oceania foram usadas para pagar propina a Sérgio Machado, hoje delator.

A ordem de prisão fala na suspeita de que dois negócios envolvendo os Efromovich e filhos de Sérgio Machado foram simulados para justificar repasse de propina: um acordo de investimento em uma empresa com ativos no Equador e um empréstimo também fora do Brasil.

A investigação afirma que foram pagos o equivalente a R$ 28 milhões em uma conta na Suíça controlada por um filho do ex-senador de 2009 a 2013, e mais US$ 4 milhões (R$ 22 milhões) por meio da devolução do empréstimo, entre 2013 e 2014.

Por causa da crise sanitária provocada pelo novo coronavírus, os Efromovich estão detidos em casa. Eles também foram alvos de bloqueio judicial no valor de R$ 651 milhões —quantia calculada pelos investigadores para compensar supostos prejuízos sofridos pela Transpetro.

O empresário Germán Efromovich, em Bogotá, em fevereiro

O empresário Germán Efromovich, em Bogotá, em fevereiro - Daniel Muñoz - 5.fev.20/AFP

OUTRO LADO

Em entrevista à Folha no último sábado (22), Germán Efromovich disse que os negócios com os filhos de Machado eram lícitos e não representaram uma simulação. Afirma estar sofrendo uma injustiça e que os relatos do ex-senador contradizem a narrativa do Ministério Público.

Sobre a sede das empresas na ilha na Oceania, disse que essa estrutura não existe mais, mas que não há nada de errado com a existência dela.

"Hoje não existe nada que seja longe ou perto. Todas as transações são eletrônicas. Tudo é transparente e aberto hoje em dia. A gente faz as coisas onde mais convém."

Ele afirma ainda que para cada situação de negócio era criada uma empresa, fora do país, "por exigência dos órgãos financeiros".

"Desde que eu seja transparente, posso fazer a estrutura que eu quiser onde mais me convir. Não tem direito uma pessoa séria de dizer que, porque a empresa está na Cochinchina, isso é uma fraude. Isso é irresponsabilidade e maldade."

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/08/alvos-da-lava-jato-donos-da-avianca-guardaram-imperio-empresarial-em-ilhota-no-pacifico.shtml

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Na entrevista que à Folha no Sábado, Efromovich falou mais dos estaleiros e da Lava-Jato, só no final que falaram da(s) Avianca(s):

Quote

 

Falando em aviação, o sr. foi fundador da Avianca Brasil, que teve a falência decretada no mês passado, com dívidas de R$ 2,7 bilhões, incluindo dívidas trabalhistas. Essas pessoas vão receber esses recursos?

A empresa quebrou, não foi uma quebra fraudulenta. Não tenho os detalhes porque da Avianca Brasil eu saí faz anos. O que eu sei, falo com meu irmão [José Efromovich].

A Avianca Brasil estava crescendo e precisava receber um empréstimo de US$ 250 milhões para capitalizar. Na última hora, a United decidiu não emprestar. Fomos ver, tinha investido na Azul. Não dava mais tempo de levantar outra fonte de financiamento. Pedimos... eles pediram para os arrendadores tempo para reestruturar a empresa. Entraram na Justiça para retirar aviões.

Obrigaram pedir recuperação judicial. E a Anac tirou slots. Sem avião, sem slots, vai recuperar o quê? Acabaram com a empresa. Foi a empresa que pediu a falência. Quem não recebeu tem a massa falida agora, que vai distribuir o que sobrou para pagar o que der. Não houve fraude. Eu praticamente não sou sócio dessa companhia. Na nossa opinião, foi a Justiça, a Anac e os concorrentes fizeram acabar.

A Avianca Holdings (companhia que usa a marca fora do Brasil) está em recuperação judicial nos Estados Unidos. Como vê o futuro dela?

Eu perdi praticamente a empresa [recebeu ordem para sair do conselho de administração por causa de dívida com a United] , então não sei os números e não posso falar por ela. Quem arrumar capital depois da pandemia, vai poder sobreviver. Vão ter que se reinventar todas. O mundo é outro depois da pandemia.

 

A culpa é de todos, menos dele e do irmão.

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/08/preso-socio-da-avianca-defende-lava-jato-mas-diz-que-obras-apodrecem-no-pais-por-efeito-da-forca-tarefa.shtml

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1 hour ago, A345_Leadership said:

Na entrevista que à Folha no Sábado, Efromovich falou mais dos estaleiros e da Lava-Jato, só no final que falaram da(s) Avianca(s):

A culpa é de todos, menos dele e do irmão.

https://www1.folha.uol.com.br/poder/2020/08/preso-socio-da-avianca-defende-lava-jato-mas-diz-que-obras-apodrecem-no-pais-por-efeito-da-forca-tarefa.shtml

É a regra do Homer Simpson: "a culpa é minha e eu coloco ela em quem eu quiser"

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https://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2020/09/03/gabriela-hardt-nega-recurso-e-mantem-prisao-dos-irmaos-efromovich-na-lava-jato.htm

"Juíza nega recurso e mantém prisão de sócios da Avianca na Lava Jato"

"Há fundados indicativos de possíveis atos de Germán Efromovich e de José Efromovich no sentido de corromper agentes públicos e fraudar processos licitatórios da Transpetro, com a finalidade de conquistar contratos milionários em seu favor, os quais acarretaram prejuízos à estatal. Em contrapartida, teria ocorrido pagamento de propinas no decorrer de anos", escreveu a juíza

Dois bandidos do car@i!!

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