Jump to content
Delmo

EUA liberam entrada de voos brasileiros, mas mantêm restrições de viagem

Recommended Posts

EUA retiram restrição de viagem para brasileiros

O Departamento de Segurança Interna dos Estados Unidos (EUA) decidiu encerrar as restrições para a chegada de brasileiros já a partir da próxima semana. Um documento que será publicado no Federal Register (Diário Oficial dos EUA) confirma o fim da restrição de voos transportando pessoas que recentemente viajaram ou estiveram no Brasil.

CONFIRA O DOCUMENTO

A medida também engloba China (excluindo as Regiões Administrativas Especiais de Hong Kong e Macau) Irã, Reino Unido, Irlanda e os países do Espaço Schengen. De acordo com o documento, as restrições se encerram a partir de 0h01 da próxima segunda-feira (14), horário local, ou 1h01 no horário de Brasília.

Com as restrições, estavam permitidos apenas voos diretos operados por companhias norte-americanas com destino a apenas 15 aeroportos. Até então, os viajantes tinham que comprovar a necessidade da viagem e serem submetidos a exames de Covid-19. As restrições para o Brasil estavam em vigor desde 28 de maio.

“O encerramento deste esforço permitirá que os recursos de saúde pública sejam mais efetivamente priorizados para outros esforços de contenção e mitigação e irá estimular as viagens aéreas. As atividades contínuas incluirão um sistema de notificação de doenças e um processo de educação realizado em conjunto com outras medidas aprimoradas de saúde pública implementado dentro do sistema de transporte aéreo de passageiros em colaboração com indústria”, diz o despacho assinado por Ian Brekke, conselheiro Geral Adjunto do Departamento de Segurança Interna dos EUA.

 

Fonte: https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/eua-retiram-restricao-de-viagem-para-brasileiros/

Share this post


Link to post
Share on other sites

Acho que há um equívoco nessa notícia. Espero que eu esteja errado, mas o documento apenas diz que as restrições para os voos com origem no Brasil (além da Europa etc), que desde 28/05 só podem pousar em 15 aeroportos, deixará de existir. Daí, os voos poderão pousar em qualquer aeroporto internacional que esteja fora daquela lista (como MCO por ex). 

O documento não menciona sobre o fim da restrição de entrada de estrangeiros que estiveram no Brasil nos últimos 14 dias. Se alguém entendeu diferente, peço que me corrija. 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Até onde entendi é isso mesmo.

Num primeiro momento acreditei na noticia que corre em vários sites de noticias (inclusive famosos), mas quando fui ler o documento que será publicado no diário oficial americano vi que estes sites estão equivocados.

O documento que será publicado revogará o documento 85 FR 31957 (May 28, 2020), onde restringe os voos oriundos do Brasil à pousarem somente em 15 aeroportos no território americano da lista disponibilizada.

O documento que fala sobre a proibição de passageiros (há exceções) com origem no Brasil é o documento 85 FR 31933 (May 28, 2020), e esse ainda esta efetivo.

Ainda não foi dessa vez.

Edited by FELIPE GRU
typo
  • Like 2

Share this post


Link to post
Share on other sites

Exatamente, Felipe. O 31933 restringe Brasileiros e quem passou pelo Brasil, nos últimos 14 dias. Nada mudou pra quem quer viajar...

Share this post


Link to post
Share on other sites

E ao que parece a American adiou de novo o reinicio do MIA-GIG ! 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Agora sim:

EUA liberam entrada de voos brasileiros, mas mantêm restrições de viagem

Devido à pandemia do novo coronavírus, muitos governos fecharam as suas fronteiras para pessoas vindas de países considerados de risco. Uma das nações que tomaram essa medida preventiva foram os Estados Unidos, que desde 28 de maio de 2020 vetam a entrada de todos os viajantes estrangeiros que tenham estado no Brasil, incluindo em trânsito, durante os 14 dias anteriores à chegada no país.

Na semana passada, a publicação de um documento não oficial suscitou o boato de que o país norte-americano retiraria o Brasil da lista de países restritos. Porém, uma decisão anunciada pelo governo de Donald Trump nesta segunda-feira (14) mostrou que a informação era falsa.

O que mudou é que os Estados Unidos liberaram a chegada de voos oriundos do Brasil em qualquer um dos aeroportos do país. Até então, o desembarque estava restrito a apenas 15 terminais norte-americanos que possuem centros médicos maiores e procedimentos de segurança sanitária mais rígidos.

Apesar de a medida ser mais um passo em direção à reabertura das fronteiras, ela não significa que o turismo esteja liberado. Na verdade, as restrições por conta da pandemia continuam e a decisão não representa nenhuma mudança significativa para os brasileiros.

Como já vem acontecendo desde maio, só podem voar do Brasil direto para os Estados Unidos os cidadãos do país e os estrangeiros que possuem uma autorização especial, como o green card, o visto de residência, o visto de trabalho ou algum vínculo familiar próximo com um norte-americano. Esses indivíduos deverão cumprir a quarentena obrigatória de 14 dias nos Estados Unidos.

Já as pessoas com visto de estudante ou visto de turismo, por exemplo, seguem proibidas de viajar ao país diretamente. Ao contrário do que diziam os boatos, ainda não há uma previsão para a liberação da entrada de estrangeiros que tenham estado no Brasil duas semanas antes da viagem aos Estados Unidos.

Todas as informações estão disponíveis no site da embaixada.

https://www.uol.com.br/nossa/noticias/redacao/2020/09/15/eua-liberam-entrada-de-voos-brasileiros-mas-turismo-continua-suspenso.htm

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites

Essa é a mesma notícia contada de forma diferente. Não mudou nada além do fim da restrição dos 15 aeroportos.

Share this post


Link to post
Share on other sites
13 hours ago, naia said:

Aproveitando o tópico falando de EUA, e citando o GIG. Rota GIG-ATL.

https://www.anna.aero/2020/09/15/delta-resumes-rio-atl-in-december-we-examine-this-market-connectivity/

 

Essa materia mostra a falta que um GIG-NYC e um GIG-MCO fazem.

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites
4 hours ago, F-BVFA said:

Essa materia mostra a falta que um GIG-NYC e um GIG-MCO fazem.

Mas pela configuração do GIG-ATL mostra q é pouco premium. MCO então, mais ainda.GIG- NYC até tem chance de Ser retomado mas os efeitos da pandemia tem que ser bem arrefecidos com uma possível descoberta da vacina e imunização em massa.

Share this post


Link to post
Share on other sites
18 hours ago, FELIPE GRU said:

Essa é a mesma notícia contada de forma diferente. Não mudou nada além do fim da restrição dos 15 aeroportos.

Postei dizendo exatamente isso. O “agora sim” era referente ao título que agora está correto e não vendendo uma queda na restrição de voos como liberação pra brasileiros.

Share this post


Link to post
Share on other sites
5 hours ago, boulosandre said:

Mas pela configuração do GIG-ATL mostra q é pouco premium. MCO então, mais ainda.GIG- NYC até tem chance de Ser retomado mas os efeitos da pandemia tem que ser bem arrefecidos com uma possível descoberta da vacina e imunização em massa.

Primeiro: vc sabe muito bem que o mercado Brasil-MCO não é high yield. O caso de MCO é problemático pro GIG pois nenhuma americana voa longhaul a partir de la (a DL tentou GRU e AMS mas desistiu). Isso deixa o GIG a mercê das brasileiras que possuem seus hubs em outros aeroportos próximos: GRU, VCP e CNF. A JJ chegou a fazer mas como sabemos abandonou a rota para reforçar as conexoes em seu hub principal. Ficaria bastante surpreso com algum GIGMCO especialmente operado por empresa brasileira.

 Segundo: no periodo da materia a Delta voou diferentes configurações de 763 e o 764.

Terceiro: aparentemente existia interesse em um NYC-GIG vide AA e DL voando de modo sazonal que nada mais é que um teste para os serviços o ano todo.

Quarto: é evidente que estamos tratando de um cenario pos pandemia. Faz o menor sentido na situação de momento em qie estamos tratar disso nesses termos.

Share this post


Link to post
Share on other sites

Apesar de não ser um mercado High Yield, a região de Orlando cresce uma barbaridade. É a segunda região metropolitana que mais cresceu no país, atrás apenas de Austin - que vem ganhando muitos voos long haul, como British para LHR, Norwegian para LGW, CDG, KLM para AMS, Lufthansa para FRA etc. As baixas taxas e facilidade de se empreender no Texas, atraem cada vez mais empresas e moradores, inclusive, muitos da Califórnia - onde até proibiram Uber/aplicativos.

Talvez daqui alguns anos seja sustentável a DL voltar com alguns Long Haul em MCO, ao menos na alta. A região de Orlando + Lakeland + Tampa Bay tem uns 7 milhões de habitantes, e TPA também tem um belo aeroporto.

  • Like 1

Share this post


Link to post
Share on other sites
On 9/16/2020 at 3:36 PM, F-BVFA said:

Primeiro: vc sabe muito bem que o mercado Brasil-MCO não é high yield. O caso de MCO é problemático pro GIG pois nenhuma americana voa longhaul a partir de la (a DL tentou GRU e AMS mas desistiu). Isso deixa o GIG a mercê das brasileiras que possuem seus hubs em outros aeroportos próximos: GRU, VCP e CNF. A JJ chegou a fazer mas como sabemos abandonou a rota para reforçar as conexoes em seu hub principal. Ficaria bastante surpreso com algum GIGMCO especialmente operado por empresa brasileira.

 Segundo: no periodo da materia a Delta voou diferentes configurações de 763 e o 764.

Terceiro: aparentemente existia interesse em um NYC-GIG vide AA e DL voando de modo sazonal que nada mais é que um teste para os serviços o ano todo.

Quarto: é evidente que estamos tratando de um cenario pos pandemia. Faz o menor sentido na situação de momento em qie estamos tratar disso nesses termos.

Me referi justamente ao período pós-pandemia. Como bem disse o naia, Orlando vem se tornando um novo destino de residência de Brasileiros endinheirados (Vide a família do Gugu Liberato). É também um grande destino de eventos (que deve retomar a médio prazo). Mas também não vejo espaço para um GIG-MCO. MCO funciona de hubs como GRU, VCP e até CNF, que por sinal tem um forte mercado emissor (juntando todo o estado, GO e DF).

No mundo pós-pandemia, nada será como antes (pelo menos nos próximos 3-4 anos): a demanda de negócios vai cair (reuniões presenciais dando lugar a video calls) e com este Real desvalorizado e a recessão, grande parte da classe média que costumava viajar para Flórida, etc...vai passar a viajar pelo Brasil ou pela Am do Sul. 

O segmento menos afetado é a classe média alta (esta voltará a viajar qualquer que seja o câmbio) e paga tarifas altas na Business e até First. 
A LH é uma das cias que mais atrai este público (além da demanda corporativa) e não me surpreende ver EZE mantendo o 747-800 (quando reabrir) num país em grave crise, mas com uma classe média alta robusta (além da carga). Basta ver também os outros destinos contemplados mundo afora.

https://www.routesonline.com/news/38/airlineroute/293610/lufthansa-nw20-intercontinental-service-adjustment-as-of-08sep20/?highlight=Lufthansa

Rotas sazonais podem ser sinais para testar uma rota “year-round” mas também para mercados com maior variação de demanda ao longo do ano (e isto ocorre no mundo todo). Mesmo GRU tinha incrementos no nosso verão de diversas cias Europeias e Norte-Americanas que depois eram descontinuadas na “baixa estação”, afinal é muito mais rentável usar estas aeronaves em rotas no Hemisfério Norte. 

Na minha visão, haverá um GIG-NYC pela AA, aproveitando a forte presença da Gol neste aeroporto, mas dentro de um ano ou mais.

 

 

Share this post


Link to post
Share on other sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Paste as plain text instead

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.


×
×
  • Create New...

Important Information

Saiba os termos, regras e políticas de privacidade