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Antonov AN26 que transportava dinheiro cai no Sudão do sul após decolagem

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ANTONOV AN26 QUE TRANSPORTAVA DINHEIRO CAI NO SUDÃO APÓS DESCOLAGEM

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Um avião Antonov AN-26 da South West Aviation, com a matrícula YI-AZR,  ficou completamente destruído ao cair este sábado, 22 de agosto, pouco depois de descolar do Juba Airport, no sul do Sudão.

De acordo com as primeiras informações, o Antonov perdeu altitude logo após a descolagem de Juba, às 08h30 (hora local) e o seu impacto com o solo ocorreu numa quinta nos arredores de  Juba, cerca de 3 milhas náuticas (5,5 quilómetros) ao lado da pista do aeroporto. A aeronave transportava um carregamento de dinheiro, conforme se pode verificar pelo vídeo abaixo.:

https://youtu.be/_vjJLw-bHl0

Pelo menos 17 pessoas morreram, uma pessoa escapou dos destroços e está em estado crítico. Não se sabe se todas as vítimas estavam realmente a bordo da aeronave.

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 Fonte: Kiosque da Aviação (Pt) 22 ago 2020

 

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Antonov 26 caiu por estar com 8 mil quilos, acima de seu limite, denuncia ex-operador

 Murilo Basseto

Temos acompanhado, nos últimos dias, uma polêmica envolvendo a queda de um avião no Sudão do Sul e as condições precárias da aviação no país africano.

Conforme reportamos no sábado, dia 22, o avião cargueiro Antonov AN-26 da South West Aviation ficou completamente destruído ao cair pouco depois de decolar, deixando apenas 1 sobrevivente entre os 9 ocupantes.

Ainda no mesmo dia, o Presidente do país emitiu uma carta comentando sobre a fatalidade, e destacando que se faz necessário um maior rigor na aplicação das regras internacionais de aviação pelas autoridades do Sudão do Sul, com objetivo de combater os frequentes acidentes que têm ocorrido.

Agora, um novo capítulo ganha destaque na evolução do caso. Segundo apurou o The Aviation Herald, o ex-operador do Antonov AN-26 (Gateway Export Aviation) denuncia que o avião estava voando com 8 mil quilos (8 toneladas) a bordo, mais de 50% acima do limite aprovado de 5,5 mil para o modelo, o que pode ter contribuído com a queda.

Segundo a Gateway Export Aviation, o cargueiro não estava mais operando em seu nome desde março de 2020 devido a uma desapropriação feita ilegalmente em benefício da South West Aviation, “orquestrada” por esta empresa em acordo com a Autoridade de Aviação Civil e o Ministro dos Transportes do Sudão do Sul.

Na séria acusação, a Gateway ainda declara: “Temos feito processos judiciais desde março para reivindicar a aeronave ou o dinheiro investido na aeronave quando a consertamos, mas todas as nossas reivindicações não foram ouvidas ou consideradas pelas autoridades que mencionei acima, elas bloquearam todas as nossas solicitações.”

 

Segundo relato do sobrevivente da queda, houve um grande estrondo do motor direito e a aeronave começou a descer. O comandante disse que eles estavam voltando para o aeroporto e o motor estava sendo desligado. No entanto, a aeronave aparentemente não conseguia virar e não conseguia manter a altura, culminando no acidente.

Segunda a Gateway, a South West operou a aeronave desde março sempre violando as normas dos regulamentos, de forma que “este acidente é causado por uma sobrecarga de 8 toneladas ao invés de 5,5 toneladas”.

Se já não bastassem as condições precárias sociais e da aviação do Sudão do Sul, se a acusação for realmente procedente (vale a dúvida, já que há um conflito de interesses envolvido), faz-se ainda mais triste imaginar que o acidente ainda pode ter sido consequência de negligências que envolveram as próprias autoridades que deveriam fiscalizar a aviação do país.

Você pode rever a carta emitida pelo Presidente clicando aqui.

Errata: atualizamos a matéria com a informação de que a aeronave decolou com 8 toneladas totais, e não com 8 toneladas acima do limite.

Fonte: AEROIN 25 ago 2020

 

Edited by jambock

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Já vi E145 voando com msg "Eng not dispatch" na Nigéria. Parece que pelas bandas de lá nego não sabe ler nem escrever, muito menos fazer conta 

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O despacho dos caras dever na base do "olhômetro" e do "vê se dá"
Se der: deu... Se não der: ....**deu! 

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Nada de estranho um acidente como este no universo africano.

Não faz muito tempo, no Quênia pilotos rotineiramente voavam a 11,000 pés, numa região onde a altitude mínima de segurança era 15,000 pés, até o dia que um Caravan chocou-se com uma montanha, em operação IMC, matando 10 pessoas que estavam a bordo.

Cruzar países inteiros sem estabelecer comunicação bilateral não é surpreendente. A exposição a situações bizarras é constante, como exemplo, em Lagos, anos atrás, recomendava-se um taxi sem parada do pátio do terminal de passageiros/carga até a cabeceira, para evitar que alguém entrasse sem ser percebido no compartimento do trem de pouso, tentando uma 'fuga' a um destino incerto. 

 

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3 hours ago, Jet Age said:

Nada de estranho um acidente como este no universo africano.

Não faz muito tempo, no Quênia pilotos rotineiramente voavam a 11,000 pés, numa região onde a altitude mínima de segurança era 15,000 pés, até o dia que um Caravan chocou-se com uma montanha, em operação IMC, matando 10 pessoas que estavam a bordo.

Cruzar países inteiros sem estabelecer comunicação bilateral não é surpreendente. A exposição a situações bizarras é constante, como exemplo, em Lagos, anos atrás, recomendava-se um taxi sem parada do pátio do terminal de passageiros/carga até a cabeceira, para evitar que alguém entrasse sem ser percebido no compartimento do trem de pouso, tentando uma 'fuga' a um destino incerto. 

 

Se este fosse um dos maiores problemas em Lagos, lá seria um lugar mais seguro... 

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África é complicado, mas tem países e países, assim como temos a Ethiopian e a SAA que são companhias reconhecidas internacionalmente.

Mas Sudão do Sul tenham certeza que está bem, mas bem lá no fim da lista, É, deve ser Africa Operations do nível daqueles Electras lá

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Quando vejo essas notícias vindas da África, so lembro do que um amigo contou quando ele foi trabalhar em uma ONG voltada para qualificação profissional no continente. Isso foi por volta de 2009 (ficou lá até 2011). A base era Luanda, mas eles atuavam também em outros paises além de Angola.

O batismo de fogo com a African Operations, foi em uma viagem a uma cidade menor (não lembro se em Angola ou em outro pais), mas tinha um pequeno aeroporto e pista de asfalto. Foram em um voo fretado, um turbohelice de asa alta que ele não sabia o modelo (creio ser alguma versão de Antonov, capaz de ser o 26). Ida foi ok, más o choque foi na volta alguns dias depois, quando na chegada das vans ao terminal, viu a "delicadeza" da segurança, que afastava do terminal todas as pessoas que não tivessem motivos para estar por ali com golpes de vara. Um varejão que não fazia distinção de homem, mulher ou criança. Desciam a lenha em todos que se aproximavam. 

Mas o surreal veio na partida. Embarcaram no avião, que ligou os motores e quando estava começando a se movimentar, ele,viu um cara que invadiu o aeroporto, e correu para o avião. O cidadão simplesmente se agarrou ao trem de pouso e ficou pendurado ali, se equilibrando. O mais louco foi que simplesmente durante o táxi, não pararam. Todos reclamavam com a comissária, e a criatura fazia cara de paisagem, dizia que osmpilotos ja haviam sido informados.

Apenas na cabeceira da pista pararam, e o cara ali pendurado, até que chega um jipe com 3 seguranças que retiram o pobre sujeito na base de muita porrada. Depois ele ficou sabendo que se eles param ali no terminal, outros poderiam tentar invadir o avião, e assim acontecer um acidente com as hélices. Me confessou com o qje presenciou nas cidades pequenas por la, que acreditava que a preocupação maior da tripulação seria causar um dano nas pás que propriamente nas pessoas...

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