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Itapemirim Linhas Aéreas - Atualizações


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Acredito que a ITA é a candidata mais séria a sair do papel até aqui. Há pessoas conhecidas envolvidas e existe um plano de trabalho.

Inclusive os governos estaduais e aeroportos já estão em contato com o grupo. 

Além dos 10 A320, o CEO confirmou operações em GRU, BSB, GIG e VIX, além de dizer que no momento não tem interesse em VCP, mas está conversando com CNF, REC, NAT....

Por enquanto, a Nella tá só na conversa fiada do CEO esquisitão....e as estrangeiras... após ventilação de Air Europa, Air Nostrum, JetSmart, silêncio agudo até aqui.

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PR-PJN na Azul: genial! maravilhoso! tem que ter o nome do Janot mesmo!  “Daniela Mercury é Azul”, na própria: “homenagem à diversidade! genial!”  PR-XMA da Gol, em alusão ao MAX: nobody car

Uma pergunta: quando a Gol começou em 2001, ou até mesmo quando a Azul deu os pontapés iniciais em 2008 já com a internet muito mais abrangente do que no começo do século, precisaram divulgar até a ma

A despeito das tentativas anteriores de ingressar de vez na aviação, dessa vez a Itapemirim conseguiu demonstrar não somente alguma solidez no projeto como também na própria equipe montada. Pelo nível

28 minutes ago, Mister.Eslátes said:

Prezados;

Saibam que pagar salários acima da média do mercado pode ser benéfico para um negócio. É natural que empresários vejam essa ideia com desconfiança, pois sabem que a pressão sobre o caixa aumentará. A grande questão é que os ganhos em termos de gestão de equipes tendem a compensar essa “sobrecarga” nas finanças da empresa. Além do que, não espere que uma pessoa “dê o sangue” pela empresa se o seu salário estiver muito defasado. Isto vc vai só encontrar nas dinâmicas de grupo,  em fóruns da Internê, nas resenhas com os "chefetes" e no Linkedln.

Remunerar o trabalhador na média do mercado, ou levemente acima dela, causará uma redução do turnover de funcionários (não é a preocupação AGORA mas certamente ocorrerá com o passar do tempo), atrai grandes talentos (muito interessante na parte corporativa) , maior respeito pela empresa em seu mercado, dentre muitos outros. 

Agora, a baixa remuneração, pode ARRUINAR planos de crescimento (e sobrevivência) de qualquer empresa, seja em uma grande Holding ou em uma Padaria. Temos exemplos de sobra.

Por isto, remunerar com o "Mínimo que a Lei permite", independente do momento econômico, é digno de uma gestão de GARAGEM DE ONIBUS (Urbanos).

Bom, pautado na tua declaração de GARAGEM DE ONIBUS, temos hoje, algumas empresas com ramificações rodovárias: GOL, PASSACONTA, TOTAL, SIDERAL. Sobrou quem? LATÃO e Azul, ok tem Modern e aí a coisa despenca. A questão é, desde que a tão idolatrada AVIANCA quebrou, inundando o mercado de profissionais, deixando um rastro de calote, já tínhamos um cenário não muito interessante para os profissionais, agora com outra "Avianca" entregue ao mercado que é o numero de demitidos da LATAM, por um bom tempo e nem uma Itapemirim vai resolver, a frase "Se você não quer, tem 1.000 lá fora querendo" vai vigorar e a partir desse conforto de quem define salário, pagar o mínimo vai surtir efeito.

Outro ponto, sabemos, que se amanhã uma NELLA oferecer salario minimo para as Alices de instagram serem comissárias, vão formar o quadro facilmente e se liberar a GO PRO no vidro RH do cockpit, terá copilotos de sobra tambem. Sua tese tem fundamento, mas estamos em uma época, onde as vezes, dentro do plano de negócio, o turnover valerá a pena para o cara das finanças, incluindo ai o custo recorrente de treinamentos, recisões, etc.

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Aproveitando, ofereço uma pequena pílula do praticado mundialmente em Gestão de pessoas:

 

A) A Rotatividade não faz diferença em seu modelo de negócio? Remunere Mal desde o começo.

B) A Rotatividade faz diferença, há necessidade de prestigiar a experiência de sua mão de obra e intenção de mantê-la a médio e longo prazo? Remunere corretamente.

 

Deixo em aberto, para os Srs enquadrar a Itapemirim em A ou B.

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9 minutes ago, Mister.Eslátes said:

Aproveitando, ofereço uma pequena pílula do praticado mundialmente em Gestão de pessoas:

A) A Rotatividade não faz diferença em seu modelo de negócio? Remunere Mal desde o começo.

B) A Rotatividade faz diferença, há necessidade de prestigiar a experiência de sua mão de obra e intenção de mantê-la a médio e longo prazo? Remunere corretamente.

Deixo em aberto, para os Srs enquadrar a Itapemirim em A ou B.

Muito se fala do salário da Azul, e aí? São derrotados ou vencedores? Olha o tanto de gente em rede sociais usando o selinho do tripadvisor, gente que nao faz isso com o time pelo qual é fanático, mas faz com a empresa. Aí eu te deixo uma pilula do praticado na aviação brasileña:

A) Chamar seu grupo de empregados de TRIPULANTES, fazer lavagem cerebral pesada e ver todos AZUIS

B) Chamar seu grupo de empregados de JABUTICABAS e ver a chefia medindo a importância pelo tamanho do equipamento voado.

Quem estará na liderança do mercado ao final do Corona?

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4 minutes ago, PT-KTR said:

Muito se fala do salário da Azul, e aí? São derrotados ou vencedores? Olha o tanto de gente em rede sociais usando o selinho do tripadvisor, gente que nao faz isso com o time pelo qual é fanático, mas faz com a empresa. Aí eu te deixo uma pilula do praticado na aviação brasileña:

A) Chamar seu grupo de empregados de TRIPULANTES, fazer lavagem cerebral pesada e ver todos AZUIS

B) Chamar seu grupo de empregados de JABUTICABAS e ver a chefia medindo a importância pelo tamanho do equipamento voado.

Quem estará na liderança do mercado ao final do Corona?

Entre a ilusão e a porrada, em recursos humanos a primeira sempre teve mais sucesso.

 

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9 hours ago, Mister.Eslátes said:

Intenção de pegar aviões bem usadinhos, remunerar com o mínimo que a lei permite seus comandantes, copilotos e comissários, e colocando o Jurídico para trabalhar quando os acusarem de práticas pouco ortodóxas!

 

Já vimos isto algumas vezes, não?

ou seja, tem q fazer o contrario de tudo isso, pegar avião 0km, paga salários altos e extinguir o jurídico.

 

 

 

 

 

 

quero ver a tarifa se o pax vai pagar.

 

 

até agora pessoas não entendem, quem decide se a empresa vai seguir depois de aberta é o cliente.

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2 minutes ago, Stelios4K said:

ou seja, tem q fazer o contrario de tudo isso, pegar avião 0km, paga salários altos e extinguir o jurídico.

E divulgar o business plan aqui no CR ou soltar no whatsapp!

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3 hours ago, Mister.Eslátes said:

Aproveitando, ofereço uma pequena pílula do praticado mundialmente em Gestão de pessoas:

 

A) A Rotatividade não faz diferença em seu modelo de negócio? Remunere Mal desde o começo.

B) A Rotatividade faz diferença, há necessidade de prestigiar a experiência de sua mão de obra e intenção de mantê-la a médio e longo prazo? Remunere corretamente.

 

Deixo em aberto, para os Srs enquadrar a Itapemirim em A ou B.

 

Não sei qual é o seu referencial, mas de forma reversa, vou responder vendo principalmente pelo lado do empregado, sem dramas:

A. Remuneração é primordial

Por experiência própria, sempre observei que o mercado é que regula uma série de coisas, como salários. Isso é mais do que básico no meu modo de entender. Voltando no tempo, bem lá trás, lembro-me que por causa desse sistema, conhecido por diversos nomes, como a lei da oferta e da procura, alguns copilotos trocaram uma carreira que poderia ser brilhante na Varig pela Vasp, que não deixava de ser um ótimo emprego, após uma disputa trabalhista que saiu dos anos 70 e entrou pela década de 80 (inclusive o copiloto do 727 que chocou-se no Ceará era deste grupo). Foi uma bela lição de como se deve tomar uma iniciativa se não está contente em algum lugar e dinheiro não é tudo.

Mas além de problemas de ordem interna, a má remuneração no começo daquela nova década era de fato um problema recorrente, tendo a inflação como um dos fatores. A Vasp e a Varig pagavam um pouco melhor, depois vinham a Transbrasil e a Cruzeiro, que mesmo fusionada com a Varig tinha um sistema de remuneração diferenciado, para pior. As regionais vinham bem atrás.

Veio a famosa greve de 85 e algumas coisas evoluíram positivamente. Precisaram outras greves, como a dos comissários da Vasp (sim, somente aquele grupo valente parou a companhia inteira) e outra em 88, que por ser mal conduzida contribuiu para azedar de vez a relação trabalhista. 

Ok, o tempo passou e considerando somente as empresas com jatos, a Tam é a que pagava menos. Porém, hoje é aquela que paga melhor (vamos desconsiderar a pandemia). Curioso? Não, isso é apenas a constatação dos ciclos da aviação, que se alteram ao longo do tempo. 

Se uma empresa que está sendo criada pagará supostamente num patamar inferior ao esperado, isso é, pelo menos em parte, o reflexo da conjuntura. O retrato geral da aviação comercial fala por si, algo completamente autoexplicativo.

Estrategicamente, isso pode ser consertado a partir do momento que a máquina entrar em funcionamento e a demanda fluir. Mas as engrenagens ainda nem foram montadas para criar qualquer tipo de esperança ou análise.

B. Emprego, fica ou sai?

Aprendi trabalhando para mais de 4 empregadores de porte e para outros tantos associados a essas companhias que o vínculo que se deve estabelecer é estritamente profissional. Entretanto, nem por isso deixei de dar o meu melhor, sempre. Por outro lado, fui reconhecido pela minha atitude, promovido, remunerado (pagamento em dia, exceto num período pré-falimentar) e tratado devidamente, principalmente em momentos estritamente pessoais. Em suma, eu trabalho eles me pagam, eles me pagam eu trabalho.

Ao contrário do que muitos imaginam, 'vestir a camisa' não torna ninguém mais representado, admirado e merecedor de um tratamento diferenciado. Em muitos casos, se torna na verdade um idiota útil, pronto para ser usado de escudo quando alguma encrenca trabalhista ocorre. Exemplos não faltam.

Se em certo instante -- longo ou não -- há harmonia e equilíbrio, digamos, financeiro, isso não é e nunca será de forma duradoura. Sendo assim, um funcionário que preze pelo seu respeito -- pessoal e profissional -- deve saber lidar com diferenças e, principalmente, saber separar as coisas. E há um bom tempo, apesar da pandemia, mudar de ares tornou-se na coisa mais normal do mundo. Se uma empresa que apresente boas condições gerais de trabalho em dado momento deixe deteriorar o seu ambiente por N motivos, nada impede que um profissional busque por melhores oportunidades e valorização, sendo assim, cai por terra qualquer alegação de que mudar de emprego tem de ser vinculado por todo o tempo que se trabalhe num determinado lugar -- de uma semana a 30 anos. Devemos notar que atualmente nem quem está supostamente seguro numa empresa consolidada tem garantias plenas. O cenário da atividade numa empresa de linha aérea pode se alterar consideravelmente, num curto espaço de tempo, portanto, um profissional tem de estar sempre consciente de suas prioridades, mantendo, obviamente, uma postura digna, com o seu empregador e consigo próprio. 

Quanto ao seu questionamento, nem A nem B e deixe o barco navegar, porque nem saiu do porto ainda, sem criar fantasmas e expectativas completamente fora de hora.

Edited by Jet Age
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4 hours ago, PT-KTR said:

Muito se fala do salário da Azul, e aí? São derrotados ou vencedores? Olha o tanto de gente em rede sociais usando o selinho do tripadvisor, gente que nao faz isso com o time pelo qual é fanático, mas faz com a empresa. Aí eu te deixo uma pilula do praticado na aviação brasileña:

A) Chamar seu grupo de empregados de TRIPULANTES, fazer lavagem cerebral pesada e ver todos AZUIS

B) Chamar seu grupo de empregados de JABUTICABAS e ver a chefia medindo a importância pelo tamanho do equipamento voado.

Quem estará na liderança do mercado ao final do Corona?

Está para nascer coisa mais BIZONHA que tripulantes, ratos de smartphone postando tais Selinhos em Instagram, ou juras de amor pela sua empresa no LinkDln,  comandantes Youtubers armados com suas GO-PRO 4k repletos de réchetégues críu-laife, finalizando com famosos TCHU-TCHUs.

E não, coleguinhas, não é exclusividade dos Azulinos. Assim como, não são dezenas que adotam tais posturas, e sim centenas.

Em breve reflexão, nada mais justo que renunerar cada vez mais PORCAMENTE os Aeronautas desta nação, quem sabe em alguns anos, Cias aéreas não terão Comandantes de Jato comercial custando menos de $1000 Dólares mensais cada na folha de pagamentos?

Nossos Brunos Senas, Jeromes, Neelmans e Caquinófes sabem desta realidade. Ofereçam a eles um salário de Uber, e um bonito uniforme, que grande maioria estará satisfeita, pois "se ele não aceitar, há milhares que aceitariam".

 

(Sim, amiguinhos, estamos muitíssimo perto disto)

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2 hours ago, Mister.Eslátes said:

Está para nascer coisa mais BIZONHA que tripulantes, ratos de smartphone postando tais Selinhos em Instagram, ou juras de amor pela sua empresa no LinkDln,  comandantes Youtubers armados com suas GO-PRO 4k repletos de réchetégues críu-laife, finalizando com famosos TCHU-TCHUs.

E não, coleguinhas, não é exclusividade dos Azulinos. Assim como, não são dezenas que adotam tais posturas, e sim centenas.

Em breve reflexão, nada mais justo que renunerar cada vez mais PORCAMENTE os Aeronautas desta nação, quem sabe em alguns anos, Cias aéreas não terão Comandantes de Jato comercial custando menos de $1000 Dólares mensais cada na folha de pagamentos?

Nossos Brunos Senas, Jeromes, Neelmans e Caquinófes sabem desta realidade. Ofereçam a eles um salário de Uber, e um bonito uniforme, que grande maioria estará satisfeita, pois "se ele não aceitar, há milhares que aceitariam".

 

(Sim, amiguinhos, estamos muitíssimo perto disto)

Eu prefiro um tripulante fazendo tchu-tchu e trabalhando com um clima minimamente decente (ainda que longe do ideal) e em uma empresa que dá alguma abertura para atitudes proativas e de certo modo inovadoras do que um que não faz tchu-tchu mas voa todos os dias num clima de merd@, em uma empresa cada vez mais degradada junto aos funcionários e junto à sociedade (como você disse anteriormente, “fascínora”), sob ameaça de demissão todos os dias, sendo xingado de/ visto como um problema pelo próprio CEO da empresa e, como se não bastasse, menosprezado indiretamente pelo próprio superior imediato quando não voa wide... 

Quero ver um(a) comissário(a)-chefe da Latam tomando a iniciativa de permitir uma vaquinha beneficente a bordo para ajudar uma pessoa necessitada. Aposto três jujubas que, antes do pouso, esse funcionário tá na rua por justa causa. 

A Azul pode ter diversos defeitos, como toda empresa tem. Nós sabemos quais são esses defeitos e eles são amplamente conhecidos dentro da comunidade aeronáutica. Mas nós precisamos convergir em um ponto: a abertura dada por eles aos funcionários e a possibilidade de iniciativas inovadoras é bastante valiosa. E um funcionário motivado, seja ele iludido (muitas vezes por própria culpa) ou não, é um ativo valioso em defesa da própria empresa, dentro ou fora dela. 

Em tempo: quanto à questão comportamental e alheia à vontade da empresa, a Azul tem milhares de pilotos e comissários. Não dá pra nivelar esse universo rotulando todos eles com base nas atitudes de alguns. 

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Essa mania de achar que seres humanos em geral tem comportamentos superiores ou inferiores dependendo da empresa onde trabalham, time que torcem e etc é complicada. No fim, se utilizar uma amostra grande o suficiente, o ser humano simplesmente age de maneira humana, cada um à sua maneira. Não existe personalidade padrão Latam, padrão GOL, padrão Azul ou padrão VoePass.

Sempre vai existir todos os tipos de profissional em todos os ambientes de trabalho. O comandante gopro 4k por exemplo, existe em toda e qualquer empresa, basta a empresa dar liberdade para isso que em um par de dias já vai haver uma dúzia de canais novos no youtube. Isso é em qualquer empresa, até porque o ser humano que voa na Latam não é mais ou menos ser humano do que o que voa na Azul. Inclusive com certeza na Azul deve ter uma grande maioria de comandantes que até mesmo enquadram o copiloto novato que quer filmar um pouso em Noronha.

É bem como disse o B737-8HX, não da pra nivelar um grupo de milhares de pessoas com base no comportamento aparente de uma dúzia deles.

Edited by diasfly
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Bom, tá vindo a ITA aí com salário menor ainda e a azul vai virar o estado da arte de salário, porque até a ajuda de custo dela vai virar paradigma pro mercado. 

Ótimo pra empresa, altas selfies e clima motivante pros ‘tripulantes’! O mercado de trabalho? Que se lasque. 

Não quero soar sindicalistão, não, mas o que recompensa o trabalhador pelo trabalho É SALÁRIO. Todo esse mover espetaculoso e emocional que vemos por aí EM TODAS AS AÉREAS HOJE (embora institucionalizado por uma) é só fetichização da marca pra compensar salário rebaixado, na hora que a maionese desanda? Todo mundo é demitido igual, não se iludam. 
 

Se seguirmos nessa onda de rebaixar salário bovinamente a cada novo entrante, já já a vida não se sustenta e alguns vão descobrir na dor que não se paga salário com tchutchu, por mais descolado e motivador que isso seja. 
 

E podem alegar que o mercado regulará os salários. É bonito na prancheta, mas a vida na aviação vai deixando a gente vacinado pra algumas lendas liberais. 

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Ok, foi apresentada uma mensagem provocativa, e não dá para se abster de comentar o bizarro nivelamento, através da opinião sobre os tripulantes, que não é mais biSonha do que a liberdade que virou esse debate para julgar uma categoria, como se fosse na base do 'one size fits all'. Sei lá, mas abriu-se a porteira?

Não é em todo ambiente de trabalho que a disciplina comportamental e operacional é colocada no lixo, como foi dito, por notável falta de conhecimento, vivência a bordo de uma aeronave e trabalho em empresas aéreas. Chutou-se apenas para ver se acertava no gol (não na Gol), aproveitando para fazer graça. Há flexibilidade e desvios? É óbvio, mas qualquer categoria profissional, mesmo entre os mais renomados cirurgiões, não há uma rigidez completa, e nem por isso podem ser chamados de incompetentes ou de um bando de moleques, como foi claramente insinuado. 

Agora, quanto a aceitar a 'raspa do tacho', como se os funcionários que vão se candidatar às eventuais vagas que surgirão são como porcos chafurdando na lama, tudo dependerá de uma série de fatores, apesar de que não foram definidos valores salariais. PQP! A EMPRESA NEM SAIU DO PAPEL. Foi notado ou tem de desenhar?

A impressão que tenho é que muitos não percebem que a realidade mundial passa por uma crise sem precedentes. Profissionais em vários ramos de atividade estão sendo dizimados, e por motivos mais do que evidentes os aeronautas e aeroviários, do mundo todo, terão de se adaptar a um contexto jamais visto em tempos recentes ou nessa proporção. A última vez que presenciei coisa do gênero foi na epidemia da SARS, entre 2002 e 2004, mais precisamente no sudeste asiático. Muitos nem se lembram ou sabem disso. Atualmente, ganhar pouco ou ficar sem receber tem sido um padrão global, com raras exceções. Funcionários de companhias aéreas altamente conceituadas estão perdendo seus empregos. 

O que se espera no retorno gradual à atividade é uma série de 'novos' ajustes, baixando ainda mais o sarrafo. As pauladas ainda não cessaram e torçamos para que não piorem, e isso dependerá do controle efetivo desta pandemia, algo que ainda não aconteceu. O que a empresa que é o tema do tópico apresentará como proposta ainda é indefinido. Comentou-se que pagarão menos que a Latam, mas não ficou claro que percentual ficará em relação as demais. Julgar de antemão aqueles que aceitarem um padrão de remuneração inferior do que era pago tempos atrás é esquecer-se de que as opções estão escassas, para não dizer praticamente nulas. Se qualquer empresa levará vantagem com isso, tudo pode se dissipar assim que o mercado voltar à normalidade, e eles, os administradores, sabem disso. 

Querer regular o mercado de trabalho na altura do campeonato é de uma alienação grotesca. Nem quem está cambaleando anda conseguindo se sustentar, quanto mais alguém esperar salário pomposo por produtividade indefinida.  

Edited by Jet Age
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Faço coro com o colega Jet Age no post acima, juntando nisso tudo os vários outros textões que postei ao longo desse tópico. 

Discutirmos qual será o salário da ITA é semelhante à discussão sobre o sexo dos anjos: não tem fim e, nesse momento, não tem o MENOR fundamento. 

Vejam bem: estão sendo criadas as mais variadas suposições com base numa mensagem sem a menor credibilidade vinda de um piloto frustrado, num grupo de WhatsApp qualquer, sem que nenhuma fala OFICIAL da Itapemirim com valores reais tenha sido dada.

Porr@, estão usando uma mensagem de WhatsApp para desmoralizar algo que ainda nem foi dito — e, ouso dizer, sequer batido o martelo dentro da estrutura organizacional da ITA. 

Ficar repetindo “a ITA vai pagar pouco” toda hora é tolice pura, já que só descobriremos quanto será o “faz-me rir” tão logo a empresa começar a voar. Tudo o que existir agora é mera especulação e torcida contrária indisfarçável. 

Se eu sou um desempregado com carteira A320 válida, TRI/TRE, com todos os requisitos da empresa e possibilidade de ir pra lá voar: why not? Devo recusar caso até lá saibamos o salário é ele seja no nível Azul? 

Que os que ganham melhor continuem ganhando melhor, mas depois dessa crise sem precedentes e pelos próximos anos: é melhor pingar do que secar. Não é nem de longe a realidade que queremos, imaginamos e víamos como a ideal. Mas é o que tem ou pra hoje, pegar ou largar. Alguns bondes não dá pra deixar passar...

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7 hours ago, A350XWB said:

Bom, tá vindo a ITA aí com salário menor ainda e a azul vai virar o estado da arte de salário, porque até a ajuda de custo dela vai virar paradigma pro mercado. 

Ótimo pra empresa, altas selfies e clima motivante pros ‘tripulantes’! O mercado de trabalho? Que se lasque. 

Não quero soar sindicalistão, não, mas o que recompensa o trabalhador pelo trabalho É SALÁRIO. Todo esse mover espetaculoso e emocional que vemos por aí EM TODAS AS AÉREAS HOJE (embora institucionalizado por uma) é só fetichização da marca pra compensar salário rebaixado, na hora que a maionese desanda? Todo mundo é demitido igual, não se iludam. 
 

Se seguirmos nessa onda de rebaixar salário bovinamente a cada novo entrante, já já a vida não se sustenta e alguns vão descobrir na dor que não se paga salário com tchutchu, por mais descolado e motivador que isso seja. 
 

E podem alegar que o mercado regulará os salários. É bonito na prancheta, mas a vida na aviação vai deixando a gente vacinado pra algumas lendas liberais. 

Faço das suas as minhas palavras.

A grande maioria que possui filho para educar, pão para colocar na mesa de casa, certamente estará preocupado com a redução de seus rendimentos que vem sendo praticado pelas Cias aéreas no decorrer dos anos. O Clima ou fetiche de seus chefetes não é problema.

 

Agora, o meninão que 'mora na casa dos pais' , troca metade do eu salário por um chefe que dá tapinha nas costas, canta tchutchu nas redes sociais, e chama o seu RH com um nome descolado tal como "Gente e Cultura"... Afinal, se ele não aceitar, seu ex coleguinha de aeroclube aceita.

 

Que venham os MiMiMi's.

 

 

Edited by Mister.Eslátes
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1 hour ago, Mister.Eslátes said:

Faço das suas as minhas palavras.

A grande maioria que possui filho para educar, pão para colocar na mesa de casa, certamente estará preocupado com a redução de seus rendimentos que vem sendo praticado pelas Cias aéreas no decorrer dos anos. O Clima ou fetiche de seus chefetes não é problema.

 

Agora, o meninão que 'mora na casa dos pais' , troca metade do eu salário por um chefe que dá tapinha nas costas, canta tchutchu nas redes sociais, e chama o seu RH com um nome descolado tal como "Gente e Cultura"... Afinal, se ele não aceitar, seu ex coleguinha de aeroclube aceita.

 

Que venham os MiMiMi's.

 

 

De onde vem essa crença em "meninões na casa dos pais"? Quantos "não meninões" estão aí lutando o mês inteiro com menos dinheiro do que um aviador de verdade (desses que conseguiram ir pra linha) pegam de diária de alimentação?

Recolhe esse slat e sai da bolha da 121, tem muitos "ex coleguinhas de aeroclube" na luta, na maioria das vezes, fora da aviação. 

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2 hours ago, Mister.Eslátes said:

Faço das suas as minhas palavras.

A grande maioria que possui filho para educar, pão para colocar na mesa de casa, certamente estará preocupado com a redução de seus rendimentos que vem sendo praticado pelas Cias aéreas no decorrer dos anos. O Clima ou fetiche de seus chefetes não é problema.

 

Agora, o meninão que 'mora na casa dos pais' , troca metade do eu salário por um chefe que dá tapinha nas costas, canta tchutchu nas redes sociais, e chama o seu RH com um nome descolado tal como "Gente e Cultura"... Afinal, se ele não aceitar, seu ex coleguinha de aeroclube aceita.

 

Que venham os MiMiMi's.

 

 

Na arte da bobagem, me desculpe, você anda se superando a cada post. 

Não existe essa divisão binária de pilotos com famílias/pilotos solteiros sustentados pelos pais. Isso é pensamento de quem vê uma empresa como se possuísse meia dúzia de aviadores no quadro de empregados. 

E se você de fato voa em algum lugar, deveria saber ou ao menos perceber isso. 

Se reunirmos todos os pilotos das três grandes empresas do Brasil, incluindo desempregados, veremos que há um universo de histórias, modelos de vida, escolhas pessoais, renúncias, decisões difíceis e construções familiares. 

Tem para todo mundo. 

Tem para o filho de pai rico que, ao tirar os seus R$8000 mensais, gasta com bobagens e não liga para dinheiro pois vive na barra da saia familiar.

Tem para o ex-INVA de aeroclube que, de um salário muitas vezes de fome e após um bom tempo até mesmo pagando para trabalhar, considera os R$8000 o melhor dos mundos e se sente muito realizado com isso. 

Tem para o narcisista que não liga muito pro salário, mas turbina as redes sociais todos os dias com fotos e vídeos com os mais variados temas e edições criativas, além de selfies e mais selfies de uniforme. 

Tem para o cidadão comum que tirou suas carteiras, trabalhou em algum lugar ou voando para alguém, participou da seleção na companhia e agora só quer trabalhar e cumprir direitinho o seu ofício, sem grandes brilhos e sem grandes louros, mas contente com a chance e honesto consigo mesmo — esse grupo é a maioria. 

São incontáveis os perfis de funcionários. Como eu disse, tem pra todo mundo. 

E repito: enquanto não houver alguém que voe na ITA e diga as reais condições salariais da empresa, qualquer afirmação acerca do quanto ela vai pagar (ou deixar de pagar) é factoide do mais baixo nível. 

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Prezados,

Lembro que o mesmo ocorreu na chegada da Gol e Azul no mercado. Porém façamos assim: Retornem aqui em 6 meses.

A) Caso a ITA decolar oferecendo salários na média do mercado, realmente era um factóide.

B) Caso negativo, se não decolar ou ainda cobrar (mesmo que de maneira "indireta") pagando o menor salário do mercado, não era um factóide.

Façam vossas "apostas"!

Edited by Mister.Eslátes
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4 hours ago, Mister.Eslátes said:

Faço das suas as minhas palavras.

A grande maioria que possui filho para educar, pão para colocar na mesa de casa, certamente estará preocupado com a redução de seus rendimentos que vem sendo praticado pelas Cias aéreas no decorrer dos anos. O Clima ou fetiche de seus chefetes não é problema.

 

Agora, o meninão que 'mora na casa dos pais' , troca metade do eu salário por um chefe que dá tapinha nas costas, canta tchutchu nas redes sociais, e chama o seu RH com um nome descolado tal como "Gente e Cultura"... Afinal, se ele não aceitar, seu ex coleguinha de aeroclube aceita.

 

Que venham os MiMiMi's.

 

 

A cada postagem sua, a cada asneira que fala, aumenta mais minha convicção que o senhor não é piloto de nada...

Apenas um cara amargurado que fica vomitando bobagens e amarguras em um forum. Digno de dó.

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Classifiquem me como Amargurado, como Pessimista, como Azedo... 

 

Assim como colegas da Varig são rotulados como "Viúvas" pela garotada, por não terem recebido o Aerus que pagaram por 20, 30 anos...

 

Isto não mudará os fatos.

 

Permanece o convite de por aqui retornarem em 6 meses. Se a ITA tiver decolado e não estiver oferecendo os piores salários do mercado, podem me solicitar qualquer coisa em troca.

Saudações amistosas!

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Continuo bem cético quanto a possibilidade da ITA realmente decolar. Apesar de já existir um time de credibilidade definido, acredito que a grande maioria estava disponível no mercado e não tinha nada a perder em se juntar ao projeto. Falta muito ainda para ter uma credibilidade aos moldes de uma Azul que quando apareceu no Brasil tinha investidores conhecidos e um CEO com histórico de projetos vencedores na área da aviação. Por enquanto não passa de uma empresa de ônibus em recuperação judicial que sonha em voar. Espero estar errado, mas para eu acreditar falta muito ainda.

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