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Itapemirim Linhas Aéreas - Atualizações


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Pessoal da ITA voando entre hoje e a próxima segunda-feira para os preparativos e traslados das próximas aeronaves. Roadshow para a imprensa, a princípio, será transferido para o início de Maio por conta do agravamento da pandemia. Estudos bastante avançados para a padronização do interior das aeronaves ocorrer antes do início dos voos, porém sem nada definido por enquanto. 

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Se tem uma coisa que eu aprendi nos meus quase 16 anos de linha aérea é que horas de voo, tempo de bunda no cockpit e cabelos brancos não agregam, na maioria das vezes, credibilidade às opiniões de ni

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E no que a pintura da aeronave na DIGEX afeta a idoneidade da empresa? Só é decente se for feito na Lufthansa Technik, que é gigante? Se a ITA obteve um contrato vantajoso, ao qual nós não temos acess

On 15/03/2021 at 15:30, SOUSA CPV said:

e onde que tem essa opção para agencias?

ta em lugar nenhum, foi repassado por eles na reunião de apresentação que houve para um grupo de agências q eu estava.

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Só eu achei que  esse "ITA"na empenagem ficou fora de contexto? Poderia sei lá colocar o logo da Itapemirim  ou até mesmo o "ITA"de tamanho diferente ou outro tipo de fonte. Sei lá, mas para mim ficou estranho não casou com o restante da aeronave que diga-se de passagem ficou muito bonita

Edited by atc_dutra
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44 minutes ago, atc_dutra said:

Só eu achei que  esse "ITA"na empenagem ficou fora de contexto? Poderia sei lá colocar o logo da Itapemirim  ou até mesmo o "ITA"de tamanho diferente ou outro tipo de fonte. Sei lá, mas para mim ficou estranho não casou com o restante da aeronave que diga-se de passagem ficou muito bonita

Parece que colaram lá de qualquer jeito com qualquer fonte padrão do Powerpoint. 
 

com o logo ali ficaria muito mais harmônico e sóbrio. 

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Bem nada a ver, tipo o da Puma Air

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17 hours ago, TheJoker said:

A pintura da ITA é bonita e com certeza chamará muita atenção nos aeroportos. Agora para ficar espetaculosa (usando uma velha gíria do CR):

- Retiraria o ITA e a logomarca abaixo da janela. Colocaria em seu lugar o endereço (voeita.com.br), que já faz alusão ao nome da empresa e evita alguém jogar no Google para procurar a empresa;

- O amarelo da fuselagem poderia terminar antes do prefixo, ampliando a cor do estabilizador mais para o charuto e o prefixo ficaria banco, facilitando a identificação. A pequena faixa de amarelo que fizeram foi um ótimo toque de transição de cores;

- O ITA e a logomarca ficariam nos motores e no estabilizador. No estabilizador poderia ser o nome ITA abaixo da logomarca. Não chamaria tanta atenção quanto o ITA atual, mas ficaria mais elegante e continuaria ser legível para quem ver só as caudas em um aeroporto.

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O que chamam de fonte qualquer do PowerPoint é a fonte oficial da Itapemirim a mais de 40 anos e por ironia a mesma usada pela Orion, Eastern e Cruzeiro.

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35 minutes ago, PT-KTR said:

O que chamam de fonte qualquer do PowerPoint é a fonte oficial da Itapemirim a mais de 40 anos e por ironia a mesma usada pela Orion, Eastern e Cruzeiro.

Mas a forma que foi colocada, deu a entender como se tivessem feito a mesma coisa, embora a fonte seja de fato, histórica.

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Mais alguns detalhes: os estudos de padronização de interior caminham no sentido de utilizar, ou viabilizar, o “Space Flex” a bordo dos A320. Como a segunda onda da pandemia adiará um pouquinho dos planos da ITA, haverá tempo de pensar na linearidade do serviço. Há uma preocupação muito grande dentro da empresa quanto a experiência do cliente, e muito receio de oferecer diversos produtos distintos por decorrência da variedade de procedência dos Airbus. 

Nesse caminho, há uma grande possibilidade de padronizar a frota de A320 em 174 assentos com o bloqueio do assento do meio nas três primeiras — semelhante ao que a Latam adota no conceito “Latam +”. Estuda-se ainda a flexibilidade de oferecer os 174 assentos, sem o bloqueio, em determinadas rotas de alta densidade onde o público não é carente de um serviço superior. 

Os assentos seriam, a princípio, semelhantes aos utilizados pela Gol/Latam, com USB e suporte para tablet/smartphone. 

Mais uma informação que pode ser relevante: dado o momento da negociação da primeira leva de aeronaves, foi possível à ITA a obtenção de contratos variáveis, ou seja, de acordo com o número de horas voadas mensalmente. A negociação foi realmente muito vantajosa, sob diversos aspectos, já que esses aviões dificilmente teriam alguma sobrevida em um futuro próximo. O custo destas aeronaves, especialmente das mais velhas que virão primeiro, é muitíssimo baixo de verdade — algo muitíssimo semelhante ao do 737 Classic. 

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11 minutes ago, B737-8HX said:

Mais alguns detalhes: os estudos de padronização de interior caminham no sentido de utilizar, ou viabilizar, o “Space Flex” a bordo dos A320. Como a segunda onda da pandemia adiará um pouquinho dos planos da ITA, haverá tempo de pensar na linearidade do serviço. Há uma preocupação muito grande dentro da empresa quanto a experiência do cliente, e muito receio de oferecer diversos produtos distintos por decorrência da variedade de procedência dos Airbus. 

Nesse caminho, há uma grande possibilidade de padronizar a frota de A320 em 174 assentos com o bloqueio do assento do meio nas três primeiras — semelhante ao que a Latam adota no conceito “Latam +”. Estuda-se ainda a flexibilidade de oferecer os 174 assentos, sem o bloqueio, em determinadas rotas de alta densidade onde o público não é carente de um serviço superior. 

Os assentos seriam, a princípio, semelhantes aos utilizados pela Gol/Latam, com USB e suporte para tablet/smartphone. 

Mais uma informação que pode ser relevante: dado o momento da negociação da primeira leva de aeronaves, foi possível à ITA a obtenção de contratos variáveis, ou seja, de acordo com o número de horas voadas mensalmente. A negociação foi realmente muito vantajosa, sob diversos aspectos, já que esses aviões dificilmente teriam alguma sobrevida em um futuro próximo. O custo destas aeronaves, especialmente das mais velhas que virão primeiro, é muitíssimo baixo de verdade — algo muitíssimo semelhante ao do 737 Classic. 

174 com spaceflex fica bastante confortável. 

Edited by Airbus-FA
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20 minutes ago, Leandrinho said:

Tá circulando pelas redes sociais...

Screenshot-2021-03-22-00-25-11.png

Ainda estou pensando se gosto ou não. Mas vai ficar bem identificável.

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Praticamente impossível de acreditar que um fundo árabe esteja investindo nessa empresa...aguardando o próximo capítulo de "Pedras também voam" :gagau:

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25 minutes ago, TheJoker said:

Praticamente impossível de acreditar que um fundo árabe esteja investindo nessa empresa...aguardando o próximo capítulo de "Pedras também voam" :gagau:

Poderia nos explicar um pouco mais sobre a sua opinião? Preciso confessar que fiquei bastante curioso, especialmente quanto ao “pedras também voam”. Creio que o debate do fórum fica mais saudável quando, além de lançarmos ao debate nossas opiniões, damos a elas todo o embasamento necessário. 

Você é sempre tão bem embasado nos seus dados, por que não ser agora também? 

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Creio que a ideia eh deixar as pessoas se acostumarem, depois fica apenas o ITA.

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42 minutes ago, B737-8HX said:

Poderia nos explicar um pouco mais sobre a sua opinião? Preciso confessar que fiquei bastante curioso, especialmente quanto ao “pedras também voam”. Creio que o debate do fórum fica mais saudável quando, além de lançarmos ao debate nossas opiniões, damos a elas todo o embasamento necessário. 

Você é sempre tão bem embasado nos seus dados, por que não ser agora também? 

ITA [do tupi-guarani] - Elemento que entra na composição de muitos termos da nossa língua com o significado de ¨pedra¨.

 

Há 9 meses esse tópico foi aberto. De empresa diferenciada a cópia das BR3, de catação de sucatões a preocupação com padronização de interiores, segundo a sua última postagem. Que planejamento! (?) 

 

 

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26 minutes ago, TheJoker said:

ITA [do tupi-guarani] - Elemento que entra na composição de muitos termos da nossa língua com o significado de ¨pedra¨.

 

Há 9 meses esse tópico foi aberto. De empresa diferenciada a cópia das BR3, de catação de sucatões a preocupação com padronização de interiores, segundo a sua última postagem. Que planejamento! (?) 

 

 

E em qual aspecto os itens elencados por você desabonam a empresa? 

1) “Cópia das BR3”: se você é bem embasado em dados, também deve saber que o mercado brasileiro não permite fugir muito do feijão com arroz. O Sidnei Piva é meio louco, mas o time da ITA não é. O serviço diferenciado, já amplamente divulgado pela mídia e pela própria empresa, é oferecer algum mimo a mais — e só. Aliás, esse padrão intencionado por eles pode ser (e será) prejudicado por um bom tempo por fatores completamente alheios à vontade da empresa, já que há uma proibição por parte da ANVISA para o fornecimento de alimentação a bordo nos voos domésticos, incluindo no desembarque. Isso deve continuar pelo menos até 2023. O transporte aéreo doméstico na maior parte do mundo é muito parecido e o mercado brasileiro, especialmente no mundo pós pandemia, será diferente em vários aspectos. 

2) “Catação de sucatões”: novamente lhe pergunto exatamente onde isso desabona a empresa. Se a ITA entendeu ser vantajoso buscar aeronaves mais antigas com o intuito de iniciar a empresa sem precisar aguardar na longuíssima fila da Airbus, confiando em uma retomada para o segundo trimestre de 20221 (que estava vindo, mas a explosão de casos não deixou), não há nada de errado nisso. Como dito no tópico, obtiveram negociações vantajosas nos contratos de arrendamento em um momento bastante peculiar e com sobra de aeronaves disponíveis, podendo com isso economizar um bom dinheiro. A Gol começou com alguns 737-700 de diversas procedências e, à época, despadronizados. Ainda hoje a frota possui vários 737-800 velhos, vindos da China e da Índia, com interiores despadronizados. A Azul voou (e ainda voa!) meses após meses com vários A330 antigos, mais antigos do que os A320 que virão pra a ITA e igualmente oriundos de diversos lugares, com interiores e configurações diferentes uns dos outros. Em qual momento da história isso foi motivo de descrédito das empresas?  

3) Se a ITA quer padronizar o interior dos aviões, de modo que consiga oferecer um serviço decente e não sofra com eventuais mudanças de aeronaves que possuam configurações distintas )acarretando em dores de cabeça e destruição do nome da companhia no mercado), o que há de errado nisso? Se a intenção é essa, merecem o nosso elogio e o nosso reconhecimento. Encontrar novamente motivo que desabone a ITA no falo dela querer um padrão no produto é mais uma crítica sem pé, nem cabeça. 

Para encerrar: eu coloco a minha mão no fogo pois sei quem está trabalhando duro no negócio. Apesar de declarações controversas do presidente do grupo, que é um ser humano excêntrico e megalômano na maior parte do tempo, na formatação da empresa há um time extremamente competente e uma estrutura bastante robusta sendo formatada.

Por isso, ainda que posições como a sua, meu caro Joker, sejam meras opiniões, a quantidade de “pêlo em ovo” que vocês procuram é muito grande. Se a ITA não tem avião, reclamam. Quando tem avião, reclamam. Se tem aviões de diversas procedências sem nenhum padrão, reclamam. Quando querem padronizar tudo, reclamam também. Se não tem “solicitações” de voos no SIROS, reclamam. Se fazem as “solicitações”, reclamam também. Se o Tiago Senna não dá entrevista, reclamam. Se fala pra imprensa, reclamam também. Se falam a origem do dinheiro, acham que o negócio é ilícito. Se não falam, continuam achando que é mutreta. 

Esse fórum, por conta de alguns ao longo desse tópico, tem sido o campeão de torcida contrária e o campeão de achismos baseados em absolutamente nada. E por mais informações que as pessoas (incluindo eu) tentem trazer a fim de iluminar o que se passa na ITA, nada é capaz de mudar ou de trazer alguma boa vontade nas ideias dessa turma. 

Diante de tantas informações legais para compartilhar, mas pelo cansaço de ler tanta abobrinha, prefiro me abster de compartilhar o pouco que chega até os meus ouvidos. 

Edited by B737-8HX
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On 21/03/2021 at 13:23, atc_dutra said:

Só eu achei que  esse "ITA"na empenagem ficou fora de contexto? Poderia sei lá colocar o logo da Itapemirim  ou até mesmo o "ITA"de tamanho diferente ou outro tipo de fonte. Sei lá, mas para mim ficou estranho não casou com o restante da aeronave que diga-se de passagem ficou muito bonita

se colocar o logo ninguém vai saber

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4 minutes ago, Stelios4K said:

se colocar o logo ninguém vai saber

Acho mais fácil o público saber que é da Itapemirim do que conseguir identificar as logos das congêneres...

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1 hour ago, B737-8HX said:

E em qual aspecto os itens elencados por você desabonam a empresa? 
 

Não é questão de desabonar e sim de ressaltar o jeitinho/improviso brasileiro.

 

DN está há 3 anos planejando o lançamento da Breeze (Moxy). A G3 que eu saiba, também gastou +/- isso pra iniciar operações em 2001. 

https://anba.com.br/itapemirim-recebera-us-500-milhoes-de-fundo-dos-emirados/

Com $400 milhões daria pra comprar 10 Neo ou Max de fábrica.

 

FlyDubai  

The company was officially set up in March 2008 by the Government of Dubai, forming the city's first low-cost airline.

In June that year, flydubai announced its arrival by placing an order for 50 Boeing 737-800 NG aircraft at the Farnborough Airshow.

That marked the start of a year's planning and hard work to get flydubai off the ground.

The first commercial flight

In May 2009, the first aircraft arrived and on 1 June made its inaugural commercial flight to Beirut.

By the end of that first month flydubai was also flying to Amman, Damascus and Alexandria and after just 3 months, flydubai had already flown 100,000 passengers.

https://www.flydubai.com/en/information/about-flydubai/company-history#:~:text=The company was officially set,aircraft at the Farnborough Airshow.

Árabes contratam as melhores e +caras consultorias pra tudo.

G3 em 2019, faturamento R$13.9 bi /  3,9461 dólar médio / 113 frota média operacional = USD31.2 milhões/ano por avião.

                     Desp. oper.  R$11.7                                                                                                     26.2

Pra quem diz que vai ter $500 milhões pra gastar, o miserê tá grande.

Edited by TheJoker
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24 minutes ago, TheJoker said:

Não é questão de desabonar e sim de ressaltar o jeitinho/improviso brasileiro.

 

DN está há 3 anos planejando o lançamento da Breeze (Moxy). A G3 que eu saiba, também gastou +/- isso pra iniciar operações em 2001. 

https://anba.com.br/itapemirim-recebera-us-500-milhoes-de-fundo-dos-emirados/

Com $400 milhões daria pra comprar 10 Neo ou Max de fábrica.

 

FlyDubai  

The company was officially set up in March 2008 by the Government of Dubai, forming the city's first low-cost airline.

In June that year, flydubai announced its arrival by placing an order for 50 Boeing 737-800 NG aircraft at the Farnborough Airshow.

That marked the start of a year's planning and hard work to get flydubai off the ground.

The first commercial flight

In May 2009, the first aircraft arrived and on 1 June made its inaugural commercial flight to Beirut.

By the end of that first month flydubai was also flying to Amman, Damascus and Alexandria and after just 3 months, flydubai had already flown 100,000 passengers.

https://www.flydubai.com/en/information/about-flydubai/company-history#:~:text=The company was officially set,aircraft at the Farnborough Airshow.

Árabes contratam as melhores e +caras consultorias pra tudo.

G3 em 2019, faturamento R$13.9 bi /  3,9461 dólar médio / 113 frota média operacional = USD31.2 milhões/ano por avião.

                     Desp. oper.  R$11.7                                                                                                     26.2

Pra quem diz que vai ter $500 milhões pra gastar, o miserê tá grande.

Jeitinho? Improviso? Você está cego por uma aparente raiva que é difícil de entender a origem. 

São decisões estratégicas da ITA. São negociações que, creio, você não conhece nem 10%. É por isso que continua viajando na maionese, querendo contrapor fatos que sequer precisam de um contraponto. Está vendo defeito onde não existe, e quer exigir (mesmo sem esse “poder”) de uma empresa que está iniciando no ramo um poderio econômico e a capitalização de empresas e/ou empresários que já estão nisso faz tempo. 

Repito: quando a Gol traz aviões da Índia, não é improviso. Quando a Azul voa com aviões cheirando a mofo, não é improviso. Quando a Latam traz uma penca de A320 ex-Avianca cheios de diferenças (inclusive na operação) em relação ao restante da frota, não é jeitinho. Mas quando a ITA busca aviões usados de diversas origens, com base em incontáveis variáveis que determinam os rumos do negócio, aí eles são os reis da gambiarra, dão “jeitinho”, fazem tudo “nas coxas”. São uns incompetentes mesmo, né? 

Qual é o poder de fogo do David Neeleman? Qual a flexibilidade que ele possui para participar de negociações volumosas junto aos lessors ou às fabricantes? 

Qual o poder de fogo de uma grande empresa do Oriente Médio como a Fly Dubai, que tem uma outra gigante por trás? Pelo volume de voos, pelo modelo de negócios e pela quantidade exorbitante de capital disponível, juntamente ao relacionamento juntos aos lessors e à própria Boeing, a banda que toca lá provavelmente nunca será a mesma que toca cá. 

Comparar o poder FlyDubai com a (suposta) falta de ITA e comparar o Sidnei Piva com o DN é de um delírio inacreditável. 
 


 

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