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Itapemirim Linhas Aéreas - Atualizações


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Se tem uma coisa que eu aprendi nos meus quase 16 anos de linha aérea é que horas de voo, tempo de bunda no cockpit e cabelos brancos não agregam, na maioria das vezes, credibilidade às opiniões de ni

E no que a pintura da aeronave na DIGEX afeta a idoneidade da empresa? Só é decente se for feito na Lufthansa Technik, que é gigante? Se a ITA obteve um contrato vantajoso, ao qual nós não temos acess

1 hour ago, Pessoa 1985 said:

E pelo visto o site continua aquela bizarrice..

Agora tem que esperar a autorização da ANAC pra começar a vender passagens.

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7 hours ago, TheJoker said:

Inicialmente, a 8I disse que seria uma empresa com "serviço superior" às atuais empresas, acho que é nesse sentido.

Impressionante

Pode passar anos e anos mas a marca Varig esta presente. Sempre e lembrada, e referencia de mercado como empresa que prestava ou possuia " servico superior ". Dificilmente voce ve alguem falar de VASP etc etc...

 

Meu primeiro voo inter foi nela MD 11 GRU LAX aviao tava novo e realmente o serv era mt bom voltei de American uma B...  E pensar que esta marca esta adormecida na GOL.

Vamos ver o servico da ITA,... Desejo sucesso!

Edited by BLUE - SBKP -
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2 hours ago, BLUE - SBKP - said:

Impressionante

Pode passar anos e anos mas a marca Varig esta presente. Sempre e lembrada, e referencia de mercado como empresa que prestava ou possuia " servico superior ". Dificilmente voce ve alguem falar de VASP etc etc...

 

Meu primeiro voo inter foi nela MD 11 GRU LAX aviao tava novo e realmente o serv era mt bom voltei de American uma B...  E pensar que esta marca esta adormecida na GOL.

Vamos ver o servico da ITA,... Desejo sucesso!

Nos anos 60/70/80 voar era glamour, e as passagens eram bem caras. Nesta época, e com estas diretrizes, muitas empresas fizeram história com este perfil. Hoje temos saudades. Mas voar era para poucos abonados.
Isto virou história, hoje para os pax é deslocar de  A para B pelo menos preço.
Um agradinho pode ser bacana, mas o preço da passagem é o que conta. Se sair deste foco é morte.

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10 hours ago, Leandrinho said:

Adormecida?

Eu diria que já foi enterrada faz tempo.

Enterrada? 

Incinerada! Nem cinzas sobraram.

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3 hours ago, Carlos Augusto said:

Enterrada? 

Incinerada! Nem cinzas sobraram.

Não diria isso, o espírito dela segue vivo, o CNPJ da Gol é o que era da VRG :lol:

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Finalizados os voos de homologação, e a empresa sendo aprovada, quanto tempo leva para a Anac emitir o COA?

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já não era para a empresa estar vendendo passagens?

geralmente começam vender meses antes do inicio das operações

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46 minutes ago, FCRO said:

já não era para a empresa estar vendendo passagens?

geralmente começam vender meses antes do inicio das operações

Se a empresa for aprovada nos voos de homologação, a Anac emitirá o COA.

Só após a emissão do documento é que a empresa pode iniciar as vendas e as operações.

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21 hours ago, x-varigvinny said:

Não diria isso, o espírito dela segue vivo, o CNPJ da Gol é o que era da VRG :lol:

Me referi à VASP. 

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On 05/04/2021 at 11:27, SOUSA CPV said:

Cadastro de agencias onde?

guilherme.fussi@voeita.com.br
 

Recebi e-mail deles hoje....

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Olhando no RAB, o próximo a ser recebido seria o VT-IDM (MSN 2204  17 anos) futuro PS-TCS.

É o único que está com a obs. "LEI Nº 7.565/86, ARTIGO 80 - ARRENDAMENTO OPERACIONAL", os outros cinco ainda como "Reservadas as marcas".

 

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Itapemirim inicia voos sob desconfiança do mercado
Por Agência Estado

21/04/2021 13h00

Em meio a um processo de recuperação judicial conturbado e à maior crise da história da aviação, o grupo Itapemirim, de transporte rodoviário, iniciou uma série de voos técnicos para poder operar uma companhia aérea. Na semana passada, o primeiro avião da nova empresa do grupo – um Airbus de 15 anos e capacidade para 180 passageiros – realizou 14 voos.

O grupo está na última fase do processo exigido pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para obter o certificado de operador aeronáutico e já conseguiu slots (horários de pouso e decolagem nos aeroportos) para voar, a partir de junho, entre Ribeirão Preto e Recife, Ribeirão Preto e Guarulhos, Porto Seguro e Guarulhos, Salvador e Guarulhos – considerando apenas os terminais mais disputados do País.

O nascimento da empresa área, porém, ocorre sob desconfiança do mercado. Além de enfrentar uma recuperação judicial desde 2016 – cuja execução é alvo de questionamentos -, o grupo Itapemirim está no meio de uma disputa entre seu atual dono e o proprietário anterior (leia mais abaixo). O plano de negócios da companhia também já mudou completamente em pouco mais de um ano.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o grupo afirmou que, para contornar a crise do setor, seu projeto prevê um “serviço diferenciado aos seus passageiros”. “Em resumo, é a pessoa, o olho no olho, que vamos priorizar entre todos os colaboradores e os passageiros”, afirmou, em nota. Disse ainda apostar no avanço da vacinação.

Por e-mail, afirmou ainda que o foco será ligar capitais brasileiras e oferecer preços competitivos. “Não acreditamos em guerras tarifárias.” Em fevereiro do ano passado, no entanto, o presidente do grupo, Sidnei Piva, afirmou ao Estadão que se trataria de uma empresa de baixo custo e que faria voos regionais. O modelo foi, então, questionado por especialistas, dado que as companhias de baixo custo precisam voar rotas de alta densidade, como Rio-São Paulo, para se pagarem.

Também em fevereiro de 2020, Piva informou que o investimento – de US$ 500 milhões – seria feito pelo fundo privado da família Al Maktoum, de xeques dos Emirados Árabes Unidos. A divulgação ocorreu após uma missão empresarial a Dubai liderada pelo governador de São Paulo, João Doria, e da qual Piva participou.

Não houve, porém, confirmação da injeção de capital na companhia. Questionada sobre o assunto, a Itapemirim afirmou que todos os contratos são confidenciais, o que a impossibilita de divulgar se há outros investidores no projeto.

Até janeiro, o grupo gastou R$ 15,3 milhões na nova companhia. Desses, R$ 4,4 milhões foram para o aluguel de aeronaves. A administradora judicial da Itapemirim, a EXM Partnes, afirmou, em relatório publicado em março, que insistiu para que o grupo fornecesse detalhes sobre investimentos, contratos e gastos que o projeto tem demandado. Mas a empresa se recusou a dar informações alegando sigilo de mercado.

O promotor Nilton Belli Filho, da 5.ª Promotoria de Falências do Ministério Público de São Paulo, monitora o novo negócio. Desde meados de 2020, também vem pedindo informações sobre as operações da Itapemirim para levantar a aérea e chegou a dizer, nos autos, que o anúncio “não se coaduna” com o plano de recuperação aprovado pelos credores.

Apesar dos questionamentos, o grupo avança no projeto. Segundo a assessoria de imprensa, contratou 400 funcionários. A empresa, porém, ainda não tem data para começar a voar comercialmente e aguarda o processo de certificação com a Anac. A companhia também encomendou outros nove aviões A320-200. A idade média da frota é de 15 anos – a mais antiga do mercado doméstico.

Administradora vê conflito de dados em recuperação

O processo de recuperação judicial da Itapemirim apresenta uma série de irregularidades, segundo o último relatório sobre as atividades da companhia feito pela administradora judicial, a EXM Partners. No documento referente a janeiro, a EXM afirmou, por exemplo, que há um “relevante atraso nas análises” de auditoria. O cronograma estabelecido para a entrega de documentos já foi descumprido mais de uma vez. “Restam pendentes de envio as demonstrações contábeis (completas) referentes aos períodos de dezembro 2019 até janeiro 2021 (14 meses) à administradora judicial”, diz o documento.

O relatório afirma ainda que existe uma discrepância entre as informações prestadas pela Itapemirim e as que constam no processo em relação a uma parte do valor da dívida. Diz também que há “inércia, ausência de cooperação e assertividade” da empresa “em se manifestar sobre tão relevante tema”.

No documento, a EXM destaca ainda que, em 2020, o dono da Itapemirim, Sidnei Piva, recebeu R$ 3,1 milhões da companhia. Questionado pela administradora judicial, o empresário informou que esse valor corresponde à sua remuneração mensal, que, em março de 2021, foi estabelecida em R$ 300 mil.

Em paralelo, esse imbróglio tem sido atravessado por acusações entre Piva e a família Cola, fundadora da Itapemirim. Além de tentarem anular a venda da companhia, contestada por pendências na assinatura de anexos do contrato, Camilo Cola e Camilo Cola Filho vêm entrando com uma série de representações por falsidade ideológica contra o comprador. Eles sugerem a existência de pelo menos quatro CPFs distintos ligados a Piva. O caso está sob investigação na 2ª Delegacia de Polícia de Barueri (SP). No início do ano, o Ministério Público de São Paulo pediu que a Justiça requisitasse informações da Receita Federal sobre a emissão dos documentos.

Procurada, a Itapemirim afirmou que as questões apontadas pela administradora judicial estão sendo solucionadas e frisou que os pagamentos previstos no plano de recuperação estão sendo cumpridos.

Sobre o caso dos CPFs, a defesa de Piva classificou, nos autos, a representação como “totalmente improcedente” e atribuiu o movimento a uma tentativa de “vingança” e “perseguição”.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

https://gmconline.com.br/noticias/geral/itapemirim-inicia-voos-sob-desconfianca-do-mercado/

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On 19/04/2021 at 19:26, Eric Breno said:

Quem disse que a ITA usaria os assentos da Vueling, acertou!

A RioGaleão postou um vídeo mostrando o interior: https://www.instagram.com/reel/CN3Efnlj3MR/?igshid=1d9ey0403107n

Mas tem uma questão, a aeronave não seria reconfigurada? O interior que aparece aí no vídeo é o interior da Vueling, do jeito que a aeronave foi recebida, ficou. 

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9 minutes ago, ErickCF said:

Mas tem uma questão, a aeronave não seria reconfigurada? O interior que aparece aí no vídeo é o interior da Vueling, do jeito que a aeronave foi recebida, ficou.

Só se vão reconfigurar agora. 

Mas agora que você falou, me lembrei de um detalhe: todos os slots pedidos por ela, a aeronave descrita tem capacidade pra 180 passageiros, que é exatamente a configuração da Vueling.

Pode ser que reconfigurem, mas...

Edited by Eric Breno
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3 hours ago, Eric Breno said:

Só se vão reconfigurar agora. 

Mas agora que você falou, me lembrei de um detalhe: todos os slots pedidos por ela, a aeronave descrita tem capacidade pra 180 passageiros, que é exatamente a configuração da Vueling.

Pode ser que reconfigurem, mas...

Tem aparecido nos últimos slots 162 também.

 

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16 hours ago, A345_Leadership said:

Itapemirim inicia voos sob desconfiança do mercado
Por Agência Estado

21/04/2021 13h00

Em meio a um processo de recuperação judicial conturbado e à maior crise da história da aviação, o grupo Itapemirim, de transporte rodoviário, iniciou uma série de voos técnicos para poder operar uma companhia aérea. Na semana passada, o primeiro avião da nova empresa do grupo – um Airbus de 15 anos e capacidade para 180 passageiros – realizou 14 voos.

O grupo está na última fase do processo exigido pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para obter o certificado de operador aeronáutico e já conseguiu slots (horários de pouso e decolagem nos aeroportos) para voar, a partir de junho, entre Ribeirão Preto e Recife, Ribeirão Preto e Guarulhos, Porto Seguro e Guarulhos, Salvador e Guarulhos – considerando apenas os terminais mais disputados do País.

O nascimento da empresa área, porém, ocorre sob desconfiança do mercado. Além de enfrentar uma recuperação judicial desde 2016 – cuja execução é alvo de questionamentos -, o grupo Itapemirim está no meio de uma disputa entre seu atual dono e o proprietário anterior (leia mais abaixo). O plano de negócios da companhia também já mudou completamente em pouco mais de um ano.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o grupo afirmou que, para contornar a crise do setor, seu projeto prevê um “serviço diferenciado aos seus passageiros”. “Em resumo, é a pessoa, o olho no olho, que vamos priorizar entre todos os colaboradores e os passageiros”, afirmou, em nota. Disse ainda apostar no avanço da vacinação.

Por e-mail, afirmou ainda que o foco será ligar capitais brasileiras e oferecer preços competitivos. “Não acreditamos em guerras tarifárias.” Em fevereiro do ano passado, no entanto, o presidente do grupo, Sidnei Piva, afirmou ao Estadão que se trataria de uma empresa de baixo custo e que faria voos regionais. O modelo foi, então, questionado por especialistas, dado que as companhias de baixo custo precisam voar rotas de alta densidade, como Rio-São Paulo, para se pagarem.

Também em fevereiro de 2020, Piva informou que o investimento – de US$ 500 milhões – seria feito pelo fundo privado da família Al Maktoum, de xeques dos Emirados Árabes Unidos. A divulgação ocorreu após uma missão empresarial a Dubai liderada pelo governador de São Paulo, João Doria, e da qual Piva participou.

Não houve, porém, confirmação da injeção de capital na companhia. Questionada sobre o assunto, a Itapemirim afirmou que todos os contratos são confidenciais, o que a impossibilita de divulgar se há outros investidores no projeto.

Até janeiro, o grupo gastou R$ 15,3 milhões na nova companhia. Desses, R$ 4,4 milhões foram para o aluguel de aeronaves. A administradora judicial da Itapemirim, a EXM Partnes, afirmou, em relatório publicado em março, que insistiu para que o grupo fornecesse detalhes sobre investimentos, contratos e gastos que o projeto tem demandado. Mas a empresa se recusou a dar informações alegando sigilo de mercado.

O promotor Nilton Belli Filho, da 5.ª Promotoria de Falências do Ministério Público de São Paulo, monitora o novo negócio. Desde meados de 2020, também vem pedindo informações sobre as operações da Itapemirim para levantar a aérea e chegou a dizer, nos autos, que o anúncio “não se coaduna” com o plano de recuperação aprovado pelos credores.

Apesar dos questionamentos, o grupo avança no projeto. Segundo a assessoria de imprensa, contratou 400 funcionários. A empresa, porém, ainda não tem data para começar a voar comercialmente e aguarda o processo de certificação com a Anac. A companhia também encomendou outros nove aviões A320-200. A idade média da frota é de 15 anos – a mais antiga do mercado doméstico.

Administradora vê conflito de dados em recuperação

O processo de recuperação judicial da Itapemirim apresenta uma série de irregularidades, segundo o último relatório sobre as atividades da companhia feito pela administradora judicial, a EXM Partners. No documento referente a janeiro, a EXM afirmou, por exemplo, que há um “relevante atraso nas análises” de auditoria. O cronograma estabelecido para a entrega de documentos já foi descumprido mais de uma vez. “Restam pendentes de envio as demonstrações contábeis (completas) referentes aos períodos de dezembro 2019 até janeiro 2021 (14 meses) à administradora judicial”, diz o documento.

O relatório afirma ainda que existe uma discrepância entre as informações prestadas pela Itapemirim e as que constam no processo em relação a uma parte do valor da dívida. Diz também que há “inércia, ausência de cooperação e assertividade” da empresa “em se manifestar sobre tão relevante tema”.

No documento, a EXM destaca ainda que, em 2020, o dono da Itapemirim, Sidnei Piva, recebeu R$ 3,1 milhões da companhia. Questionado pela administradora judicial, o empresário informou que esse valor corresponde à sua remuneração mensal, que, em março de 2021, foi estabelecida em R$ 300 mil.

Em paralelo, esse imbróglio tem sido atravessado por acusações entre Piva e a família Cola, fundadora da Itapemirim. Além de tentarem anular a venda da companhia, contestada por pendências na assinatura de anexos do contrato, Camilo Cola e Camilo Cola Filho vêm entrando com uma série de representações por falsidade ideológica contra o comprador. Eles sugerem a existência de pelo menos quatro CPFs distintos ligados a Piva. O caso está sob investigação na 2ª Delegacia de Polícia de Barueri (SP). No início do ano, o Ministério Público de São Paulo pediu que a Justiça requisitasse informações da Receita Federal sobre a emissão dos documentos.

Procurada, a Itapemirim afirmou que as questões apontadas pela administradora judicial estão sendo solucionadas e frisou que os pagamentos previstos no plano de recuperação estão sendo cumpridos.

Sobre o caso dos CPFs, a defesa de Piva classificou, nos autos, a representação como “totalmente improcedente” e atribuiu o movimento a uma tentativa de “vingança” e “perseguição”.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

https://gmconline.com.br/noticias/geral/itapemirim-inicia-voos-sob-desconfianca-do-mercado/

Materia meio tendenciosa, tipica de jornalistas que tentam escrever bomba, sem ser.... kkkkkk 

primeiro pq a empresa nao vai voar diariamente na rota entre RAO e REC por exemplo, todos sabemos que essas solicitações sao apenas para reservar slots.... cada baboseira q a gente lê. 
 

falar nisso o governo de Alagoas se reuniu com diretores e ofereceu incentivos (redução no QAV) e a empresa solicitou slots para Maceió, segundo o secretário de turismo de Alagoas, a rota será mesmo entre Maceio e Brasília, segundo a página de aviação no Instagram MCZAVIATION os voos podem passar por Salvador e Belo Horizonte... 

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18 hours ago, A345_Leadership said:

Itapemirim inicia voos sob desconfiança do mercado
Por Agência Estado

21/04/2021 13h00

Em meio a um processo de recuperação judicial conturbado e à maior crise da história da aviação, o grupo Itapemirim, de transporte rodoviário, iniciou uma série de voos técnicos para poder operar uma companhia aérea. Na semana passada, o primeiro avião da nova empresa do grupo – um Airbus de 15 anos e capacidade para 180 passageiros – realizou 14 voos.

O grupo está na última fase do processo exigido pela Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para obter o certificado de operador aeronáutico e já conseguiu slots (horários de pouso e decolagem nos aeroportos) para voar, a partir de junho, entre Ribeirão Preto e Recife, Ribeirão Preto e Guarulhos, Porto Seguro e Guarulhos, Salvador e Guarulhos – considerando apenas os terminais mais disputados do País.

O nascimento da empresa área, porém, ocorre sob desconfiança do mercado. Além de enfrentar uma recuperação judicial desde 2016 – cuja execução é alvo de questionamentos -, o grupo Itapemirim está no meio de uma disputa entre seu atual dono e o proprietário anterior (leia mais abaixo). O plano de negócios da companhia também já mudou completamente em pouco mais de um ano.

Por meio de sua assessoria de imprensa, o grupo afirmou que, para contornar a crise do setor, seu projeto prevê um “serviço diferenciado aos seus passageiros”. “Em resumo, é a pessoa, o olho no olho, que vamos priorizar entre todos os colaboradores e os passageiros”, afirmou, em nota. Disse ainda apostar no avanço da vacinação.

Por e-mail, afirmou ainda que o foco será ligar capitais brasileiras e oferecer preços competitivos. “Não acreditamos em guerras tarifárias.” Em fevereiro do ano passado, no entanto, o presidente do grupo, Sidnei Piva, afirmou ao Estadão que se trataria de uma empresa de baixo custo e que faria voos regionais. O modelo foi, então, questionado por especialistas, dado que as companhias de baixo custo precisam voar rotas de alta densidade, como Rio-São Paulo, para se pagarem.

Também em fevereiro de 2020, Piva informou que o investimento – de US$ 500 milhões – seria feito pelo fundo privado da família Al Maktoum, de xeques dos Emirados Árabes Unidos. A divulgação ocorreu após uma missão empresarial a Dubai liderada pelo governador de São Paulo, João Doria, e da qual Piva participou.

Não houve, porém, confirmação da injeção de capital na companhia. Questionada sobre o assunto, a Itapemirim afirmou que todos os contratos são confidenciais, o que a impossibilita de divulgar se há outros investidores no projeto.

Até janeiro, o grupo gastou R$ 15,3 milhões na nova companhia. Desses, R$ 4,4 milhões foram para o aluguel de aeronaves. A administradora judicial da Itapemirim, a EXM Partnes, afirmou, em relatório publicado em março, que insistiu para que o grupo fornecesse detalhes sobre investimentos, contratos e gastos que o projeto tem demandado. Mas a empresa se recusou a dar informações alegando sigilo de mercado.

O promotor Nilton Belli Filho, da 5.ª Promotoria de Falências do Ministério Público de São Paulo, monitora o novo negócio. Desde meados de 2020, também vem pedindo informações sobre as operações da Itapemirim para levantar a aérea e chegou a dizer, nos autos, que o anúncio “não se coaduna” com o plano de recuperação aprovado pelos credores.

Apesar dos questionamentos, o grupo avança no projeto. Segundo a assessoria de imprensa, contratou 400 funcionários. A empresa, porém, ainda não tem data para começar a voar comercialmente e aguarda o processo de certificação com a Anac. A companhia também encomendou outros nove aviões A320-200. A idade média da frota é de 15 anos – a mais antiga do mercado doméstico.

Administradora vê conflito de dados em recuperação

O processo de recuperação judicial da Itapemirim apresenta uma série de irregularidades, segundo o último relatório sobre as atividades da companhia feito pela administradora judicial, a EXM Partners. No documento referente a janeiro, a EXM afirmou, por exemplo, que há um “relevante atraso nas análises” de auditoria. O cronograma estabelecido para a entrega de documentos já foi descumprido mais de uma vez. “Restam pendentes de envio as demonstrações contábeis (completas) referentes aos períodos de dezembro 2019 até janeiro 2021 (14 meses) à administradora judicial”, diz o documento.

O relatório afirma ainda que existe uma discrepância entre as informações prestadas pela Itapemirim e as que constam no processo em relação a uma parte do valor da dívida. Diz também que há “inércia, ausência de cooperação e assertividade” da empresa “em se manifestar sobre tão relevante tema”.

No documento, a EXM destaca ainda que, em 2020, o dono da Itapemirim, Sidnei Piva, recebeu R$ 3,1 milhões da companhia. Questionado pela administradora judicial, o empresário informou que esse valor corresponde à sua remuneração mensal, que, em março de 2021, foi estabelecida em R$ 300 mil.

Em paralelo, esse imbróglio tem sido atravessado por acusações entre Piva e a família Cola, fundadora da Itapemirim. Além de tentarem anular a venda da companhia, contestada por pendências na assinatura de anexos do contrato, Camilo Cola e Camilo Cola Filho vêm entrando com uma série de representações por falsidade ideológica contra o comprador. Eles sugerem a existência de pelo menos quatro CPFs distintos ligados a Piva. O caso está sob investigação na 2ª Delegacia de Polícia de Barueri (SP). No início do ano, o Ministério Público de São Paulo pediu que a Justiça requisitasse informações da Receita Federal sobre a emissão dos documentos.

Procurada, a Itapemirim afirmou que as questões apontadas pela administradora judicial estão sendo solucionadas e frisou que os pagamentos previstos no plano de recuperação estão sendo cumpridos.

Sobre o caso dos CPFs, a defesa de Piva classificou, nos autos, a representação como “totalmente improcedente” e atribuiu o movimento a uma tentativa de “vingança” e “perseguição”.

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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Parece uma matéria paga por algum concorrente.

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