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Itapemirim Linhas Aéreas - Atualizações


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22 hours ago, A345_Leadership said:

Ou então ele quer engordar para vender lá na frente.

A cada semana recebo notificações do app Trademap, de empresas que nunca ouvi falar na vida, que protocolaram IPO na CVM. Essa semana mal começou e já teve Bluefit (rede de academias) e Madero protocolando IPO. Não vou me surpreender se logo aparecer a ITA e a Nella.

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Se tem uma coisa que eu aprendi nos meus quase 16 anos de linha aérea é que horas de voo, tempo de bunda no cockpit e cabelos brancos não agregam, na maioria das vezes, credibilidade às opiniões de ni

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E no que a pintura da aeronave na DIGEX afeta a idoneidade da empresa? Só é decente se for feito na Lufthansa Technik, que é gigante? Se a ITA obteve um contrato vantajoso, ao qual nós não temos acess

1 hour ago, Eduardo Mello said:

A cada semana recebo notificações do app Trademap, de empresas que nunca ouvi falar na vida, que protocolaram IPO na CVM. Essa semana mal começou e já teve Bluefit (rede de academias) e Madero protocolando IPO. Não vou me surpreender se logo aparecer a ITA e a Nella.

A BlueFit eu não conheço bem, mas o Madero tinha questões de endividamento que poderiam fazer que o IPO não seja tão bem sucedido como imaginam. Se aceitarem a ITA e, principalmente a Nella, significa que eles não tem filtros.

IPO eu acho que não rola, pois precisa abrir a caixa-preta dos números para o público. Para a ITA pode dar conflito com a parte que está em Recuperação Judicial e na Nella mostrar de onde vem o "dinheiro".

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5 hours ago, Eduardo Mello said:

A cada semana recebo notificações do app Trademap, de empresas que nunca ouvi falar na vida, que protocolaram IPO na CVM. Essa semana mal começou e já teve Bluefit (rede de academias) e Madero protocolando IPO. Não vou me surpreender se logo aparecer a ITA e a Nella.

Esse papo já tá rolando internamente. Piva fala em IPO pra 2024. 

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11 hours ago, TheJoker said:

Hoje teve poucas operações, e amanhã também.

Ontem dei uma olhada no FR e não tinha nenhuma chegada pra GRU para tarde e noite, bem estranho 

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5 minutes ago, Cassio.Fernandes said:

Ontem dei uma olhada no FR e não tinha nenhuma chegada pra GRU para tarde e noite, bem estranho 

SPJ (pouso 12:08)  e ITA (14:16) descansaram em GRU. SFC ainda fez GRU-BSB-GIG-GRU na parte da tarde pousou 20:12.

Hoje vai ter voos pro nordeste, pelo site de GRU. Ontem não apareciam nos horários da 8I.

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25 minutes ago, TheJoker said:

SPJ (pouso 12:08)  e ITA (14:16) descansaram em GRU. SFC ainda fez GRU-BSB-GIG-GRU na parte da tarde pousou 20:12.

Hoje vai ter voos pro nordeste, pelo site de GRU. Ontem não apareciam nos horários da 8I.

Com essa malha, a incerteza em vender só aumenta, portanto...

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A ITA solicitou um novo voo de Guarulhos para Maceió sem escala a partir de 16 de outubro. 
 

3x por semana. (Terças, quintas e sábados) 

 

H8I5336 8I5337 16OCT30OCT 0204060 162320 GRUGRU1400 1450GRUGRU JJ
 

base de slots de MCZ, voos já disponíveis para reserva. 

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1 hour ago, airlinesampa said:

A ITA solicitou um novo voo de Guarulhos para Maceió sem escala a partir de 16 de outubro. 
 

3x por semana. (Terças, quintas e sábados) 

 

H8I5336 8I5337 16OCT30OCT 0204060 162320 GRUGRU1400 1450GRUGRU JJ
 

base de slots de MCZ, voos já disponíveis para reserva. 

Continuam no erro, fazer o filé 03x por semana eh peso.
É o tipo de operação para ser diária ou 06x por semana com sucesso, mas querem abraçar o mundo com 04 aeronaves...

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8 hours ago, TheJoker said:

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/ita-lanca-promocao-de-passagens-aereas-a-partir-de-r-140/

spacer.png

A promoção está em vigor para vendas até o próximo domingo para viagens com embarque programado entre os dias 15 de agosto e 30 de novembro (exceto feriados).

Só n sei onde ta sendo vendido isso, pq no site ao menos, ainda n foram carregados.

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1 hour ago, Junior Negreiros said:

Só n sei onde ta sendo vendido isso, pq no site ao menos, ainda n foram carregados.

Out e nov, algumas datas tem GIG-FOR por 295,00, somente ida, por exemplo. 21 a 27/10 tem até por 245,00.

Edited by TheJoker
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8 hours ago, TheJoker said:

Out e nov, algumas datas tem GIG-FOR por 295,00, somente ida, por exemplo. 21 a 27/10 tem até por 245,00.

Avianca perto de fechar fez isso, baixou os preços, a galera comprou e dançou. 
Digo isso pq sem aeronaves e com malha irregular, vender isso eh suicídio.

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AAF completou 8 dias de imobilização em SJK, o TCS (IDM) faz 2 meses semana que vem.

Edited by TheJoker
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https://blogs.oglobo.globo.com/capital/post/justica-bloqueia-recursos-do-grupo-itapemirim-usados-para-financiar-nova-companhia-aerea.html?utm_source=aplicativoOGlobo&utm_medium=aplicativo&utm_campaign=compartilhar

 

Justiça bloqueia recursos do Grupo Itapemirim usados para financiar nova companhia aérea

MARIANA BARBOSA AUGUST 06, 2021

Uma das principais fontes de financiamento da nova companhia ITA Transportes Aéreos, a venda de ativos do grupo Itapemirim, secou. A empresa, que levantou voo no início de julho e já consumiu mais de R$ 30 milhões que saíram do caixa do Grupo Itapemirim, está impedida por uma decisão judicial de acessar esses recursos até que a empresa cumpra com o pagamento de credores.

Em uma decisão de segunda instância proferida em 16 de julho, o juiz da recuperação judicial do grupo Itapemirim, João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1a Vara de Recuperações Judiciais de São Paulo, determinou o bloqueio de todo os recursos provenientes dos próximos leilões de ativos do grupo rodoviário até que haja a recomposição de pagamentos em atraso para os credores.

Os recursos arrecadados nos próximos leilões sejam depositados em uma conta judicial.

A ITA opera hoje quatro aviões e o quinto deve entrar em operação até o fim do mês. Atrasos na chegada dos aviões levram a companhia a ter que mudar a malha antes mesmo de entrar em operação.

O Grupo Itapemirim, que já foi o maior grupo rodoviário do Brasil, possui inúmeros terrenos espalhados pelo país. Pelo plano de recuperação, 80% dos recursos da venda de ativos deveriam ser destinados ao pagamento de credores, o que não vem ocorrendo.

Segundo o administrador judicial da recuperação judicial do grupo, a EXM Partners, o grupo já arrecadou R$ 99 milhões com a venda desses ativos. A empresa já pagou cerca de R$ 30 milhões a credores e a conta dos pagamentos atrasados soma R$ 78 milhões.

A holding dona de ativos imobiliários é o principal motivo da disputa entre o atual controlador e a família Cola, do fundador da empresa. Além de garagens e imóveis de beira de estrada, a holding abriga imóveis de uso particular da família, como a casa do fundador Camilo Cola em Cachoeiro do Itapemirim (ES), um apartamento na Avenida Atlântica, em Copacabana, e uma fazenda. A família briga na Justiça para tentar manter os ativos imobiliários fora da RJ.

Em nota, o Grupo Itapemirim afirmou ter apresentado embargo de declaração da decisão, mas embargos não têm poder para modificar a decisão.

A empresa também contesta os valores atribuídos como inadimplentes e diz que está em dia com o plano. "O valor informado no processo é contrário ao próprio entendimento do Administrador Judicial durante o processo de recuperação judicial. Inicialmente, os valores dos leilões deveriam ser destinados na proporção de 80% para quitação dos débitos e 20% para a operação. Para mitigar os efeitos da crise gerada pela pandemia, em maio de 2020, houve um entendimento comum para que essa proporção fosse invertida, ficando 80% para a operação e 20% para quitação de débitos, sendo que, na oportunidade, o Administrador Judicial apresentou valor totalmente distinto, em torno de R$ 5 milhões, que deveriam ser direcionados aos credores aptos à época da inversão. O Grupo Itapemirim ponderou que tal valor já foi direcionado aos credores aptos à época, como os pagamentos realizados em setembro de 2020."

 

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17 minutes ago, CACTUS 25 said:

https://blogs.oglobo.globo.com/capital/post/justica-bloqueia-recursos-do-grupo-itapemirim-usados-para-financiar-nova-companhia-aerea.html?utm_source=aplicativoOGlobo&utm_medium=aplicativo&utm_campaign=compartilhar

 

Justiça bloqueia recursos do Grupo Itapemirim usados para financiar nova companhia aérea

MARIANA BARBOSA AUGUST 06, 2021

Uma das principais fontes de financiamento da nova companhia ITA Transportes Aéreos, a venda de ativos do grupo Itapemirim, secou. A empresa, que levantou voo no início de julho e já consumiu mais de R$ 30 milhões que saíram do caixa do Grupo Itapemirim, está impedida por uma decisão judicial de acessar esses recursos até que a empresa cumpra com o pagamento de credores.

Em uma decisão de segunda instância proferida em 16 de julho, o juiz da recuperação judicial do grupo Itapemirim, João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1a Vara de Recuperações Judiciais de São Paulo, determinou o bloqueio de todo os recursos provenientes dos próximos leilões de ativos do grupo rodoviário até que haja a recomposição de pagamentos em atraso para os credores.

Os recursos arrecadados nos próximos leilões sejam depositados em uma conta judicial.

A ITA opera hoje quatro aviões e o quinto deve entrar em operação até o fim do mês. Atrasos na chegada dos aviões levram a companhia a ter que mudar a malha antes mesmo de entrar em operação.

O Grupo Itapemirim, que já foi o maior grupo rodoviário do Brasil, possui inúmeros terrenos espalhados pelo país. Pelo plano de recuperação, 80% dos recursos da venda de ativos deveriam ser destinados ao pagamento de credores, o que não vem ocorrendo.

Segundo o administrador judicial da recuperação judicial do grupo, a EXM Partners, o grupo já arrecadou R$ 99 milhões com a venda desses ativos. A empresa já pagou cerca de R$ 30 milhões a credores e a conta dos pagamentos atrasados soma R$ 78 milhões.

A holding dona de ativos imobiliários é o principal motivo da disputa entre o atual controlador e a família Cola, do fundador da empresa. Além de garagens e imóveis de beira de estrada, a holding abriga imóveis de uso particular da família, como a casa do fundador Camilo Cola em Cachoeiro do Itapemirim (ES), um apartamento na Avenida Atlântica, em Copacabana, e uma fazenda. A família briga na Justiça para tentar manter os ativos imobiliários fora da RJ.

Em nota, o Grupo Itapemirim afirmou ter apresentado embargo de declaração da decisão, mas embargos não têm poder para modificar a decisão.

A empresa também contesta os valores atribuídos como inadimplentes e diz que está em dia com o plano. "O valor informado no processo é contrário ao próprio entendimento do Administrador Judicial durante o processo de recuperação judicial. Inicialmente, os valores dos leilões deveriam ser destinados na proporção de 80% para quitação dos débitos e 20% para a operação. Para mitigar os efeitos da crise gerada pela pandemia, em maio de 2020, houve um entendimento comum para que essa proporção fosse invertida, ficando 80% para a operação e 20% para quitação de débitos, sendo que, na oportunidade, o Administrador Judicial apresentou valor totalmente distinto, em torno de R$ 5 milhões, que deveriam ser direcionados aos credores aptos à época da inversão. O Grupo Itapemirim ponderou que tal valor já foi direcionado aos credores aptos à época, como os pagamentos realizados em setembro de 2020."

 

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14 hours ago, TheJoker said:

Primeiros números da 8I:

jul21 embarques em SSA 2.476 / 42 decolagens = 59 pax/voo em média

         desembarque          2.124 / 42                     = 51

 

https://www.salvador-airport.com.br/pt-br/dadosoperacionais

Bom até... sqn :(

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Os caras misturando grana do ônibus com empresa aérea? 
E a turma do emirados rsrsrs? 

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32 minutes ago, SOUSA CPV said:

Os caras misturando grana do ônibus com empresa aérea? 
 

A coisa é um pouco diferente.
A família tem muitos imóveis, quando a empresa quebrou a justiça foi bloqueando todos os bens deles, independendo de alguns familiares ter ou não envolvimento na empresa de ônibus; tudo foi/está sendo bloqueado porque faz parte do espólio/inventario familiar.

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18 hours ago, CACTUS 25 said:

https://blogs.oglobo.globo.com/capital/post/justica-bloqueia-recursos-do-grupo-itapemirim-usados-para-financiar-nova-companhia-aerea.html?utm_source=aplicativoOGlobo&utm_medium=aplicativo&utm_campaign=compartilhar

 

Justiça bloqueia recursos do Grupo Itapemirim usados para financiar nova companhia aérea

MARIANA BARBOSA AUGUST 06, 2021

Uma das principais fontes de financiamento da nova companhia ITA Transportes Aéreos, a venda de ativos do grupo Itapemirim, secou. A empresa, que levantou voo no início de julho e já consumiu mais de R$ 30 milhões que saíram do caixa do Grupo Itapemirim, está impedida por uma decisão judicial de acessar esses recursos até que a empresa cumpra com o pagamento de credores.

Em uma decisão de segunda instância proferida em 16 de julho, o juiz da recuperação judicial do grupo Itapemirim, João de Oliveira Rodrigues Filho, da 1a Vara de Recuperações Judiciais de São Paulo, determinou o bloqueio de todo os recursos provenientes dos próximos leilões de ativos do grupo rodoviário até que haja a recomposição de pagamentos em atraso para os credores.

Os recursos arrecadados nos próximos leilões sejam depositados em uma conta judicial.

A ITA opera hoje quatro aviões e o quinto deve entrar em operação até o fim do mês. Atrasos na chegada dos aviões levram a companhia a ter que mudar a malha antes mesmo de entrar em operação.

O Grupo Itapemirim, que já foi o maior grupo rodoviário do Brasil, possui inúmeros terrenos espalhados pelo país. Pelo plano de recuperação, 80% dos recursos da venda de ativos deveriam ser destinados ao pagamento de credores, o que não vem ocorrendo.

Segundo o administrador judicial da recuperação judicial do grupo, a EXM Partners, o grupo já arrecadou R$ 99 milhões com a venda desses ativos. A empresa já pagou cerca de R$ 30 milhões a credores e a conta dos pagamentos atrasados soma R$ 78 milhões.

A holding dona de ativos imobiliários é o principal motivo da disputa entre o atual controlador e a família Cola, do fundador da empresa. Além de garagens e imóveis de beira de estrada, a holding abriga imóveis de uso particular da família, como a casa do fundador Camilo Cola em Cachoeiro do Itapemirim (ES), um apartamento na Avenida Atlântica, em Copacabana, e uma fazenda. A família briga na Justiça para tentar manter os ativos imobiliários fora da RJ.

Em nota, o Grupo Itapemirim afirmou ter apresentado embargo de declaração da decisão, mas embargos não têm poder para modificar a decisão.

A empresa também contesta os valores atribuídos como inadimplentes e diz que está em dia com o plano. "O valor informado no processo é contrário ao próprio entendimento do Administrador Judicial durante o processo de recuperação judicial. Inicialmente, os valores dos leilões deveriam ser destinados na proporção de 80% para quitação dos débitos e 20% para a operação. Para mitigar os efeitos da crise gerada pela pandemia, em maio de 2020, houve um entendimento comum para que essa proporção fosse invertida, ficando 80% para a operação e 20% para quitação de débitos, sendo que, na oportunidade, o Administrador Judicial apresentou valor totalmente distinto, em torno de R$ 5 milhões, que deveriam ser direcionados aos credores aptos à época da inversão. O Grupo Itapemirim ponderou que tal valor já foi direcionado aos credores aptos à época, como os pagamentos realizados em setembro de 2020."

 

https://diariodotransporte.com.br/2021/08/06/itapemirim-justica-anula-em-segunda-instancia-decisao-que-determinava-depositos-judiciais-de-futuros-leiloes/

Desembargador derrubou a decisão do Juiz da 1ª vara de recuperações judiciais de SP

"O Diário do Transporte entrou em contato com a Itapemirim que deu o posicionamento:

1) O Grupo Itapemirim informa que tem cumprido rigorosamente todo o processo de recuperação judicial. Em 24 de maio, apresentou petição solicitando o fim da recuperação judicial, o que ainda depende de decisão do juiz responsável pelo caso.
2) O Grupo Itapemirim tem recursos e ativos suficientes para o pagamento de todos os débitos. O saldo das dívidas da recuperação judicial, segundo o Administrador Judicial, soma R$ 170 milhões. Todavia, o valor estimado, diante de discussões de alguns créditos concursais (Classe II) totaliza a quantia de R$ 106. Por outro lado, o valor dos ativos disponíveis para venda ultrapassa R$ 300 milhões.
3) A recuperação judicial do Grupo Itapemirim contava com mais de 4.000 credores, sendo que no momento mais de 3.000 já foram contemplados. Os demais credores ainda não estão aptos a receber, aguardando posicionamento do Poder Judiciário.
4) O Grupo Itapemirim utiliza os valores dos leilões para o pagamento dos débitos e para financiar suas operações, prática devidamente autorizada em juízo. No momento, não há nenhum tipo de bloqueio de suas contas que possa atrapalhar as operações.
5) Ao mesmo tempo em que quita débitos de gestões anteriores, o Grupo Itapemirim investe em novos negócios que colaboraram para o desenvolvimento do país. É o caso do lançamento de uma nova companhia aérea.
São inverídicas as afirmações de que o investimento é proveniente exclusivamente dos recursos oriundos dos leilões de ativos do Grupo. A Itapemirim Transportes Aéreos conta com recursos próprios desde o início das vendas de passagens, em 21 de maio, e apresenta resultados acima do esperado.

6) O Grupo Itapemirim tem sofrido constantes ataques públicos e na Justiça com o único objetivo de prejudicar a sua recuperação e novos investimentos. Fato reconhecido pelo próprio Poder Judiciário, que já emitiu decisões condenatórias por litigância de má-fé."

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2 hours ago, Bonotto said:

A coisa é um pouco diferente.
A família tem muitos imóveis, quando a empresa quebrou a justiça foi bloqueando todos os bens deles, independendo de alguns familiares ter ou não envolvimento na empresa de ônibus; tudo foi/está sendo bloqueado porque faz parte do espólio/inventario familiar.

Resumidamente, ocorre o seguinte, de forma "quase cronológica":

1. A Viação Itapemirim (não o grupo) seria diretamente atingida pela RJ, por conta da dívida;

2. A Kaissara (ou Viação Caiçara) ficaria com os Cola, e com 68 linhas Interestaduais (preferencialmente no S/SE) que eram da Mirim;

2.1. A Viação Itapemirim seria vendida, com o "osso" (o passivo e a estrutura e as linhas para o NE);

3. A justiça entendeu isso claramente como uma "manobra" (golpe mesmo) que simplesmente tirava ativos da Itapemirim e incluiu todas as coligadas e seu "patrimônio em usufruto" na RJ;

4. Piva e sua turma é o "responsável" por todo este patrimônio desde então (contestado na justiça pelos Cola até hoje);

4.1 Parêntesis: a casa do Sr Camilo está "no bolo" pq simplesmente ela fica DENTRO do Parque Amarelo (a sede com os pátios e setores de Manutenção da Itapemirim, em Cachoeiro);

5. Piva conseguiu "desbloquear" na justiça - em primeira instância - a venda dos ativos para investimentos em detrimento dos pagamentos de dívidas, ação que - geralmente - em uma RJ, depende de aprovação em votação (o que não houve);

5.1. Novos parêntesis: Se entenderia o "investimento" se ele fosse voltado à atividade fim da "recuperanda" (ou seja ônibus). Não é o que ocorre;

5.2. Os investimentos na Viação Itapemirim são feitos com ônibus arrendados e garagens alugadas;

5.3 O grosso do dinheiro está indo para investimentos em áreas afins de empresas que nem existiam no grupo quando do início da RJ (como a empresa aérea, uma empresa de "trens" e agora, uma fintech);

...

 

O que está ruim, vai piorar.

 

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