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Itapemirim Linhas Aéreas - Atualizações


B737-8EH
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Todo fim de empresa aqui é a mesma coisa, o IMPACTO inicial, depois vem as teorias conspiratórias mais absurdas ( foi proposital, fundo Árabe, Lufthansa vai comprar etc etc), o terceiro ATO são os donos fugirem e não pagar ngm, funcionários desesperados movendo ações trabalhistas...esse é o BRASIL país da impunidade vendo a novela se repetir pela ENÉSIMA vez.

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5 minutes ago, FBW_Captain said:

Todo fim de empresa aqui é a mesma coisa, o IMPACTO inicial, depois vem as teorias conspiratórias mais absurdas ( foi proposital, fundo Árabe, Lufthansa vai comprar etc etc), o terceiro ATO são os donos fugirem e não pagar ngm, funcionários desesperados movendo ações trabalhistas...esse é o BRASIL país da impunidade vendo a novela se repetir pela ENÉSIMA vez.

De fato, mas ainda me choca que a cara de pau foi tão grande que os cara conseguiram inverter essa ordem no caso da ITA. 

Primeiro o dono fugiu, depois o impacto da parada NO NATAL e agora resta a nós nesse fórum a elucubração das teorias da conspiração, quando na verdade o fato não conspiratório é: No Brasil vale muito a pena ser safado, a ponto de repetirem o mesmo roteiro desde sempre. 

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Empresa montada no meio da pandemia, dinheiro oriundo deus sabe de onde, parece uma mistura bizarra de sonho com falcatrua, acho difícil não ter política envolvida no pacote, repetindo o clichê "Brasil não é país de gente séria" nunca foi....

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2 hours ago, MRN said:

“119.36 - Requisitos econômicos, financeiros e jurídicos. Todos os operadores 

(a) Os requisitos econômicos, financeiros e jurídicos necessários à obtenção da autorização  jurídica de funcionamento de uma empresa de transporte aéreo são estabelecidos em normas específicas da Superintendência de Serviços Aéreos (SSA) da ANAC. A ANAC requer que seja demonstrado haver capital suficiente para fazer frente aos custos já gerados ou a serem gerados pela execução dos programas de treinamento e de manutenção aprovados, incluindo os custos operacionais previstos, sempre considerando uma reserva para contingências, visando determinar a saúde financeira do requerente. (b) Se por razões econômicas, financeiras ou jurídicas o detentor de certificado não for mais capaz de conduzir uma operação segura, seu certificado deixará de ser válido, ensejando as sanções previstas no parágrafo (a)(2) da seção 119.36.“

Ou a empresa mentiu ou a ANAC falhou?

As duas coisas. Afinal aqui é o Brasil.

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6 minutes ago, Leo Lima said:

Empresa montada no meio da pandemia, dinheiro oriundo deus sabe de onde, parece uma mistura bizarra de sonho com falcatrua, acho difícil não ter política envolvida no pacote, repetindo o clichê "Brasil não é país de gente séria" nunca foi....

Dinheiro oriundo da venda do patrimônio da Itapemirim (ônibus) que está em recuperação judicial...

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56 minutes ago, F-GSPN said:

Pode até ser que reacomodem adiante. Mas as próximas três semanas são as mais movimentadas da aviação brasileira. Os voos certamente estarão lotados. Como reacomodar? A não ser que criem voos extras com as aeronaves que estão em preservação…

Confirmando…

*Reacomodação Itapemirim* = recebemos agora as seguintes orientações:
*Bilhetes emitidos com VisualTrend (pacotes)* todos os pax serão reacomodados por nosso Ontravel, solicitem a reacomodação pelo ontravel@cvccorp.com.br porém o setor poderá reacomodar de acordo com a disponibilidade e já lhes enviar tudo via e-mail. 

 *Bilhetes emitidos pela RexturAdvance ou Esferatur* - passageiros deverão procurar os balcões da Latam, Gol e Azul para reacomodação _de acordo com a disponibilidade_ de cada cia aérea, a qual poderá colocá-los em lista de espera caso o voo esteja lotado (a Anac fez acordo com essas cias aéreas). 
*Passageiros que queiram ter certeza de embarque* deverão emitir outro bilhete pagando por ele.
*Reembolsos* poderão ser solicitados, porém serão pagos somente quando a Itapemirim nos reembolsar ou quando reembolsar para o cartão de crédito. O prazo são 12 meses, mas poderá se estender sem previsão.

 

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1 hour ago, PT-KTR said:

FVG - Fundo de Viagem Garantida kkkkkk, não precisa nem cobrar do pax, toda empresa teria que recolher 1 real da passagem, simples.

Não existe almoço grátis. Se a empresa tiver que recolher 1 real por pax, ela vai aumentar 1 real na passagem de cada pax. Não existe (nem teria como existir) nada de graça, quer seja no setor público, quer seja no privado.

Quem quer um fundo disso, um fundo daquilo, um seguro de não sei o que, bagagem gratuita, comida estilo varig etc não pode reclamar uma vírgula do preço da passagem. Não dá pra querer tudo e querer que tudo seja “de graça”.

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13 minutes ago, Leo Lima said:

Empresa montada no meio da pandemia, dinheiro oriundo deus sabe de onde, parece uma mistura bizarra de sonho com falcatrua, acho difícil não ter política envolvida no pacote, repetindo o clichê "Brasil não é país de gente séria" nunca foi....

E nunca será. E em breve o STF vai culpar os passageiros por comprarem passagem demais sem que a empresa possa suprir a demanda.

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Se a ANAC realmente não tem responsabilidade nessa questão da ITA, tá mais do que na hora de ela passar a ter. Avianca, Flyways e outras no passado não foram suficientes para mostrar a necessidade de uma maior atuação da Agência, ou da Receita Federal ou de quem quer que seja, para proteger o consumidor, os funcionários, a imagem da aviação no Brasil e o trabalho da própria ANAC? E o financeiro de uma empresa é também questão de segurança de voo, quantos acidentes aconteceram por falta de manutenção, por funcionários psicologicamente abalados? Isso não pode continuar a acontecer, e acredito ser sem precedentes uma empresa aérea parar as vésperas do Natal/Ano Novo.

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10 hours ago, Boeing_Rules said:

 

O novo diretor da ANAC foi indicação pessoal do PRESIDENTE brasileiro ... aquelas lives do Bozo com o busão da Itapemirim em cima da mesa não me deixam pensar outra coisa que não seja que ele tinha um relacionamento de amizade com o Piva assim como ele tem com o "véi da Havan" . Isso explicaria muito coisa inclusive a empresa chegar aonde chegou de maneira tão bizarra e  surreal... Lembrando que o Piva a pouco mais de semana estava falando em trazer A330 e A321 e começar a voar pra Buenos Aires ... :macumba:

 

1 hour ago, A345_Leadership said:

Uma coisa tenha certeza: o patrimônio dele continua intacto.

 

 

https://www.contabeis.com.br/noticias/49731/reforma-trabalhista-proposta-estudada-pelo-governo-blinda-bens-de-socios-de-dividas-trabalhistas-de-empresas/

Reforma trabalhista: proposta estudada pelo governo blinda bens de sócios de dívidas trabalhistas de empresas

Relatório encomendado pelo governo fala em empreendedorismo; sindicalistas veem chance de fraude.

11/12/2021 11:00:01

 

Uma nova proposta de reforma trabalhista do governo federal vai limitar o uso de bens pessoais de um sócio de uma empresa para pagamento de dívidas trabalhistas do próprio negócio.

O estudo foi feito por especialistas e também sugere um regime alternativo à CLT. A Constituição passaria a autorizar regras mais flexíveis, a serem definidas em lei.

Os autores dizem que as mudanças poderão estimular o empreendedorismo, a geração de emprego e a desburocratização. Sindicalistas rejeitam os argumentos e veem precarização.

As propostas foram elaboradas pelo Gaet (Grupo de Altos Estudos do Trabalho) para subsidiar uma reforma trabalhista. É apresentada também uma reforma sindical.

No sábado (4), a Folha mostrou que entre as sugestões estão a liberação do trabalho aos domingos e a proibição de reconhecimento de vínculo de emprego entre prestadores de serviço e aplicativos.

Especialistas defendem ainda, conforme reportagem de domingo (5), o locaute —espécie de greve das empresas—, hoje proibido, e a redução do poder da Justiça do Trabalho.

Hoje, o patrimônio do sócio pode ser usado para pagar dívida da empresa de acordo com regras previstas no Código Civil, mais limitado, ou no CDC (Código de Defesa do Consumidor), mais abrangente.

Magistrados do trabalho, quando não prevista uma regra específica para o caso que julgam, recorrem a leis gerais para fundamentar suas decisões.

Pelo artigo 50 do Código Civil, são duas as situações em que o juiz poderá evocar a chamada desconsideração da personalidade jurídica — quando sócios ou administradores são responsabilizados pelas dívidas de suas empresas. A primeira delas é em caso de desvio de finalidade, e a segunda, de confusão patrimonial.

Já o CDC, no artigo 28, apresenta uma lista mais ampla. São previstos nesse rol abuso de direito, excesso de poder, infração da lei, fato ou ato ilícito ou violação dos estatutos ou contrato social, além de falência, estado de insolvência, encerramento ou inatividade da pessoa jurídica.

O grupo designado pelo governo Bolsonaro recomenda que fique expresso em lei a aplicação apenas do Código Civil, estendendo somente a casos de dissolução irregular de uma empresa.

O Gaet afirma que, "por razões mais que evidentes —em especial o incentivo ao empreendedorismo e consequente estímulo à criação de empregos—, seria conveniente e oportuno que os mesmos pressupostos [do Código Civil] fossem igualmente observados no âmbito trabalhista para reconhecimento da responsabilidade dos sócios sobre créditos trabalhistas reconhecidos em juízo".

"Ocorre que há previsão legal mais ampla, retratada pela teoria menor da desconsideração da personalidade jurídica [CDC], que reconhece a responsabilidade dos sócios independentemente da demonstração de quaisquer requisitos, bastando o mero inadimplemento da pessoa jurídica para que o magistrado possa atingir seu patrimônio", justificam.

Os especialistas dizem que hoje, "na doutrina e jurisprudência trabalhistas, tendo em vista pontos de contato e principiologia parcialmente comuns entre direito do trabalho e direito do consumidor, tem prevalecido a tese de aplicação da teoria menor [o CDC]".

Assessor jurídico da CUT (Central Única dos Trabalhadores), o advogado José Eymard Loguercio critica a proposta. "O Gaet dificulta a desconsideração da personalidade jurídica", afirma.

"Daqui a pouco isso também chega ao consumidor. Tudo o que foi conquistado de direitos e garantias começa a ser entendido apenas como custo. O custo social pode ser bem maior", diz Loguercio.

“Legalização da fraude”

Para o presidente da CUT, Sérgio Nobre, trata-se da "legalização da fraude". "Hoje, 90% das ações dos trabalhadores que vão à Justiça são porque verbas rescisórias não são pagas corretamente."

Já para Miguel Torres, presidente da Força Sindical, faltam nas propostas do Gaet medidas para garantir o pagamento de indenizações aos trabalhadores.

"Neste momento de crise, as empresas ficam sem lastro para pagar as dívidas trabalhistas, uma vez que muitos proprietários transferem o patrimônio da empresa para seu patrimônio pessoal", diz Torres.

Integrante do Gaet e ministro do TST (Tribunal Superior do Trabalho), Alexandre Agra Belmonte diz, porém, que as regras do direito do consumidor não são as mais adequadas.

"O CDC não se justifica nas relações de trabalho. Tem de pacificar [a jurisprudência]", afirma. "Excesso de poder econômico não se justifica em uma relação de trabalho, mas se justifica em uma relação de consumo, até para efeitos de concorrência."

Para isso, é proposta a inclusão de um artigo na CLT, o 449-A. Nele é feita referência expressa às regras do direito civil, além da hipótese de dissolução irregular da empresa.

O Ministério do Trabalho e da Previdência, no documento, diz que as medidas apresentadas não representam o posicionamento do governo. A pasta afirma ainda que atuará em diálogo com a sociedade.

Segundo Belmonte, já existem instrumentos jurídicos que garantem o pagamento de dívidas trabalhistas. O ministro cita a lei de falência e recuperação judicial que já as privilegia.

Guilherme Feliciano, professor de direito do trabalho da USP e ex-presidente da Anamatra (Associação Nacional dos Magistrados da Justiça do Trabalho), discorda.

"Às vezes a falência alcança o sócio, às vezes não. Essa é uma hipótese que hoje exige o texto do Código de Defesa do Consumidor para pagar crédito trabalhista", diz.

Proposta prevê regime alternativo à CLT

Um outro ponto da proposta que é rejeitado por Feliciano são os regimes alternativos à CLT. O grupo de especialistas defende essa possibilidade, "desde que respeitados todos os direitos do trabalhador consagrados no art. 7º da própria Constituição Federal".

De acordo com a apresentação do relatório, feita pelo próprio Ministério da Trabalho e da Previdência, a proposta trata de "um novo regime trabalhista, mais simples e desburocratizado".

A mudança, nesse caso, seria feita por meio de PEC (proposta de emenda à Constituição), com alteração no próprio artigo 7º. O dispositivo passaria a prever um "regime trabalhista simplificado, facultativo ao trabalhador, com direitos e obrigações definidos em lei específica", como um direito do empregado.

"Permite-se, com isso, que o trabalhador tenha voz no estabelecimento das regras que regerão sua própria vida e seja o juiz do que é melhor para si diante de cada situação concreta, observados os limites constitucionais", escrevem, na exposição de motivos, os especialistas liderados pelo ministro Ives Gandra da Silva Martins Filho, ex-presidente do TST.

"Esse tipo de opção é ingênuo, para dizer o mínimo. Na prática, o empregador vai oferecer emprego com menos direitos", diz Feliciano.

Segundo o professor, apesar de a medida constar de uma sugestão de PEC, a Constituição deve garantir a isonomia. "A Constituição não pode criar uma subclasse de empregados."

De acordo com Feliciano, a mudança abre caminho para resgatar a proposta da Carteira Verde e Amarela do governo, que previa menos direitos e já foi frustrada no Congresso.

"A grande discussão do contrato verde e amarelo era sua constitucionalidade diante do artigo 7º. Vão colocar então no artigo 7º esse regime para estar na Constituição", diz. "É a parte mais grave."

Fonte: com informações da Folha de S.Paulo

 

 

A relação empregador  X  empregado tem a sua balança pendida cada vez mais para o lado do empregador...

 

 

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CVC precisa fretar aviões da GOL devido aos voos cancelados da Itapemirim
 

A CVC informou aos seus clientes, e também para a imprensa, que estes devem embarcar agora em voos da GOL, para os que compraram pacotes de viagens ou passagens aéreas pela CVC para voar com a Itapemirim.

A empresa de turismo utilizará dois aviões da GOL, que foram negociados ao longo desta sexta-feira, para atender aos clientes da empresa neste momento.

As aeronaves devem inicialmente substituir os voos fretados pela agência de turismo com a Itapemirim, principalmente entre Guarulhos e Maceió e também entre Brasília e Aracaju.

 

Em nota a CVC disse:

“A CVC Corp lamenta a suspensão das operações da ITA e nesse momento está trabalhando para minimizar os impactos para seus clientes. Clientes CVC Corp com viagens neste fim de semana, em dois voos fretados (saindo de Guarulhos para Maceió e de Brasília para Aracaju), que seriam operados pela ITA, serão remanejados pela CVC em voos fretados operados pela Gol. Demais casos serão tratados individualmente, sempre privilegiando a transparência, o atendimento e a satisfação dos nossos clientes.”

A empresa de turismo ressaltou que não recomenda que os passageiros se desloquem ao aeroporto antes de confirmar a situação da passagem aérea pela central de atendimento: 0800 021 2623. O horário de funcionamento é de Segunda à Sábado das 09h00 às 21h00.

A CVC também está priorizando a realocação dos seus clientes com embarques nas próximas 72 horas.

https://www.aeroflap.com.br/cvc-precisa-fretar-avioes-da-gol-devido-aos-voos-cancelados-da-itapemirim/?fbclid=IwAR2h73oqRz4tMQv1sVj4WROD8FiTucrBlMHKyEYR1lHcYKisAiX5irXmMqg

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A César, o que é de César! Vacila em muita coisa, tem muito servidor perdido, mas melhorou muito nos últimos tempos. 

O erro da ITA, começa quando a Itapemirim ou seus donos ou seja quem for ligado a ela, conseguem em plena recuperação judicial, arresto de veiculos, funcionarios sem salários, conseguem abrir uma nova empresa. Se a JUCESP e RFB liberaram a existência da PJ, qual a autoridade da ANAC em barrar? E pior, depois pegaram o táxi aéreo da ASTA para agilizar o processo.

Você conhece um cara que é pilantra, é caloteiro, mas não há uma certidão contra o mesmo, como você pode barrar ele?

7 hours ago, James007 said:

Não existe almoço grátis. Se a empresa tiver que recolher 1 real por pax, ela vai aumentar 1 real na passagem de cada pax. Não existe (nem teria como existir) nada de graça, quer seja no setor público, quer seja no privado.

Quem quer um fundo disso, um fundo daquilo, um seguro de não sei o que, bagagem gratuita, comida estilo varig etc não pode reclamar uma vírgula do preço da passagem. Não dá pra querer tudo e querer que tudo seja “de graça”.

Brasileiro reclama de tudo, quando digo as empresas tirarem 1 real passagem, lógico que esse 1 real será a mais no preço, não como grátis, mas se por um real como adicional, o pax reclama.

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12 minutes ago, PT-KTR said:

A César, o que é de César! Vacila em muita coisa, tem muito servidor perdido, mas melhorou muito nos últimos tempos. 

O erro da ITA, começa quando a Itapemirim ou seus donos ou seja quem for ligado a ela, conseguem em plena recuperação judicial, arresto de veiculos, funcionarios sem salários, conseguem abrir uma nova empresa. Se a JUCESP e RFB liberaram a existência da PJ, qual a autoridade da ANAC em barrar? E pior, depois pegaram o táxi aéreo da ASTA para agilizar o processo.

Não faz sentido burocratizar a abertura de PJ, penalizando todos os setores da economia, porque a agência regulatória não faz o seu trabalho direito.

A sorte grande da ANAC é que no caso da Avianca e ITA não houve um acidente fatal durante o fim das operações. É de se tirar o chapéu que tripulação e manutenção tenham mantido a segurança, submetidos à insegurança psicológica de suprir suas mais básicas necessidades em risco. Desde os primeiros rumores de calote na folha de pagamento e descumprimento na providência de informações a ANAC deveria estar olhando com lupa a operação da ITA e suspender preventivamente no primeiro sinal.

O raio caiu duas vezes no mesmo lugar. Ou se muda a regulação ou a ANAC se mexe para não pagar pra ver se haverá uma terceira vez.

 

 

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2 minutes ago, Bonz0 said:

Não faz sentido burocratizar a abertura de PJ, penalizando todos os setores da economia, porque a agência regulatória não faz o seu trabalho direito.

A sorte grande da ANAC é que no caso da Avianca e ITA não houve um acidente fatal durante o fim das operações. É de se tirar o chapéu que tripulação e manutenção tenham mantido a segurança, submetidos à insegurança psicológica de suprir suas mais básicas necessidades em risco. Desde os primeiros rumores de calote na folha de pagamento e descumprimento na providência de informações a ANAC deveria estar olhando com lupa a operação da ITA e suspender preventivamente no primeiro sinal.

O raio caiu duas vezes no mesmo lugar. Ou se muda a regulação ou a ANAC se mexe para não pagar pra ver se haverá uma terceira vez.

Avianca foi parada pela ANAC, ela que botou fim a agonia quando só tinha A318 ativos.

Quanto a ITA, aplicou multas no descumprimento de obrigações. E ontem suspendeu o COA.

Mas, se no passado existiu uma lei específica de falência para empresa aérea fins favorecer a Varig no caso Panair, porque não dificultar a abertura de PJ para transporte aéreo fins evitar o nascimento de empresas aventureiras?

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1 hour ago, rofigu said:

Recomendo a leitura dessa matéria. Do meio para o fim, enumeram todos os rolos (conhecidos) do tal Sidney Piva.

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12 minutes ago, PT-KTR said:

Avianca foi parada pela ANAC, ela que botou fim a agonia quando só tinha A318 ativos.

Quanto a ITA, aplicou multas no descumprimento de obrigações. E ontem suspendeu o COA.

Mas, se no passado existiu uma lei específica de falência para empresa aérea fins favorecer a Varig no caso Panair, porque não dificultar a abertura de PJ para transporte aéreo fins evitar o nascimento de empresas aventureiras?

No post anterior você sugeriu que seria corresponsabilidade da Junta comercial e da RF e não é. Não precisa de lei nova, burocratizando a abertura de PJ para todos os setores.

Já há regulamentação para concessão e manutenção de operação de empresa aérea comercial (RBAC 121), bastante técnico e completo. Só falta a atuação da agencia reguladora (ANAC) para o cumprimento do regulamento que ela mesma estabeleceu.

Não há abertura de empresas de aviação comercial todo dia, mas há uma estrutura na ANAC para operação de empresas de transporte aéreo 121.

Meu caro, quando o congresso nacional, cuja ineficiência é notória, sente o cheiro de caca antes de você, agencia reguladora que possui estrutura técnica exclusiva para fiscalização da operação 121. Tem algo muito errado em como as coisas são conduzidas.

 

 

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ANAC não é como a FAA, que só vê aspectos técnicos-operacionais. Ela acumula as funções do DoT, por exemplo, de ver o planejamento financeiro das empresas postulantes à exploração de serviços aéreos.

Na minha visão, a Agência comeu bola sim, e suspender o COA depois de a empresa interromper as operações é uma piada de péssimo gosto.

Há tempos noto a inércia da ANAC quanto à prestação dos serviços aéreos. Mas, dessa vez, acho que vai sobrar pra ela. Vide o que o @Bonz0 falou acima: o Congresso viu problemas antes da ANAC!!!

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47 minutes ago, Bonz0 said:

No post anterior você sugeriu que seria corresponsabilidade da Junta comercial e da RF e não é. Não precisa de lei nova, burocratizando a abertura de PJ para todos os setores.

Já há regulamentação para concessão e manutenção de operação de empresa aérea comercial (RBAC 121), bastante técnico e completo. Só falta a atuação da agencia reguladora (ANAC) para o cumprimento do regulamento que ela mesma estabeleceu.

Não há abertura de empresas de aviação comercial todo dia, mas há uma estrutura na ANAC para operação de empresas de transporte aéreo 121.

Meu caro, quando o congresso nacional, cuja ineficiência é notória, sente o cheiro de caca antes de você, agencia reguladora que possui estrutura técnica exclusiva para fiscalização da operação 121. Tem algo muito errado em como as coisas são conduzidas.

Veja bem, minha sugestão é algo específico do CNAE!

Mas, o seu argumento do congresso é invencível, MAS!! MAS!! Sabendo que a coisa não daria certo, porque foi permitido a uma empresa em RJ abrir outra e iniciar um processo de obtenção de um certificado outorgado pelo estado?

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Ninguém sabe direito o que aconteceu, ninguém aqui consultou 1 página dos milhares de documentos que tramitaram antes da ITA voar, todo mundo vinha acompanhando as inúmeras deficiências de gestão da empresa, mas já se bateu o martelo em menos de 24h de que a responsabilidade pelo insucesso de uma empresa, talvez pela primeira vez na história, é da agência meramente reguladora.

Ontem o gestor da empresa era louco, hoje quebrou  por causa da ANAC. Ontem abrir empresa de aviação era dificílimo, hoje vamos dificultar ainda mais. Ontem sobreviver no mercado aéreo era dificílimo pra qq empresa, hoje quebrou por que a ANAC deixou.

Com certeza absoluta tem muito mais coisa que só com um tempo se saberá.

Nunca vi ninguém questionar uma quebra de outra empresa qualquer ao argumento de a empresa, no passado, ao ser aberta, supostamente não ter tido “solidez financeira” suficiente. Uma empresa aérea só sai do chão e voa algum tempo à base, minimamente, de centenas de milhões de reais. É óbvio que havia bastante capital no início e, se quebrou, é óbvio que hoje não existe mais. 

Mas quem quiser que acredite que a teoria de responsabilização da ANAC não tem cunho político. 

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