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Itapemirim Linhas Aéreas - Atualizações


B737-8EH
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On 27/12/2021 at 17:12, LipeGIG said:

O que eu tiro de pior nessa história da Itapemirim é que criar uma empresa aérea do zero no Brasil agora passa a ser também uma missão de ter que conquistar de forma bem mais dura (e longa) o interesse das pessoas em comprar uma passagem para daqui ha 1 , 2, 3 meses - que é o que ajuda uma cia aérea de fato a decolar alto. 

Pós-ITAP vai persistir por um tempo o conceito que é pra comprar antecipado é melhor comprar Azul, Latam e Gol. 

Pobres novos entrantes! 

Eu não sei Lipe, se houver o fator preço mais barato que a concorrência, muitos irão arriscar.

23 hours ago, Eric Breno said:

Exatamente. A curva de prejuízo a ser suportado será ainda maior que já é. E essa fama já tá rolando, já são muitos os conselhos na internet de "não compre passagem de empresas novas". No setor de turismo, ninguém vai aceitar vender pros seus clientes algo que pode lhe trazer muita dor de cabeça ou processos, provavelmente CVC não vai mais fretar avião de novo pra no fim ter que correr e alugar mais avião da Gol pra cobrar buraco.

Qualquer nova cia agora vai ter que aguentar voar com avião vazio por pelo menos uns 6 meses pro pessoal ter a certeza que não vai ficar no chão do aeroporto largado. Se pra vir operar aqui já precisava de muito dinheiro, agora precisará de ainda mais.

Terão companhias e companhias.

Ninguém, tirando o público leigo, confiava na Itapemirim. Muitos preferiram esperar alguns meses para conhecer, até que consolidasse, o trade de turismo é bem atenado, por mais que houve exposição da CVC, não acredito que ela terá prejuízo significativo. 

Vai muito do caráter dos executivos da companhia. Ninguém teve pé atrás com o Neeleman e a Azul, mas com o Piva teve.

10 hours ago, PT-KTR said:

Piva é um ex-auditor da Receita Federal que se especializou em consultoria e surgiu para os holofotes com a "compra" da Itapemirim.

Os 6bi da Europa não existem, ele mesmo falou.

Ou seja, o cara conhece bem os meandros jurídicos e tributários do país. Basta ver o que vem fazendo na Viação Itapemirim.

2 hours ago, TheJoker said:

Pleonasmo para devolução.

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9 hours ago, Forgiven722 said:

Trata-se de manutenção preventiva necessária, as três aeronaves passarão pelo check D… de Devolvido pro lessor

Falou tudo, já era.

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Li que o dono da Itaperim ainda tentou, na surdina, mudar algumas coisas dos contratos sociais da aérea, acho que tentando desvincular a empresa de ônibus, etc. 

E agora com as acusações da ex-sócia e de outros credores, parece que o negócio todo já nasceu errado e só foi piorando. Uma pena para passageiros, funcionários, fornecedores e o mercado do setor de forma geral.

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3 minutes ago, rafaelzatti said:

MP pede decretação de falência do Grupo Itapemirim, incluindo a ITA, e bloqueio de bens do dono da empresa
Promotoria aponta série de irregularidades de modo a descapitalizar a Itapemirim e usar recursos da empresa de ônibus para constituir a agora suspensa linha aérea

Ivan Martínez-Vargas
04/01/2022 - 08:43 / Atualizado em 04/01/2022 - 10:25

SÃO PAULO — O Ministério Público de São Paulo (MP-SP) pediu à Justiça que bloqueie os bens do empresário Sidnei Piva de Jesus e declare a falência da Viação Itapemirim e da ITA Transportes Aéreos.

A promotoria afirma que há indícios de uma série de irregularidades cometidas por Piva e gestores das empresas de modo a descapitalizar a Itapemirim e usar os recursos da empresa de ônibus, em recuperação judicial, para constituir a agora suspensa linha aérea. 

Crise da aérea: Itapemirim e Procon-SP assinam acordo que garante reembolso dos passageiros em até 10 dias

A solicitação foi feita pelo promotor Nilton Belli Filho no dia 29 de dezembro e ainda precisa ser apreciada pela Justiça, o que pode ocorrer ainda no recesso do Judiciário, uma vez que o MP pediu urgência na decisão. A promotoria também quer que a ITA Transportes Aéreos seja incluída no processo de recuperação judicial da viação. 

A Itapemirim pediu proteção contra a falência em 2016 e Piva assumiu o controle da empresa, que até então era de propriedade da família Cola, por deter direitos de crédito da companhia. O plano de recuperação judicial da empresa foi homologado pela Justiça em 2019, mas não tem sido cumprido.

Na interpretação do promotor Belli Filho, o fim abrupto da operação da ITA - Itapemirim Transportes Aéreos deverá acarretar uma série de despesas que, a rigor, terão consequências sobre a viação, que não paga credores e funcionários e recentemente anunciou o cancelamento de rotas de ônibus.

Constituição controversa 

A companhia aérea anunciou no dia 17 de dezembro que suspenderia suas operações, em tese temporariamente, deixando de atender a mais de 40 mil passageiros com passagens aéreas compradas. No mesmo dia, a Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) suspendeu a licença da empresa para operar, o que torna improvável a retomada de voos. 

Para o promotor, a própria constituição da empresa aérea é controversa porque não estava prevista no plano de recuperação judicial da Itapemirim e teria desviado recursos supostamente comprometidos com a quitação do passivo da viação para a formação da empresa de transportes aéreos.

“Os subsídios ora colacionados (conferidos) dão conta de que o sócio Sidnei Piva teria fomentado, mesmo tacitamente ao previsto no plano de recuperação, a atividade de transporte aéreo, inclusive com realização de empréstimos com aparência de fraude, com a constituição de pessoas jurídicas no exterior mediante aporte de recursos vultosos que, em tese, pode derivar para evasão de divisas e outras ilicitudes”, diz a representação do Ministério Público nos autos da recuperação judicial da Itapemirim. 

A promotoria afirma que “há muito (...) aponta incoerências na condução da recuperação pelos gestores do Grupo Itapemirim, dentre elas a constituição de companhia aérea à revelia dos credores concursais e do fisco federal, pois existem pendências de índole fiscal que suplantam os R$2 bilhões”.

Sob o mesmo chapéu 

O fato de Piva ser o controlador da viação e da companhia aérea demonstraria que as duas empresas pertencem ao mesmo grupo econômico, o que justificaria a inclusão da linha aérea na recuperação judicial da empresa de ônibus.

“Numa eventual deliberação da convolação (mudança) da recuperação em falência a operação aérea será atraída (...) para o conglomerado controlado e capitaneado pela Viação Itapemirim, e as sociedades sob seu jugo – Ita Transportes, Viação Caiçara, Transportes Itapemirim, Imobiliária Bianca, Cola Comercial e Flecha Turismo”, diz o Ministério Público.

“Ao atuarem de maneira contrária aos objetivos da recuperação (judicial da Itapemirim), aos sócios se aplica a sanção de afastamento”, argumenta o MP-SP.

O órgão pede que a Justiça declare a indisponibilidade dos bens de Piva. 

A promotoria ainda ressalta que no caso estariam “presentes as hipóteses de convolação em quebra”, ou seja, em falência, por descumprimento de obrigações assumidas no plano de recuperação judicial e pelo suposto esvaziamento patrimonial da empresa que comprometeria a quitação dos passivos.  

O MP-SP pede que, mesmo se o juiz do caso recusar a decretação da falência do grupo, afaste imediatamente Piva das operações devido às suspeitas de irregularidades.

A promotoria afirma que o empresário efetuou despesas injustificáveis em relação ao capital da Itapemirim, descapitalizando injustificadamente a empresa e realizando operações prejudiciais ao seu funcionamento. 

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1 hour ago, CabinCrew said:

Desenvolva.... 

já eram as ITA’s… A da terra e a do ar 

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2 hours ago, A345_Leadership said:

MP pede decretação de falência do Grupo Itapemirim, incluindo a ITA, e bloqueio de bens do dono da empresa
Promotoria aponta série de irregularidades de modo a descapitalizar a Itapemirim e usar recursos da empresa de ônibus para constituir a agora suspensa linha aérea

“Numa eventual deliberação da convolação (mudança) da recuperação em falência a operação aérea será atraída (...) para o conglomerado controlado e capitaneado pela Viação Itapemirim, e as sociedades sob seu jugo – Ita Transportes, Viação Caiçara, Transportes Itapemirim, Imobiliária Bianca, Cola Comercial e Flecha Turismo”, diz o Ministério Público.

ITA TRANSPORTES - Se não me engano é a antiga transportes aéreos que foi convertida para atividade rodoviária
VIAÇÃO CAIÇARA - Tentativa de cisão da VI... mas a ANTT/MP foram espertos.
TRANSPORTES ITAPEMIRIM - Mais uma cisão da VI.
IMOBILIARIA BIANCA - ???
COLA COMERCIAL - ???
FLECHA TURISMO - Tinham postos e hoteis nos trechos da VI.

A arquitetura do grupo já era complicada e caiu na mão de um maluco como o Piva.

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19 minutes ago, PT-KTR said:

ITA TRANSPORTES - Se não me engano é a antiga transportes aéreos que foi convertida para atividade rodoviária
VIAÇÃO CAIÇARA - Tentativa de cisão da VI... mas a ANTT/MP foram espertos.
TRANSPORTES ITAPEMIRIM - Mais uma cisão da VI.
IMOBILIARIA BIANCA - ???
COLA COMERCIAL - ???
FLECHA TURISMO - Tinham postos e hoteis nos trechos da VI.

A arquitetura do grupo já era complicada e caiu na mão de um maluco como o Piva.

Vestígios de uma mentalidade empresarial que uma atividade puxava outra. 

A Imobiliária Bianca poderia ser para administrar os imóveis (garagens, agências, terrenos...) que poderiam ser usados pela Itapemirim.

Salvo engano a Cola Comercial era revendedora de veículos.

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2 hours ago, A345_Leadership said:

Vestígios de uma mentalidade empresarial que uma atividade puxava outra. 

A Imobiliária Bianca poderia ser para administrar os imóveis (garagens, agências, terrenos...) que poderiam ser usados pela Itapemirim.

Salvo engano a Cola Comercial era revendedora de veículos.

A Bianca tá certo.

A Cola Comercial era uma revenda de pneus.

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Constituir uma empresa, sem capital, com o único acionista em recuperação judicial, poderia até dar certo não fosse a loucura de sair operando rotas pra todo lado, sem um senso de capturar mercado ou defender uma posição. 
 

Achavam que iam conseguir convencer sócios.... mas com certeza fizeram a PIOR execução possível para uma empresa no começo da operação. 

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