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Operações restritas em El Alto por construção irregular na trajetória de aproximação/decolagem


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Agora à noite, a AASANA (responsável pelos serviços de navegação aérea na Bolívia) emitiu um NOTAM proibindo pousos pela cabeceira 28 e decolagens pela 10 em El Alto, devido a construção irregular de um prédio de 31 metros (!!!) a 886 metros da cabeceira 28 em El Alto. Já não bastasse a situação cômica, se não trágica, as autoridades estão num troca-troca de acusação sobre de quem é a responsabilidade por regulamentar e fiscalizar as obras no entorno do aeroporto. Enquanto isso, as companhias aéreas já estão notificando os pilotos a verificarem às condições em SLLP antes de decolarem para lá, para evitar alternar ($$$). 

https://www.transponder1200.com/restringen-vuelos-en-el-alto-por-construccion-irregular-en-trayectoria-de-aproximacion/

 

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5 hours ago, A345_Leadership said:

Soy loco por ti, América Latina :lol:

Será que foram os mesmos do Bahamas em CGH? :P 

Pense num absurdo! Na Bah...digo, na Bolívia tem procedentes!

As coisas já são restritas por conta da altitude do aeroporto. Agora vem e constroem esse prédio bem no eixo da pista.

Otávio Mangabeira (ex governador do estado, e autor da frase mais acima, claro que com Bahia ao invés de Bolivia) se vivo fosse, extrapolaria a famosa observação.

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Um prédio de 31 metros não surge do dia pra noite. Só perceberam hoje o “pequeno” obstáculo na rampa de aproximação?

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12 hours ago, F-GSPN said:

Um prédio de 31 metros não surge do dia pra noite. Só perceberam hoje o “pequeno” obstáculo na rampa de aproximação?

essa é a América do Sul raiz. Tem umas 30 autoridades pra 'cobrar' o imposto. Na hora de trabalhar.... cada um joga pras costas do outro.

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Fora a situação indescritível da pista, a maio quebradora de trens do mundo. Esse AD é piada pronta. 

Edited by RGomes
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Parece um aeródromo de MS, em que uma política foi fazendo seu prédio até um determinado ponto, em que o DECEA falou: se não parar ali, não tem aproximação por instrumentos, ou vamos deslocar a cabeceira.

A política deu de ombros. O prédio continuou a ser feito, e a pista tem quase metade de seu comprimento original com cabeceira deslocada.

Bolívia sendo Brasil.

Edited by Thiago
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On 11/10/2020 at 00:05, F-GSPN said:

Um prédio de 31 metros não surge do dia pra noite. Só perceberam hoje o “pequeno” obstáculo na rampa de aproximação?

Segundo pilotos, eles já vinham observando a construção há algum tempo, relatavam as autoridades, mas era um empurra-empurra de responsabilidade. AASANA dizia que era da DGAC, que dizia que era do governo nacional, que era do departamento, que dizia que era da prefeitura, que dizia que era da AASANA (e aí continua o ciclo sem fim). E como foi dito por alguém acima, mas pra cobrar imposto, todo mundo aparece.

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Um par de anos atrás, um Seneca, realizando um procedimento ILS todo desestablizado, entrou voando num apartamento em Moema, num acidente que culminou na morte de todos os seus ocupantes, mas felizmente sem atingir os moradores do apartamento mais afetado, que não estavam em casa no momento. Mesmo assim, em nada alterou-se o padrão de crescimento vertical nas proximidades das cabeceiras de Congonhas, principalmente da norte. Na verdade, de lá para cá as coisas foram piorando cada vez mais.

La Paz apresenta peculiaridades de operação que estabelecem um padrão todo difereciado, se comparado com outras localidades em lugares 'mais baixos'. Quando a pista em uso é a 28, há fatores adicionais, que mesmo os mais acostumados pilotos bolivianos sabem que é preciso manter um controle apurado da aeronave para evitar surpresas inesperadas, que não são poucas. E para piorar o que já é ruim, colocam um obstáculo de 100 pés no alinhamnto da aproximação/decolagem (da pista 10).

Às vezes é difícil diferenciar a África da América Latina, tratando-se de segurança de voo.

Edited by Jet Age
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