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Boeing 737 MAX - Atualizações recertificação


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Todo avião tem seus problemas? Sim, mas só o MAX tem além dos seus problemas uma contagem de mortos de 346 pessoas causadas por gambiarra no projeto. A Boeing matou essas 346 pessoas pela forma como p

Ainda bem que foi só na turbina... Pior seria se fosse no motor inteiro! 

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https://twitter.com/petemuntean/status/1334159810498080768

 

73-8x?

 

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American Airlines COO at its Tulsa maintenance base: “Customers will be able to easily identify” when they will be on a 737 Max flight and the airline will re-accommodate them. “There’s no end to the flexibility we have to make changes.”

 

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Edited by TheJoker
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https://www.reuters.com/article/us-boeing-737max-ryanair-idUSKBN28C223?taid=5fc7a7499870190001e530b7&utm_campaign=trueAnthem:+Trending+Content&utm_medium=trueAnthem&utm_source=twitter

Europe’s largest low-cost carrier has been negotiating for months with Boeing over whether to exercise an option for 75 jets, lifting its total MAX order as high as 210 aircraft, as part of a compensation deal for delays caused by the grounding.

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O voo pra mídia tinha 140 pax. Segundo AA, a atualização do software dura 6 hrs e o tempo total pra reativar um MAX é de 6 a 8 dias.

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The three pitot tubes that feed the AoA software on the #737MAX. @AmericanAir  always had the AoA disagreement software that was optional, but is now mandated as standard.

 

Entre outras coisas relatadas pelo Chris Sloan da Airways  https://twitter.com/airchive

 

Edited by TheJoker
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22 hours ago, TheJoker said:

O voo pra mídia tinha 140 pax. Segundo AA, a atualização do software dura 6 hrs e o tempo total pra reativar um MAX é de 6 a 8 dias.

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The three pitot tubes that feed the AoA software on the #737MAX. @AmericanAir  always had the AoA disagreement software that was optional, but is now mandated as standard.

 

Entre outras coisas relatadas pelo Chris Sloan da Airways  https://twitter.com/airchive

 

A GOL havia feito a opção por esse software na encomenda original?

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Sobre a encomenda da FR, ela converteu 75 opções em firmes.

encomenda inicial de 2014 : 100 firmes + 100 opções  https://boeing.mediaroom.com/2014-09-08-Boeing-Launches-737-MAX-200-with-Ryanair

+10  firmes   https://boeing.mediaroom.com/2017-06-20-Boeing-Ryanair-Finalize-Order-for-10-Additional-737-MAXs

converteu 25 em firmes https://boeing.mediaroom.com/2018-04-24-Boeing-Ryanair-Announce-Order-for-25-737-MAX-8s

E agora os 75 que faltavam.

 

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Vídeo do primeiro pouso do Boeing 737-8 Max em voo regular de passageiros após o retorno do grounding. Gol 4104, 09/12/2020, 10:00LT, Guarulhos-Porto Alegre, PR-XMB.

Pouso Boeing 737-8 Max em Porto Alegre

Blog do colega Fred Faria. Vídeo amador meu.

Edited by Caravelle
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Quanto tempo levará o treinamento da tripulação de voo para o retorno do Boeing 737 MAX?

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Pergunte aos Editores: The Aviation Week Network convida nossos leitores a enviar perguntas aos nossos editores e analistas. Responderemos a eles e, se não pudermos, entraremos em contato com nossa ampla rede de especialistas para obter conselhos. Agora que a FAA deu sua aprovação, quanto tempo levará para treinar as tripulações de vôo e colocar o Boeing 737 MAX de volta em serviço?

O Editor Sênior de Propulsão da Aviation Week, Guy Norris, se uniu ao Editor de Transporte Aéreo e Segurança Sean Broderick para responder a esta pergunta: Do ponto de vista do treinamento da tripulação de voo, as alterações de software de sistema e procedimento exigirão 1-2 horas adicionais. de sala de aula ou, mais provavelmente, treinamento baseado em computador mais uma sessão de simulador. Operadores e reguladores que trabalham com a Boeing indicam que levará cerca de 2 horas de tempo de simulador para completar o treinamento adicional necessário por tripulação de voo, mais uma hora de briefings pré-sessão. Mais detalhes sobre os novos requisitos básicos de treinamento podem ser encontrados aqui.

O tempo total para treinar os pilotos do 737 MAX de uma determinada companhia aérea variará com base em vários fatores, incluindo o número de pilotos que devem se submeter às sessões e a disponibilidade dos simuladores MAX. Para retornar a aeronave ao serviço, os operadores foram aconselhados a esperar inicialmente cerca de 300 horas para retirar a preservação de cada uma das 385 aeronaves entregues que estavam em armazenamento de longo prazo e até 400 horas adicionais para concluir as modificações no software e na fiação que os tornará compatíveis com os padrões de certificação atualizados e diretrizes de aeronavegabilidade. Operadores como a American Airlines relatam que o novo Sistema de Aumento das Características de Manobra ou software MCAS leva cerca de 6 horas para atualizar como parte desse período geral, enquanto as modificações na fiação levarão à American cerca de três dias por fuselagem.

Para aproximadamente 450 aeronaves que foram concluídas, mas nunca entregues, a Boeing estima um tempo de fluxo de cerca de 16 dias desde o início da despreservação até a entrega. Os primeiros 10 dias do processo cobrirão a retirada da aeronave do armazenamento, enquanto os seis dias finais serão dedicados aos preparativos para a entrega. Dividindo isso ainda mais, a Boeing deve usar os primeiros três dias para reativar sistemas e despreservar os motores. O período intermediário, entre os dias 4 e 10, cobrirá testes funcionais e atualizações de software e culminará em um voo de verificação pós-armazenamento. O tempo restante será alocado para entrega, com revisões e orientações para a companhia aérea do cliente, bem como certificação pelas autoridades regulatórias.

Fonte: Guy Norris e Sean Broderick para  Aviation Week Network 4 dez 2020

Trad./adapt. jambock

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Comandante explica o que mudou no 737 Max para que o avião volte a operar

Da CNN, em São Paulo

19 de novembro de 2020 às 00:05

Após 20 meses com todas as aeronaves 737 Max sem operar por conta de dois acidentes causados por falhas técnicas do modelo, a agência de aviação americana autorizou a retomada de voos com o avião. 

O retorno do 737 Max ocorre após esforço internacional de recertificação da aeronave que contou com participação de Sérgio Quito, comandante da Gol.

Em entrevista para a CNN, Quito explicou a principal mudança que garantiu o retorno do modelo.

 “O que mudou foi o sistema de comparação do ângulo de ataque do avião, que informa a altitude do aeronave. Com isso uma informação externa errada não fará com que o avião atue de maneira diferente do esperado,” disse o comandante. 

“Foi um aperfeiçoamento, agora a comparação é entre dois computadores e não só entre dois indicadores. Isso dá mais autoridade para o piloto para contrariar uma informação indesejada.”

(Publicado por Diego Freire)

 

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Acidentes do 737 MAX são resultado de falhas da Boeing e da FAA, diz relatório

David Shepardson, da Reuters

Dois acidentes com Boeing 737 MAX que mataram todos os 346 passageiros e tripulantes a bordo foram o "terrível resultado" das falhas da fabricante de aeronaves Boeing e da Federal Aviation Administration (FAA), concluiu um painel da Congresso dos Estados Unidos após 18 meses de investigação.

Os acidentes "não foram resultado de uma falha singular, erro técnico ou evento mal administrado", disse o Comitê de Transporte e Infraestrutura da Câmara, de maioria democrata, em seu relatório altamente crítico divulgado nesta quarta-feira.

"Eles foram o terrível resultado de uma série de suposições técnicas incorretas dos engenheiros da Boeing, uma falta de transparência por parte da administração da Boeing e uma supervisão grosseiramente insuficiente da FAA."

O 737 MAX foi suspenso em março de 2019 após a queda do voo 302 da Ethiopian Airlines, perto de Addis Abeba, que matou todos os 157 tripulantes a bordo. Em outubro de 2018, um Lion Air 737 MAX caiu na Indonésia, matando todos as 189 pessoas no avião.

"A Boeing falhou em seu design e no desenvolvimento do MAX, e a FAA falhou na supervisão da Boeing e na certificação da aeronave", disse o relatório, detalhando uma série de problemas no projeto do avião e na aprovação da FAA.

A Boeing disse que "aprendeu muitas lições difíceis como empresa com os acidentes ... e com os erros que cometemos".

Também afirmou que cooperou totalmente com o comitê da Câmara e que a revisão de design no 737 MAX recebeu avaliação interna e externa intensiva, envolvendo mais de 375 mil horas de engenharia, além de 1.300 voos de teste.

A FAA disse em um comunicado que trabalhará com os parlamentares "para implementar as melhorias identificadas em seu relatório".

Acrescentou que estava "focada no avanço da segurança geral da aviação, melhorando nossa organização, processos e cultura".

Fonte: CNN 16 set 2020

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@AlaskaAir  filed its first #737MAX 9 flights tonight. First routes are SEA-LAX/SAN and PDX-LAX on March 1. First departure is AS1041 SEA-LAX at 07:15 followed by AS482 SEA-SAN, according to Cirium.

Alaska expects its first MAX 9 delivery in January, about two months before revenue flights begin. The airline also just signed a deal with Air Lease. to swap 10 A320s for 13 new MAX 9s.

https://twitter.com/ByERussell

 

 

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Reuters Exclusive: Boeing hires pilots for airlines to help relaunch 737 MAX - sources

By Eric M. Johnson

16/12/2020

Boeing Co is hiring up to 160 pilots to be embedded at airlines in its latest bid to ensure its 737 MAX has a smooth comeback after a 20-month safety ban, according to a recruitment document seen by Reuters and people familiar with the move.

The new “Global Engagement Pilots” will act as instructors or cockpit observers on 35-day assignments at an equivalent annual salary that could reach $200,000, for a total potential cost of $32 million, one of the people said.

The unusual hiring spree is part of a Boeing campaign to protect the re-launch of its redesigned 737 MAX from operational glitches and rebuild trust following crashes in Indonesia and Ethiopia that killed a total of 346 people.

The strategy also includes 24/7 surveillance of 737 MAX flights globally and talking points for flight attendants to reassure passengers who express concern.

“Duties include: consulting activities and assist in customer support, including flying opportunities,” according to a summary seen by Reuters of job terms from a contracting firm carrying out the recruitment on behalf of Boeing.

Pilots must have 1,000 hours of instructor experience and “no incidents, accidents, losses or violations,” and be licensed on the 737 and other Boeing jetliners, it said.

“We continue to work closely with global regulators and customers to safely return the 737-8 and 737-9 to service worldwide,” a Boeing spokeswoman said.

Boeing and the U.S. Federal Aviation Administration (FAA) have said the plane is among the world’s safest after improvements to cockpit software and pilot training.

But a smooth return to service is seen as vital for Boeing, which faces costs of $20 billion over the grounding.

Boeing has already drawn up plans for a $1 billion initial investment in pilot recruitment, training, and developing a fight deck for the next generation of pilots.

But safety experts said its decision to recruit pilots directly is unusual and signals Boeing’s wish to jumpstart the return to service and normalize the MAX as soon as possible.

https://www.reuters.com/article/us-boeing-737max-pilots-exclusive/exclusive-boeing-hires-pilots-for-airlines-to-help-relaunch-737-max-sources-idUSKBN28Q31R

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Senate Report Faults FAA And Boeing For Failures In Review Of 737 Max

December 19, 20201:00 PM ET
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A Boeing 737 Max lands earlier this month at an airport in Porto Alegre, Brazil. On Friday, the Senate Committee on Commerce, Science and Transportation released its probe into what went wrong with the airliner after it was involved in multiple deadly crashes.

Silvio Avila/AFP via Getty Images

Senate investigators have heaped criticism on both Boeing and the Federal Aviation Administration, finding a series of failures and improprieties during the review process that put the troubled Boeing 737 Max jetliner in the sky.

The Senate Committee on Commerce, Science and Transportation laid out the fatal missteps in a scathing report issued Friday.

"Our findings are troubling," the committee chairman, Sen. Roger Wicker, R-Miss., said in a statement accompanying the report.

He said the Senate probe — launched in April 2019, after a pair of crashes involving the plane killed hundreds of people in Indonesia and Ethiopia -- analyzed comments from dozens of whistleblowers and FAA staff, as well as thousands of pages of documents.

"The report details a number of significant examples of lapses in aviation safety oversight and failed leadership in the FAA," Wicker said. "It is clear that the agency requires consistent oversight to ensure their work to protect the flying public is executed fully and correctly."

Among those "lapses" is the claim that Boeing officials were allowed to improperly influence the outcome of tests of the aircraft's faulty flight control system, known as MCAS. The system software, while intended to keep the plane from stalling, has been blamed for forcing the plane into nosedives that pilots have struggled — and in the case of the two crashes, failed — to recover from.

 

After the plane was grounded worldwide in March 2019, it underwent a review for recertification in the U.S. Last month the FAA cleared the Boeing 737 Max to resume passenger flights, provided that it undergoes a series of significant design changes and observes new requirements for pilot training and maintenance.

But the Senate committee found fault with the tests that ultimately resulted in the plane's recertification in the U.S., including the claim that FAA officials and representatives from Boeing together "established a pre-determined outcome" to those tests.

"Boeing officials inappropriately coached test pilots in the MCAS simulator testing contrary to testing protocol. This test took place over a year after the second 737 MAX crash and during recertification efforts," the report alleges. "It appears, in this instance, FAA and Boeing were attempting to cover up important information that may have contributed to the 737 MAX tragedies."

The Senate report also detailed a number of other problems at the FAA and its parent agency, the Department of Transportation, including:

  • Retaliations against whistleblowers and failures to hold FAA senior managers accountable for inadequate training protocols
  • The Transportation Department's failure to "produce relevant documents" requested by the committee
  • Possible obstruction by "FAA senior leaders" of a review of the 737 MAX crashes by a Transportation Department inspector general.
 

"This dysfunction," the report concluded, "inserts an unnecessary risk to the flying public."

In a statement emailed to NPR on Saturday, the FAA pushed back on what it described as the report's "unsubstantiated allegations."

"Working closely with other international regulators, the FAA conducted a thorough and deliberate review of the 737 MAX," the agency said. "We are confident that the safety issues that played a role in the tragic accidents involving Lion Air Flight 610 and Ethiopian Airlines Flight 302 have been addressed through the design changes required and independently approved by the FAA and its partners."

Boeing, too, said in a statement that the company "learned many hard lessons" from the pair of disasters — though Boeing did not address the report's allegations specifically.

For both Boeing and the FAA, the Senate committee's findings represent the second damning congressional report in roughly three months. The House Transportation Committee in September found that Boeing had displayed "a disturbing pattern of technical miscalculations and troubling management misjudgments," while the FAA suffered from "numerous oversight lapses and accountability gaps."

Still, those findings have not dissuaded several airlines from resuming flights with the troubled aircraft. Brazil's Gol Airlines resumed commercial service with the jetliner earlier this month, a week after Ireland's Ryanair placed an order estimated to cost more than $7 billion.

 

Fonte: https://www.npr.org/2020/12/19/948332838/senate-report-faults-faa-and-boeing-for-failures-in-review-of-737-max

Edited by teiacontabil
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