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Boeing 737 MAX - Atualizações recertificação


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https://www.washingtonpost.com/local/trafficandcommuting/boeing-737max-southwest/2021/04/09/df4ac0b2-992c-11eb-b28d-bfa7bb5cb2a5_story.html

 

Four U.S. airlines announced Friday they are grounding more than 60 of their 737 Max jets after Boeing disclosed a potential electrical problem affecting the planes.

 

Southwest Airlines said it was pulling 30 of its 58 Max planes from service, while American Airlines said it would ground 17 of its 41 planes. United Airlines is pulling 16 of its 30 Max planes and Alaska Airlines will ground all four in its fleet. It wasn’t clear Friday how many jets worldwide were affected.

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Todo avião tem seus problemas? Sim, mas só o MAX tem além dos seus problemas uma contagem de mortos de 346 pessoas causadas por gambiarra no projeto. A Boeing matou essas 346 pessoas pela forma como p

Ainda bem que foi só na turbina... Pior seria se fosse no motor inteiro! 

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Potencial falha elétrica

737 MAX apresenta nova falha potencialmente perigosa

Boeing alerta sobre problema de aterramento do sistema elétrico no cockpit do avião

 Problema envolve apenas uma parte da frota atual de 737 MAX no mundo

Uma falha nos processos de produção, envolvendo o sistema elétrico, comprometeu a segurança de parte da frota global de 737 MAX.

A Boeing afirma que notificou dezesseis empresas aéreas no mundo, mas que o problema é relacionado apenas a um grupo especifico de aeronaves. As companhias devem verificar se existe espaço de aterramento suficiente para o sistema elétrico.

O defeito é relacionado ao caminho de aterramento suficiente para um componente dentro do cockpit, sem qualquer relação com o MCAS, acrônimo para Sistema de Aumento das Características de Manobra, que foi responsável por dois acidentes fatais com o 737 MAX.

Analistas da Boeing consultados por AERO Magazine, mas que optaram pelo anonimato, explicaram que a falha é referente ao sistema de redundância de energia que alimenta parte de equipamentos na cabine dos pilotos, atuando junto ao painel de disjuntores (circuit beaker).

Por ora, a Boeing não divulgou o total de aeronaves afetadas, mas a Southwest Airlines retirou trinta unidades do 737 MAX de serviço, enquanto outros 28 não foram encontrados nenhum defeito relacionado ao alerta do fabricante.

Ainda que a falha não seja crítica, e sua identificação seja positiva, demonstrando o intenso trabalho de avaliação do avião, o problema é uma notícia indesejável para a Boeing. Ao longo de vinte meses o 737 MAX esteve proibido de voar, exigindo uma complexa revisão do projeto, processo de produção e de qualidade.

Recentemente David Calhoun, presidente-executivo da Boeing, afirmou que estava sendo conduzido um intenso escrutínio em todos os processos relacionados ao 737 MAX.

A paralisação do 737 MAX foi um dos episódios mais sombrios na história da Boeing, que se viu envolvida inclusive em uma análise de um comitê especial no Congresso dos Estados Unidos, que realizou uma série de audiências para analisar as metodologias do fabricante. Ao mesmo tempo a FAA, a agência de aviação civil dos Estados Unidos, alterou normas e processos de certificação de aeronaves modernizadas.

"Eles [acidentes] foram o terrível resultado de uma série de suposições técnicas incorretas dos engenheiros da Boeing, uma falta de transparência por parte da administração da Boeing e uma análise insuficiente da FAA", afirmou o relatório do Comitê de Transporte e Infraestrutura da Câmara americana.

A Boeing, em nota, afirmou que está trabalhando em estreita colaboração com a FAA e clientes para solução do novo problema.

Abaixo a íntegra do comunicado emitido pela Boeing:

"A Boeing recomendou a 16 clientes que verifiquem um possível problema elétrico em um grupo específico de aeronaves 737 MAX antes de continuarem com a operação das mesmas. A recomendação é que verifiquem se existe espaço de aterramento suficiente para um componente do sistema elétrico.

Estamos trabalhando em estreita colaboração com a Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA) nesta questão de produção. Também estamos informando especificamente nossos clientes impactados e forneceremos orientações sobre quais as medidas corretivas adequadas."

·        Veja nossos vídeos no canal da AERO Magazine no YouTube

Fonte: Aero Magazine

 

 

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35 minutes ago, F-GSPN said:

É o Marea da aviação....

Alguma aeronave da Gol afetada pelo novo problema ?

Um colega comentou, na página anterior, que o XMM foi afetado, creio que seja o único já que o resto está voando pelo FR24.

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Nova falha elétrica em mais de 60 737 MAX, agrava os problemas da Boeing

 por LUIZ PADILHA

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Boeing 737 MAX 

 

Por Dominic Gates

Uma pequena mudança no processo de fabricação do 737 MAX da Boeing que não foi suficientemente examinado causou um problema no sistema elétrico que na sexta-feira aterrou temporariamente mais de 60 aeronaves, de quase 200 MAXs que retornaram ao serviço desde dezembro.

Embora esta última falha de fabricação não tenha relação com o sistema de controle de vôo implicado em dois acidentes fatais que paralisaram o MAX por quase dois anos, ela retarda o ímpeto positivo que começou a crescer conforme mais MAXs decolavam e novos pedidos chegavam da United, Alaska e Sowthwest.

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O problema, segundo duas pessoas com conhecimento do processo de fabricação modificado, surgiu quando uma unidade de controle de energia elétrica de reserva foi presa a um rack na cabine de comando com fechos no lugar dos rebites usados anteriormente.

Essa alteração foi executada de forma que não forneceu um caminho de aterramento elétrico completo para a unidade. A falta de aterramento elétrico seguro pode causar mau funcionamento em uma variedade de sistemas elétricos, como o sistema antigelo do motor e a unidade de energia auxiliar (APU) na cauda do avião.

A Boeing disse que descobriu o problema “em um avião de produção durante a atividade normal de construção” e que as inspeções são necessárias para verificar “se existe um caminho de solo suficiente” para esta unidade de controle.

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A Federal Aviation Administration (FAA) disse que a Boeing notificou na quinta-feira que estava recomendando que certos aviões MAX fossem temporariamente retirados de serviço.

Depois que a Boeing informou às companhias aéreas na noite de quinta-feira, a Southwest suspendeu 30 de seus MAXs. a American aterrou 17 e a United 16. A Boeing disse que 16 clientes em todo o mundo foram afetados.

O porta-voz da FAA, Ian Gregor, disse que a mudança da fabricação da Boeing de rebites para fixadores foi “uma pequena mudança de projeto” que não exigiu a aprovação da agência federal de segurança ou da organização interna da Boeing que representa a FAA e garante a conformidade com os regulamentos.

Este último problema se soma à longa ladainha de erros que atualmente afligem a Boeing.

Falhas de fabricação impediram mais de 80 dos 787 Dreamliners por meses; falhas de projeto significam que o sistema de visão do tanque de reabastecimento aéreo militar KC-46 da Força Aérea deve ser completamente remodelado; e problemas de qualidade atrasaram o programa da espaçonave Starliner.

E em um problema não relatado anteriormente, a Boeing recentemente encontrou um defeito potencial em um lote de 20 a 40 motores que movem o estabilizador horizontal em todos os 737s, incluindo o MAX e modelos anteriores.

Este motor, fabricado pela Eaton, um fornecedor com sede na Irlanda, faz parte do sistema que inclina o nariz do avião para cima ou para baixo. A Boeing disse que sete das aeronaves com motor estabilizador do lote defeituoso são MAXs.

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A porta-voz da Boeing, Jessica Kowal, disse que o defeito afeta potencialmente a confiabilidade do componente. O motor “já foi substituído em cinco dos MAXs e os dois aviões restantes terão as peças substituídas antes de voar novamente”, disse ela. Kowal disse que a Boeing continua “avaliando qualquer impacto potencial na frota de 737 NG”.

A porta-voz da American Airlines, Sarah Jantz, disse que dois MAXs em sua frota tiveram seus motores estabilizadores substituídos como resultado da diretriz da Boeing, embora nenhum deles tenha experimentado qualquer problema. Ambos os MAXs estão aterrados pelo problema da nova unidade de controle de energia elétrica.

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A falha de um motor estabilizador é um problema raro a bordo. Lidar com isso requer que os pilotos usem o volante manual na cabine para compensar a inclinação da aeronave.

Coincidentemente, um problema do estabilizador em vôo que exigia compensação manual para levar um 737 MAX para casa com segurança aconteceu na semana passada, mas com uma causa raiz diferente.

Em 29 de março, um 737 MAX da American Airlines, voando de Miami a Santo Domingo, na República Dominicana, com 135 passageiros e 6 tripulantes a bordo, foi forçado a voltar quando o sistema de estabilizador horizontal falhou.

Os pilotos executaram a lista de verificação do estabilizador, ajustaram manualmente a aeronave ao retornarem a Miami e pousaram com segurança.

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Este incidente não estava relacionado ao software de controle de vôo do Sistema de Aumento das Características de Manobra (MCAS) implicado nos dois acidentes do MAX. Nem foi o problema do motor estabilizador recentemente identificado.

Jantz, da American Airlines, disse que a falha desta vez foi em um interruptor de relé elétrico que controla o motor do estabilizador. Posteriormente, a American substituiu o interruptor do relé.

Quando o administrador da FAA Steve Dickson assinou a ordem que abriu o caminho para o MAX retornar ao serviço, ele observou que problemas de rotina em vôo provavelmente causariam preocupação excessiva em um MAX.

“É inevitável que em algum momento no futuro, um Boeing 737 MAX retorne ao aeroporto de origem, desvie ou pouse em seu destino com um problema real ou suspeito de voo”, disse Dickson. “Embora esses eventos possam ser inconvenientes e perturbadores para os passageiros, eles ocorrem praticamente todos os dias.”

U.S. Airlines trata do problema mais recente

No entanto, o simples acúmulo de problemas de fabricação, design e qualidade na Boeing nos últimos dois anos prejudicou gravemente sua reputação de excelência técnica.

A mudança de produção que gerou o mais recente problema no sistema elétrico do MAX foi feita após o aterramento original do jato em março de 2019, portanto, apenas os aviões construídos depois disso são afetados. A Southwest tem 28 MAXs sem esse problema, a United tem 14 e a American 24 todos ainda voando.

Na sexta-feira, Chris Hurrell, capitão da frota do 737 da American, disse em uma mensagem aos pilotos da companhia aérea que sua “frota MAX não experimentou nenhuma anormalidade” como resultado da mudança no processo de fabricação.

No entanto, David Seymour, diretor de operações da American, disse à equipe em um memorando que “sob a orientação da Boeing, retiramos temporariamente de serviço essas 17 aeronaves”.

Seymour disse que o aterramento de 17 MAXs trará “desafios operacionais, redirecionando membros da tripulação, clientes e aeronaves, mudanças de cronograma e suporte aos nossos clientes.”

A United disse que está “trabalhando para trocar aeronaves para minimizar o impacto para nossos clientes” e está trabalhando com a Boeing e a FAA “para determinar quaisquer etapas adicionais necessárias para garantir que essas aeronaves atendam aos nossos rigorosos padrões de segurança”.

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O porta-voz da Southwest, Brandy King, disse que a companhia aérea também “não experimentou nenhum desafio operacional relacionado ao problema”.

E como a Southwest opera atualmente uma programação MAX limitada de 44 voos diários, com no máximo 15 aeronaves programadas para voar a cada dia, ela espera “interrupção operacional mínima, pois temos aeronaves sobressalentes em nosso sistema”.

Ainda não há um cronograma disponível para os MAX aterrados retornarem ao serviço. “É muito cedo para estimar o momento”, disse King. “Estamos aguardando mais orientações e a correção corretiva da Boeing.”

Fonte: Military.com via blog Defesa Aérea & Naval 11 abr 2021

Tradução e adaptação: DAN

Edited by jambock
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On 12/04/2021 at 09:54, Cassio.Fernandes said:

É, vai mas uns 5 anos ate a mídia sensacionalista parar de pegar no pé do MAX. 

Não vejo como sensacionalismo ou "pegação no pé". Ocorreu um novo problema e estão buscando resolver.

Edited by Caravelle
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On 12/04/2021 at 09:54, Cassio.Fernandes said:

É, vai mas uns 5 anos ate a mídia sensacionalista parar de pegar no pé do MAX. 

É verdade. Pegam no pé mesmo. Tem muita torcida dos amantes de " sidestick".

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28 minutes ago, EXPAT ASIA said:

É verdade. Pegam no pé mesmo. Tem muita torcida dos amantes de " sidestick".

A imprensa em geral nem sabe o que é Airbus, Boeing ou Embraer! Inclusive o Military.com é uma página americana, não "torceriam" para a Airbus, não achas?

Eu vejo apenas fatos, a imprensa não inventou os problemas com a aeronave.

Torço muito pelo sucesso do 737 MAX, mas os problemas tem que ser resolvidos e a imprensa deve divulgar, é o papel dela.

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On 12/04/2021 at 09:54, Cassio.Fernandes said:

É, vai mas uns 5 anos ate a mídia sensacionalista parar de pegar no pé do MAX. 

Todo novo avião apresenta problemas.  A mídia sensacionalista chama o presidente da associação dos aeroclubes do BR para opinar, como sendo especialistas em aviação. Sacanagem!

 

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44 minutes ago, EXPAT ASIA said:

Todo novo avião apresenta problemas.  A mídia sensacionalista chama o presidente da associação dos aeroclubes do BR para opinar, como sendo especialistas em aviação. Sacanagem!

Todo avião tem seus problemas? Sim, mas só o MAX tem além dos seus problemas uma contagem de mortos de 346 pessoas causadas por gambiarra no projeto. A Boeing matou essas 346 pessoas pela forma como projetou, omitiu, mentiu e enganou os órgãos mundiais responsáveis pela certificação do avião e seus operadores referente a existência e operação do MCAS.

Uma coisa é problemas, outra coisa foi o MCAS. Não vem passar pano na Boeing e diminuir o fato que os executivos e gerentes de projeto são responsáveis pela morte dessas 346 pessoas.

5 anos pegando no pé vai ser festa em Chicago.

Edited by Pliskin
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Eu lembro das baterias do 787 pegando fogo que a imprensa também fez um escarceu e anos depois nenhum da imprensa sequer lembra do que aconteceu e como foi.

A aviação em si sempre foi assim, uma hora aparece outro assunto mais tragico para divulgar

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On 17/04/2021 at 12:53, Pliskin said:

Todo avião tem seus problemas? Sim, mas só o MAX tem além dos seus problemas uma contagem de mortos de 346 pessoas causadas por gambiarra no projeto. A Boeing matou essas 346 pessoas pela forma como projetou, omitiu, mentiu e enganou os órgãos mundiais responsáveis pela certificação do avião e seus operadores referente a existência e operação do MCAS.

Uma coisa é problemas, outra coisa foi o MCAS. Não vem passar pano na Boeing e diminuir o fato que os executivos e gerentes de projeto são responsáveis pela morte dessas 346 pessoas.

5 anos pegando no pé vai ser festa em Chicago.

Treinamento e simulador.A memória é curta. A TAM perdeu 2 F-100 no mesmo dia.

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On 4/17/2021 at 12:53 PM, Pliskin said:

Todo avião tem seus problemas? Sim, mas só o MAX tem além dos seus problemas uma contagem de mortos de 346 pessoas causadas por gambiarra no projeto. A Boeing matou essas 346 pessoas pela forma como projetou, omitiu, mentiu e enganou os órgãos mundiais responsáveis pela certificação do avião e seus operadores referente a existência e operação do MCAS.

Uma coisa é problemas, outra coisa foi o MCAS. Não vem passar pano na Boeing e diminuir o fato que os executivos e gerentes de projeto são responsáveis pela morte dessas 346 pessoas.

5 anos pegando no pé vai ser festa em Chicago.

Complicado, mas ok, nada justifica qualquer 'passada de pano'. Entretanto, partindo da sua interpretação, o Max não é o único projeto aeronáutico que se envolveu numa série de armadilhas -- quer sejam premeditadas ou não, de conhecimento prévio ou não, gambiarras ou não, ou que os efeitos já tivessem se manifestado anteriormente ou não -- que no final afetaram de alguma forma a operação com segurança. Num breve levantamento, cito, por exemplo (tomando como base informações dos relatórios finais):

- L1011 e o design do seu sistema de automatismo e alerta (EAL, em 1972, com 101 vítimas fatais)

- DC-10 e o fechamento de sua porta de porão de carga e a ausência de proteção do sistema hidráulico, no caso de ruptura ou bloqueio do sistema (THY, em 1974, e UAL, em 1989, com 457 vítimas fatais)

- B747 e a abertura inadvertida em voo da porta do porão de carga dianteiro (UAL, em 1989, com 9 fatalidades)

- A300-600 e a situação de 'out-of-trim' do automatismo, no caso do acionamento inadvertido do modo GA na aproximação (China Airlines, em 1994, com 264 vítimas)

- Família Airbus e os problemas com o congelamento dos pitots Thales (Air France, 2009, 228 fatalidades)

Pergunto: em sã consciência, você embarcaria em algum desses aviões, sabendo de antemão da fragilidade de certos dispositivos e/ou sistemas? Eu não.

Em suma, segurança de voo é coberta por um fino telhado de vidro.

Abs.

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Boeing ainda trabalha para consertar mais de cem 737 MAX

Problema elétrico revelado no início do mês forçou a retirada de serviço de 106 aeronaves

Boeing emitiu alerta para que dezoito empresas retirem de serviço até 106 unidades do 737 MAX

As autoridades de aviação dos Estados Unidos (FAA, na sigla em inglês) disseram que 106 aeronaves da família 737 MAX, da Boeing, estão fora de operação em todo o mundo devido a um problema elétrico que ainda está sendo corrigido pela fabricante. Sendo que setenta e uma delas estão registradas nos Estados Unidos.

O problema é relacionado a falha reportada no dia 7 de abril, quando a Boeing alertou para uma falha no sistema de aterramento elétrico e recomendou que dezoito companhias retirassem os aviões temporariamente de operação.

A FAA afirmou que, a investigação conduzida pela própria Boeing, mostrou que o problema estava relacionado a uma conexão subdimensionada, fora dos parâmetros corretos do projeto. Em caso de pico de tensão a falha pode afetar os painéis de disjuntores e os instrumentos do avião, além da unidade de controle de energia de backup.

A Boeing afirma que o problema é relacionado a uma falha nos processos de produção do avião, com um lote de conexões terra tendo sido entregues e instalados fora dos padrões. Sem relação com falha de projeto ou problema estrutural.

Fonte:  Marcel Cardoso – Aero Magazine 26 abr 2021

 

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Posted (edited)
1 hour ago, TheJoker said:

 

O grande problema que a Boeing esta tendo nos avioes NB MAX esta se refletindo no mercado " Novas encomendas " alem do enorme gasto custo para retomada da aeronave cerca de USD20B para os cofres da empresa.

 

Esta versao 10 MAX ja nasce com um grande hiato para competir com o A321N com alcance 6,1K Km x 7,4K KM fora as novas versoes com alcance estendido, um aviao que vai nascer "ultrapassado".

A Airbus esta deitando e rolando com o A321N e sua versatilidade  alcance/cacidade/consumo conquistando um mercado que era cativo da Boeing atraves do 57, principalmente nas rotas no Atlantico Norte, e simplesmente descontinuou o produto com imenso pontencial de vendas numa nova plataforma e agora esta tentando correr atras do enorme preju, o que considero ser consequencia do maior erro estrategico ja cometido pela empresa, e ate agora n lancou o NLA pois foi pega pela pandemia.

 

A participacao da Boeing no mercado caiu de 50% p 35%.... neste mercado fora o custo de Imagem custo de oportunidade perdido pois o mercado vai voltar A Airbus esta com o produto na prateleira pronto para a venda e a Boeing?

Edited by BLUE - SBKP -
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2 hours ago, BLUE - SBKP - said:

A participacao da Boeing no mercado caiu de 50% p 35%.... neste mercado fora o custo de Imagem custo de oportunidade perdido pois o mercado vai voltar A Airbus esta com o produto na prateleira pronto para a venda e a Boeing?

Além de ter um produto na prateleira, me arrisco a dizer que a Airbus também está numa situação bem mais confortável. o A320 vende que nem pão quente, o A350 está ok e ela não teve problema nenhum de parada de Max, nem de 787. Ta com o A220 fazendo o maior sucesso também, e tem bastante espaço pra melhorar o A320 e família se quiser.

Enquanto isso, o único avião da Boeing que ta razoavelmente tranquilo é o 787 e até esse, está com as entregas suspensas. O Max é a criança que da trabalho, o 747 já morreu e esqueceram de enterrar, o 767 ta caquético e o 777 é o elefante na sala.

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On 6/3/2021 at 1:25 AM, ricardomilhomem said:

Além de ter um produto na prateleira, me arrisco a dizer que a Airbus também está numa situação bem mais confortável. o A320 vende que nem pão quente, o A350 está ok e ela não teve problema nenhum de parada de Max, nem de 787. Ta com o A220 fazendo o maior sucesso também, e tem bastante espaço pra melhorar o A320 e família se quiser.

Enquanto isso, o único avião da Boeing que ta razoavelmente tranquilo é o 787 e até esse, está com as entregas suspensas. O Max é a criança que da trabalho, o 747 já morreu e esqueceram de enterrar, o 767 ta caquético e o 777 é o elefante na sala.

A Airbus tem uma situação, de certa forma, mais confortável que a Boeing, justo pelos motivos que você pontuou: a empresa tem um lineup de produtos bem consolidados e todos estão vendendo bem. O problema é o A330neo, que não tem vendido bem e está arriscado a perder sua maior encomenda, os 78 A330-900 da Air Asia X, que está praticamente insolvente. Quanto aos outros produtos, o A320neo só não vende mais porque a AIB ainda não tem capacidade de entregar tantas aeronaves assim e a fila de espera para novos clientes diretos é bem extensa, apesar de a pandemia ter amenizado a situação, e o A350 está em uma posição confortável, com um backlog sólido e um bom espaço para crescer no mercado. O A330neo tem seu potencial, mas ainda não encontrou seu lugar, pois a maior parte da frota de A330, sobretudo a versão -300, é jovem, com idade média inferior a 15 anos. Ele é o substituto ideal para o A330 em rotas médias, melhor até que o 787, mas os aviões empregados nessas rotas não estão no ponto de serem substituídos na maioria das empresas. Ainda assim, a Airbus tem uma situação boa.

O problema da Boeing é que a confiança na companhia foi por água abaixo com os problemas no 787 e, posteriormente, no MAX, que foram piores ainda. Vale somar ainda os problemas de controle de qualidade no 787 nos últimos anos. Apesar disso, o 737 MAX vende razoavelmente bem, parece estar superando os problemas, mas ficará eternamente manchado e isso afetará suas vendas e, provavelmente, de seu sucessor, uma vez que hoje o mercado é 60% dominado pela Airbus, sendo assim, na próxima geração de narrowbodies, esta estará em melhor posição que a Boeing para garantir novos clientes e manter os seus antigos. E isso evidencia o erro da Boeing em apostar na plataforma do 737 por 50 anos, enquanto do outro lado vemos a Airbus se planejando para a aposentadoria do A320 ao fim da produção do A320neo, ou seja, na segunda geração, enquanto o 737 está na quarta. Outro ponto: não creio que a manutenção do 757 fosse salvadora, pois era um avião muito pesado, apesar da performance, então versões menores do mesmo visando a substituição do 737 poderiam ser inviáveis, e focar somente no mercado TATL seria limitar muito o potencial da plataforma, visto que o A321XLR vendeu 450 unidades, o que é bastante para uma variante, mas muito pouco para uma família inteira de aeronaves. Mas o elefante na sala da Boeing, hoje, realmente é o 777X que sofre do mesmo problema do A330neo, além de outros mais. É uma aeronave fantástica, porém muito está com o projeto muito atrasado e é grande, pesada e cara, o que o torna pouco competitivo em relação aos jatos menores e mais eficientes. E o modelo ainda periga perder uma boa parte de suas encomendas com o possível cancelamento da Emirates. Seu desenvolvimento não está sendo barato e o modelo mal passou de 300 unidades vendidas, sem perspectiva de novas encomendas.

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