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735 da NAM Air desaparece 4' após decolar


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1 hour ago, Pliskin said:

Dois pilotos medianos num dia bom. Covid, devem ter voltado a uns 3 meses, muito tempo sem voar. Uma dupla fraca, avião leve, turbulencia... dois palito para ilusão somatogravica

Que análise profunda, bem embasada e certeira. 
(contém ironia)

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1 hour ago, Paulo Sixty said:

A imprensa tá batendo pesado pra estigmatizar o 737 Max.

Chamam o avião de "problemático" sem nem saber o que significa a palavra "Manete".

Vão destruir a imagem do avião igual fizeram com o Fokker 100 por falta de conhecimento.

Airbus pode cair em um voo de apresentação lotado de jornalistas e autoridades a bordo que não dá nada, agora Boeings e Fokkers não podem voar.

Imprensa que não tem conhecimento e só escreve aquilo que ouvem por aí e sequer procuram se informar antes causa nojo.

 

Vão nada. 99,9% das pessoas embarcam no MAX e não reclamam. 

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On 09/01/2021 at 11:59, A345_Leadership said:

Pior foi uma reportagem do G1, até que estava indo bem em dizer que era um 737-500, ano que entrou em operação, que no Brasil a Nordeste e a Rio Sul operavam ele e atualmente ninguém opera regularmente no país.

Aí depois vem só falando que o modelo não era MAX, que ficou x tempo parado, etc etc...  fugindo do tema principal.

A aeronave de fato voou no passado na Rio Sul/Varig? 

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THE NEW YORK TIMES

Queda de avião na Indonésia frustra esforço para reabilitar as companhias aéreas do país

Com histórico de acidentes, setor enfrenta novas dificuldades por causa da pandemia de coronavírus

11.jan.2021 às 14h07

vi Beech

Muktita Suhartono

BANCOC | THE NEW YORK TIMES

Enquanto a pandemia de coronavírus esvaziava os céus da Indonésia de aviões, o capitão Afwan, experiente piloto de Boeings 737 para a Sriwijaya Air, ficou esperando.

Ex-piloto da Força Aérea indonésia, muito admirado e com mais de 30 anos de experiência de voo, Afwan preencheu seu tempo com sessões do simulador de voos da Sriwijaya, que visavam garantir que os pilotos completassem pelo menos o mínimo de horas de voo necessário para conservarem suas licenças.

Como muitos em seu país, de maioria muçulmana, Afwan orava regularmente e aconselhava seus colegas a também conservaram sua devoção religiosa.

No sábado (9) o voo 182 da Sriwijaya Air, pilotado por Afwan, caiu no Mar de Java alguns minutos depois de decolar sob chuva forte. O jato comercial da série Boeing 737-500 transportava 62 pessoas, incluindo seis tripulantes.

Até a tarde do domingo (10), merglhadores já haviam recuperado vários objetos do avião em águas a noroeste da capital da Indonésia, Jacarta: pedaços da fuselagem, rodas do avião e roupas infantis. Dez crianças e bebês estavam a bordo do avião, que partira de Jacarta rumo à cidade de Pontianak, na ilha de Bornéu, uma distância de aproximadamente 90 minutos.

As autoridades indonésias não pareciam prever que houvesse sobreviventes. Foi um início de ano tenebroso para esse grande país-arquipélago onde praticamente não se passa um ano sem algum acidente aéreo de grandes proporções. O setor da aviação vem crescendo rapidamente no país, mas os padrões operacionais e de segurança não avançaram no mesmo ritmo, dizem fontes bem informadas sobre o setor.

O presidente indonésio Joko Widodo disse no domingo: “Em nome do governo e de todo o povo da Indonésia, quero expressar meu pesar profundo por esta tragédia”.

O avião caiu depois de perder mais de 10 mil pés de altitude em um minuto. A causa da queda ainda é desconhecida.

Investigadores indonésios dizem que já confirmaram a localização dos gravadores de voo da aeronave, que caiu numa área do mar conhecida como Mil Ilhas, e que esperam recuperar as caixas pretas em pouco tempo. Pode levar meses para investigadores determinaram qual foi a alquimia terrível de condições do tempo, manutenção do aparelho e decisões tomadas pela equipe de voo que pode ter contribuído para o episódio fatal.

Nurcayo Utomo, investigador do Comitê Nacional de Segurança nos Transportes indonésio, disse que o raio relativamente reduzido em que os destroços estão espalhados, conforme o que foi visto em imagens de vídeo, sugere de modo preliminar que o avião possa ter se despedaçado ao atingir a água, e não explodido no ar.

Mas não há dúvida de que os céus da Indonésia estão entre os mais perigosos do mundo, marcados por um histórico de regulamentos de segurança insuficientes, algo que vem prejudicando as companhias aéreas domésticas há anos. E a pandemia complicou os esforços para restaurar a reputação e as finanças dessas empresas.

Impossibilitados de voar devido à queda brutal no tráfego de passageiros decorrente do coronavírus, pilotos disseram que é difícil conservar sua habilidade profissional, mesmo que as empresas para as quais trabalham ofereçam treinamento em simuladores de voo. Segundo alguns pilotos, a Sriwijaya tem dois simuladores de voo para modelos 737 mais antigos.

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O capitão Rama Noya, presidente da Associação Indonésia de Pilotos Aéreos e também piloto da Sriwijaya, disse que quando pilotou um avião, depois de passar um mês parado, sentiu-se “como se estivesse sendo ligado na tomada outra vez”.

Essa sensação de estarem enferrujados não é exclusiva dos pilotos de companhias aéreas indonésias.

“É um problema para todos os países neste momento”, comentou Gerry Soejatman, especialista indonésio em aviação.

Para as empresas aéreas indonésias, que já operam com margens de lucros mínimas, a queda no tráfego de passageiros durante a pandemia vem tendo efeitos especialmente onerosos. Fundada em 2003, quando a aviação indonésia vivia um boom, a Sriwijaya Air estava endividada antes mesmo de a pandemia chegar.

Um acordo anterior para ressuscitar sua situação financeira por meio de um união com outro grupo aéreo fracassou, apesar de a Sriwijaya nunca ter sofrido uma queda que tivesse resultado em mortes.

“A moral das tripulações está baixa devido aos cortes salariais impostos pela pandemia, e, com poucas horas mensais de voo, pode ser que se justifiquem os receios quanto à performance dos tripulantes”, comentou Soejatman.

Antes da pandemia os pilotos indonésios, especialmente os que trabalham para linhas aéreas de baixo custo, como a Lion Air, diziam que tinham sido pressionados a pilotar aviões que consideravam não possuir condições de segurança.

As queixas sobre carga de trabalho excessiva e salários insuficientes eram comuns, assim como as acusações de que as inspeções regulatórias teriam diminuído no meio da corrida para colocar aviões no ar.

Uma série de acidentes aéreos fatais na Indonésia levou reguladores europeus a proibir a passagem de companhias aéreas indonésias por seus aeroportos durante anos. Em 1997, 234 pessoas morreram quando um voo da companhia nacional Garuda caiu perto da cidade de Medan. Outras 162 pessoas morreram em 2014 quando um voo da AirAsia que partira de Surabaya rumo a Singapura caiu no Mar de Java.

E em 2018 um 737 Max da Lion Air mergulhou no Mar de Java após uma pane do sistema anti-stall, projetado pela Boeing. Meses mais tarde, outro 737 Max equipado com o mesmo software anti-stall caiu na Etiópia, levando toda a frota mundial de jatos Max a ser proibida de voar até o final do ano passado.

O avião da Sriwijaya que caiu no sábado não era um Max e não estava equipado com o software anti-stall problemático.

Pilotos que conheciam Afwan, 54 –como muitos indonésios, o comandante é conhecido apenas por um nome—disseram que ele não era alguém que gostava de correr riscos. Seu sobrinho, Mohammad Akbar, disse que Afwan era piloto havia mais de três décadas.

“O capitão Afwan era um piloto muito experiente”, disse Koko Indra Perdana, piloto da Lion Air que trabalhou para a Sriwijaya. “Acredito na habilidade dele.”

O modelo pilotado por Afwan, da série 737-500, é visto como um avião de valor testado ao longo do tempo e sem falhas sistêmicas gritantes. Mesmo assim, o jato que caiu no sábado tinha 26 anos, uma idade que, segundo analistas de aviação, exige manutenção regular para manter aeronaves em forma ótima. E a decolagem atrasou devido a chuvas pesadas das monções.

Segundo fontes do setor da aviação, a Sriwijaya vem utilizando apenas um quarto de sua frota desde que a pandemia começou. Reguladores avisaram que, se não forem usados semanalmente, alguns dos modelos 737 da Boeing podem precisar ser examinados para verificar possível corrosão de válvulas aéreas.

“Não sabemos em que condição os aviões estavam depois de passaram meses inativos”, 

Tradução de Clara Allain

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Alguem que está acompanhando a evolução das investigações sabe dizer se já surgiram os dados das caixas pretas pra confirmar se foi um mesmo um CB que derrubou?

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5 hours ago, diasfly said:

Alguem que está acompanhando a evolução das investigações sabe dizer se já surgiram os dados das caixas pretas pra confirmar se foi um mesmo um CB que derrubou?

O FDR foi encontrado e já estava sendo analisado nos laboratórios.

O CVR ainda não havia sido encontrado pelas equipes de resgate.

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