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[TÍTULO ATUALIZADO] CCR arremata Aeroporto da Pampulha por R$ 34 milhões


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A Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra-MG) iniciou, no último sábado (06/02), a Consulta Pública do edital referente ao projeto de concessão do Aeroporto da Pampulha de Belo Horizonte. O período de consulta será de 45 dias, encerrando-se em 23 de março de 2021.

Por meio da consulta pública o Estado visa divulgar o projeto, garantir a transparência no processo e, especialmente, receber contribuições da sociedade sobre o modelo proposto. A iniciativa é, ainda, uma importante ferramenta de participação dos cidadãos na construção de políticas públicas, junto ao governo.

A minuta de edital objeto da Consulta Pública, bem como os estudos de engenharia, econômico-financeiros e jurídicos do projeto estão disponíveis de forma digital para acesso livre no sítio do projeto, por meio deste link.

As contribuições e pontos de vista sobre o projeto poderão ser enviados para o e-mail aeroviario@infraestrutura.mg.gov.br, observando o modelo de questionamentos disponibilizado.

Ao final do período da Consulta Pública será promovida, pela Seinfra-MG, Audiência Pública para apresentação, esclarecimentos sobre o projeto e oitiva da sociedade e dos interessados. Devido à pandemia, a sessão será virtual e integralmente acessível ao público por meio de link a ser disponibilizado nos canais de comunicação da Seinfra e no Diário Oficial do Estado.

Com base nos artigos 31 e 35 da Lei Estadual nº 14.184/2002, o Governo de Minas estará disponível para realizar agendas individuais de discussão de temas relevantes para a formatação do projeto, tais como tópicos referentes à infraestrutura do equipamento, ao modelo de concessão, atividades potenciais e modelo de negócios do projeto.

Para o agendamento das reuniões deverá ser encaminhado e-mail para o endereço aeroviario@infraestrutura.mg.gov.br , contendo nome da empresa, nome completo do representante, cargo, e-mail, telefone e disponibilidade de datas para realização da reunião, em até 5 (cinco) dias úteis antes do prazo de encerramento da Consulta Pública.

Após a coleta e análise de todas contribuições, serão realizados os ajustes pertinentes nos documentos que compõem o Edital e seus anexos, sendo estimado que a publicação do edital ocorrerá ainda no primeiro semestre de 2021.

Acesse o regulamento para participação na Consulta Pública neste link.

Sobre o Aeroporto da Pampulha

O Aeroporto da Pampulha atende atualmente ao tráfego de aeronaves da aviação executiva e aviação geral, sendo um dos principais polos de manutenção de aeronaves da aviação.

Está instalado em uma área de quase 2 milhões de metros quadrados, na Região da Pampulha, a cerca de 8 km do centro de Belo Horizonte e conectado a importantes eixos viários e elementos de transporte público que facilitam seu acesso, além de estar próximo de grande parte de equipamentos públicos como o Conjunto Arquitetônico da Pampulha (Museu de Arte Moderna, Casa do Baile e Igreja São Francisco), o Estádio Governador Magalhães Pinto (Mineirão), o Ginásio do Mineirinho, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), Fundação Zoobotânica e vários parques ecológicos.

A modelagem que está sendo proposta é a concessão do sítio aeroportuário por um período de 30 anos, para exploração, principalmente, de atividades voltadas para a aviação executiva. Espera-se que, com a concessão, o Aeroporto se torne o maior aeroporto dedicado à aviação executiva no Brasil.

O ganho operacional com a ampliação de investimentos na infraestrutura aeroportuária e nos serviços beneficiarão diretamente os usuários do aeroporto e têm potencial para atrair novos negócios na região.

Ficha técnica:
    • Nome Oficial: Aeroporto da Pampulha/Carlos Drummond de Andrade;
    • Endereço: Praça Bagatelle, 204 – Bairro São Luiz – Belo Horizonte – CEP 31270-705;
    • Operador atual: Infraero
    • Sigla OACI: SBBH;
    • Sigla IATA: PLU;
    • Classificação: 4C;
    • Operação: H24;
    • Capacidade: 26 movimentos/hora
    • Pista longa, com 2.364 m por 45 m e suporte de PCN 44, suportando operação de aeronaves até código 4C;
    • Capaz de receber jatos executivos de grande porte ;
    • 18 minutos (9 km) de carro do centro de Belo Horizonte;
    • Serviço de Tráfego Aéreo de Aeródromo executado através do serviço de informação de voo de aeródromo – ATIS/Belo Horizonte, operado pela INFRAERO;
    • Operações VFR e IFR Não Precisão, diurna e noturna (Localizer CAT I e VOR/DME) e farol rotativo;
    • 28 hangares existentes (45 mil m²);
    • 55 posições nos pátios de estacionamento de aeronaves (90 mil m²);
    • Elevação do aeródromo: 789,00 m (2.589’);
    • Temperatura de Referência do Aeródromo: 31° C;
    • Declinação Magnética: 22° W (2012).

 

http://www.infraestrutura.mg.gov.br/component/gmg/story/2803-consulta-publica-sobre-o-aeroporto-da-pampulha-e-publicada-pela-seinfra

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PLU privatizada e sem restrições operacionais impactaria diretamente a Azul, que teria que desmontar CNF e, consequentemente, a RMBH perderia um hub que liga a região a diversas cidades do país.

Saudades Air Minas. 

E, de novo, esqueceu de incluir variáveis…   No exemplo do KTR, e tomando como base o declarado, UBA se estourar 600 mil pax/ ano seria inviavel p PLU…   So haveriam voos p UBA a p

Será que a BH Airport terá interesse em assumir a operação de PLU? Pois penso que seria a alternativa mais interessante.

Meu receio é de que outra concessionária arremate Pampulha e com isso tente competir com CNF, quem sairia perdendo é a  RMBH.

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6 hours ago, Nicholas773 said:

Será que a BH Airport terá interesse em assumir a operação de PLU? Pois penso que seria a alternativa mais interessante.

Meu receio é de que outra concessionária arremate Pampulha e com isso tente competir com CNF, quem sairia perdendo é a  RMBH.

Pelo edital de Concessão, não haverá o perigo de concorrência com CNF

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11 hours ago, PT-KTR said:

Uma vírgula sequer para operação de voos regionais limitados a 80 assentos, um desperdício!

Nossos jestores só pensam em vender por um valor alto, sem pensar em desenvolvimento. Exemplo é as concessões aeroportuárias da Infraero.

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  • 5 months later...

http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticia/governo-de-minas-publica-edital-de-concessao-do-aeroporto-da-pampulha

 

O Governo de Minas Gerais, por meio da Secretaria de Estado de Infraestrutura e Mobilidade (Seinfra), publicou nesta sexta-feira (30/7) o edital de Concessão do Aeroporto da Pampulha – Carlos Drummond de Andrade, em Belo Horizonte. O documento ficará disponível para consulta pelo prazo de 60 dias, no site da secretaria. Para acessar, clique aqui.

Podem participar do processo pessoas jurídicas brasileiras, isoladamente ou reunidas em consórcio, cuja natureza e objeto sejam compatíveis com a licitação. Além disso, é exigida experiência prévia em gestão aeroportuária, seja de empresa, consórcio ou de pessoas jurídicas de direito público ou privado.

O modelo escolhido é a concessão comum, com outorga fixa mínima de R$ 9.846.905,08. O edital também prevê, ao longo do prazo do contrato, o pagamento anual ao Estado de Outorga Variável, que corresponde a um percentual da receita bruta auferida pelo concessionário.

Prevista para um período de 30 anos, a expectativa é que com a concessão sejam viabilizados, entre outros benefícios, incrementos na eficiência operacional e aperfeiçoamentos no nível geral dos serviços prestados no aeroporto, além da expansão da capacidade de geração de receitas.

Os investimentos com a concessão são estimados em R$ 151 milhões no aeroporto, viabilizados mediante investimentos privados. Também espera-se a arrecadação de R$ 112 milhões em impostos federais, estaduais e municipais.

O leilão para a licitação está previsto para o segundo semestre de 2021, na Bolsa de Valores (B3), em São Paulo.

Histórico

Em junho de 2020, o Ministério da Infraestrutura assinou Convênio de Delegação do equipamento para o Estado de Minas Gerais, de forma a viabilizar o desenvolvimento dos estudos para a estruturação de um novo modelo de gestão, operação, expansão e exploração do Aeroporto da Pampulha.

Em seguida, em julho do mesmo ano, a Seinfra iniciou o Procedimento de Manifestação de Interesse (PMI) para receber projetos, levantamentos e estudos técnicos que subsidiassem a modelagem da concessão.

Entre fevereiro e março de 2021, a Seinfra realizou Consulta Pública para divulgação do projeto, garantindo a transparência do processo e, especialmente, recebendo contribuições da sociedade sobre o modelo proposto.

No dia 25/3, também foi feita a audiência pública sobre a concessão do Aeroporto da Pampulha, na Bolsa de Valores (B3), com transmissão ao vivo simultaneamente pela TVB3 e também no canal da Seinfra no YouTube.

Após coleta e análise de todas contribuições, foram feitos os ajustes pertinentes nos documentos que compõem o edital e seus anexos.

Sobre 

O Aeroporto da Pampulha atende, atualmente, ao tráfego de aeronaves da aviação executiva e aviação geral, sendo um dos principais polos de manutenção de aeronaves. Está instalado em uma área de quase 2 milhões de metros quadrados, na Pampulha, a cerca de 8 quilômetros do Centro de Belo Horizonte, e conectado a importantes eixos viários e elementos de transporte público que facilitam seu acesso.

Além disso, está próximo de grande parte de equipamentos públicos como o Conjunto Arquitetônico da Pampulha (Museu de Arte Moderna, Casa do Baile e Igreja São Francisco), o Estádio Governador Magalhães Pinto (Mineirão), o Ginásio do Mineirinho, a Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), a Fundação Zoobotânica e vários parques ecológicos.

O ganho operacional com a ampliação de investimentos na infraestrutura aeroportuária e nos serviços beneficiará diretamente os usuários do aeroporto e tem potencial para atrair novos negócios na região.

Ficha técnica

    • Nome Oficial: Aeroporto da Pampulha/Carlos Drummond de Andrade;

    • Endereço: Praça Bagatelle, 204 – Bairro São Luiz – Belo Horizonte – CEP 31270-705;

    • Operador atual: Infraero

    • Sigla OACI: SBBH;

    • Sigla IATA: PLU;

    • Classificação: 4C;

    • Operação: H24;

    • Capacidade: 26 movimentos/hora

    • Pista longa, com 2.364 m por 45 m e suporte de PCN 44, suportando operação de aeronaves até código 4C;

    • Capaz de receber jatos executivos de grande porte;

    • 18 minutos (9 quilômetros) de carro do centro de Belo Horizonte;

    • Serviço de Tráfego Aéreo de Aeródromo executado através do serviço de informação de voo de aeródromo – ATIS/Belo Horizonte, operado pela Infraero;

    • Operações VFR e IFR Não Precisão, diurna e noturna (Localizer CAT I e VOR/DME) e farol rotativo;

    • 28 hangares existentes (45 mil metros quadrados);

    • 55 posições nos pátios de estacionamento de aeronaves (90 mil metros quadrados);

    • Elevação do aeródromo: 789,00 metros (2.589’);

    • Temperatura de Referência do Aeródromo: 31°C;

    • Declinação Magnética: 22 W (2012).   

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Espero que tenham desistido da ideia estupida de limitar voos regulares para aeronaves de até 30 assentos.

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6 minutes ago, PT-KTR said:

Espero que tenham desistido da ideia estupida de limitar voos regulares para aeronaves de até 30 assentos.

Permanecem as mesmas restrições atuais.

AVIAÇÃO GERAL Operação de aeronave não envolvendo operação de transporte aéreo público (comercial) regular.

AVIAÇÃO REGIONAL Operação que tenha como origem ou destino Aeroporto Regional, definido como aeroporto de pequeno ou médio porte, com movimentação anual (passageiros embarcados e desembarcados) inferior a 600.000 (seiscentos mil) passageiros.

http://www.infraestrutura.mg.gov.br/images/documentos/licitacoes/2021/aeroporto-pampulha/Edital.pdf   pág. 5

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9 minutes ago, TheJoker said:

Permanecem as mesmas restrições atuais.

AVIAÇÃO GERAL Operação de aeronave não envolvendo operação de transporte aéreo público (comercial) regular.

AVIAÇÃO REGIONAL Operação que tenha como origem ou destino Aeroporto Regional, definido como aeroporto de pequeno ou médio porte, com movimentação anual (passageiros embarcados e desembarcados) inferior a 600.000 (seiscentos mil) passageiros.

http://www.infraestrutura.mg.gov.br/images/documentos/licitacoes/2021/aeroporto-pampulha/Edital.pdf   pág. 5

Havia um estudo onde recomendavam travar em 30 assentos.

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1 hour ago, PT-KTR said:

Havia um estudo onde recomendavam travar em 30 assentos.

Acho que nem precisa, em 2018 G3 tentou operar com 737 pra IZA e não deu muito resultado. O principal impedimento foi limitar a operação pra cidades com menos movimento.

Edited by TheJoker
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Pois é, na verdade se surgisse algum operador de 70 assentos com ATR com tais limitações não produziria 500k paxs por ano em toda rede de rotas, mas em algum documento do edital previam canibalizar 1,5mi de paxs de CNF!

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14 hours ago, A345_Leadership said:

600 mil paxs/ano restrige muito o potencial de malha regional de PLU, somente cidades como IZA, IOS, VDC, UBA e outras menores.

Pior do que isso, suponhamos que alguem topasse uma ponte aérea PLU-UBA e estoura 600k paxs/ano, e aí? O negócio dele é impedido quando alcançar 600k/paxs anuais? Risivel.

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30 minutes ago, PT-KTR said:

Pior do que isso, suponhamos que alguem topasse uma ponte aérea PLU-UBA e estoura 600k paxs/ano, e aí? O negócio dele é impedido quando alcançar 600k/paxs anuais? Risivel.

70 x 2 (ida+volta) x 5 (seg a sex) x 52 semanas = 36.400 assentos/ano  x 80% = 29.120 pax

Só uma ponte aérea PLU-CGH com 20 viagens diárias atingiria esse volume. No caso, só pode operar para aeroportos que tenham menos de 600k/ano, somando todas as rotas.

2019 UBA-CNF teve 79k pagos (ida+volta) LF 76,5%.  E pra chegar nesse volume, pelo menos metade desses pax são conexão em CNF.

Edited by TheJoker
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2016  AD  UBA-VCP  49.793 pagos

                 UBA-CNF  31.738  +148 PLU 3 alternados

      FYW    UBA-PLU    7.287  (jan a jun + out)  37% dos 68 assentos

                  total         88.818   -11% (2016 vs 2019)

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1 hour ago, TheJoker said:

70 x 2 (ida+volta) x 5 (seg a sex) x 52 semanas = 36.400 assentos/ano  x 80% = 29.120 pax

Só uma ponte aérea PLU-CGH com 20 viagens diárias atingiria esse volume. No caso, só pode operar para aeroportos que tenham menos de 600k/ano, somando todas as rotas.

2019 UBA-CNF teve 79k pagos (ida+volta) LF 76,5%.  E pra chegar nesse volume, pelo menos metade desses pax são conexão em CNF.

cara, veja ali S U P O N H A M O S.

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6 minutes ago, TheJoker said:

Só ilustrei suposição vs realidade.

E não respondeu a questão kkkkk

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https://www.panrotas.com.br/aviacao/aeroportos/2021/08/minfra-concorda-com-concessao-da-pampulha-a-iniciativa-privada_183398.html

 

O Governo Federal, por meio do Ministério da Infraestrutura (MInfra), deu aval a Minas Gerais para conceder a exploração do Aeroporto da Pampulha – Carlos Drummond de Andrade (SBBH) à iniciativa privada. Assinada pelo secretário nacional de Aviação Civil do MInfra, Ronei Glanzmann, a anuência ao processo de concessão foi publicada na edição desta quinta-feira (29) do Diário Oficial da União (DOU).

O terminal aeroportuário foi delegado pela União ao governo do Estado – por isso a necessidade de dar anuência ao processo de concessão. Minas Gerais já realizou os estudos técnicos e audiências públicas referentes à concessão. Agora, fica a cargo do Executivo mineiro realizar o leilão de concessão, seguido da assinatura de contrato com a vencedora do certame, nas datas que definir.

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Precisaria surgir uma cia como a Total com ATR  para operar dntro de MG desde a PLU. É altamente inviável este cenário.

Imagino que os seguintes destinos teriam maior demanda: IPN, MOC, UDI, GVR, UBA, POJ, VAG e AAX. TFL se tivesse estrutura também teria. JF no centro da cidade teria, IZA complica.

DTI, PTU, JDR e Pouso Alegre acredito que só iria rodar hipotéticamente com menos frequências, e no caso de PTU, com escala em POJ e, Pouso Alegre, via VAG, por ex. No entanto, sabemos da dificuldade dessas operações e suas viabilidades. 

Totalmente no campo da imaginação, uma operação de ATR 72 com LF em +/- 70% poderia ser algo como: 

IPN, MOC e UDI 21x semanais. GVR 14x semanais. UBA 14x semanais (7x com escala em AAX). POJ 7x semanais. IZA 7x semanais. VAG 7x semanais. Com 224 frequências semanais (ida e volta) com média de 50 pax voo, seriam 11.200 por semana e 537.600 em todo ano.

Com a cota de 600k anual, ainda sobraria algum espaço para eventualmente ampliar alguma rota pontualmente, e se fosse o caso, voar 3x semanais para Diamantina, São João del Rei - ou até mesmo abrir uma base em Teófilo Otoni - sem falar de ligações pontuais com Cabo Frio, Vitória etc.

Quem poderia fazer isso era Azul, mas ela vai alimentar CNF, e ponto final. PLU vai acabar mesmo aviação executiva e, com sorte, assistir alguma aventureira tentar a sorte com ligação para o interior, por exemplo.

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On 7/31/2021 at 7:28 PM, TheJoker said:

Só ilustrei suposição vs realidade.

E, de novo, esqueceu de incluir variáveis…

 

No exemplo do KTR, e tomando como base o declarado, UBA se estourar 600 mil pax/ ano seria inviavel p PLU…

 

So haveriam voos p UBA a partir de PLU?! 

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Poderiam mudar os critérios de operação em PLU, tipo: operações com até 70 assentos, sem ligações diretas ou indiretas com capitais, raio x de operacao e limitado a capacidade de 4 operações por hora. Apenas um esboço.

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PLU privatizada e sem restrições operacionais impactaria diretamente a Azul, que teria que desmontar CNF e, consequentemente, a RMBH perderia um hub que liga a região a diversas cidades do país.

Curioso que neste fórum todos concordam com restrições em PLU.

Mas nunca vi a mesma preocupação com a ampliação de capacidade de CGH (que vai drenar GRU) ou com SDU sem restrições, que já vem sufocando o GIG há vários anos.

Privatizar tudo e liberar para atrair os investidores, sem um planejamento integrado, é um tiro no pé das regiões metropolitanas e dos grandes aeroportos internacionais.

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Muito legais as ideias de malha regional com ATR na Pampulha, pessoal.

Mas a aviação regional não se sustenta, em lugar algum, por si só. A malha regional é ótima aumentar a capilaridade de uma malha robusta ligando grandes centros e trazer o passageiro do interior para esse sistema. Mas ela sozinha é inviável, só dá prejuízo.

Custo do leasing de um avião pequeno é muito grande com poucos assentos a serem diluídos, o volume de demanda high yield nos mercados regionais é muito baixo...

Ou seja, se liberarem PLU apenas para voos dentro do Estado em aviões pequenos, não haverá interesse de ninguém que faça contas (se bem que ultimamente temos visto um pessoal se aventurando sem fazer muitas contas...)

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