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Com investimento de R$ 2 bi, Rio planeja metrô leve para o Aeroporto do Galeão


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Stéfano Salles, da CNN no Rio
10 de fevereiro de 2021 às 06:51 | Atualizado 10 de fevereiro de 2021 às 09:23
  
Projeto do Rio de Janeiro para levar o metrô leve até o Galeão Projeto do Rio de Janeiro para levar o metrô leve até o Galeão Foto: Divulgação/Governo do RJ

Um metrô leve de superfície é a aposta do governo do Rio para aumentar o número de passageiros do Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), na Ilha do Governador, Zona Norte da capital. Um projeto ambicioso, que custa R$ 2 bilhões e depende de um acordo com a União para utilização de recurso federal oriundo da outorga paga pela concessionária RioGaleão.

A proposta é uma linha de 17 quilômetros de extensão, com sete estações que seriam percorridas em 15 minutos, a partir do metrô do Estácio. Os passageiros cruzariam parte da Região Central e da Zona Norte, em trajeto que, segundo o projeto, atenderia não apenas aos turistas, mas serviria os moradores das localidades por ela cortadas, desatrelando o serviço da dependência exclusiva da demanda do aeroporto.

Segundo a concessionária RioGaleão, o fluxo de passageiros do aeroporto em 2019 foi de 14 milhões de passageiros. De acordo com o projeto, obtido com exclusividade pela CNN, o novo serviço transportaria diariamente até 130 mil pessoas quando consolidado.

No mezanino da estação do metrô Estácio, os passageiros já fariam o check in e poderiam despachar suas bagagens. As demais estações seriam: Rodoviária, Into, Vila do João, Maré, Hospital Universitário Clementino Fraga (Ilha do Fundão) e Galeão. No Fundão, o objetivo é atender a comunidade acadêmica da Cidade Universitária da UFRJ e as empresas instaladas no Polo Tecnológico do campus. No local, haverá integração com o BRT Transcarioca.

O percurso será feito às margens da Linha Vermelha, próximo a áreas conflagradas. De acordo com o secretário, o serviço envolverá um forte esquema de segurança, para que os passageiros se sintam totalmente protegidos.

Sem recursos para arcar com a obra, o estado busca uma parceria com a União para empregar os recursos pagos pela concessionária RioGaleão ao governo federal para explorar o equipamento: a outorga. O montante tem sido de cerca de R$ 1 bilhão por ano, e o próximo pagamento está previsto para 2023. O contrato da concessionária vale até 2039.

Defensor do projeto, o secretário de Transporte Delmo Pinho entende que a medida segue os padrões dos principais aeroportos do mundo: “Um aeroporto internacional é um motor econômico, mas ele precisa ser alimentado. Esse projeto vai aumentar a demanda de passageiros e facilitar o acesso ao aeroporto. Esse modelo reproduz o que acontece nos aeroportos mundo afora. Se a União permitir, esse recurso será empregado para melhorar a operação de um equipamento que pertence a ela mesma, o aeroporto”, afirma.

A linha terá um trem maior que o do VTL, que circula no Centro, mas menor que o do metrô, e a operação será por meio de um consórcio privado. Ainda não está definido se será um veículo comum ou monotrilho. Está prevista também a existência de um vagão VIP, que só seria acessado no Estácio, na Rodoviária e no Fundão, para dar privacidade aos passageiros que prefiram viajar isolados pagando uma tarifa mais cara. Neste caso, não seria possível acessar essa parte da composição estando no interior do trem.

Embora a fase inicial seja de 17 quilômetros, o projeto abre a possibilidade de expansão para atender mais partes da Ilha do Governador, ligando o Hospital da Força Aérea do Galeão à Portuguesa, em um trecho de três quilômetros. Segundo Delmo Pinho, o assunto será levado pelo governador Cláudio Castro (PSC) para tratativas com o governo federal nas próximas semanas.

Disputa predatória no ar

O metrô leve é parte de um pacote de medidas que pretende reforçar o fluxo de passageiros do Galeão, operado pela iniciativa privada. Nos últimos anos, o aeroporto tem perdido passageiros para o Aeroporto Santos Dumont, gerido pela Infraero. Para o secretário, os dois aeroportos precisam trabalhar de forma integrada, respeitando as vocações de cada um. Isso, de acordo com ele, permitiria ajudar a resgatar o aeroporto como o principal hub do país.

“O Galeão recebeu nos últimos anos mais de R$ 10 bilhões em investimentos, é um patrimônio do país, tem uma das melhores infraestruturas aeroportuárias da América Latina. Com tantos voos no Santos Dumont, que é destinado a voos regionais e da Ponte Aérea Rio-São Paulo, o Rio tem perdido voos internacionais para Guarulhos e Brasília, que acabam alimentados pelo Santos Dumont. Isso deixa de gerar empregos aqui e os leva para esses lugares. Alguém tem dúvidas sobre o potencial do Rio de Janeiro ser maior que o de Brasília?”, questiona.

Projeto de metrô leve para o Aeroporto do Galeão Projeto de metrô leve para o Aeroporto do Galeão (RJ) Foto: Divulgação/Governo do RJ

Historicamente, os passageiros costumam valorizar a localização do Santos Dumont, no Centro do Rio, e a facilidade de acesso às demais regiões da cidade, em relação ao Galeão, como ampla oferta de linhas de ônibus e a proximidade do metrô. Em 2019, 9,1 milhões de passageiros passaram pelo Santos Dumont.

O Galeão passou em 2016 por uma ampliação prevista no contrato de concessão, inauguração do Píer Sul, uma ampliação do Terminal 2, com mais de 100 mil metros quadrados e 26 pontes de embarque e capacidade para receber super-jumbos. Segundo Pinho, a concessão do Galeão deveria ter previsto uma limitação no número de voos no Santos Dumont, para garantir sua viabilidade. Como isso não aconteceu, ele busca que isso seja incluído agora na concessão do aeroporto do Centro.

O trecho do metrô leve relativo ao Estácio resgata uma parte do trajeto original previsto para o corredor expresso do BRT Transcarioca, que liga a Barra da Tijuca ao Galeão. O secretário fluminense de Transporte, Delmo Pinho, explica que o projeto conta com o entusiasmo do governador Cláudio Castro (PSC) e do prefeito Eduardo Paes (DEM). A medida é fruto de um pacote de ações para ativar o aeroporto, aumentar seu número de passageiros e impulsionar o número de empregos no estado.

“Nós temos que restringir a operação do Santos Dumont, que não pode operar acima do patamar atual. Isso já tinha sido regulado pela ANAC em 2004, mas ela mesma desregulou esse funcionamento em 2009. Então, isso precisa entrar agora no contrato de concessão do Santos Dumont. O Galeão é destinado a ser um hub para o restante do país e do mundo”, explica.

O pacote pare aumentar o fluxo de passageiros do Galeão inclui também uma operação especial de segurança para as linhas Vermelha e Amarela, a ser estudada pela secretaria fluminense de Polícia Militar.

https://www.cnnbrasil.com.br/nacional/2021/02/10/com-investimento-de-r-2-bi-rio-planeja-metro-leve-para-o-aeroporto-do-galeao

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Viagens do secretário à parte, eu não entendo como não usam o transporte hidroviário para criar uma ligação do centro com o Galeão. Acredito que o custo seria infinitamente menor.

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CARJ investiu em obras R$2.6 bi entre 2014-19.  Capital próprio investido R$5.7 bi + R$1.3 de empréstimos = 7 bi - 2.6 = 4.4 pra completar as outorgas, já que o GIG não dá resultado suficiente.

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Não adianta só investir em metro, se as empresas estão focadas em alimentar hubs que oferecem reduções de tarifas/ICMS.

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Passada a pandemia, precisaria fazer um estudo +profundo sobre o que impacta a performance dos aeros do RIO, é a falta de transporte/segurança, ou é a crise econômica do Estado? 

Patrulhamento ostensivo 24hrs na Brasil/Linha Vermelha poderia trazer a sensação de +segurança pra usar o GIG.

Muita gente acha que é só ser hub, mas pax de conexão doméstico rende pouco, 1/3 da tarifa de embarque e baixo consumo no aero.

E GIG e GRU são os +caros, precisam de muita receita pra honrar as outorgas, então tem que ter muito O/D, de preferência internacional, e carga.

2019  Receita bruta GIG   R$957.9 milhões (carga 200,7 = 21%) / 13.5 pax = R$70,92

                                GRU    2.754,5             ( 605,3 = 22%)              43             R$64,06   já foi o +alto, mas o movimento O/D e de cargas caiu, e tiveram que aumentar conexões.

                                VCP       784,7             ( 482 = 61,4% )             10.5           R$74,13    em 2018 carga 530, também caiu.

                                BSB       458                (nem divulgam)            16.7           R$27,38  não tem carga, mov. inter fraco e tem muita conexão

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2019  Receita bruta FOR   R$202,7 milhões  / 7.2 pax = R$28,07

                                SSA       226,6                  7.1            R$31,95

                                POA       274,3                 8.3            R$33,05

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Que maravilhoso se isto se tornar realidade, "antes tarde do que nunca"! Precisou de uma crise pandêmica para começarem a se mexer....E a concessionária certamente pressionando. Se nada for feito certamente a Changi sai fora cedo ou tarde.

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5 hours ago, TheJoker said:

Não adianta só investir em metro, se as empresas estão focadas em alimentar hubs que oferecem reduções de tarifas/ICMS.

Lembro que a Riogaleão tinha política de redução tarifária, acabou isso?

 

Aliás, o GERJ tem política de redução de ICMS, que não se aplica a voos no SDU. Somente GIG e interior.

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1 hour ago, VictorHugoBrando said:

Lembro que a Riogaleão tinha política de redução tarifária, acabou isso?

 

Aliás, o GERJ tem política de redução de ICMS, que não se aplica a voos no SDU. Somente GIG e interior.

A política de redução tarifária pós obras, geralmente  dura 2 anos, 100% no primeiro ano, 50% no segundo.

Agora tem a promoção "retomada COVID19" , mas acaba em abr21  https://www.riogaleao.com/corporativo/page/tarifas-e-programas-de-incentivo

Já foi BSB/GRU/VCP, depois GIG/CNF, depois FOR/POA/SSA, e em 2023 vai ter o dos blocos, e aí as conexões mudam conforme quem der +, e do "uma mão lava a outra".

Edited by TheJoker
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O custo por km seria de uns R$ 117 milhões, a Linha 13 da CPTM para GRU foi uns R$ 200 milhões/km e um metrô subterrâneo próximo de R$ 500 milhões/km. A linha da CPTM teve um valor relativamente baixo por ter usado diversas áreas públicas, que compensou seu investimento em ser um sistema quase todo aéreo.

8 hours ago, TheJoker said:

E GIG e GRU são os +caros, precisam de muita receita pra honrar as outorgas, então tem que ter muito O/D, de preferência internacional, e carga.

2019  Receita bruta GIG   R$957.9 milhões (carga 200,7 = 21%) / 13.5 pax = R$70,92

                                GRU    2.754,5             ( 605,3 = 22%)              43             R$64,06   já foi o +alto, mas o movimento O/D e de cargas caiu, e tiveram que aumentar conexões.

                                VCP       784,7             ( 482 = 61,4% )             10.5           R$74,13    em 2018 carga 530, também caiu.

                                BSB       458                (nem divulgam)            16.7           R$27,38  não tem carga, mov. inter fraco e tem muita conexão

Dados interessantes, VCP tem o maior valor graças ao movimento cargueiro, por isso que alguns operadores têm pressa de viabilizar mais operações cargueiras, como a Fraport em POA.

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E a essas alturas tem como exigir restrições de voos no SDU? Isso deveria estar em contrato antes de vender o aeroporto, não agora pra tentar tornar ele viável, porque a Infraero não tem nada haver com o Gig hj 

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Declaração de capacidade S21 SDU = 29 mov/hora, 21 posições C2, 3.646 pax/hora x 17 horas de funcionamento.

3646 / 29 = 126 pax/voo

https://transparencia.infraero.gov.br/wp-content/uploads/2020/12/Declaração-Capacidade-S21-18-12-20.pdf

3.646 x 17 x 365 dias = 22.623.430 seria o máximo dos máximos

ajustando fim de semana 3.646 x 17 x 6 dias  x 52 semanas = 19.3 milhões/ano

Recorde foi em 2017 e 2018, 9,2 milhões (47,7%)

 

Declaração de capacidade S21 CGH = 537 mov/dia na pista principal, 31 posições C2, 6.880 pax/hora x 16.5 horas de funcionamento.

6880 / 33 = 209? dimensionaram pra 321?

https://transparencia.infraero.gov.br/wp-content/uploads/2021/02/Declaração-de-Capacidade-temporada-S21-atualizada-02-02-21.pdf

537 slots x 150 pax  x 365 dias = 29.440.7500 seria o máximo dos máximos

ajustando fim de semana 537 x 150 x 6 dias x 52 = 25.1 milhões/ano

O recorde foi em 2019, 22,7 milhões  (90,4% do limite)

 

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Assim como o BRT não resolveu o problema do GIG, o CPTM o de GRU, esse VLT atendendo comunidades não resolverá o problema do GIG.

Em que planeta esse povo vive, brasileiro só quer saber de Uber/genéricos... 

Edited by TheJoker
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Bem que a BHAirport podia tentar algo do tipo, ligando o Aeroporto até a Estação Vilarinho (Metro). Aqui nem precisaria de muitas desapropriações e poderia acompanhar o traçado da linha verde.

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14 hours ago, TheJoker said:

Assim como o BRT não resolveu o problema do GIG, o CPTM o de GRU, esse VLT atendendo comunidades não resolverá o problema do GIG.

Em que planeta esse povo vive, brasileiro só quer saber de Uber/genéricos... 

Se partirmos dessa premissa de "Em que planeta esse povo vive, brasileiro só quer saber de Uber/genéricos" esse país vai ficar sempre com uma infra capenga, não só para o acesso aos grandes aeroportos, como também para a locomoção nas grandes cidades. Transporte de alta capacidade (metro/trem) nunca é demais para atender equipamentos estratégicos e grandes polos geradores (universidades, centros empresariais/eventos, aeroportos, hospitais, etc).

Também é complicado achar que um BRT/Trem/Metrô vai fazer milagre e levar os passageiros a optarem por embarcar no aeroporto B ao invés do aeroporto A, ela (infra) não é construída exclusivamente para atender a esse propósito, ainda que acabe influenciado indiretamente o passageiro.

Em relação a GIG, eu conheço várias pessoas que têm receio de embarcar lá por medo do trajeto Copacabana/Ipanema/Barra > GIG, sem contar outros fatores (tempo de deslocamento até o GIG, oferta de voos, etc). Não é questão só de lançar novos voos ou um VLT, é trabalhar a percepção que as pessoas tem que acaba levando-as a preferir SDU.

Já vi vários amigos que optavam por embarcar em CGH pois a soma bilhete + tempo/preço do taxi até GRU ficava mais caro que o bilhete from CGH, mas que começaram a trocar CGH por GRU nos últimos tempos, pois já enxergam o combo Metro + Linha 13 (Expresso Aeroporto) como uma alternativa barata (R$ 4,40), com tempo aceitável (55 minutos da estação Faria Lima até a estação de GRU / partida de hora em hora do Expresso) e boa regularidade. Nesse caso a Linha 13, indiretamente, está ajudando a demanda de GRU. A maioria dos passageiros de GRU vai utilizar essa opção? Certamente não, mas ela existe e está aí disponível para quem quiser usar.

 

Edited by Doug
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7 hours ago, AndrePrates said:

Bem que a BHAirport podia tentar algo do tipo, ligando o Aeroporto até a Estação Vilarinho (Metro). Aqui nem precisaria de muitas desapropriações e poderia acompanhar o traçado da linha verde.

Eu particularmente acho metrô meio demais pra Confins, não acho que a demanda de CNF/Vespasiano/Lagoa Santa seja suficiente pra um metrô operar numa regularidade legal. VLT teria problemas com elevação indo e voltando, acho que o monotrilho seja uma opção mais equilibrada, a movimentação do aeroporto (passageiros mais funcionários), mais dos bairros ao longo da Linha Verde e das empresas instaladas ao longo da Linha Verde sustentaria perfeitamente esse modal. Mas claro, pensando só na viabilidade, dinheiro são outros 500.

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A dificuldade de acesso também é um problema para o GIG, especialmente no tocante a concorrencia com o SDU. Porém o problema não se resume a isso. Questões como: segurança (em especial no trecho da Maré da Linha Vermelha e Av. Brasil), a falência econômica do estado e da cidade, a concorrência de outros aeroportos não só SDU mas GRU, CNF, VCP, dentre tantos outros e a aparente letargia da concessionária em atrair mais operações sejam elas de novos operadores ou a ampliação das já existentes. 

O GIG precisa de voos domésticos, e muitos. Para, em um segundo momento, se partir com mais intensidade na busca aos internacionais. O GIG só tem a Gol com uma operação doméstica razoável, as outras duas são incipientes. E mesmo a Gol, como sabemos, prioriza GRU/CGH em detrimento do GIG. 

Capacidade e potencial para ser um hub de facto o GIG tem. Mas resolver isso é muito mais complicado que "simplesmente" colocar um acesso sobre trilhos ao terminal. Ajudaria, é claro. Mas concordo com os colegas: duvido bastante que isso deixe de ser um factoide e saia do papel.

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On 10/02/2021 at 12:22, A345_Leadership said:

Viagens do secretário à parte, eu não entendo como não usam o transporte hidroviário para criar uma ligação do centro com o Galeão. Acredito que o custo seria infinitamente menor.

Comecei a trabalhar no GIG em 2003/2004 e lembro de logo no início sugerir à prefeitura, governo estadual, federal, Infraero, jornais, provavelmente também postei no velho Aeroforum, detalhadamente, exceto por confecção de renders, a criação de uma (mais uma) travessia Praça 15 x Ilha, talvez uma Niteroi x Ilha, com a construção de uma estação de barcas/aerobarcos na Praia do Galeão, de preferência bem na cara do retão, junto ao viaduto de acesso à Av 20 de Janeiro, bem como a construção de um terminal multimodal que despachasse tanto ônibus pra toda Ilha do Governador, quanto (aí sim) uma espécie de VLT, monotrilho, maglev, trenzinho, qualquer coisa sobre trilhos para os terminais 1 e 2 do GIG, aproveitando o canteiro central do retão. A única resposta que recebi foi de um colega de VARIG, que repercutiu a minha ideia aos risos, ridicularizando a sugestão, ao mesmo tempo que dava uma resposta simples e, infelizmente, convincente: "a máfia de ônibus da Ilha (Ideal e Paranapuan), a Viação 1001, a CCR Ponte e a Real Auto Ônibus não deixariam". Right said him... quase 18 anos depois, ainda parece um sonho simples, porém distante, beirando o impossível.

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3 hours ago, Galeão-Cumbica said:

Comecei a trabalhar no GIG em 2003/2004 e lembro de logo no início sugerir à prefeitura, governo estadual, federal, Infraero, jornais, provavelmente também postei no velho Aeroforum, detalhadamente, exceto por confecção de renders, a criação de uma (mais uma) travessia Praça 15 x Ilha, talvez uma Niteroi x Ilha, com a construção de uma estação de barcas/aerobarcos na Praia do Galeão, de preferência bem na cara do retão, junto ao viaduto de acesso à Av 20 de Janeiro, bem como a construção de um terminal multimodal que despachasse tanto ônibus pra toda Ilha do Governador, quanto (aí sim) uma espécie de VLT, monotrilho, maglev, trenzinho, qualquer coisa sobre trilhos para os terminais 1 e 2 do GIG, aproveitando o canteiro central do retão. A única resposta que recebi foi de um colega de VARIG, que repercutiu a minha ideia aos risos, ridicularizando a sugestão, ao mesmo tempo que dava uma resposta simples e, infelizmente, convincente: "a máfia de ônibus da Ilha (Ideal e Paranapuan), a Viação 1001, a CCR Ponte e a Real Auto Ônibus não deixariam". Right said him... quase 18 anos depois, ainda parece um sonho simples, porém distante, beirando o impossível.

Se fosse no Japão, EUA, etc sim
Mas aqui nunca, infelizmente.

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Se Deus quiser, dá certo!!. A questão é: um investidor DECENTE botar grana com visão de "Longo" prazo. Coisa que politicagens e negociatas são tão poderosas quanto boa vontade. O Rio, mesmo com.suas falhas de órdem MORAL tem que dar o Exemplo ao Brasil em Modernidade, Dinamismo. Até quando o Estado vai ser palco de Negociatas e Atrasos primários????? Cansa...

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