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Latam Brasil manterá apenas modelos da Boeing na frota de longo curso


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Latam manterá apenas modelos da Boeing na frota de longo curso

Empresa brasileira comunicou o fim das operações com os Airbus A350-900

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Airbus A350 deixará a frota da Latam com menos de uma década de uso

A Latam Brasil confirmou, em comunicado interno, o fim das operações com o Airbus A350. O avião que foi por cinco anos o mais moderno da frota e tinha intenção de substituir os Boeing 777-300ER chegou a Brasil em um momento de incerteza política e econômica, com alta constante do dólar.

Além dos custos elevados, por questão cambial, o A350 ainda sofreu com a redução da demanda nos últimos doze meses, tornando sua manutenção na frota pouco atraente.

A então Tam foi um dos clientes de lançamento do A350, sendo ainda a primeira empresa das Américas a receber o mais avançado bimotor da Airbus. Com o processo de fusão com a chilena Lan em andamento, somado aos problemas econômicos do Brasil e Chile, logo no início das operações do modelo alguns executivos da empresa tinham dúvidas sobre sua viabilidade no médio prazo.

 “(...) hoje anunciamos que nesse momento sete aeronaves A350 deixarão de fazer parte da frota da Latam Brasil; e na próxima semana, mais outras quatro”, anunciou Jerome Cadier, presidente da Latam Brasil.

Com a frota de 777-300ER ainda oferecendo boa rentabilidade, com menores custos gerais, a empresa passou a focar seu negócio com o modelo da Boeing. Antes mesmo da pandemia parte dos pedidos haviam sido repassados para a Delta Air Lines, assim como sete A350-900 chegaram a voar temporariamente na Qatar Airways.

A Latam espera agora padronizar sua frota de aeronaves de dois corredores apenas com modelos da Boeing, mantendo em serviço os 777-300ER, 767 e 787, com este último em serviço apenas na divisão chilena.

Abaixo a integra do comunicado interno:

REESTRUTURAÇÃO DA FROTA WIDE BODY DA LATAM BRASIL

Desde o início da pandemia em março de 2020, tivemos muitas oportunidades de falar de forma clara com você, nosso(a) colaborador(a), sobre a transformação que o grupo LATAM, e consequentemente a LATAM Brasil, precisaria passar, com decisões importantes para se tornar mais simples, sustentável e competitiva dentro do nosso setor.

Entre essas decisões, uma delas é a reestruturação de nossa frota Wide Body no Brasil. Por isso, hoje anunciamos que nesse momento sete aeronaves A350 deixarão de fazer parte da frota da LATAM Brasil; e na próxima semana, mais outras quatro. Com isso, a partir desse mês, a frota WB do Grupo LATAM passa a ser composta pelos B777/767 e 787.

Essa decisão, além de obtermos uma frota menor e mais homogênea, tem como objetivo uma operação Wide Body mais eficiente para atravessar esse período de menor demanda por assentos em nossa operação internacional e que ainda será impactada por um período mais longo de retomada de voos (como venho falando frequentemente com você em nossos vídeos).

Assim como esta ação, seguiremos buscando incessantemente iniciativas para otimizar todos os nossos custos operacionais. Ressalto também que essa reestruturação não implica no curto prazo na saída de tripulantes da companhia, tendo em vista que fizemos as readequações mais urgentes no final do ano passado.

A LATAM Brasil, como parte importante do grupo LATAM, segue acreditando nas suas decisões para atravessar esse período mais desafiador da nossa história e, seguramente, sair mais fortalecida e pronta para os desafios do futuro.

Atenciosamente,

Jerome Cadier

Fonte: Aero Magazine

 

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Futuramente, os 787-9 poderiam também voar na Latam Brasil? Digo isso, porque o 763 leva 210 passageiros. O 77W, carrega 410 na configuração atual. O 789 fica no meio do caminho, com 309 na configuração da Latam. Um avião de 300 lugares poderia ser interessante em rotas como BCN, BOS, JNB, LIS, MXP que estavam recebendo o A359 no lugar do 763 antes da pandemia. Mas evidentemente, que vai demorar para recuperar o inter e devem utilizar os 763 ao máximo, mantendo os triple seven nas rotas de maior demanda como CDG, FRA, JFK, LHR, MAD, MIA - além de MCO na alta temporada (talvez LIS?). 

Voar no A359 é fantástico como passageiro, mas a decisão acertadíssima da Latam ao meu ver.

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28 minutes ago, naia said:

Futuramente, os 787-9 poderiam também voar na Latam Brasil? Digo isso, porque o 763 leva 210 passageiros. O 77W, carrega 410 na configuração atual. O 789 fica no meio do caminho, com 309 na configuração da Latam. Um avião de 300 lugares poderia ser interessante em rotas como BCN, BOS, JNB, LIS, MXP que estavam recebendo o A359 no lugar do 763 antes da pandemia. Mas evidentemente, que vai demorar para recuperar o inter e devem utilizar os 763 ao máximo, mantendo os triple seven nas rotas de maior demanda como CDG, FRA, JFK, LHR, MAD, MIA - além de MCO na alta temporada (talvez LIS?). 

Voar no A359 é fantástico como passageiro, mas a decisão acertadíssima da Latam ao meu ver.

A LATAM BR vai operar com 787 em regime de interchange, então terá tanto o 788 e o 789.

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