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Governo de SP publica edital de leilão para concessão de 22 aeroportos regionais


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Governo de SP publica edital de leilão para concessão de 22 aeroportos regionais

O leilão está previsto para ser realizado na sede da B3, em São Paulo, em 15 de julho de 2021.

https://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/governo-de-sp-publica-edital-de-leilao-para-concessao-de-22-aeroportos-regionais/ 

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E seja a nível federal ou estadual, insistem na burrice de colocar aeroportos próximos com o mesmo operador. 

Governo de SP publica edital de leilão para concessão de 22 aeroportos regionais
os 22 aeroportos regionais dos blocos Sudeste e Noroeste do Estado devem ser administrados pela iniciativa privada a partir de 2022

Qui, 15/04/2021 - 12h57 | Do Portal do Governo 


O Governo de SP lança o edital de concorrência internacional para leilão da concessão dos 22 aeroportos regionais, atualmente administrados pelo Estado São Paulo, com previsão de mais de R$ 447 milhões de investimento por parte da iniciativa privada. Os aeroportos estão divididos em dois blocos – Noroeste e Sudeste – e a concessão terá prazo de 30 anos. A documentação completa da concessão está disponível no site da ARTESP e o edital está publicado no DOE de hoje.

“A aviação regional é grande indutora de desenvolvimento econômico. Com os investimentos da iniciativa privada, com aeroportos oferecendo melhores serviços, induzimos novos negócios em logística com centros de distribuição, rede hoteleira e outros ativos imobiliários que se incorporam à economia da região”, afirma o Vice-governador Rodrigo Garcia.

Além do fomento ao desenvolvimento da aviação regional, uma das grandes vantagens da concessão dos aeroportos à iniciativa privada é a desoneração do estado aliada à realização de investimentos nos ativos aeroportuários, melhorando a qualidade dos serviços disponíveis à população paulista, assim como incentivando o desenvolvimento da economia ligada ao setor.

“O projeto de concessão dos aeroportos terá grande relevância com a retomada da economia. Trará expressivos investimentos para cada uma das unidades e desenvolvimento para as regiões e o Estado”, afirma o secretário de Logística e Transporte, João Octaviano Neto.

Os 22 aeroportos – seis deles já contam com serviços de aviação comercial regular e 13 com potencial de se desenvolver como novas rotas regulares durante a concessão – estão divididos em dois lotes, submetidos ao processo de licitação internacional. Juntos, os dois grupos movimentam atualmente 2,4 milhões de passageiros por ano, considerando embarques e desembarques. Estimativas técnicas apontam crescimento significativo dessa movimentação, considerando a realização de investimentos e o fomento à aviação regional, com mais de 8 milhões de passageiros por ano ao longo dos 30 anos de contrato de concessão.

A concessão à gestão da iniciativa privada prevê a prestação dos serviços públicos de operação, manutenção, exploração e ampliação da infraestrutura aeroportuária estadual, que está atualmente sob gestão e operação do Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo). A ARTESP passa a ser agência reguladora do contrato de concessão.

“Mesmo em pandemia, a agência reguladora, com apoio de toda a equipe do Governo do Estado e de consultoria internacional especializada, contratada com apoio do BID, conduziu o projeto com transparência e lisura, cumprindo todas as etapas do processo com a realização de audiência pública virtual e conclusão de consulta pública de forma exemplar. A ARTESP exerce papel exitoso e reconhecido na regulação do Programa de Concessão Rodoviárias e, agora, se fortalecerá também na atuação efetiva na área aeroportuária”, afirma Milton Persoli, diretor-geral da ARTESP.

Para a formatação da modelagem do projeto, o Governo do Estado também levou em consideração as 252 contribuições recebidas de autoridades públicas, empresas e investidores, representantes da sociedade civil e associações de classe durante o período de consulta pública, aberta entre 20 de abril a 26 de maio de 2020. Com caráter de concorrência internacional e prazo de operação de 30 anos, o contrato prevê modelo de remuneração tarifária e não tarifária, por meio da exploração de receitas acessórias, como aluguéis de hangares ou atividades comerciais, no terminal, restaurantes e estacionamento, ou pela realização de investimentos para exploração de imobiliária, com grande potencial para o desenvolvimento de novas atividades e negócios em torno dos aeroportos.

Serão vencedores de cada um dos lotes os concorrentes que apresentarem a maior oferta de outorga fixa. O concessionário vencedor deve fazer investimentos obrigatórios nos aeroportos já na primeira fase da concessão, nos primeiros quatro anos. Os demais investimentos na modernização e ampliação da infraestrutura estão previstos ao longo do período contratual.

Grupo Noroeste

Esse lote é composto por 11 unidades, encabeçada por São José do Rio Preto, além dos aeroportos comerciais de Presidente Prudente, Araçatuba e Barretos, bem como dos aeródromos de Assis, Dracena, Votuporanga, Penápolis, Tupã, Andradina, Presidente Epitácio.

No total, estão previstos R$ 181,2 milhões de investimentos ao longo do contrato de concessão, sendo os valores distribuídos para ampliação de capacidade, melhoria da operação e adequação à regulação. Estão previstos para os primeiros quatro anos de operação investimentos de R$ 62,3 milhões.

Grupo Sudeste

O lote é composto por 11 unidades, cuja principal é a de Ribeirão Preto, além de Bauru-Arealva, Marília, Araraquara, São Carlos, Sorocaba, Franca, Guaratinguetá, Avaré-Arandu, Registro e São Manuel.

No total, estão previstos R$ 266,5 milhões de investimentos ao longo do contrato de concessão, sendo os valores distribuídos para ampliação de capacidade, melhoria da operação e adequação à regulação. Estão previstos para os primeiros quatro anos de operação investimentos de R$ 75,5 milhões.

Aspectos ambientais

O estudo do projeto considerou diferentes aspectos ambientais e há previsão de ações para regularização e licenciamento ambiental de todos os aeroportos de forma individualizada, buscando mitigar quaisquer riscos socioambientais. Há documentação específica detalhando todas as medidas a serem tomadas pela concessionária.
Leilão

Poderão participar da licitação empresas nacionais ou estrangeiras, consórcios, instituições financeiras e fundos de investimentos. E, além de apresentar a maior proposta de outorga fixa, o vencedor terá de comprovar qualificação técnica em gestão aeroportuária, seja da própria empresa ou consórcio, ou de pessoas de sua equipe ou mesmo por meio de subcontratação qualificada.

A outorga mínima prevista para o Bloco Noroeste é de R$ 6,8 milhões e para o Bloco Sudeste é de R$ 13,2 milhões. O leilão está previsto para ser realizado na sede da B3, em São Paulo, em 15 de julho de 2021.

Sobre a ARTESP

A ARTESP – Agência Reguladora de Serviços Públicos Delegados de Transporte do Estado de São Paulo – regula o Programa de Concessões Rodoviárias do Governo do Estado de São Paulo há mais de 20 anos. Sob sua gerência, estão 20 concessionárias, que atuam em 11,2 mil quilômetros de rodovias, o que representa quase 31% da malha estadual, abrangendo 283 municípios.

A Agência também fiscaliza o Transporte Intermunicipal de Passageiros, exceto nas Regiões Metropolitanas de São Paulo, de Campinas, da Baixada Santista, do Vale do Paraíba/Litoral Norte e Sorocaba. Dentre as ações, realiza auditoria de frota, garagem e instalações, ações fiscais na operação das linhas regulares, nos terminais rodoviários e nas rodovias. Além disso, a ARTESP é responsável pela regulação da concessão de cinco aeroportos regionais.

https://www.saopaulo.sp.gov.br/spnoticias/governo-de-sp-publica-edital-de-leilao-para-concessao-de-22-aeroportos-regionais/

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Ao menos em Ribeirão Preto, só acredito em melhorias significativas, quando eu ver ao embarcar..... 

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1 hour ago, thor.rao said:

Ao menos em Ribeirão Preto, só acredito em melhorias significativas, quando eu ver ao embarcar..... 

Olha RAO ta terrivel, em dezembro fiz RAO - SSA e os pardais só faltaram defecar na minha cabeça, sem falar dos ninhos.

Edited by Leo Souza
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Péssimo edital, as solicitações são estranhas demais, pediram 4C em Sorocaba. Além de ter que alargar 15mts a pista como é que vai fazer pra liberar a faixa de pista (150 Mts cada lado) com os hangares e tudo mais?

Tiraram obrigações até de manter o IFR em SJP. Tão ruim quanto os editais do 6 lote de concessões da Infraero.

Edited by Sertanejo
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Aviacao Regional no Brasil tem muito a crescer

Tem um aviao da Cessna em fase de homologacao vai ser aviao pra toda obra um Trator. Carga Pax facil conversao 

19 PAX, 1670km, range 2,7 T carga, price $ 5,5 KK Para operar aeroportos menores,.. :thumbsup:

 

Na Ad Conecta   faria um mix  :thumbsup: de 9 a 19PAX.  

 

 

Edited by BLUE - SBKP -
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  • 5 weeks later...
On 16/04/2021 at 18:04, Sertanejo said:

Péssimo edital, as solicitações são estranhas demais, pediram 4C em Sorocaba. Além de ter que alargar 15mts a pista como é que vai fazer pra liberar a faixa de pista (150 Mts cada lado) com os hangares e tudo mais?

Tiraram obrigações até de manter o IFR em SJP. Tão ruim quanto os editais do 6 lote de concessões da Infraero.

 

A faixa de pista tem seu comprimento considerado a partir do eixo central da pista, correto? 

Estimaram um investimento de R$ 11 milhões em Sorocaba, em 30 anos. O que vão conseguir fazer com esse valor já que só a Torre de Controle ali saiu por uma bagatela de R$ 25 milhões (só de mesas para computador ali foi gasto mais de R$ 92 mil)?

Outro detalhe, se as estimativas levaram em conta dados errados ( a carta ADC de SDCO foi cancelada em 6/04/21, não sei qual o impacto disso), isso pode ser motivo para cancelamento do processo?

 

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On 19/04/2021 at 23:30, BLUE - SBKP - said:

Aviacao Regional no Brasil tem muito a crescer

Tem um aviao da Cessna em fase de homologacao vai ser aviao pra toda obra um Trator. Carga Pax facil conversao 

19 PAX, 1670km, range 2,7 T carga, price $ 5,5 KK Para operar aeroportos menores,.. :thumbsup:

 

Na Ad Conecta   faria um mix  :thumbsup: de 9 a 19PAX.  

 

 

Acompanho o desenvolvimento deste novo Cessna há algum tempo, acho que vai ser um grande sucesso na aviação regional no mundo todo.

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  • 1 month later...

Falta uma semana para a concessão dos aeroportos paulistas.

Vamos ver quem levará os dois blocos.

Não espero nenhuma grande operadora, sendo bem sincero.

Mas tb peço que Deus nos livre de Socicam, Sinart e Voa SP.

Hahaha.

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On 08/07/2021 at 12:03, Leandrinho said:

Falta uma semana para a concessão dos aeroportos paulistas.

Vamos ver quem levará os dois blocos.

Não espero nenhuma grande operadora, sendo bem sincero.

Mas tb peço que Deus nos livre de Socicam, Sinart e Voa SP.

Hahaha.

Pior que acho que vai ser uma delas. INFRACEA também corre por fora.

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Consórcio VoaSP, com o nome de Voa NW e Voa SE levou o lote SE enquanto o Consórcio Aeroportos de SP (Socicam) levou o lote NW.

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Concessão dos aeroportos paulistas terá R$ 447 milhões em investimentos diretos

Leilão recebeu propostas vencedoras com ágio de 11,14% sobre a outorga para o lote Noroeste e de 11,5% para o lote Sudeste

15/07/2021

O Vice-Governador e Presidente do Conselho Gestor de PPP, Rodrigo Garcia, acompanhou nesta quinta-feira (15), na sede da B3, na capital, a abertura dos envelopes com as propostas para os 22 aeroportos regionais, atualmente administrados pelo Governo do Estado de São Paulo, por meio do Daesp (Departamento Aeroviário do Estado de São Paulo).

“Estamos completando aqui nosso oitavo contrato de concessão de parceria público-privada. Isso reforça o compromisso de um Estado menor, mais enxuto e eficiente, voltado para o atendimento das prioridades do serviço público nas áreas da saúde, educação e segurança”, afirmou Garcia.

Com ágio de 11,14 % sobre a outorga mínima, o Consórcio Aeroportos Paulista apresentou a oferta vencedora de R$ 7,6 milhões pela concessão do lote Noroeste de aeroportos do interior, que engloba 11 aeroportos, encabeçados por São José do Rio Preto. Já para o lote Sudeste, que inclui outros 11 aeroportos, com destaque para o de Ribeirão Preto, o vencedor foi o Consórcio Voa NW e Voa SE, a partir da proposta de R$ 14,7 milhões, equivalente a ágio de 11,5% sobre a outorga mínima.

“Um ótimo resultado. A chegada do investidor privado vai gerar um aumento de capacidade dos aeroportos impactando na oferta de voos e, consequentemente, uma alta significativa de desenvolvimento econômico e social dos municípios, o que gera emprego e renda para todos os brasileiros”, disse o Secretário de Logística e Transportes, João Octaviano Machado Neto.

A concessão à gestão da iniciativa privada prevê a prestação dos serviços públicos de operação, manutenção, exploração e ampliação da infraestrutura aeroportuária estadual. A ARTESP passa a ser agência reguladora do contrato de concessão. Com caráter de concorrência internacional e prazo de operação de 30 anos, o contrato prevê modelo de remuneração tarifária e não tarifária, por meio da exploração de receitas acessórias, como aluguéis de hangares ou atividades comerciais, no terminal, restaurantes e estacionamento, ou pela realização de investimentos para exploração de imobiliária, com grande potencial para o desenvolvimento de novas atividades e negócios em torno dos aeroportos.

“São Paulo tem mais de 23 milhões de habitantes em seu interior. É um mercado com enorme poder e pujança. Com a concessão dos aeroportos, damos início a um novo momento, mais integrado e mais privado, de todo território paulista,” destacou Gustavo Junqueira, presidente da InvestSP.

A subsecretária de Parcerias, Tarcila Reis, lembrou que esse é mais um projeto estruturado pelo Programa de Parcerias do Estado de São Paulo, que insere inovações relevantes ao modelo de concessão. “Podemos destacar a obrigatoriedade de uma categoria de investimentos que poderão ser realocados no âmbito das revisões contratuais, com o objetivo de garantir equilíbrio econômico-financeiro ao longo da operação”, afirmou.

Blocos Noroeste e Sudeste

Divididos em dois blocos – Noroeste e Sudeste – os aeroportos estão espalhados pelo interior do Estado de SP. Juntos, já movimentaram mais de 2,5 milhões de passageiros, e a expectativa é de crescimento de mais de 230% no movimento dessas unidades durante o período de concessão. Dos 22 agora concedidos, seis já contam com serviços de aviação comercial regular e 13 têm potencial de se desenvolver como novas rotas regulares durante a concessão.

O diretor-geral da ARTESP, Milton Persoli, concorda que a concessão aeroportuária promoverá não só o desenvolvimento da aviação estadual, mas também da economia das regiões, por meio da atração de novos investimentos e da promoção do turismo de lazer e de negócios em todo o interior paulista. “Com aeroportos mais preparados, será natural a multiplicação de opções de prestação de serviços de excelência nas cidades e, consequentemente, ampliaremos o potencial de geração de divisas em São Paulo”, afirma.

Grupo Noroeste

Esse lote é composto por 11 unidades, encabeçada por São José do Rio Preto, além dos aeroportos comerciais de Presidente Prudente, Araçatuba e Barretos, bem como dos aeródromos de Assis, Dracena, Votuporanga, Penápolis, Tupã, Andradina, Presidente Epitácio.

No total, estão previstos R$ 181,2 milhões de investimentos ao longo do contrato de concessão, sendo os valores distribuídos para ampliação de capacidade, melhoria da operação e adequação à regulação. Estão previstos para os primeiros quatro anos de operação investimentos de R$ 62,3 milhões.

Grupo Sudeste

O lote é composto por 11 unidades, cuja principal é a de Ribeirão Preto, além de Bauru-Arealva, Marília, Araraquara, São Carlos, Sorocaba, Franca, Guaratinguetá, Avaré-Arandu, Registro e São Manuel.

No total, estão previstos R$ 266,5 milhões de investimentos ao longo do contrato de concessão, sendo os valores distribuídos para ampliação de capacidade, melhoria da operação e adequação à regulação. Estão previstos para os primeiros quatro anos de operação investimentos de R$ 75,5 milhões.

Licitação

Participaram da licitação empresas nacionais, estrangeiras, consórcios, instituições financeiras e fundos de investimentos. Além de apresentar a melhor proposta de outorga fixa, o vencedor teve de comprovar qualificação técnica em gestão aeroportuária, seja da própria empresa ou consórcio, ou de pessoas de sua equipe ou mesmo por meio de subcontratação qualificada.

Esta é a segunda rodada de concessões de aeroportos regionais paulistas. A primeira teve os aeroportos de Bragança Paulista, Campinas, Itanhaém, Jundiaí e Ubatuba licitados em único lote em 2017.

https://www.saopaulo.sp.gov.br/secretaria-de-desenvolvimento-regional/concessao-dos-aeroportos-paulistas-tera-r-447-milhoes-em-investimentos-diretos-2/

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Grupo Noroeste

Esse lote é composto por 11 unidades, encabeçada por São José do Rio Preto, além dos aeroportos comerciais de Presidente Prudente, Araçatuba e Barretos, bem como dos aeródromos de Assis, Dracena, Votuporanga, Penápolis, Tupã, Andradina, Presidente Epitácio.

No total, estão previstos R$ 181,2 milhões de investimentos ao longo do contrato de concessão, sendo os valores distribuídos para ampliação de capacidade, melhoria da operação e adequação à regulação. Estão previstos para os primeiros quatro anos de operação investimentos de R$ 62,3 milhões.

 

Grupo Sudeste

O lote é composto por 11 unidades, cuja principal é a de Ribeirão Preto, além de Bauru-Arealva, Marília, Araraquara, São Carlos, Sorocaba, Franca, Guaratinguetá, Avaré-Arandu, Registro e São Manuel.

No total, estão previstos R$ 266,5 milhões de investimentos ao longo do contrato de concessão, sendo os valores distribuídos para ampliação de capacidade, melhoria da operação e adequação à regulação. Estão previstos para os primeiros quatro anos de operação investimentos de R$ 75,5 milhões.

 

RAO 2019   886k pagos

SJP              775k

UDI            1.126k

Se gastarem metade do valor previsto nos dois aeros principais, dá pra fazer uma obra como a de UDI.

 

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Edited by TheJoker
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14 hours ago, TheJoker said:

Grupo Noroeste

Esse lote é composto por 11 unidades, encabeçada por São José do Rio Preto, além dos aeroportos comerciais de Presidente Prudente, Araçatuba e Barretos, bem como dos aeródromos de Assis, Dracena, Votuporanga, Penápolis, Tupã, Andradina, Presidente Epitácio.

No total, estão previstos R$ 181,2 milhões de investimentos ao longo do contrato de concessão, sendo os valores distribuídos para ampliação de capacidade, melhoria da operação e adequação à regulação. Estão previstos para os primeiros quatro anos de operação investimentos de R$ 62,3 milhões.

 

Grupo Sudeste

O lote é composto por 11 unidades, cuja principal é a de Ribeirão Preto, além de Bauru-Arealva, Marília, Araraquara, São Carlos, Sorocaba, Franca, Guaratinguetá, Avaré-Arandu, Registro e São Manuel.

No total, estão previstos R$ 266,5 milhões de investimentos ao longo do contrato de concessão, sendo os valores distribuídos para ampliação de capacidade, melhoria da operação e adequação à regulação. Estão previstos para os primeiros quatro anos de operação investimentos de R$ 75,5 milhões.

 

RAO 2019   886k pagos

SJP              775k

UDI            1.126k

Se gastarem metade do valor previsto nos dois aeros principais, dá pra fazer uma obra como a de UDI.

 

 

 

Frequentando RAO faz 18 anos, só acreditarei em modernização a altura que se faz necessário, qdo a Torre estiver 100%. O saguão sem problemas com ar condicionado. Sistema de som decente pois o atual é um lixo. Ônibus para embarque e desembarque qdo chove ( aquele do passado era vergonhoso, mas ajudou muito. Hoje nem tem mais ).  

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RAO realmente precisa de um terminal novo. Saindo da região da grande São Paulo (compreende VCP?) é o aeroporto com maior movimentação, certo? 

SJP aguenta mais uns bons anos com a ampliação do terminal feita há 2/3 anos. Depois, com o desenvolvimento da cidade e melhora da economia do país eu acho que é necessário um outro local para um novo aero. 
 

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7 hours ago, A345_Leadership said:

E olha que RAO tem terminal com uns 10 anos de inaugurado.

 

Subdimensionado desde o começo e com falhas no Ar Condicionado e no sistema de Som.

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5 hours ago, Blue Tail said:

Existe algum arquivo com o projeto de expansão/investimento para cada aeroporto?

http://www.artesp.sp.gov.br/Style Library/extranet/novas-paginas/CustomPage.aspx?page=73

No arquivo ANEXOS tem os PEAs pra cada aeroporto, no apêndice F tem imagens topográficas de todos os aeros e no G o aumento de capacidade ao longo da concessão.

RAO por ex, que é o aero +promissor, vai dobrar de 620pax/hora em 2025 pra 1200 em 2031-36. 

Tirando esses, o resto é básico: manutenção de pista, RESA, iluminação, raio x, etc.

RAO

6.28.8. Ampliar a capacidade de processamento de passageiros e bagagens no aeroporto, incluindo área de movimento de aeronaves, terminal de passageiros, estacionamento de veículos, vias terrestres associadas e outras infraestruturas de apoio, de modo a prover área e equipamentos adequados para processar no aeroporto, pelo menos, a demanda de 785 passageiros na HORA PICO em conformidade com os parâmetros de espaço e tempo de serviço, que se enquadra na gama 'Optimum' de acordo com a classificação da versão mais atualizada do Airport Development Reference Manual da IATA.

 

JTC

6.31.1. Em um primeiro momento, ampliar a capacidade de processamento de passageiros e bagagens no aeroporto, incluindo área de movimento de aeronaves, terminal de passageiros, estacionamento de veículos, vias terrestres associadas e outras infraestruturas de apoio, de modo a prover área e equipamentos adequados para processar no aeroporto, pelo menos, a demanda de 375 passageiros na HORA PICO em conformidade com os parâmetros de espaço e tempo de serviço, que se enquadram na gama 'Optimum' de acordo com a classificação da versão mais atualizada do Airport Development Reference Manual da IATA.

 

MII

6.33.1. Ampliar a capacidade de processamento de passageiros e bagagens no aeroporto, construindo uma nova área terminal, incluindo área de movimento de aeronaves, terminal de passageiros, estacionamento de veículos, vias terrestres associadas e outras infraestruturas de apoio, de modo a prover área e equipamentos adequados para processar no aeroporto, pelo menos, a demanda de 3 aeronaves regulares observado o Apêndice G em conformidade com os parâmetros de espaço e tempo de serviço, que se enquadram na gama 'Optimum' de acordo com a classificação da versão mais atualizada do Airport Development Reference Manual da IATA;

6.33.2. Construir uma nova pista de táxi de acesso à nova área terminal não inferior a 15m sem acostamentos de modo que a largura total da pista de táxi com seus acostamentos em trechos retilíneos não seja inferior a 25 m onde o com as recomendações de largura para pista e pouso para as aeronaves críticas com OMGWS maior ou igual a 6 m;

Edited by TheJoker
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Como diversos terminais foram ampliados na última década, eu vejo mais ampliações, vulgo puxadinhos, que novos terminais.

Talvez o timing se privatizar o DAESP veio tarde demais.

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