Jump to content

Paes critica concessão do aeroporto Santos Dumont e diz que vai à Justiça


Recommended Posts

Em 2009 o Brasil deveria ter sido objeto de um projeto geral de acesso aos aeroportos internacionais por metrô. Perdemos o trem da Copa do Mundo. 

Mas ainda pode ser um objetivo geral de governos sérios. 

É questão crucial de infra-estrutura das cidades, TODAS elas com aeroporto acima de 10 milhões de passageiros anuais num primeiro momento, depois as de 5 a 10. 

Link to post
Share on other sites

  • Replies 132
  • Created
  • Last Reply

Top Posters In This Topic

Top Posters In This Topic

Popular Posts

O Secretário mostra que ele percebe a função do Governo como um carimbador de papel para autorizar o que a companhia aérea quer. Não vê nenhum papel do Governo como organizador da infraestrutura loc

De que adianta desburocratizar apenas, tornar o Brasil o estado mais eficiente do mundo se não há aumento de renda real da população, se em dólares, (os custos do setor são em dolar boa parte) o PIB/c

No caso do Rio a conta não é tão simples assim. Se o governo levar adiante essa proposta de concessão do SDU haverá o risco concreto do GIG ser devolvido e o governo federal não encontrar outro compra

Em vez do BNDES fazer modelagem de um TAV de 400km beneficiando alguns milhões, era melhor fazer financiamento para sistema sobre trilhos em umas 10 grandes cidades, atendendo até aeroportos. Salvo engano o banco queria financiar R$ 60 bilhões para o TAV. imagina se este valor fosse distribuído R$ 20 vi para SP, 10 para o RJ, 5 para BH, POA, REC, SSA e 10 BI para outras cidades. Seria uma revolução sobre trilhos e movimentar ia muito mais a economia.

  • Like 2
Link to post
Share on other sites
22 hours ago, A345_Leadership said:

Em vez do BNDES fazer modelagem de um TAV de 400km beneficiando alguns milhões, era melhor fazer financiamento para sistema sobre trilhos em umas 10 grandes cidades, atendendo até aeroportos. Salvo engano o banco queria financiar R$ 60 bilhões para o TAV. imagina se este valor fosse distribuído R$ 20 vi para SP, 10 para o RJ, 5 para BH, POA, REC, SSA e 10 BI para outras cidades. Seria uma revolução sobre trilhos e movimentar ia muito mais a economia.

Exatamente meu ponto - melhorar a infra estrutura urbana do país, algo como os EUA fizeram com o projeto das interstate nas décadas de 50/60 e o que eles pedem hoje aos estados para pensarem. 

Nada mais multiplicador que melhorar transporte de massa, unir aeroportos, estádios e centros de convenção

No caso de GRU, penso que pdoai ser a ponta de lança para uma licitação séria de trem regional - SP bancaria fácil ramais para Campinas/Ribeirão, Litoral, Vale do Paraiba. Certamente atrairia bilhões em investimentos! 

 

  • Like 2
Link to post
Share on other sites

https://g1.globo.com/sp/campinas-regiao/noticia/2021/08/16/trem-intercidades-entre-campinas-e-sao-paulo-preve-publicacao-de-edital-em-dezembro-e-leilao-em-abril-de-2022.ghtml

 

A concessão será por 30 anos e o investimento previsto é de R$ 7,5 bilhões

O governo prevê a oferta de um serviço expresso entre as duas metrópoles, com uma estação em Jundiaí (SP). O trajeto de 101 quilômetros de extensão seria atendido por um trem com capacidade para 800 passageiros, que operaria com velocidade comercial de 95 km/h, e em intervalos de até 15 minutos nos horários de pico. A viagem tem duração de prevista de 1h04.

spacer.png

O projeto também inclui a implantação de um serviço metropolitano entre Campinas e Francisco Morato, que atenderia cidades como Louveira, Valinhos e Vinhedo. A extensão dessa operação seria de 65,8km, com nove estações e velocidade comercial de 56 km/h - a estimativa é que o tempo de viagem dure 55 minutos.

Nessa operação, a expectativa é atender 136 mil passageiros por dia, o equivalente a 43 milhões por ano.

 

https://horacampinas.com.br/edital-do-trem-intercidades-sai-em-dezembro-e-leilao-sera-em-abriltarifa-pode-ser-de-r-5500/#:~:text=00 – Hora Campinas-,Trem InterCidades%3A edital sai em dezembro%3B tarifa,será de R%24 55%2C00

Aqui já fala que pode custar R$8.5 bi, se não passar de 10bi vai estra barato....

 

O ponto de partida do TIC em Campinas deverá ser a o pátio rodoviário do Centro – onde hoje funciona a Estação Cultura. O trecho Campinas – São Paulo prevê nove paradas, mas haverá também o serviço expresso, com parada apenas na estação de Jundiaí.

A tarifa terá valores diferentes, de acordo com o trecho utilizado. O serviço parador permanece com tarifa pública, porque poderão fazer a integração com o sistema da CPTM e o metrô. O serviço expresso, no entanto, tem uma tarifa máxima estipulada em R$ 55,00.

 

Pelo visto não tem parada em VCP.

  • Like 1
Link to post
Share on other sites
19 hours ago, LipeGIG said:

Exatamente meu ponto - melhorar a infra estrutura urbana do país, algo como os EUA fizeram com o projeto das interstate nas décadas de 50/60 e o que eles pedem hoje aos estados para pensarem. 

Nada mais multiplicador que melhorar transporte de massa, unir aeroportos, estádios e centros de convenção

No caso de GRU, penso que pdoai ser a ponta de lança para uma licitação séria de trem regional - SP bancaria fácil ramais para Campinas/Ribeirão, Litoral, Vale do Paraiba. Certamente atrairia bilhões em investimentos! 

 

O projeto da Linha 13 para GRU pecou muito em não deixar a infraestrutura preparada para um serviço expresso. Custaria uns 20% a mais, porém ia compartilhar muito da estrutura já instalada. 

5 hours ago, TheJoker said:

O governo prevê a oferta de um serviço expresso entre as duas metrópoles, com uma estação em Jundiaí (SP). O trajeto de 101 quilômetros de extensão seria atendido por um trem com capacidade para 800 passageiros, que operaria com velocidade comercial de 95 km/h, e em intervalos de até 15 minutos nos horários de pico. A viagem tem duração de prevista de 1h04.

95 km/h?! CPTM tem trechos com 80 km/h e programado até 90 km/h. Tem que ser algo de 120 km/h e 150 km/h.

Não sei qual o pior: o planejamento aéreo ou ferroviário aqui no Brasil.

  • Like 2
Link to post
Share on other sites
6 hours ago, A345_Leadership said:

O projeto da Linha 13 para GRU pecou muito em não deixar a infraestrutura preparada para um serviço expresso. Custaria uns 20% a mais, porém ia compartilhar muito da estrutura já instalada. 

95 km/h?! CPTM tem trechos com 80 km/h e programado até 90 km/h. Tem que ser algo de 120 km/h e 150 km/h.

Não sei qual o pior: o planejamento aéreo ou ferroviário aqui no Brasil.

O ferroviário supera pois ele tem um papel fundamental e até hoje, infelizmente, é muito mal utilizado em TODO o Brasil. 

São Paulo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul - todos tem centros urbanos significativos e economia pujante em partes do interior. Tráfego de pessoas e mercadorias seria beneficiado, com redução significativa de custos de transporte, ganhos de milhões de pessoas em tempo de deslocamento, economia de combustível fóssil com benefício para sustentabilidade, facilidade de movimentação de turistas, etc. 

E concordo, um trem de média velocidade já seria incrível. Um trem São Paulo-Jundiai-Campinas-Viracopos rodando a 140-180Km/h ou até um pouco mais. Daria pra montar algo como corredor Nordeste da Amtrak que usa trens regionais mais lentos e o Acela Express que chega a mais de 180Km/h. 

 

  • Like 1
Link to post
Share on other sites
On 28/09/2021 at 18:20, A345_Leadership said:

Não sei qual o pior: o planejamento aéreo ou ferroviário aqui no Brasil.

Com certeza o ferroviário é pior, ou quase inexistente.

O aéreo, bem ou mal ainda existe e de certa forma evolui, ainda que aquém das necessidades.

Já as ferrovias, vão definhando a cada ano, são praticamente as mesmas do século retrasado, com uma ou outra benfeitoria pontual nos trechos que ainda são utilizados (basicamente para transporte de grãos, minério de ferro e produtos siderúrgicos e os trens de subúrbio em alguns trechos urbanos).

Somente agora, na renovação das concessões é que estão sendo previstos novos investimentos pesados em ferrovias, (incluindo a lenda da longitudinal EF-151, ou norte e sul), mas ainda assim só no transporte de cargas e na mesma tríade grão-ferro-aço.

Aeroporto ligado por metrô, provavelmente vai ser continuar sendo um sonho, ligação ferroviária só os que foram construídos perto mesmo (REC-POA-GRU, tem mais algum?).

Aliais acho que hoje é mais fácil construir um aeroporto do lado do metro do que um metro chegar em um aeroporto.

Abraços 

  • Like 1
Link to post
Share on other sites
7 hours ago, MRN said:

(Atualizaçãop, às 14h57. A assessoria da Changi enviou a seguinte nota: "A Changi não está saindo do Galeão. O operador busca formas de fortalecer a estrutura acionária do RIOgaleão e enxerga o momento propício para realização desse trabalho")

 

Ao que parere, eles querem vender parte da Rio de Janeiro Aeroporto, que tem 51% da CARJ.

Antes OTP tinha 60% e a CAI 40% da RJA.

Link to post
Share on other sites

https://oglobo.globo.com/economia/negocios/dona-do-galeao-quer-levar-santos-dumont-em-leilao-de-privatizacao-dizem-fontes-25224483

 

Por Geralda Doca e João Sorima Neto

05/10/2021

Changi, empresa de Cingapura que opera o Aeroporto Antônio Carlos Jobim, o Galeão, na Zona Norte do Rio, mira a privatização do Santos Dumont, no Centro, para solucionar a crise que o terminal internacional vive com falta de passageiros.

A situação tende a piorar se o movimento do Santos Dumont aumentar após a privatização, o que está prevista para o ano que vem.

Interlocutores da companhia, que tem 51% do consórcio RIOGaleão em conjunto com a Infraero, e integrantes do governo acreditam que esta ação seria uma forma de solucionar a privatização do Galeão, que nunca alcançou as metas de sua concessão.

A empresa estaria buscando um investidor estrangeiro disposto a montar um consórcio para arrematar o Santos Dumont. Pessoas próximas da empresa, do setor e do governo afirmam que a solução ideal é a Changi poder fazer uma espécie de coordenação das operações entre os dois aeroportos.

A possibilidade de expansão do terminal central do Rio, inclusive com voos internacionais, poderia esvaziar ainda mais o Galeão.

Além de grandes operadores estrangeiros que ainda não estão no mercado brasileiro, como a francesa ADP e a Ferrovial, que administra os maiores aeroportos ingleses, estão no radar fundos de investimentos, dizem fontes do mercado que acompanham a sétima rodada de concessão dos aeroportos, que inclui o terminal de Congonhas (SP).

Ação em várias frentes

Em outra frente, a concessionária do Galeão procura convencer o governo a fixar algum tipo de restrição às operações no Santos Dumont, ainda que seja temporária. Uma das ideias é centralizar no aeroporto voos da ponte aérea (Rio-SP), Brasília e Belo Horizonte.

Além dessas iniciativas, a concessionária do Galeão pediu à Secretaria de Aviação Civil (SAC), do Ministério de Infraestrutura, para fazer um acerto de contas, antecipando o recolhimento da outorga que ainda vai vencer, com desconto.

A proposta está sendo avaliada, mas ela depende do aval de órgãos controladores, como o Tribunal de Contas da União (TCU) e não poderia ser aplicada de forma individual.

Também faz parte do pacote outro pedido encaminhado à Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) para que o órgão regulador faça um reequilíbrio do contrato e desconte os efeitos da Covid-19, ao longo da concessão, que vence em 2039. Outros operadores fizeram proposta semelhante.

O governo vê com bons olhos a entrada do Galeão no leilão do Santos Dumont, mas não está disposto a ceder à pressão da concessionária do Galeão para restringir as operações do Santos Dumont. A minuta do edital está em consulta pública na Anac.

Segundo interlocutores, não seria um bom negócio para a Changi uma simples venda de sua participação no Galeão por causa da desvalorização do ativo.

Leiloado em 2014, foram investidos no aeroporto R$ 2 bilhões a fim de adequar a infraestrutura para receber até 37 milhões de passageiros por ano.

Entre janeiro e agosto deste ano, o movimento no Galeão ficou em 4,6 milhões de passageiros, contra 13,5 milhões no mesmo período de 2019. Em julho, o volume de usuários no aeroporto chegou a 55% do registrado em igual período de 2019, abaixo da média nacional que foi de 65%, segundo dados da Anac.

Procurada, a assessoria de imprensa do RIOGaleão reiterou que a concessionária vê oportunidades para se fortalecer: “O operador busca formas de fortalecer a estrutura acionária do RIOGaleão e enxerga o momento propício para realização desse trabalho.”

Aéreas no Nordeste

Especialistas afirmam que tudo está na mesa. A Changi poderia, entre as alternativas estudadas, buscar novos sócio para o RIOGaleão ou até se desfazer de sua parte na operadora. O colunista do jornal O GLOBO, Lauro Jardim, publicou nota este fim de semana afirmando que a Changi decidira vender sua participação no aeroporto.

Para o advogado Felipe Bonsenso, sócio de Bonsenso Advogados e especialista no setor aéreo, o problema do Galeão é que as projeções de rentabilidade podem não se confirmar:

— As projeções podem não ter se concretizado tanto pela pandemia, mas também porque várias companhias internacionais deixaram de operar no Galeão. Algumas estão preferindo aeroportos do Nordeste. Com isso, a Changi poderia estar buscando parceiros para se capitalizar — disse Bonsenso.

 

Link to post
Share on other sites

Não existe fundo do poço, sempre da pra cavar +um pouco....CAI gastar +no SDU?

SDU já voltou a 100%? Que empresa saiu do GIG pra ir por NE?

Povo viaja na maionese e pira na batatinha :lol:

Link to post
Share on other sites

Dois ativos sendo operados pelo mesmo grupo - economia de escala. 

Dependendo do ágio, vale a pena não ter um concorrente na sua porta e conseguir otimizar seus recursos financeiros e operacionais. 

O problema não é aeroporto, é trazer um operador que use o GIG como opção prioritária.  Eu acho que o melhor investimento para Changi seria justamente fomentar um venture capital para abrir uma cia aérea - Changi tem tudo na mão (pode criar incentivos financeiros via aeroporto, inclusive de espaço físico) de forma a criar junto com a política de ICMS as vantagens necessárias para desenvolver uma cia aérea. No mais , coloca a SIngapore Airlines como sócia e tenho certeza que ela pode também fazer a Star Aliance ter interesse no negócio. 

  • Haha 1
  • Confused 1
Link to post
Share on other sites

Lance mínimo R$1 bi + R$2.5 bi em investimentos, sendo R$1.3 bi no SDU para aumentar a capacidade e adequar a pista.

A CARJ já investiu em obras no GIG R$2.6bi entre 2014 e 2020 (valores sem correção) sonhando em ter pelo menos 35 milhões/ano.

Falam em aumentar slots e liberar voos inter tanto em CGH quanto no SDU, mas a ANAC tem que primeiro liberar e garantir isso nos contratos.

Se isso tudo for verdade, os ágios vão ser grandes, porque os novos concessionários vão querer tirar movimento/faturamento de GIG/GRU, e sobra até pros periféricos (VCP/CNF/BSB). O que eu sempre falo, vão vender a mesma coisa pra outros otários, digo concessionários.

 

Link to post
Share on other sites
12 hours ago, LipeGIG said:

O problema não é aeroporto, é trazer um operador que use o GIG como opção prioritária. 

Se AD trocasse VCP pelo GIG, seriam +7-8 milhões CNX/ano. Só que isso representaria só +R$100-200 milhões/ano de faturamento, isso não resolve o problema da outorga de +R$1 bi/ano. Precisaria vir todo o movimento cargueiro junto e +alguma coisa.

GRU precisaria fechar VCP pra ter lucro, GIG precisaria ser GRU pra ter lucro. Não adianta se iludir... :Brazil:

  • Confused 1
Link to post
Share on other sites

https://www.mercadoeeventos.com.br/_destaque_/destinos-destaque/the-economist-rio-esta-no-ranking-das-cidades-mais-seguras-do-mundo/

 

https://safecities.economist.com/    no geral A. Latina só piora

       2021       2019       2017      2015

SCL   33º         33º         35º         28º

BUE   34º        34º          29º         31º

RIO   39º        41º          37º         35º     

SAO  40º        42º          38º         40º

BOG  41º        51º          46º          ?

MEX  42º       40º          39º         45º        

UIO   44º

LIM   ?            45º          44º          33º

JNB  47º

CCS  58º

Link to post
Share on other sites
On 10/6/2021 at 12:42 PM, TheJoker said:

Se AD trocasse VCP pelo GIG, seriam +7-8 milhões CNX/ano. Só que isso representaria só +R$100-200 milhões/ano de faturamento, isso não resolve o problema da outorga de +R$1 bi/ano. Precisaria vir todo o movimento cargueiro junto e +alguma coisa.

GRU precisaria fechar VCP pra ter lucro, GIG precisaria ser GRU pra ter lucro. Não adianta se iludir... :Brazil:

Sendo simplista que isso gera só embarque doméstico e que não tem potencial de alavancar voos internacionais ? 

Por direcionamentos assim (que não cabe nada diferente) é que o Brasil vai continuar o mesmo: concentrado em um centro de negócios, dependente de exportar produtos básicos, importador de manufaturados, mas quem se importa se temos algumas dezenas de bilionários ! 

Eu prefiro seguir pensamento que fez os EUA serem diferentes.  Mas não adianta se iludir, certo ! 

 

 


 

  • Like 2
Link to post
Share on other sites
17 hours ago, LipeGIG said:

Sendo simplista que isso gera só embarque doméstico e que não tem potencial de alavancar voos internacionais ? 

2019  VCP   9.6 pax/milhões dom.  (CNX 5.2 milhões  54%)  inter 977k        inter/dom  10,2%

          GIG   9.2                                                                                 4.3 milhões               46,7%

 AD no GIG  18.8                                                                              5,1                            27,1%   

total 23.9 milhões/ano vs outorga R$1.2 bi + 122 milhões juros + 177 milhões amortização = R$1.5 bi

                                                = R$62,50 custo médio por pax

 

         GRU  28.2                                                                             14.8                           52,5%       

total  43 milhões vs outorga R$1.5 bi +289 milhões juros +437 milhões amortização dívida = R$2.2 bi

                                              = R$51,20  por pax

outra simulação

AD no GIG                                  + parte das CNX dom/inter de GRU

   dom  18.8                                                                                  9.9                             52,5%

total 28.7  / R$1.5 bi   = R$52,30

 

Só explicando porque eu disse que pro GIG ser aproximar de GRU, precisaria fechar  VCP e ainda trazer parte do inter de GRU. 

E GRU não dá lucro....             

 

Link to post
Share on other sites

Cara, não precisa fechar VCP e nem corromper GRU.
 

VCP é um hub criado, antes era um aeroporto regional de 2 milhões de passageiros, sem grandes apelos para a cidade.  E VCP não atrai o tráfego internacional, mesmo sendo um belo hub doméstico. 

 

 

 

 

Link to post
Share on other sites
15 minutes ago, LipeGIG said:

Cara, não precisa fechar VCP e nem corromper GRU.
 

VCP é um hub criado, antes era um aeroporto regional de 2 milhões de passageiros, sem grandes apelos para a cidade.  E VCP não atrai o tráfego internacional, mesmo sendo um belo hub doméstico

 

Também acho, pra vc ver que ter +tráfego de conexão não vai melhorar o inter do GIG, a não ser que roube pax de GRU.

Vamos ver como o mercado brasileiro se comporta no pós pandemia, nos últimos 5 anos (2014-2019) o BR não cresce em turismo inter, nem no mercado doméstico.

Link to post
Share on other sites

O GIG, só vai melhorar, se restringir o SDU. 

Mas ainda confio no potencial de GIG, tem tudo para oferecer. 

Se AD, fizesse um HUB como tem em VCP, acho que seria um baita HUB, se a LATAM trouxesse os seus vôos de volta como era antes, e quando a ITA estabelecer seu HUB. O GIG estaria na altura merecida, e buscando atrair mais empresas para operar no internacional, mas torço pela abertura de novas companhias no BRASIL, sei que temos uma burocracia e impostos tão elevados, que trava bastante o desenvolvimento da aviação no Brasil.

Se o Brasil tivesse uma política parecida com o EUA e o da Europa, em relação a desburocratização do transporte aéreo, acho que estaríamos no auge. 

A solução para o BRASIL é desburocratizar o sistema atual e facilitar aberturas de novas empresas, acho que a Avianca ou outras cias que faliram, estariam voando. Veja, porque na recuperação judicial, muitas empresas optam seguir pelo EUA, por ser mais fácil.

Edited by Victor Alexander 12
Link to post
Share on other sites

Acho GIG mais fácil que GRU!

GRU, é muito feio, tem TPS despadronizado, como é que o BRASIL é o maior PAÍS da América do SUL e não tem um aeroporto tão bonito como porta de entrada?

Se fosse GIG, ainda acredito que com a reforma e ampliação do PÍER, ficaria a altura.

Link to post
Share on other sites
7 hours ago, Victor Alexander 12 said:

O GIG, só vai melhorar, se restringir o SDU. 

Mas ainda confio no potencial de GIG, tem tudo para oferecer. 

Se AD, fizesse um HUB como tem em VCP, acho que seria um baita HUB, se a LATAM trouxesse os seus vôos de volta como era antes, e quando a ITA estabelecer seu HUB. O GIG estaria na altura merecida, e buscando atrair mais empresas para operar no internacional, mas torço pela abertura de novas companhias no BRASIL, sei que temos uma burocracia e impostos tão elevados, que trava bastante o desenvolvimento da aviação no Brasil.

Se o Brasil tivesse uma política parecida com o EUA e o da Europa, em relação a desburocratização do transporte aéreo, acho que estaríamos no auge. 

A solução para o BRASIL é desburocratizar o sistema atual e facilitar aberturas de novas empresas, acho que a Avianca ou outras cias que faliram, estariam voando. Veja, porque na recuperação judicial, muitas empresas optam seguir pelo EUA, por ser mais fácil.

A RG acabou com o aeroporto! 

Link to post
Share on other sites

Join the conversation

You can post now and register later. If you have an account, sign in now to post with your account.

Guest
Reply to this topic...

×   Pasted as rich text.   Paste as plain text instead

  Only 75 emoji are allowed.

×   Your link has been automatically embedded.   Display as a link instead

×   Your previous content has been restored.   Clear editor

×   You cannot paste images directly. Upload or insert images from URL.




×
×
  • Create New...

Important Information

Saiba os termos, regras e políticas de privacidade