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Paes critica concessão do aeroporto Santos Dumont e diz que vai à Justiça


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11 hours ago, Victor Alexander 12 said:

Acho GIG mais fácil que GRU!

GRU, é muito feio, tem TPS despadronizado, como é que o BRASIL é o maior PAÍS da América do SUL e não tem um aeroporto tão bonito como porta de entrada?

Se fosse GIG, ainda acredito que com a reforma e ampliação do PÍER, ficaria a altura.

O GIG também tem TPS despadronizado (aliás, CNF, BSB…tb), um monte de puxadinho, palavra que combina também com tudo no Brasil. 
 

Concordo que SP deveria ter um aeroporto mais “bonito” mas o T3 é bem ajeitado e não faz feio. Ficará melhor quando inaugurarem o novo Píer e aumentarem a área dos check-ins. O T2 está bem aquém do que o doméstico do maior aeroporto da Am do Sul merecia e deveria ser todo doméstico (como está no momento) e ter um novo Píer acrescido. Vamos aguardar a retomada da aviação e da economia de nosso país, o que ainda levará alguns anos pelo visto…..o eterno país do futuro.

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A má conservação de GIG e GRU são reflexos da falta de retorno, não há recursos pra pagar os compromissos principais (dívida e outorgas) quanto + fazer reformas/investimentos. Só o básico de infra pra instalação de + pontos comerciais, quando conseguem alugar.

Out22 GRU/BSB/VCP fazem 10 anos de concessão, se houver agravamento da crise econômica nos próximos anos, muito provavelmente não terão + nenhuma obra de ampliação.

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19 hours ago, Victor Alexander 12 said:

O GIG, só vai melhorar, se restringir o SDU. 

Mas ainda confio no potencial de GIG, tem tudo para oferecer. 

Se AD, fizesse um HUB como tem em VCP, acho que seria um baita HUB, se a LATAM trouxesse os seus vôos de volta como era antes, e quando a ITA estabelecer seu HUB. O GIG estaria na altura merecida, e buscando atrair mais empresas para operar no internacional, mas torço pela abertura de novas companhias no BRASIL, sei que temos uma burocracia e impostos tão elevados, que trava bastante o desenvolvimento da aviação no Brasil.

Se o Brasil tivesse uma política parecida com o EUA e o da Europa, em relação a desburocratização do transporte aéreo, acho que estaríamos no auge. 

A solução para o BRASIL é desburocratizar o sistema atual e facilitar aberturas de novas empresas, acho que a Avianca ou outras cias que faliram, estariam voando. Veja, porque na recuperação judicial, muitas empresas optam seguir pelo EUA, por ser mais fácil.

De que adianta desburocratizar apenas, tornar o Brasil o estado mais eficiente do mundo se não há aumento de renda real da população, se em dólares, (os custos do setor são em dolar boa parte) o PIB/capita não volta ao nível de 2014? Isso por si só não atrai empresas. Tornar o estado mais eficiente só resolve parte do problema, pois sobraria uma parte maior do orçamento para o estado voltar fazer investimentos em setores estratégicos ou mesmo nos que carecem de mais recursos. Velha história, o Pib precisa voltar a crescer gerando empregos de qualidade , não apenas bilionários, seja por investimentos privados( que só vem quando se vislumbram retornos em curto/médio prazo), ou seja pelo público(taboo!)...

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Infelizmente nas condições atuais o Rio de Janeiro sustenta apenas um aeroporto. Mas é difícil imaginar Rio sem Santos Dumont, um aeroporto na boca do centro, quantos no mundo são assim? Fora a paisagem inserida.

Mas como o Nando_VIX disse, o país tem que ter aumento real de renda e política de desenvolvimento. O GIG chegou a ter recentemente mais voos internacionais para Europa e EUA que EZE, mostra o quanto tem de força o mercado nacional.

Sim, os prognósticos não são animadores e não podemos exigir muito de uma região que mal tem 5% da população e do PIB mundial. Não seremos LAX, HKG, NRT, FRA ou ICN em termos de movimento se continuar o pensamento tacanho de exportador de matéria-prima e importador de manufaturados.

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10 hours ago, Nando_VIX said:

De que adianta desburocratizar apenas, tornar o Brasil o estado mais eficiente do mundo se não há aumento de renda real da população, se em dólares, (os custos do setor são em dolar boa parte) o PIB/capita não volta ao nível de 2014? Isso por si só não atrai empresas. Tornar o estado mais eficiente só resolve parte do problema, pois sobraria uma parte maior do orçamento para o estado voltar fazer investimentos em setores estratégicos ou mesmo nos que carecem de mais recursos. Velha história, o Pib precisa voltar a crescer gerando empregos de qualidade , não apenas bilionários, seja por investimentos privados( que só vem quando se vislumbram retornos em curto/médio prazo), ou seja pelo público(taboo!)...

Eu acredito que uma coisa puxa a outra.

Desburocratizar o estado, reduzi-lo de tamanho e torná-lo mais eficiente vai reduzir o consumo/desperdício de dinheiro público ao mesmo tempo que incentiva empreendores individuais e grandes empresas a aumentar seus investimentos, gerando crescimento de renda/pib.

A desburocratização deve ocorrer com a simplificação da nossa legislação tributária, reforma administrativa e política.

Mas no Brasil isso é sonho. Políticos, em sua maioria, trabalham por si próprios enquanto vestem uma máscara de solidariedade e compaixão com os problemas da sociedade.

 

 

 

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16 hours ago, Leirbag said:

Eu acredito que uma coisa puxa a outra.

Desburocratizar o estado, reduzi-lo de tamanho e torná-lo mais eficiente vai reduzir o consumo/desperdício de dinheiro público ao mesmo tempo que incentiva empreendores individuais e grandes empresas a aumentar seus investimentos, gerando crescimento de renda/pib.

A desburocratização deve ocorrer com a simplificação da nossa legislação tributária, reforma administrativa e política.

Mas no Brasil isso é sonho. Políticos, em sua maioria, trabalham por si próprios enquanto vestem uma máscara de solidariedade e compaixão com os problemas da sociedade.

 

 

 

Concordo com o argumento de reformas, principalmente a tributária no nosso caso, que toca muitos interesses e é onde mais se pode fazer justiça social, gerar simplificação, realocação de recursos. Por isso nunca acontece, ou fica travada no congresso ou senado lobista desde sempre...mas, fazendo uma outra análise histórica... os alemães foram além dessa receita de reformas "estruturantes" para ultrapassar a Inglaterra na segunda revolução industrial, os EUA terra da liberdade, era liberdade para empreender pra quem tinha as terras e armas pra se defender, lei do mais forte a la farwest até certo período, o estado lá só se fez mais presente com Roosvelt e o new Deal, quando ajudam a reerguer a Europa (e amarrá-la sob seu domínio) e  se consolidam como "a potencia". A China mais recentemente, fez algo mais, além de atrair e esperar investimentos de multinacionais, eles tem multinacionais próprias agora também. A própria Inglaterra, de onde surgiu o conceito de liberalismo, contra as monarquias absolutistas, quando se tornou potencia na primeira revolução industrial, só conseguiu isto por meio de sua força naval(estado) assegurando mercados consumidores de suas manufaturas nos 4 cantos do mundo(Império onde o sol não se põe) e matéria prima em troca, ou seja era basicamente um monopólio deles com o mundo.

Então diante desse breve apanhado histórico( rs), na minha opinião esperar o livre mercado por sí só para se desenvolver não funciona sozinho. Talvez funcione para quem já detenha tecnologias, capital financeiro e humano de qualidade, mas estes em geral, já são potencias normalmente. Penso então que o estado tem que ser também indutor do desenvolvimento que quer gerar, e aí entram diversas variáveis na possível "longa corrida de decolagem". O Brasil( E Am. do Sul ) deveria ir além de ser cassino financeiro, fazendão e jazidas minerais diversas....mas isso é assunto para outro forum rs, peço desculpas por fugir do tema do tópico!

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On 10/19/2021 at 9:18 PM, TheJoker said:

Também acho, pra vc ver que ter +tráfego de conexão não vai melhorar o inter do GIG, a não ser que roube pax de GRU.

Vamos ver como o mercado brasileiro se comporta no pós pandemia, nos últimos 5 anos (2014-2019) o BR não cresce em turismo inter, nem no mercado doméstico.

TJ, atração de voo internacional depende da atratividade da cidade ou capacidade como mercado de origem. 

Campinas não tem nada disso e olha que tem um cluster de multinacionais em qualquer raio que você crie uma amostra, de causar inveja. 

 

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On 10/19/2021 at 10:06 PM, Victor Alexander 12 said:

O GIG, só vai melhorar, se restringir o SDU. 

Mas ainda confio no potencial de GIG, tem tudo para oferecer. 

Se AD, fizesse um HUB como tem em VCP, acho que seria um baita HUB, se a LATAM trouxesse os seus vôos de volta como era antes, e quando a ITA estabelecer seu HUB. O GIG estaria na altura merecida, e buscando atrair mais empresas para operar no internacional, mas torço pela abertura de novas companhias no BRASIL, sei que temos uma burocracia e impostos tão elevados, que trava bastante o desenvolvimento da aviação no Brasil.

Se o Brasil tivesse uma política parecida com o EUA e o da Europa, em relação a desburocratização do transporte aéreo, acho que estaríamos no auge. 

A solução para o BRASIL é desburocratizar o sistema atual e facilitar aberturas de novas empresas, acho que a Avianca ou outras cias que faliram, estariam voando. Veja, porque na recuperação judicial, muitas empresas optam seguir pelo EUA, por ser mais fácil.

Victor, 

Eu pessoalmente acho que o GIG pode conviver com um SDU forte, só vai levar mais tempo!

O problema do GIG é mais da concessionária e da falta de agressividade desde o início da concessão. 

Aeroporto Internacional bem sucedido precisa de alguns elementos chave: 

* Indutor de Demanda (Turismo ou Negócios) 
* Carga recorrente 
* Uma cia que opere um hub 

A partir disso eu diria que o GIG tem só o indutor de demanda (que é o mais importante), mas peca por não ter os outros dois. 
O que ele teria que fazer ? (RioGaleão) ?

Quanto custa por ano não ter isso ? Diria que uns R$ 500 mm em sunk costs! 
Ok... vamos fazer assim:


A) Cia de Aviação XYZ 
Capital   R$ 1,5 bilhão 
33% Temasek, 10% Changi, 10% Cia Aérea Parceira Internacional, 47% Fundos de Investimentos Nacionais 

 

1) Começa com uma frota de ATR e E-Jets operando de 50 a 118 lugares 
2) A medida que os voos atingirem ocupação suficiente para serem passados aos maiores E-Jets a cia faz o upgauge pra wides maiores (737/320) 
3) Quando tiver economia de escala para começar long haul, vai adicionando Wides e adicionando pouco a pouco: Orlando... lugares que a parceira internacional voa e conecta, e vai agregando. 



B) Negócios Sustentáveis para Carga 
Tem uns dois ou tres ramos que são interessantes a investidores internacionais, e que podem oferecer carga usual para as aeronaves. 

 


É isso..., criando mercado e atendendo a terminal Rio nas suas necessidades, e trazendo mais turistas ao país. 

 


 

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4 minutes ago, LipeGIG said:

Victor, 

Eu pessoalmente acho que o GIG pode conviver com um SDU forte, só vai levar mais tempo!
 

Pois é, a pesar de eu ser um defensor do GIG, prefiro uma Azul fazendo Cuiaba, POA, CWB, FLN, CNF, BSB, VIX , GYN, SSA, REC do SDU, adicionando mais non-stops ao RIO, do que entubando esses passageiros via GRU, VCP e CNF(caso houvesse uma restrição a 500 km conforme propõe a prefeitura).
Mas penso que deveria ser respeitado um teto de movimentação no SDU até o GIG voltar a ter mais movimento ao invés de deixar que o mesmo seja ampliado a 15 milhões por ano conforme o edital...9 milhões já faz um estrago danado ao GIG, a propósito, desde 2008 quando dona Azul disse que queria montar seu hub no SDU e fez a Anac reabrir.

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E segue a ladainha...

https://blogs.oglobo.globo.com/capital/post/galeao-segue-perdendo-passageiros-e-santos-dumont-ja-concentra-67-dos-voos-no-rio.html

 

Por Mariana Barbosa

19/10/2021

A retomada dos voos após um ano e meio de pandemia no Rio tem favorecido o aeroporto Santos Dumont em dentrimento do Galeão: o aeroporto central concentra hoje 67% da oferta de voos na terminal do Rio — com o Galeão demorando mais do que seus pares de outras capitais, como Guarulhos, Brasília e Confins, a recuperar o movimento de passageiros no pós-pandemia. 

Mas a situação poderá ficar ainda mais crítica para o Galeão com a modelagem prevista pelo governo federal para a privatização do Santos Dumont — que prevê a investimentos de R$ 1,36 bilhão, com a sua internacionalização e um aumento de capacidade para até 15 milhões de passageiros.

Este é o temor do RIOgaleão, conforme um estudo interno de cenários sobre a privatização do Santos Dumont, ao qual a coluna teve acesso.

— A modelagem da 7ª rodada estimula artificialmente a fragmentação da malha aérea doméstica praticada no Rio de Janeiro, canibaliza o sistema e reduz a atratividade do estado como destino turístico e de investimentos em geral —diz o RIOgaleão no documento.

O principal argumento é que o volume de passageiros no Estado do Rio de Janeiro é inferior a 30 milhões, o que seria insuficiente, segundo especialistas em infraestrutura aeroportuária, para que não haja uma canibalização entre os dois aeroportos. Em casos assim, a recomendação é que haja uma coordenação entre eles, como acontece em Belo Horizonte, com a Pampulha restrita à voos da aviação executiva para não reduzir a atratividade de Confins.

Antes da pandemia, a terminal Rio movimentou 22 milhões de passageiros, sendo 9 milhões no Santos Dumont. 

A ausência de coordenação tem feito o Galeão perder movimento não apenas para o Santos Dumont, mas também para outros estados. Atualmente, 65% dos assentos ofertados no Santos Dumont alimentam hubs fora do Rio, segundo estudo da Firjan. Os principais destinos dos passageiros em conexão são Guarulhos (GRU), Viracopos (VCP), Brasília (BSB) e Confins (CNF).

Assim como o prefeito Eduardo Paes já se manifestou em ofício enviado à Agência Nacional de Aviação CIvil (Anac), o RIOgaleão defende que Santos Dumont fique restrito a voos regionais. Pela proposta, o SDU só poderia operar voos para destinos até 500 km de distância mais Brasília. 

— Apesar de ser o 2° maior mercado do Brasil, o estado do Rio tem conexão direta com 24 destinos domésticos, enquanto Brasília tem 38 e Belo Horizonte, 37— diz o RIOgaleão no documento.

SUBSÍDIO CRUZADO

O RIOgaleão também critica o fato de que a modelagem prevê que o aeroporto carioca subsidie três aeroportos regionais mineiros (Uberaba, Montes Claros e Uberlândia), que farão parte de um mesmo bloco a ser leiloado. 

— Subsidiar aeroportos mineiros com o Santos Dumont é um tapa na cara do Rio — disse à coluna o secretário de Desenvolvimento Econômico do Rio Chicão Bulhões, que estuda contestar o edital na Justiça.

 

set21 SDU  embarques 308.895 pagos  desemb. 310.187 = 619.082

          GIG                      168.745                           164.754 = 333.499 sem a 8I que não agrega muita coisa

 

BSB     79.894    + até 500kms

CGH  189.490

CNF    35.956

GRU   82.103

VCP   41.714

VIX     30.709

MEA       805

CAW    1.552

total  462.223  74,7%

 

Acima de 500 kms soma 156.859 +  333.499 = 490.358 vs set18  784.550  62,5%

                                                                                             set19   1.182.121  41,5%  porque a pista do SDU estava em obras

 

Isso não resolve o problema de ter que gerar +R$1.5 bi/ano pra pagar outorgas e o BNDES, nem os 22 milhões que o RIO movimentava antes da pandemia.

 

Edited by TheJoker
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On 10/21/2021 at 7:36 PM, Nando_VIX said:

Pois é, a pesar de eu ser um defensor do GIG, prefiro uma Azul fazendo Cuiaba, POA, CWB, FLN, CNF, BSB, VIX , GYN, SSA, REC do SDU, adicionando mais non-stops ao RIO, do que entubando esses passageiros via GRU, VCP e CNF(caso houvesse uma restrição a 500 km conforme propõe a prefeitura).
Mas penso que deveria ser respeitado um teto de movimentação no SDU até o GIG voltar a ter mais movimento ao invés de deixar que o mesmo seja ampliado a 15 milhões por ano conforme o edital...9 milhões já faz um estrago danado ao GIG, a propósito, desde 2008 quando dona Azul disse que queria montar seu hub no SDU e fez a Anac reabrir.

O problema disso é que o SDU não tem capacidade de tirar proveito de uma malha extensa e vai sempre ser um aeroporto com foco em tráfego Origem & Destino. Isso faz com que talvez voos como SDU-CGB, SDU-UDI, SDU-GYN, dentre outros, nunca sejam operados regularmente (talvez sazonalmente). 

Para o movimento atual, a experiência de ser embarcado no piso inferior é sofrível - não tem espaço, os ônibus são limitados em espaço para embarque e isso acaba atrasando qualquer voo em remota. 

Ou seja, o SDU no fim:

* Custa mais caro pra operar e abastecer

* Tem tempo de turn-over superior

 


 

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ainda prefiro embarcar na remota do sdu do que ir via GIG haha

e esse é o ponto, acho que os passageiros vão preferir ir via sdu, mesmo que seja conexão via cgh, vcp , gru do que um voo direto via GIG

GIG vai ter que sobreviver do trafego originado na baixada, zona da mata mineira, região serrana do rio e dos vôos internacionais

não vejo como GIG pode competir com SDU na questão de passageiros que tem como destino a cidade do RJ 

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30 minutes ago, FCRO said:

ainda prefiro embarcar na remota do sdu do que ir via GIG haha

e esse é o ponto, acho que os passageiros vão preferir ir via sdu, mesmo que seja conexão via cgh, vcp , gru do que um voo direto via GIG

GIG vai ter que sobreviver do trafego originado na baixada, zona da mata mineira, região serrana do rio e dos vôos internacionais

não vejo como GIG pode competir com SDU na questão de passageiros que tem como destino a cidade do RJ 

 

Você só esqueceu do fato que o SDU é melhor acessado somente pelos moradores da Zona Sul e Centro do RJ.

Zona Oeste e Zona Norte continuam sendo melhor interligados ao GIG, seja por distância ou tempo de deslocamento. Sendo morador de Jacarepaguá, o SDU é bem caótico de se chegar, principalmente de carro... Aos domingos então é horrível. 

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3 minutes ago, VictorHugoBrando said:

 

Você só esqueceu do fato que o SDU é melhor acessado somente pelos moradores da Zona Sul e Centro do RJ.

Zona Oeste e Zona Norte continuam sendo melhor interligados ao GIG, seja por distância ou tempo de deslocamento. Sendo morador de Jacarepaguá, o SDU é bem caótico de se chegar, principalmente de carro... Aos domingos então é horrível. 

Concordo com vocÊ

 

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Qual seria o tempo de viagem de barca entre o Centro e o GIG? E saindo da Barra?

O que acho bizarro no GIG é isso, Rio de Janeiro tem uma tradição de serviços de barcas, o aeroporto está na Baía de Guanabara e não aproveitam o potencial. O ideal seria as barcas chegarem próximo do TPS, mas poderia ser ali próximo do antigo Galeão, no terminal de cargas. Na ponta continental poderiam ter check-ins para as bagagens, de tal modo que o passageiro chega no GIG e vai direto ao embarque.

Para mim, a grande questão do GIG é esta, um acesso eficiente e seguro para as regiões mais ricas da cidade.

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21 hours ago, LipeGIG said:

Para o movimento atual, a experiência de ser embarcado no piso inferior é sofrível - não tem espaço, os ônibus são limitados em espaço para embarque e isso acaba atrasando qualquer voo em remota. 

Ou seja, o SDU no fim:

* Custa mais caro pra operar e abastecer

* Tem tempo de turn-over superior

Discordo, remotas do SDU/CGH são bem +tranquilas do que as masmorras de GRU.

SDU e CGH têm turnaround menores que GIG/GRU, e as distâncias de taxi também são menores gerando economia de combustível.

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15 minutes ago, A345_Leadership said:

Para mim, a grande questão do GIG é esta, um acesso eficiente e seguro para as regiões mais ricas da cidade.

Na boa... A elite da Zona Sul carioca não vai pegar barca e muito menos metrô.  

Já foram testadas barcas/catamarãs até a Barra mas, por ser mar aberto, a ideia foi descartada por ser uma viagem super desconfortável. Inclusive, transporte público de massa sempre foi um grande problema que nunca teve solução para a Zona Oeste. Acesso eficiente por transporte público pra essas regiões poderia ajudar o GIG, não um metrô em Humaitá. A questão é: Tem volume? Bairros como Campo Grande e Bangu, que são gigantescos, tem volume suficiente pra ser a solução de todos os problemas do GIG?

A segurança na Linha Vermelha melhorou exponencialmente nos últimos anos (inclusive refizeram toda a iluminação da rodovia nos últimos meses) e nada disso alavancou o crescimento do GIG. A questão sempre foi muito mais complexa do que simplesmente o acesso. Aqui conseguimos só elencar alguns problemas mas a solução não parece ser tão simples. 

Edited by VictorHugoBrando
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2 minutes ago, VictorHugoBrando said:

Na boa... A elite da Zona Sul carioca não vai pegar barca e muito menos metrô.  

Já foram testadas barcas/catamarãs até a Barra mas, por ser mar aberto, a ideia foi descartada por ser uma viagem super desconfortável. 

A segurança na Linha Vermelha melhorou exponencialmente nos últimos anos (inclusive refizeram toda a iluminação da rodovia nos últimos meses) e nada disso alavancou o crescimento do GIG. A questão sempre foi muito mais complexa do que simplesmente o acesso. Aqui conseguimos só elencar alguns problemas mas a solução não parece ser tão simples. 

Que pena. Há um potencial, mas a cultura impede de ser utilizado.

É uma pena que o SDU não possa ser ampliado devido à sua inserção geográfica. Utopicamente o Rio precisaria de um novo aeroporto, podia até ser sobre o mar, mas que substituísse os dois existentes e, quiçá, Jacarepaguá. 

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3 minutes ago, A345_Leadership said:

Que pena. Há um potencial, mas a cultura impede de ser utilizado.

É isso. Conheço muita gente da Zona Sul que nunca cruzou o Túnel e sequer conhece outra realidade do Rio de Janeiro e acha que depois do Santa Bárbara existe um grande apocalipse. Pode botar metrô, trem, VLT, Uber Copter, o que for que essa galera vai continuar não usando o GIG. 

Inclusive, é a mesma galera que poderia usar transporte público pra chegar no SDU (com muito conforto!) e mesmo assim não faz. Prefere passar raiva com motorista de Uber cancelando viagem. 

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Gentem, tem que esperar as coisas voltarem ao normal. SDU e GIG vão voltar a ter 10 milhões cada.

Mas mesmo que fechassem o SDU pra voos comerciais, a CARJ vai ter que decidir até 2023 se vai continuar colocando dinheiro pra pagar as outorgas até o final do contrato, sem ter nenhum retorno, ou devolver como fez VCP/NAT.

R$0.8-1 bi ano / $5,5 = $140-180 milhões / 2 (Infraero paga metade) x  17 anos = $1.2-1.5 bi  

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O SDU é mais conveniente até pra quem vem de fora do Rio.

Pessoal que vem de outras partes do estado e chega na cidade via Rodoviária Novo Rio é mais prático pegar um taxi/uber pro SDU que pro GIG.

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Acho que dou sorte, porque já cheguei e saí do Rio via GIG diversas vezes e nunca tive problema algum, inclusive de engarrafamento. Costumo ficar na Zona Sul e muito esporadicamente na Barra. Evidentemente evito horários complicados, como final da tarde ou madrugada, mas sinceramente nunca perdi um compromisso - uma vez foi bastante conveniente, já que fiz um bate e volta de poucas horas para a UFRJ no Fundão.

Edited by F-GSPN
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  • 2 weeks later...

https://diariodoporto.com.br/alerj-quer-isonomia-com-mg-na-venda-do-santos-dumont/

5 de novembro de 2021

O presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Rio de Janeiro (Alerj), André Ceciliano, exige que na privatização do aeroporto Santos Dumont o Rio tenha o mesmo tratamento que Minas Gerais obteve para o aeroporto da Pampulha. A condição consta do documento que Ceciliano vai protocolar, em nome da Alerj, na consulta pública do edital de privatização que se encerra neste próximo dia 8, segunda-feira.

A consulta tem o objetivo de colher as contribuições dos vários setores da sociedade sobre como deve ser o modelo final da privatização do Santos Dumont. Ceciliano defende isonomia com Minas, onde na privatização do aeroporto da Pampulha, no centro de Belo Horizonte, houve limitação dos voos para distâncias regionais, concentrando os demais voos no aeroporto de Confins, no qual os mineiros há 20 anos estimulam, com sucesso, a formação de um hub aéreo.

O modelo de privatização construído pelo Ministério da Infraestrutura, na forma como está, sem as contribuições da consulta pública, inviabiliza que no Rio de Janeiro seja fortalecido o hub aéreo internacional do Aeroporto do Galeão. A proposta do Governo Federal, no lugar de limitar o Santos Dumont, prevê até mesmo aumentar o número de voos.

O máximo que o ministro Tarcísio de Freitas tem admitido como concessão é que esse aumento de voos só ocorra a partir do momento em que a soma de passageiros entre o Galeão e o Santos Dumont supere 30 milhões. Antes da pandemia, esse total estava em 22 milhões.

Para Ceciliano, isso é insuficiente, pois o objetivo da Alerj é a consolidação do hub aéreo internacional do Rio, o que só pode ocorrer no Galeão, que já tem tamanho de pistas e condições de segurança adequadas. O hub só é possível se houver seis voos nacionais para cada voo internacional, segundo estudos do setor aéreo. Isso exige que o Santos Dumont seja limitado, de forma a transferir a maior parte de suas operações atuais para o Galeão. A formação do hub aéreo para o Estado do Rio é fundamental, pois significa mais operações de importação e exportação por via aérea, incentivando negócios e indústrias, além de garantir o acesso de passageiros e turistas de forma mais rápida, sem a necessidade de baldeações em aeroportos de outros Estados.

 

Alerj é contra Santos Dumont subsidiar investimentos em Minas

O prefeito do Rio, Eduardo Paes, já propôs que os voos do Santos Dumont sejam limitados a uma distância de 500 km, com exceção para Brasília. Ceciliano concorda com essa proposta, porém o Diário do Porto apurou que ministro Tarcísio de Freitas não vai acatar a proposta, pois sua intenção é valorizar o Santos Dumont para atrair mais compradores no leilão de privatização.

Outro ponto que Ceciliano contesta é o fato de o Santos Dumont ser o atrativo em um pacote que privatiza também três aeroportos deficitários do interior de Minas. Ou seja, o futuro comprador do aeroporto central carioca, pelo atual edital, deve se comprometer a também fazer investimentos no Estado vizinho. Certamente ele vai custear essa operação com os rendimentos obtidos no Rio. O presidente da Alerj não concorda com isso e quer a substituição por aeroportos do interior do Estado do Rio.

 

Em 2019,

GIG  78.973/25.859 = 3.1 voos dom pra 1 inter

GRU 216.102/75.885 = 2.8

só PAX 194.324/71.270 = 2.7 ?

CNF 99.596/2.673 = 37 

VCP  102.614/11.845 = 8.7

só PAX  98.302/4.516 = 21.8

 

é cada teoria...:o

Edited by TheJoker
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Desde quando MG precisa que o RJ subsidie investimentos ? Esses políticos…

Ainda mais se tratando do triângulo, uma das regiões mais pujantes desse país.

enquanto isso o RJ em decadência total.

piada

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11 minutes ago, 332 said:

Desde quando MG precisa que o RJ subsidie investimentos ? Esses políticos…

Ainda mais se tratando do triângulo, uma das regiões mais pujantes desse país.

enquanto isso o RJ em decadência total.

piada

Nas últimas rodadas os principais subsidiam os deficitários não tem nada de errado nisso.

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