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Gol tem Prejuízo de 2,53 Bilhões


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A companhia aérea Gol registrou um prejuízo líquido de R$ 2,53 bilhões no primeiro trimestre de 2021, o que representa alta de 10,5% na comparação com o prejuízo de R$ 2,3 bilhões em igual período de 2020. Os números foram divulgados nesta quinta-feira pela empresa e ainda refletem o momento difícil para o setor durante a pandemia.

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  • A345_Leadership changed the title to Gol tem Prejuízo de 2,53 Bilhões

Parece que foi 3x maior que o estimado para o período. Uma senhora pedrada no caixa da empresa...

Espero que consigam estancar essa hemorragia nos próximos meses antes que seja tarde.

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Gol reporta prejuízo no 1T21 e anuncia aumento de capital
29 de abril de 2021 

A Gol (NYSE: GOL e B3: GOLL4) reportou prejuízo líquido de R$ 2,5 bilhões no primeiro trimestre de 2021 — superando em 10% o resultado negativo do mesmo período do ano passado, quando a empresa teve prejuízo de R$ 2,2 bilhões.

Já o prejuízo líquido após participação de minoritários foi de R$ 892 milhões, excluindo variações cambiais e monetárias, despesas líquidas não recorrentes, ganhos relacionados a Exchangeable Notes e resultados não realizados de capped calls.

O resultado do trimestre foi divulgado na manhã desta quinta-feira, 29.

O Ebitda ficou em  R$ 72,1 milhões negativo no 1T21. No 1T20 foi positivo em R$ 1,4 bilhão. 

Considerando o Ebitda ajustado e o Ebit ajustado foram de R$ 354 milhões (margem de 23%) e R$ 208 milhões (margem de 13%), respectivamente. Segundo a empresa, esses números são resultado do gerenciamento racional e “responsável da Gol quanto a oferta em relação à demanda”.

Aumento de capital de até R$ 512 milhões
A Gol informou no fim da noite desta quarta-feira, 28, que está iniciando um aumento de capital de até aproximadamente R$ 512 milhões liderada pelos acionistas controladores, os irmãos Constantino. 

Os acionistas controladores da Gol informaram ao conselho de administração da companhia a sua intenção de subscrever até aproximadamente R$ 270 milhões em novas ações, representativas de seu valor pro rata, a um preço por ação preferencial (GOLL4) de R$ 24,19, que se baseia em o preço do fechamento de hoje e representa um prêmio de 9,13% sobre o preço médio ponderado pelo volume de 30 dias das ações preferenciais da Gol. 

“Temos toda a confiança na recuperação do mercado de transporte aéreo e na liderança da Gol no Brasil, por isso estamos investindo no futuro da companhia. Antes da pandemia, a Gol já era a companhia aérea mais competitiva, de menor custo e financeiramente mais sólida da América do Sul. À medida que a Gol se prepara para a recuperação pós-pandemia, esse aumento de capital fornecerá recursos para a próxima fase de crescimento, com maior penetração nos mercados existentes, bem como novas oportunidades de expansão. O anúncio de hoje de um aumento de capital de até R$ 512 milhões é o primeiro passo neste processo”, afirmou Constantino de Oliveira Junior, presidente do conselho de administração. 

“Em linha com essa visão para o futuro da GOL, o aumento de capital contribuirá para a criação de valor tanto mediante o suporte à gestão ‘credit-accretive’ de passivos (liability management) quanto à aquisição ‘earnings-accretive’ de aeronaves”, explicou a Gol em fato relevante. 

No comunicado, a companhia afirma que os acionistas da Gol terão direito de preferência para subscrever ações no aumento de capital, proporcionalmente às suas respectivas participações na Gol. 

A companhia informou que implementará os procedimentos necessários junto à Comissão de Valores Mobiliários dos EUA para permitir que os detentores de ações preferenciais e ADSs norte-americanos participem do aumento de capital. 

A Gol espera que esses procedimentos estejam concluídos aproximadamente em 7 de maio de 2021.

https://financenews.com.br/2021/04/gol-reporta-prejuizo-no-1t21-e-anuncia-aumento-de-capital/

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Financeiramente mais sólida da América do Sul é forçar a amizade.

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Como pode ser interpretado esse aumento de capital realizado pelos Constantino? Sinalizar que a empresa tem um “colchão” financeiro? Impedir uma quebra a curto prazo? Aproveitar-se do atual preço das ações para revender adiante num melhor momento?

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4 hours ago, F-GSPN said:

Como pode ser interpretado esse aumento de capital realizado pelos Constantino? Sinalizar que a empresa tem um “colchão” financeiro? Impedir uma quebra a curto prazo? Aproveitar-se do atual preço das ações para revender adiante num melhor momento?

Não achei divulgação de fato relevante, mas pela terminologia da reportagem enviada pelo A345, é uma oferta primária, não secundária. Em outras palavras, irão emitir novas ações e o valor da venda irá direto para o caixa da empresa e pode ser usado para pagamento de dividas, giro, investimento ou qualquer outra coisa, normalmente isso é especificado nos termos da oferta.

Basicamente, ao invés de emitir dívida, estão emitindo ações. Se por um lado, tem o benefício de não aumentar o passivo da empresa, por outro, significa a diluição da participação dos acionistas atuais. Não sou nenhum especialista, nunca analisei nenhum balanço da Gol com calma e não acompanho a parte financeira do setor, mas acredito que os motivos para essa proposta podem ser vários, principalmente os abaixo:

1) A empresa está com dificuldade de obter crédito no mercado a taxas atrativas e acredita que pode obter o mesmo capital por meio da subscrição, com custo inferior;

2) Os controladores entendem que apesar da diluição da participação, o potencial de melhora nos resultados (e consequente aumento no preço da ação ou distribuição de dividendos) é mais vantajoso do que permanecer na posição atual ou arcar com os custos do crédito.

Digo isso pois sei que companhias aéreas (inclusive a Gol) costumam ter um risco associado bastante alto, e sei também que a Gol possui uma dívida alta. No cenário atual de incerteza, eu como banco ou como investidor em debêntures só aceitaria oferecer crédito à uma taxa acima da média do mercado, provavelmente muito acima. Do outro lado do balcão, se eu sou a Gol precisando de dinheiro e sabendo que as outras companhias não estão muito bem (diga-se: Latam), e acreditando que esta é a hora de investir ou de aumentar a liquidez da companhia, não pensaria duas vezes sobre não aceitar a taxa acima do mercado.

Seria bem diferente se os controladores estivessem fazendo uma oferta secundária, pois poderia demonstrar uma falta de confiança destes no futuro da empresa. Não me parece ser o caso.

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