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Bielorrússia 'sequestra' voo da Ryanair e prende dissidente político


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Diplomacia em risco

Bielorrússia 'sequestra' voo da Ryanair e prende dissidente político

Ação ocorreu após serviço de inteligência do país confirmar a presença de opositor a bordo

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 Voo da Ryanair foi interceptado sobre a Bielorrússia e passageiro a bordo foi preso por autoridades locais

Um voo da Ryanair foi obrigado a pousar em Minsk, capital da Bielorrússia, após um caça MiG-29 interceptar o avião sobre o espaço aéreo do país. O motivo foi a presença de um dissidente político a bordo da aeronave, que havia partido de Atenas, na Grécia, para Vilnius, na Lituânia.

Inicialmente as autoridades alegaram que havia a suspeita de uma bomba a bordo do Boeing 737-800 (SP-RSM) da Ryanair, o que exigia um pouso de emergência para confirmação do fato. Os caças MiG-29 acompanharam a aeronave até o pouso.

Oficialmente o governo da Bielorrússia afirmou que após uma inspeção em solo nada foi encontrado, permitindo assim a liberação do voo. Porém, testemunhas a bordo afirmaram que não houve qualquer inspeção, tendo ocorrido apenas a prisão do jornalista bielorrusso Raman Protasevich, que faz oposição ao governo local.

Líderes de oposição e a comunidade internacional afirmam que o real motivo do desvio do voo foi apenas para prender o jornalista, considerado hostil pelo governo local.

Em nota, a Ryanair informou que a tripulação foi notificada pelo controle de tráfego aéreo de Minks sobre uma potencial ameaça de segurança a bordo e foi instruída para pousar naquele aeroporto. Após a prisão de Protasevich a aeronave foi liberada para seguir viagem para a Lituânia por volta das 14h45 (Brasília), pousando cerca de 40 minutos depois.

A União Europeia e a Otan (Organização do Tratado do Atlântico Norte) foram os primeiros a se manifestar condenando o ocorrido. “Este é um incidente sério e perigoso que requer investigação internacional. A Bielorrússia deve garantir o retorno seguro da tripulação e de todos os passageiros”, disse o Secretário-Geral da Otan, Jens Stoltenberg.

Ainda que os demais ocupantes do avião não tenham sofrido qualquer ameaça formal, as autoridades da Otan temem que o incidente possa se repetir e que pudesse ter tido consequências trágicas. O envio de caças armados contra uma aeronave civil é considerado um ato hostil.

A Organização da Aviação Civil Internacional (ICAO, na sigla em inglês), órgão subordinado a ONU e que estabelece as principais regras internacionais da aviação civil no mundo, mostrou desconforto com a interceptação. “Estamos profundamente preocupados com o pouso de um voo da Ryanair e dos seus passageiros, o que pode constituir uma violação da Convenção de Chicago (1944). Esperamos que mais informações sejam oficialmente confirmadas pelos países e operadores em questão”, afirmou a ICAO em nota.

O primeiro-ministro da Polônia, Mateusz Morawiecki, classificou o caso como “um ato repreensível de terrorismo de Estado”. Além disso, Morawiecki pediu ao presidente do Conselho Europeu, Charles Michel, que incluísse a questão de uma possível sanção com efeito imediato contra a Bielorrússia na agenda da cúpula prevista para hoje (24).

Algumas autoridades chegaram a definir o caso como um sequestro promovido pelo Estado, visto que a União Europeia afirma não haver embasamento legal para a interceptação e procedimento de pouso em Minsk.

Por sua vez, a Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata, na sigla em inglês) condenou veementemente qualquer interferência ou exigência de pouso de operações de aviação civil que seja inconsistente com as regras do direito internacional: “Os detalhes do ocorrido com o voo FR4978 não são claros. É necessária uma investigação completa por parte das autoridades internacionais competentes”, declarou a Iata.

O presidente da Lituânia, Gitanas Nauseda, país membro União Europeia e destino final do voo, cobrou explicações oficiais e cobrou medidas da comunidade internacional. “Peço aos aliados da Otan e da União Europeia que reajam imediatamente à ameaça representada à aviação civil internacional pelo regime de Bielorrússia. A comunidade internacional deve tomar medidas imediatas para que isso não se repita", disse Nauseda.

Saiba mais...

O presidente Alexander Lukashenko, da Bielorrússia, é conhecido por seus opositores e por parte da comunidade internacional, como “o último tirano da Europa”.

Eleito pela primeira vez em 1994, para um mandato até 2001, Lukashenko após uma série de manobras vem mantendo o cargo até a data atual. Uma nova constituição foi aprovada, apesar do protesto de grande parte do país, concedendo poderes ilimitados ao presidente. Para muitos a nova Carta Magna na prática criou uma ditadura legalmente amparada.

O jornalista Raman Protasevich é considerado um dos maiores críticos ao regime de Lukashenko e era procurado pelas autoridades. Após a inteligência da Bielorrússia confirmar a presença do dissidente a bordo do voo da Ryanair, as autoridades optaram por interceptar o Boeing 737 e realizar a prisão de Protasevich.

Fonte: Marcel Cardoso e Edmundo Ubiratan – Aero Magazine 24 mai 2021

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Lituânia proibe voos que cruzem espaço aéreo bielorrusso

A Lituânia anunciou, esta segunda-feira, que vai proibir voos, de ou para o seu território, que cruzem o espaço aéreo bielorrusso, um dia depois de a Bielorrússia ter desviado um avião com destino a Vilnius e detido um jornalista a bordo.

"Todos os voos de ou para os aeroportos da Lituânia através do espaço aéreo bielorrusso estão proibidos" a partir de terça-feira, disse o ministro dos Transportes, Marius Skuodis, numa reunião governamental em Vilnius.

As autoridades bielorrussas detiveram no domingo o jornalista Roman Protasevich, depois de o Presidente bielorrusso, Alexander Lukashenko, ter ordenado que o voo da companhia aérea Ryanair de Atenas para Vilnius, capital da Lituânia, fosse desviado para o aeroporto de Minsk.

Roman Protasevich, de 26 anos, é o ex-editor-chefe do influente canal Nexta, que se tornou a principal fonte de informação nas primeiras semanas de protestos antigovernamentais após as eleições presidenciais de agosto de 2020.

A companhia aérea irlandesa Ryanair disse hoje que a tripulação do avião em que viajava um jornalista crítico do regime bielorrusso recebeu um aviso de ameaça à segurança a bordo antes de o aparelho ser desviado para Minsk.

A empresa de voos 'low-cost' acrescentou que nada foi encontrado após o avião aterrar em Minsk.

Assim que o avião pousou no aeroporto de Minsk, os passageiros foram obrigados a um controlo, durante o qual o jornalista foi detido.

A prisão do ativista gerou indignação nos países ocidentais, com a NATO e a União Europeia a levantarem a ameaça de novas sanções contra a Bielorrússia. A França sugeriu hoje uma "proibição do espaço aéreo" da Bielorrússia após o sequestro do avião da Ryanair.

O Ministério dos Negócios Estrangeiros português considerou "inaceitável" e merecedora de uma "firme condenação" a aterragem forçada na Bielorrússia do avião e pediu a "libertação imediata" do jornalista Roman Protasevich.

Os chefes de Estado e de Governo da União Europeia devem analisar hoje a possibilidade de novas sanções contra o regime autoritário de Minsk como reação ao desvio do avião.

Perante um vasto movimento de protesto contra a sua reeleição considerada fraudulenta em agosto de 2020, Lukashenko orquestrou uma campanha de repressão contra a oposição e os meios de comunicação independentes do país.

Desde o início dos protestos na antiga república soviética, centenas de jornalistas foram detidos e quase 20 estão ainda presos.

Fonte: JN (Jornal de Notícias/Pt) 24 mai 2021

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absurdo isso

quero ver se a união européia vai fazer alguma coisa

no mínimo deveria restringir qualquer vôo para / de união européia de sobrevoar o espaço aéreo do país e banir vôos procedentes de minsk

 

aproveitando, a agencia britanica de aviação civil proibiu aeronaves do reino unido de sobrevoar a bielorússia

BA261 de londres para islamabad é o primeiro voo "afetado" pela medida

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Sem a Rússia, medidas efetivas não serão feitas, apenas manifestações pontuais.

E parece que a benevolência de Putin com o ditador já teve dias melhores.

 

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4 hours ago, FCRO said:

absurdo isso

quero ver se a união européia vai fazer alguma coisa

no mínimo deveria restringir qualquer vôo para / de união européia de sobrevoar o espaço aéreo do país e banir vôos procedentes de minsk

 

aproveitando, a agencia britanica de aviação civil proibiu aeronaves do reino unido de sobrevoar a bielorússia

BA261 de londres para islamabad é o primeiro voo "afetado" pela medida

 

As empresas aéreas não vão mais passar sobre o espaço aéreo da Bielorrússia para evitar que opositores da ditadura embarcados em voos em outros países tenham seus voos interceptados novamente. 

Mas os vôos PARA a Bielorrússia vão continuar. Claro, por que aí os blogueiros opositores NÃO vão nem embarcar pois serão sempre presos antes.

Na verdade, vi agora que sem ser a Belavia, só LH, LOT e Turkish tem voos para Minsky.

 

Edited by PaxPoa
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Que a aviação aprenda com o ocorrido. 

Sobrevoar lugares como a Venezuela não pode ser algo que transmita confiança... 

 

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Empresas aéreas evitam Belarus; líder opositora diz que jornalista foi torturado

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Empresas aéreas evitaram o espaço aéreo de Belarus nesta terça-feira, e em breve aviões bielorrussos podem ser barrados na Europa, o que poderia isolar o país sem saída para o mar, a não ser por sua fronteira com a Rússia, depois de este forçar o pouso de um avião de passageiros e prender um jornalista dissidente.

Um vídeo divulgado de madrugada mostrou Roman Protasevich, de 26 anos, confessando ter organizado manifestações antigoverno. No domingo, ele foi retirado do avião de passageiros, que foi obrigado a pousar na capital bielorrussa Minsk.

O primeiro-ministro britânico, Boris Johnson, disse que o vídeo é perturbador, e a líder opositora exilada Sviatlana Tsikhanouskaya disse que ele não deixou dúvida de que Protasevich foi torturado.

"Ele disse que foi tratado legalmente, mas está claro que foi espancado e está sob pressão. Não há dúvida de que ele foi torturado. Ele foi feito de refém", disse ela em uma coletiva de imprensa em Vilnius, capital da Lituânia. Belarus não comentou a alegação de tortura, mas nega constantemente abusar de detidos.

Protasevich e um estudante de 23 anos que viajava com ele foram presos depois que seu voo da Ryanair foi escoltado por um avião de guerra bielorrusso, enquanto viajava da Grécia à Lituânia. Potências ocidentais repudiaram amplamente o incidente, e o secretário-geral da Organização do Tratado do Atlântico Norte (OTAN), Jens Stoltenberg, o descreveu nesta terça-feira como um "sequestro estatal".

A mídia estatal bielorrussa noticiou que o próprio presidente, Alexander Lukashenko, ordenou que o voo fosse interceptado. Belarus diz ter reagido a uma ameaça de bomba que mais tarde se mostrou um alarme falso.

A Organização Internacional da Aviação Civil das Nações Unidas (OACI) diz que o incidente pode ter violado o tratado fundador da aviação civil internacional, a Convenção de Chicago de 1944.

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Ao menos outras três pessoas desembarcaram em Minsk, que países ocidentais supõem serem espiões que ajudaram a coordenar uma operação para capturar Protasevich. Uma autoridade lituana disse à Reuters que os três passageiros eram dois cidadãos bielorrussos e um cidadão grego.

Na segunda-feira, a televisão estatal de Belarus exibiu entrevistas com o trio. Em uma cúpula na segunda-feira, líderes da União Europeia pediram que empresas aéreas sediadas no bloco de 27 membros suspendam voos sobre o espaço aéreo de Belarus. Lufthansa, KLM, SAS, Air France, LOT e Singapore Airlines estão entre as que anunciaram que não sobrevoarão mais o país.

Fonte: AFP via Defesanet 25 mai 2021

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Afinal uma duvida q ta me deixando inquieto.....

 

não é Bielorussia?  Pq a imprensa ta usando Belarus e depois no textos chamano de governo bielorusso?

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10 minutes ago, Stelios4K said:

Afinal uma duvida q ta me deixando inquieto.....

 

não é Bielorussia?  Pq a imprensa ta usando Belarus e depois no textos chamano de governo bielorusso?

Essa eu sei (tive a mesma dúvida) Bielorussia é o nome que os países de língua latina deram, mas não são a mesma coisa no original

Беларусь (Bielorússia) em contraste com Россия (Rússia)

 

 

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2 hours ago, TheJoker said:

 

Autocratas se reconhecem e se protegem.

Essas chinelagens ditatoriais antidiplomáticas parecem estar voltando a moda e a aviação que se cuide. 

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https://www.reuters.com/business/aerospace-defense/belarusian-flag-carrier-belavia-cancels-flights-eight-countries-statement-2021-05-27/

Belarusian national flag carrier Belavia said on Thursday it had been forced to cancel flights to eight countries from May 27 to Oct. 30 due to European flight bans, including flights to Kaliningrad, Russia's Baltic enclave.

 

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https://onemileatatime.com/belavia-cancels-flights/

Edited by TheJoker
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Probe Into Belarus’s Diversion of Ryanair Flight Faces Delays Over Black-Box Analysis

Lithuania has opened a criminal investigation into the diversion, while it and partner Poland weigh where to send recorder

The Ryanair aircraft that was diverted to Minsk on May 23 eventually landed in Vilnius, Lithuania, the same day.

By Benjamin Katz and Daniel Michaels

May 30, 2021 1:21 pm ET
Lithuanian and Polish investigators probing a diverted Ryanair flight over Belarus haven’t yet decoded information held in the plane’s black box amid early frustration with the airline’s cooperation and conflicting narratives by several governments involved.

Like many aircraft-related probes, investigators believe the plane’s black box—which holds devices that store operational data and cockpit audio—could hold critical information about what happened on May 23 over Belarus. But unlike in investigations involving crashes, the plane and crew are safe, and the aircraft’s black box has been available to investigators for almost a week.

Meanwhile, sometimes-competing jurisdictions in the probe and political sensitivities over what has become an international incident have made the investigation more complex than most.

“Most investigations start from a premise of determining what should have happened, then examine what did happen” and then reconcile the two and draw lessons learned, said Conor Nolan, chairman of the Virginia-based Flight Safety Foundation, which advocates for air safety. “In this case, we cannot easily determine what should have happened because it is far from clear how reliable any of the source data is.”

Lithuania and Poland have not yet determined where they will ship the black box for analysis, saying they are looking for a country that won’t appear to be politically biased. Lithuania, where the plane landed after its stop in Minsk, has opened a criminal probe. Officials there said they have interviewed passengers and debriefed the cockpit and cabin crew. The plane and crew returned Saturday to London’s Stansted Airport, Ryanair’s biggest base.

 

 
 
 
 
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Belarus authorities arrested opposition activist Roman Protasevich on board a Ryanair plane, which had been flying from Greece to Lithuania, after diverting the aircraft to Minsk. Ryanair’s CEO Michael O’Leary called the incident “a case of state-sponsored hijacking,” further raising the global aviation industry’s alarm over the diversion. Photo: AFP/Getty Images

Belarusian President Alexander Lukashenko said on May 23 he had scrambled a jet fighter to intercept the plane after receiving a threat of a bomb aboard. While the Ryanair plane was on the ground in Minsk, authorities arrested a prominent Belarus dissident aboard and detained his girlfriend.

Details about the bomb threat have been widely discredited, but exactly what happened between Belarus authorities and Ryanair pilots is still unknown. Ryanair has said ground control gave the pilots no choice but to divert from their original destination of Vilnius, Lithuania, to Minsk. The airline’s chief executive said he believed state security officers were aboard the flight as part of what he called a preplanned hijacking.

The plane departed from Athens, and Greece’s prime minister weighed in Friday, disputing Ryanair’s account and saying there was no evidence agents working for Belarus boarded the plane. Belarus has said it was reacting according to international protocols to a bomb threat.

Belarus released a transcript of communication between traffic controllers and the plane which portrayed the pilots repeatedly questioning controllers’ recommendation for the jet to land in Minsk.

Complicating the investigation are the multiple governments involved. The aircraft is owned by Dublin, Ireland-based Ryanair Holdings PLC, but is registered via a subsidiary in Poland. According to rules governing international aviation investigations, that means Poland should lead a probe.

Greece, as the country of the flight’s origin, is allowed to participate in the probe, as is Ireland, where Ryanair is based. Investigators from any country who had nationals on the flight are also allowed to take part.

The Federal Bureau of Investigation is part of the probe because American citizens were aboard. “The Department of Justice, including the FBI, is working closely on this matter with our European counterparts,” a spokesperson said.

Jurisdiction over a criminal probe is less clear-cut, as is the role individual countries can play, deepening the complexity. The International Civil Aviation Organization, an arm of the United Nations, is also investigating.

Lithuania and Poland have said they would decide this week where to send the data and voice recorders. Neither country has the technical ability to do the analysis. They have said they prefer a third-party state with no connection to Belarus or Ryanair.

It isn’t clear if information from the black box will answer all the questions investigators have. One concern is that the cockpit voice recorder typically doesn’t store recordings for longer than two hours. It isn’t clear if the relevant portion of the flight is still accessible, since the plane continued on to its final destination, Lithuanian authorities said. It may be that the dialogue concerning the diversion was overwritten by that later flight.

On Friday, Rolandas Kiskis, the chief of the Lithuanian Criminal Police Bureau, said he was frustrated with Ryanair’s initial cooperation in the investigation.

“Cooperation is ongoing,” he said. “But, to be honest, we and the prosecution service believe it could be faster and more intensive.” By Saturday, the police said the company had come back with more information. A spokeswoman for Ryanair declined to comment.

The cooperation of Belarus is also in doubt. So far, Lithuanian police have received what they called a cursory response from Belarusian law-enforcement agencies via Interpol channels. Mr. Lukashenko on Friday met with Russian President Vladimir Putin, carrying a black briefcase filled with documents that he said support his country’s account of the incident.

Mr. Lukashenko’s office didn’t immediately respond to a request for comment about what the Belarusian president revealed to Mr. Putin. The Kremlin declined to comment on what the Russian president was told.

—Margiris Meilutis in Vilnius, Lithuania, contributed to this article.

Write to Benjamin Katz at ben.katz@wsj.com and Daniel Michaels at daniel.michaels@wsj.com

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Pouco citado, mas a Belavia é cliente do Embraer 195E2. 

Vamos ver que consequências isso terá!

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12 hours ago, LipeGIG said:

Pouco citado, mas a Belavia é cliente do Embraer 195E2. 

Vamos ver que consequências isso terá!

Se eu não me engano, todos aviões encomendados já foram entregues

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