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Azul pode lançar oferta para comprar Latam Brasil em até 90 dias, diz BBI


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2 hours ago, LipeGIG said:

Interessante, F-GSPN.
O único problema é que no Brasil, a demanda adicional normalmente é "abafada" por uma competição sempre predatória entre as cias aéreas. 
Como praticamente nenhuma delas tem uma posição dominante em nenhum mercado (salvo Azul em BHZ e REC dentre os grandes mercados e também onde é o player exclusivo), em geral elas se matam em qualquer mercado colocando oferta muito acima do necessário multiplicada por 3. 

Eu diria que a sustentabilidade da aviação comercial Brasileira depende de dois fatores:

(A) Monopólio ou quase monopólio - onde existe possibilidade de alinhar muito bem a oferta e a demanda

(B) Que algum dia tenhamos um "acordo de cavalheiros" onde ninguém seja competidor de ninguém. Algo como a Latam cuida de GRU, a Gol cuida de CGH e a Azul de VCP. 

 

Como sabemos que nem (A) e nem (B) vão acontecer.... vamos assistindo a criação e destruição de valores ao longo da história. 

 

 

 

 

 

(C) Pulverização do mercado em vários players menores e menos predatórios entre sí. Algo como se as regionais do Sitar houvessem sobressaído sobre as majors, cada uma cuidando de sua região e todas "se encontrando" nos grandes centros.

 

O que também não vai acontecer, e segue a história das fazem tudo em todos os lugares se matando.

Creio que no Brasil mais empresas menores seria o ideal.

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Que a Azul continue Azul e LATAM  continue sendo LATAM. 

Quando vejo esse apetite da Azul, me lembro de um comentário que vi numa rede social: "A Azul é a novinha atolada no cartão de crédito que quer pegar as jóias penhoradas da viúva LATAM".  

Nunca vai fazer sentido para quem não mora em São Paulo. Ter que acordar perto da uma da manha para pegar um voo em GRU (VCP). O custo de deslocamento entre SP e GRU (taxi ou ubber) mais o p

No Brasil é quase impossível ser rentável sem "dominar todos os mercados". Justamente por conta do custo Brasil. É caro demais operar regional, por isso nenhuma empresa apenas regional consegue crescer de forma sustentável.

Talvez depois da reforma tributaria isso mude, mas vai saber quando que isso vai sair do papel.

 

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8 hours ago, GLK said:

(C) Pulverização do mercado em vários players menores e menos predatórios entre sí. Algo como se as regionais do Sitar houvessem sobressaído sobre as majors, cada uma cuidando de sua região e todas "se encontrando" nos grandes centros.

 

O que também não vai acontecer, e segue a história das fazem tudo em todos os lugares se matando.

Creio que no Brasil mais empresas menores seria o ideal.

O problema da pulverização é ter empresas sem escala. Aviação é escala. Talvez fosse interessante um pool entre elas para custos em comum, como handling, catering, treinamento e manutenção.

1 hour ago, diasfly said:

No Brasil é quase impossível ser rentável sem "dominar todos os mercados". Justamente por conta do custo Brasil. É caro demais operar regional, por isso nenhuma empresa apenas regional consegue crescer de forma sustentável.

A Azul tornou-se lucrativa sem entrar em GRU, CGH e tem uma malha internacional bem enxuta. E justamente este Custo Brasil que deveria ser incentivo de diversificar as receitas. Acho que o Brasil está ficando com a Síndrome de Galápagos, não consegue pensar fora do seu país. 

Hoje há surgimento de aéreas LCC na região e não aproveitamos para oferecer serviços de manutenção e quando há possibilidade, esbarramos nos abacaxis brasileiros (greve na receita, etc...), então porque não montar um parque de manutenção em MVD ou ASU, visando atender o mercado sulamericano. A COOPESA hoje talvez seja a líder do mercado, sendo um dos primeiros centros a converter o 738 em cargo.

Real estate é outro ramo que deveria ser explorado. Monta um hotel para seus tripulantes e a outra parte faz acordo com alguma gestora de hotéis. Montem as sedes perto dos aeroportos e faz locação do local para outras empresas, podendo pagar até com serviços. Não precisa ter a sede na Vila Olímpia ou na Marginal Pinheiros.

 

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A345, suas sugestões de Real Estate me lembram os anos 70, mas vamos lembrar que hoje as empresas buscam cada vez mais se concentrar no core business. Outro ponto é, pool, muito complexo para empresas tão distintas e desalinhadas.

GLK, um atendente do McDonalds trabalha quantas horas? Um atendente da Riachuelo ou da Vivara trabalha quantas horas? Provavelmente 8h! Por que temos limitação para por o agente de check-in 8h???? Isso já daria um belo alívio em folha. Outra coisa, empresa aérea paga % sobre a folha para Sistema S!!!!! E aí é que vem o problema, encarece a operação, sobe um CASK as alturas, tornando bem árdua a missão de empresas regionais ou empresas de nicho.

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3 hours ago, PT-KTR said:

A345, suas sugestões de Real Estate me lembram os anos 70, mas vamos lembrar que hoje as empresas buscam cada vez mais se concentrar no core business. Outro ponto é, pool, muito complexo para empresas tão distintas e desalinhadas.

GLK, um atendente do McDonalds trabalha quantas horas? Um atendente da Riachuelo ou da Vivara trabalha quantas horas? Provavelmente 8h! Por que temos limitação para por o agente de check-in 8h???? Isso já daria um belo alívio em folha. Outra coisa, empresa aérea paga % sobre a folha para Sistema S!!!!! E aí é que vem o problema, encarece a operação, sobe um CASK as alturas, tornando bem árdua a missão de empresas regionais ou empresas de nicho.

Para com esse negócio de agente de check-in trabalhar 8 horas senão pode resvalar na manutenção também. Tô muito bem trabalhando das 15:00 as 21:00 kkkkk :nana:

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41 minutes ago, MRN said:

Para com esse negócio de agente de check-in trabalhar 8 horas senão pode resvalar na manutenção também. Tô muito bem trabalhando das 15:00 as 21:00 kkkkk :nana:

Manutenção deveria ter vergonha na cara e criar um sindicato próprio que defenda os interesses e a importância da profissão, ao invés de ser dirigido pelo inútil e incompetente sindicato dos aeroviários. Manutenção deveria inclusive ter gerenciamento de fadiga como os aeronautas. Só abrindo uma lata de pitú para ver esperança kkkkk

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10 hours ago, A345_Leadership said:

.

Real estate é outro ramo que deveria ser explorado. Monta um hotel para seus tripulantes e a outra parte faz acordo com alguma gestora de hotéis. Montem as sedes perto dos aeroportos e faz locação do local para outras empresas, podendo pagar até com serviços. Não precisa ter a sede na Vila Olímpia ou na Marginal Pinheiros.

 

Eu seria um CEO a moda antiga - onde meu capital daria mais retorno ? Pra la que eu vou ! 

Hotel... Simulador ... acho que tudo isso faz sentido para uma cia aerea!!!!

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9 hours ago, PT-KTR said:

A345, suas sugestões de Real Estate me lembram os anos 70, mas vamos lembrar que hoje as empresas buscam cada vez mais se concentrar no core business. Outro ponto é, pool, muito complexo para empresas tão distintas e desalinhadas.

KTR, o ideal é mesmo concentrar no core business - como em uma rede de restaurantes ou montadoras, mas a aviação é cíclica, não dá para transportar passageiros e cobrar por receitas adicionais apenas. Tem que diversificar, seja em atuação complementar, como geograficamente.

55 minutes ago, LipeGIG said:

Eu seria um CEO a moda antiga - onde meu capital daria mais retorno ? Pra la que eu vou ! 

Hotel... Simulador ... acho que tudo isso faz sentido para uma cia aerea!!!!

Exato. Gosto de ver como as empresas do JR Group e DB tiram muito de suas receitas em atividades paralelas. A JR Central quando tem uma estação, ela pensa em um centro comercial, escritório e se possível um hotel.

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38 minutes ago, A345_Leadership said:

KTR, o ideal é mesmo concentrar no core business - como em uma rede de restaurantes ou montadoras, mas a aviação é cíclica, não dá para transportar passageiros e cobrar por receitas adicionais apenas. Tem que diversificar, seja em atuação complementar, como geograficamente.

E virar uma "estatal" como a VARIG que tinha até granja? Pelo menos para os moldes do Brasil eu acho que é o melhor caminho para a quebra, a ineficiência. VARIG e CRUZEIRO tiveram amplas subsidiárias, inclusive cada uma com sua rede de hoteis (Tropical e Seltom).

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53 minutes ago, PT-KTR said:

E virar uma "estatal" como a VARIG que tinha até granja? Pelo menos para os moldes do Brasil eu acho que é o melhor caminho para a quebra, a ineficiência. VARIG e CRUZEIRO tiveram amplas subsidiárias, inclusive cada uma com sua rede de hoteis (Tropical e Seltom).

Não misture as coisas.

Então podemos falar que a Lufthansa, a Cathay (que tem um hotel só para seus tripulantes), ou até mesmo a Delta Airlines, ANA Holdings são ineficientes?

A própria Lufthansa é o exemplo da potencialidade de suas subsidiárias. 

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12 hours ago, A345_Leadership said:

Não misture as coisas.

Então podemos falar que a Lufthansa, a Cathay (que tem um hotel só para seus tripulantes), ou até mesmo a Delta Airlines, ANA Holdings são ineficientes?

A própria Lufthansa é o exemplo da potencialidade de suas subsidiárias. 

Releia minha mensagem... 

Pelo menos para os moldes do Brasil eu acho que é o melhor caminho para a quebra, a ineficiência.

Comparar LH, DL com o que se faz no BR é sacanagem.

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18 hours ago, LipeGIG said:

Eu seria um CEO a moda antiga - onde meu capital daria mais retorno ? Pra la que eu vou ! 

 

Quem dá dinheiro é São Paulo e vc vive falando pra diversificar fora de SP.

:lol:

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On 16/06/2021 at 11:13, PT-KTR said:

A345, suas sugestões de Real Estate me lembram os anos 70, mas vamos lembrar que hoje as empresas buscam cada vez mais se concentrar no core business. Outro ponto é, pool, muito complexo para empresas tão distintas e desalinhadas.

GLK, um atendente do McDonalds trabalha quantas horas? Um atendente da Riachuelo ou da Vivara trabalha quantas horas? Provavelmente 8h! Por que temos limitação para por o agente de check-in 8h???? Isso já daria um belo alívio em folha. Outra coisa, empresa aérea paga % sobre a folha para Sistema S!!!!! E aí é que vem o problema, encarece a operação, sobe um CASK as alturas, tornando bem árdua a missão de empresas regionais ou empresas de nicho.

LATAM já utiliza o sistema de 8h desde 2016 para equipes de atendimento de solo.

Nada mais é que é uma regulamentação das horas extras trabalhadas. 

O que entrou no meio desse caminho, foi a "brilhante" ideia de introduzir a função part time, de 4h/dia. Que nada adianta nessa função.

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