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Azul pode lançar oferta para comprar Latam Brasil em até 90 dias, diz BBI


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On 6/16/2021 at 9:17 AM, A345_Leadership said:

O problema da pulverização é ter empresas sem escala. Aviação é escala. Talvez fosse interessante um pool entre elas para custos em comum, como handling, catering, treinamento e manutenção.

A Azul tornou-se lucrativa sem entrar em GRU, CGH e tem uma malha internacional bem enxuta. E justamente este Custo Brasil que deveria ser incentivo de diversificar as receitas. Acho que o Brasil está ficando com a Síndrome de Galápagos, não consegue pensar fora do seu país. 

Hoje há surgimento de aéreas LCC na região e não aproveitamos para oferecer serviços de manutenção e quando há possibilidade, esbarramos nos abacaxis brasileiros (greve na receita, etc...), então porque não montar um parque de manutenção em MVD ou ASU, visando atender o mercado sulamericano. A COOPESA hoje talvez seja a líder do mercado, sendo um dos primeiros centros a converter o 738 em cargo.

Real estate é outro ramo que deveria ser explorado. Monta um hotel para seus tripulantes e a outra parte faz acordo com alguma gestora de hotéis. Montem as sedes perto dos aeroportos e faz locação do local para outras empresas, podendo pagar até com serviços. Não precisa ter a sede na Vila Olímpia ou na Marginal Pinheiros.

 

Epa…

 

https://www.aeroin.net/copa-tira-jatos-boeing-do-deserto-e-traz-para-a-gol-fazer-manutencao-no-brasil/

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Que a Azul continue Azul e LATAM  continue sendo LATAM. 

Quando vejo esse apetite da Azul, me lembro de um comentário que vi numa rede social: "A Azul é a novinha atolada no cartão de crédito que quer pegar as jóias penhoradas da viúva LATAM".  

vão msmo desperdiçar GRU... só pra manter VCP por sua vontade.

1 hour ago, B737-8EH said:

Mas quantos fazem aqui? Como diz o texto, a Gol foi a primeira a reativar o MAX, então há uma vantagem competitiva inicial, e depois? 

Aqui no Brasil se há greve na RF já pode atrasar o processo de importação de uma peça. Aí tem que manter estoque acima para segurança.

Um lugar que admiro é a Irlanda, país sem mercado, mas referência para manutenção e ter empresas de leasing lá, graças a uma visão de mercado e um governo que viu a potencialidade de gerar empregos de alto valor agregado.

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9 hours ago, MRN said:

Então tem equipe de solo que trabalha 8h e equipe de solo que trabalha 6h?

Varia entre escalas diárias de 4, 6 e 8h. Porém até onde me recordo, somente Latam possui jornada de 8h. 

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Câmbio está ajudando manutenção no Brasil. Impressiona que levou 1 ano pras cias acordarem. Era pra Gol, Latam, Azul e TAP ME estarem lotados de serviços. 

 

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13 hours ago, A345_Leadership said:

Mas quantos fazem aqui? Como diz o texto, a Gol foi a primeira a reativar o MAX, então há uma vantagem competitiva inicial, e depois? 

Aqui no Brasil se há greve na RF já pode atrasar o processo de importação de uma peça. Aí tem que manter estoque acima para segurança.

Um lugar que admiro é a Irlanda, país sem mercado, mas referência para manutenção e ter empresas de leasing lá, graças a uma visão de mercado e um governo que viu a potencialidade de gerar empregos de alto valor agregado.

As manutencoes sao de NG. Nao de MAX.

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Qual é a possibilidade ou chance de acontecer para aprovar a fusão Azul/LATAM, o cade solicite para AD o seguinte

VCP: Doméstico 100% AD, internacional: 100% AD 

GRU: Doméstico: 50% Azul/50% Gol, Internacional 100% Gol 

CGH: 50% AZUL, 50% GOL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

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2 hours ago, cjcsafstrand said:

Qual é a possibilidade ou chance de acontecer para aprovar a fusão Azul/LATAM, o cade solicite para AD o seguinte

VCP: Doméstico 100% AD, internacional: 100% AD 

GRU: Doméstico: 50% Azul/50% Gol, Internacional 100% Gol 

CGH: 50% AZUL, 50% GOL

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Todos sabemos que a longo prazo, mesmo com solicitação do CADE, as coisas não ficaram assim.

Inter da AD vai tudo pra GRU, isso é super certo e domestico pra CGH. VCP fica com uns poucos pingados 

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4 hours ago, cjcsafstrand said:

Qual é a possibilidade ou chance de acontecer para aprovar a fusão Azul/LATAM, o cade solicite para AD o seguinte

VCP: Doméstico 100% AD, internacional: 100% AD 

GRU: Doméstico: 50% Azul/50% Gol, Internacional 100% Gol 

CGH: 50% AZUL, 50% GOL

A Azul deve ter sondado o CADE, conforme reportagem na página 3. 

Difícil, do ponto de vista econômico, pode aprovar se mostrarem que a LATAM BR não tem muitas alternativas. Porém pode exigir coisas do tipo "reduzir a malha internacional sobreposta", aí tchau VCP.

Sinceramente, esta fusão afetaria até a prospecção de uma nova concessão para VCP.

Já os chilenos poderão ter que ceder mais seu espaço e buscar algum protetor, tipo Qatar.

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Se realmente sair esse negocio AZUL / LATAM, na minha opinião, VCP e REC continuam como estão, em São Paulo a preferência ficaria para os slots em Congonhas, quanto a GRU e BSB, disputariam um quarto hub com CNF.

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2 hours ago, RCWSKY said:

Se realmente sair esse negocio AZUL / LATAM, na minha opinião, VCP e REC continuam como estão, em São Paulo a preferência ficaria para os slots em Congonhas, quanto a GRU e BSB, disputariam um quarto hub com CNF.

:awesome: vão msmo desperdiçar GRU... só pra manter VCP por sua vontade.

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5 hours ago, RCWSKY said:

Se realmente sair esse negocio AZUL / LATAM, na minha opinião, VCP e REC continuam como estão, em São Paulo a preferência ficaria para os slots em Congonhas, quanto a GRU e BSB, disputariam um quarto hub com CNF.

Isso certamente não ocorrerá. Já emiti minha opinião anteriormente, mas repito: imagino que irão concentrar o inter da TAM e o grosso do doméstico em GRU, CGH fica como está, joga os inter e regionais de VCP em CNF, downsize de BSB para alguns mercados pra não canibalizar CNF, VCP mantém alguns domésticos para os hubs e alguns destinos importantes, REC continua do jeito que está. GRU é a maior praça do país, não tem como abrir mão. A AD começou por VCP por ter uma estratégia diferente na época de sua fundação, mas hoje quer crescer e conquistar mais share no mercado, para isso, GRU é essencial. VCP já não é tanto assim. CGH é disputado, nunca abririam mão de seus slots por lá, seriam automaticamente entregues à concorrência. De resto, todos os hubs são substituíveis - todos mesmo, VCP, CNF, BSB, REC. Apesar disso, creio que seja mais fácil crescer em CNF do que em BSB, devido à grande presença da Gol em Brasília e dominância da Azul em BH, e REC já é mais que consolidado na malha da Azul, dificilmente seria cortado.

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A Azul já corre pra GRU sempre que vê alguma oportunidade e isso já tem tempo. Em 2015 iam lançar um voo para Orlando mesmo tendo uma conectividade pífia no aeroporto. Os A320neo costumava ter um papel mais importante em GRU do que VCP. Com a falência da Avianca, a Azul foi correndo preencher o espaço deixado por ela. Dentre vários voos que solicitou, lembro que chegaram a rodar com 3 diários para Fortaleza de A320, coisa que nem em VCP ou CNF ela consegue.

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