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GOL compra MAP Linhas Aereas


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Mas na prática a MAP já não existe mais, as operações estão ocorrendo sob o nome VoePass. Não muda nada, o "se desfazer" do ATR na verdade é: Vão deixar os ATR com a VoePass e vão colocar os 737-700 n

Se realmente pretendem entrar no mercado regional com a compra, já estão errando logo na largada ao anunciar que vão se desfazer dos ATR e colocar os "mais modernos e eficientes 737-700" para atender

Aooo povo de UBA, olha a esperança de vocês voltarem a ter voo direto para CGH. Haha. E essa frase do Kakinoff, hein?! “Acreditamos que a aquisição da MAP seja, nesse momento, a única oportu

Isso inclui a VoePass no negócio também? Ou só a parte do CNPJ da MAP, de Manaus? 

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A VoePass levou um ByPass? 

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4 minutes ago, B737-8EH said:

Se eu entendi bem, o que a GOL está comprando é basicamente a marca (e consequentemente, leva os slots em CGH asignados à MAP, e que hoje são usados pela VoePass). Seria meio que uma jogada estratégica para usar aeronaves maiores nos slots da VoePass (/MAP), enquanto a citada pode mover a frota de ATR para mercados mais estratégicos —regionais— em voos fechados com a GOL. Sendo assim, é um jogo de ganha-ganha para ambas.

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7 minutes ago, B737-8HX said:

Isso inclui a VoePass no negócio também? Ou só a parte do CNPJ da MAP, de Manaus? 

 

7 minutes ago, thor.rao said:

A VoePass levou um ByPass? 

Na minha opinião é uma compra escancarada de slots.

A Passaredo abriu um CNPJ em Manaus sob o nome de Regional Linhas Aéreas Ltda (o que soa estranho já que a Amaszonas da Bolivia tem uma empresa em certificação no Brasil com o nome Regional Linhas Aéreas SA) agora dia 01JUN. Pra mim está claro

MAP (CHETA + Slots) migram pra GOL "reequipada com 737 e depois funde, vide Pantanal TAM e Webjet GOL.

VOEPASS cria um CNPJ limpo para assumir as operações em MAO (que tem um maravilhoso contrato com a Petrobras, mas a PASSAREDO L.A não tem "ficha" para operar) e todo mundo fica de boa na lagoa!

Mas, rodas de papo aeronáutico tem insistido em alguns comentários do tipo

1. O negócio dos Felicios agora é PAA em aeroportos, a empresa de onibus continua sendo Passaredo - que é um grande apego, a marca, para os donos - enquanto a aérea VOEPASS seria "descartável", não me surpreenderia amanhã a VOEPASS ser vendida a GOL, mas não absorvida, permitindo manter uma estrutura enxuta ou até o inverso, a MAP virar "VOEPASS" ali na frente do ponto de vista de certificação de ATR.

2. A RIMA de Porto Velho está para assumir os ATR42-300 e 72-200 ex-MAP.

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Se realmente pretendem entrar no mercado regional com a compra, já estão errando logo na largada ao anunciar que vão se desfazer dos ATR e colocar os "mais modernos e eficientes 737-700" para atender as rotas. Mas imagino que a intenção real por trás da compra realmente seja concentrar mais slots em CGH, o que fortaleceria a GOL frente à um cenário onde a Latam realmente seja engolida pela Azul em um futuro próximo.

Provavelmente vão pegar os slots e sumir com a MAP do mapa, o que ao meu ver é jogar fora uma oportunidade de ouro de ao menos começar a tentar fazer concorrência à Azul no mercado regional, com aviões adequados. No fim das contas, mesmo concentrando em seu poder mais slots de CGH, o simples ato de desaparecer com a MAP vai fortalecer a própria Azul, que vai ter uma concorrente à menos e uma senhora porteira aberta para dominar de vez o mercado regional amazônico. Se estão levando isso em consideração ou não, veremos nas cenas dos próximos capítulos.

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1 minute ago, diasfly said:

Se realmente pretendem entrar no mercado regional com a compra, já estão errando logo na largada ao anunciar que vão se desfazer dos ATR e colocar os "mais modernos e eficientes 737-700" para atender as rotas. Mas imagino que a intenção real por trás da compra realmente seja concentrar mais slots em CGH, o que fortaleceria a GOL frente à um cenário onde a Latam realmente seja engolida pela Azul em um futuro próximo.

Provavelmente vão pegar os slots e sumir com a MAP do mapa, o que ao meu ver é jogar fora uma oportunidade de ouro de ao menos começar a tentar fazer concorrência à Azul no mercado regional, com aviões adequados. No fim das contas, mesmo concentrando em seu poder mais slots de CGH, o simples ato de desaparecer com a MAP vai fortalecer a própria Azul, que vai ter uma concorrente à menos e uma senhora porteira aberta para dominar de vez o mercado regional amazônico. Se estão levando isso em consideração ou não, veremos nas cenas dos próximos capítulos.

Mas na prática a MAP já não existe mais, as operações estão ocorrendo sob o nome VoePass. Não muda nada, o "se desfazer" do ATR na verdade é: Vão deixar os ATR com a VoePass e vão colocar os 737-700 nos slots da MAP. Como o amigo citou acima, o negócio mais parece realmente uma compra escancarada de slots. 

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Dia bom pra trader amanhã com GOLL4

"A compra, avaliada em R$28 milhões em dinheiro e ações, será finalizada após o cumprimento de todas as condições precedentes, composto por 100.000 ações GOLL4 a R$28 por ação e R$25 milhões em dinheiro a serem pagos em 24 parcelas mensais. Além disso, a GOL assumirá até R$100 milhões de compromissos financeiros da MAP."

Felício trader! :macumba:

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25 minutes ago, B737-8EH said:

Deve ter sido a única solução pro caixa da 2Z.

Agora +curioso ainda pra saber que está por trás da 8I, AD querendo a JJ, e agora G3 com medo de perder slots/participação em CGH.

O +engraçado disso tudo é que fora AD, JJ e G3 "andaram" pra CGH desde que começou a pandemia. 

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Corrigindo, quem está...pra ficar afirmando que vão operar em CGH, a 8I deve ter "costas quentes".

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Aooo povo de UBA, olha a esperança de vocês voltarem a ter voo direto para CGH. Haha.

E essa frase do Kakinoff, hein?!

“Acreditamos que a aquisição da MAP seja, nesse momento, a única oportunidade viável de consolidação racional no mercado de aviação brasileiro. Daqui para frente, continuaremos focados na estratégia de crescimento orgânico, estimulando a demanda para expansão de nossa malha".

Sentiram a cutucada na Azul? rs.

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26 slots em CGH não seria a soma de MAP e Passaredo? Como a Passaredo entra nessa jogada vendendo a parte dela dos slots? 

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Gol compra MAP Linhas Aéreas por R$ 28 mi e diz que não fará "loucuras"

Constantino Júnior quebra silêncio e enfatiza que é comprador, mas que não assumirá "dívidas impagáveis" em nome da consolidação

Por Graziella Valenti

Publicado em: 08/06/2021 

A Gol fechou nesta terça-feira, dia 8, a aquisição da MAP Linhas Aéreas, da Voepass. Trata-se de um movimento pequeno em valores, mas grande em significado, pelo momento. O valor do negócio é de R$ 27,8 milhões, sem considerar os compromissos financeiros que serão assumidos da empresa — sendo R$ 25 milhões em dinheiro e a diferença em 100 mil ações preferenciais. A transação, para ser efetivada, depende de aprovação do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade) e da Agência Nacional de Aviação Civil (Anac).

A MAP atua a partir de dois aeroportos, Manaus e Congonhas. No agitado aeroporto paulista, o mais importante do país para voos domésticos, a Gol vai acrescentar 26 slots com essa aquisição — possui hoje 116. Trata-se de um aumento, portanto, superior a 20%. Já o aeroporto amazonense é de livre acesso.

Em entrevista ao EXAME IN, o presidente da Gol, Paulo Kakinoff, explica que a Gol vai operar as rotas  atuais da MAP com aviões Boeing, mantendo seu modelo de frota única. A MAP usa turbo-propulsores. Essas aeronaves somente serão utilizadas, de acordo com o executivo, em eventuais locais que não comportarem os 737 adotados pela empresa.

Esse não é o primeiro sinal da Gol de que a empresa já está vivendo o “pós-pandemia” no setor de aviação — um dos mais fortemente afetados pela crise sanitária global da Covid. “Nós estamos entre as únicas três companhias aéreas do mundo que conseguiu, nesse período conturbado, amortizar dívida e, simultaneamente, reduzir frota, mesmo com momento em que as receitas chegaram a ficar entre 20% e 30% do normal. E isso sem adotar nenhum programa de auxílio de governo”, destaca Kakinoff.

A expectativa é que, a partir da efetivação da compra da MAP, a Gol lance novas rotas, mas o executivo prefere ainda não dar detalhes a respeito e manter o segredo. “Normalmente, anunciamos junto com a oferta comercial e, como expliquei, a transação ainda precisa ser aprovada pelos órgãos oficiais”, diz o presidente.

“A Gol tem atravessado com disciplina e foco esse momento. Estamos abertos e dispostos à consolidação, desde que isso não prejudique o esforço já realizado e sem assumir dívidas impagáveis”, enfatiza Constantino de Oliveira Júnior, presidente do conselho de administração e membro da família controladora, que também participou da conversa com o EXAME IN. “Estamos na posição de compradores, de consolidadores, mas sem loucuras”, completa.

Júnior, como é conhecido, estava há tempos sem conceder entrevistas. A quebra de silêncio não deixa dúvidas de que a mensagem contém um recado claro ao mercado a respeito das recentes notícias de que a Azul teria planos de fazer aquisições e que seus alvos potenciais poderiam ser a Latam (em processo de recuperação judicial nos Estados Unidos) e, até mesmo, a Gol.

Quando questionado se existe espaço para diálogo a respeito de uma eventual venda ou fusão da companhia, Constantino é ainda mais claro: “Após a incorporação da Smiles, nossa posição de controle é equivalente a 56% do capital total da Gol. Não faremos aventuras de curto prazo. Estamos aqui para defender a perenidade do negócio, ou seja, o valor no longo prazo.”

Dada a concentração da família no capital da empresa (uma das maiores do setor no mundo), dificilmente qualquer fusão ocorreria sem que, no resultado final, os Constantino não fossem ou majoritários ou os acionistas de referência. O valor de mercado da companhia está em R$ 10,3 bilhões. A Azul, por sua vez, é avaliada em R$ 16,8 bilhões.

Publicamente, a companhia já atualizou suas expectativas para o segundo semestre de 2021. Espera que a taxa de ocupação alcance 81%, ante os 79% anteriormente projetados. Além disso, acredita que os custos recorrentes serão 40% inferiores ao segundo semestre de 2020 — a expectativa anterior era redução de 27%. Para dar a temperatura da recuperação: em maio, por exemplo, na comparação com maio do ano passado, o total de decolagens aumentou mais de 400%.

Antes da compra da MAP, a Gol já havia demonstrado que estava com foco no pós-covid quando a família controladora anunciou uma capitalização de quase R$ 270 milhões na empresa (US$ 50 milhões), visando especialmente a compra de aeronaves — ou seja expansão de frota. A capitalização total pode alcançar até R$ 512 milhões, considerando a fatia dos investidores minoritários. “Nossa percepção, é que a demanda vai voltar, e já está voltando, com muita força”, comenta o chairman, a respeito do investimento realizado pelos controladores.

Boeing

A Gol realizou, durante a pandemia, a negociação do acordo com a Boeing (sua fornecedora única de aviões) para ressarcimento em razão das encomendas para o modelo 737 MAX, que sofreu uma crise após dois acidentes e um longo processo de revisão de suas autorizações.

O valor da indenização não foi revelado pela empresa, mas veículos especializados no setor anunciaram que foi de US$ 412 milhões. Na ocasião da revisão do contrato, houve uma negociação das encomendas e o total, para entrega até 2027, foi reduzido em 34 unidades. Ficaram 90 pedidos firmes, sendo oito já entregues.

Quando questionado agora se há interesse da Gol em recompor os pedidos, Kakinoff disse que “não descarta, assim como também fazer ainda novos”, ou seja, ainda mais. No setor, os comentários são de que os ventos são para lá de favoráveis para expansão, dada a crise da pandemia e o que ela fez sobre preços dos aviões.

O projeto de atualização da Gol ficou atrasado. Entretanto, até mesmo isso acabou por ser benéfico, pois a empresa tinha contratos de leasing de curto prazo para suprir o atraso nas entregas do Max que trouxeram facilidade para redução da frota, durante o período mais difícil da pandemia.

Cenário

Kakinoff está otimista com a demanda. “É verdade que acreditamos em uma redução das viagens corporativas entre 20% e 30%, pela substituição pelos encontros virtuais”, comenta ele. Contudo, o executivo destaca que a demanda reprimida para lazer está se mostrando muito expressiva. “Não é projeção. É o que estamos vendo ocorrer lá fora já. O aumento da demanda por lazer pode anular ou até superar o efeito da queda no turismo de trabalho.”

O grande desafio, segundo ele, será descobrir quanto tempo vai durar — tanto a redução na demanda corporativa, quando a super procura por lazer. “Tem muitas empresas que adotaram o home office como definitivo, mas também muita companhia entendendo também que para seu negócio a vida online não faz sentido.”

https://exame.com/exame-in/gol-compra-map-linhas-aereas-por-r-28-mi-e-diz-que-nao-fara-loucuras/

 

Ranço instalado com sucesso  :blink:

 

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1 hour ago, TheJoker said:

Deve ter sido a única solução pro caixa da 2Z.

Agora +curioso ainda pra saber que está por trás da 8I, AD querendo a JJ, e agora G3 com medo de perder slots/participação em CGH.

O +engraçado disso tudo é que fora AD, JJ e G3 "andaram" pra CGH desde que começou a pandemia. 

O mais engraçado é voce achar que a G3 está com medo de algo, vamos lembrar que o Pacheco acusou de existir um contrato de gaveta G3/2Z com a compra da MAP?

https://www.aeroin.net/gol-acusada-pago-compra-map-pela-passaredo/

E olha que coincidencia, o Pacheco acusou justamente 27mi. Rolou 1mi de "comissão" a 2Z.

Edited by PT-KTR
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7M não opera em CGH desde abr20, só a 2Z vem operando. Em abr21, a 2Z fez 33 decolagens CGH-RAO com LF 43,3%, média 30 pagos/voo.

Quando será que a G3 vai conseguir operar essa rota com o 737?

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13 minutes ago, PT-KTR said:

O mais engraçado é voce achar que a G3 está com medo de algo, vamos lembrar que o Pacheco acusou de existir um contrato de gaveta G3/2Z com a compra da MAP?

https://www.aeroin.net/gol-acusada-pago-compra-map-pela-passaredo/

E olha que coincidencia, o Pacheco acusou justamente 27mi. Rolou 1mi de "comissão" a 2Z.

Medo é força de expressão, mas que a G3 está incomodada desde o codeshare AD/JJ, isso ela está. 

 https://exame.com/negocios/gol-pede-ao-cade-que-aplique-sancoes-contra-azul-e-latam/

Sinceramente, até agora a 8I não disse a que veio, mas não entendo esse alvoroço todo entre as BR3 por um mercado que está funcionando abaixo dos 50%, acumulando prejuízos e dívidas bilionárias.

Edited by TheJoker
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1 hour ago, TheJoker said:

7M não opera em CGH desde abr20, só a 2Z vem operando. Em abr21, a 2Z fez 33 decolagens CGH-RAO com LF 43,3%, média 30 pagos/voo.

Quando será que a G3 vai conseguir operar essa rota com o 737?

O slot não é atrelado ao par! Ela pode pegar o horário de CGH RAO e voar CGH REC.

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4 hours ago, Leandrinho said:

Aooo povo de UBA, olha a esperança de vocês voltarem a ter voo direto para CGH. Haha.

E essa frase do Kakinoff, hein?!

“Acreditamos que a aquisição da MAP seja, nesse momento, a única oportunidade viável de consolidação racional no mercado de aviação brasileiro. Daqui para frente, continuaremos focados na estratégia de crescimento orgânico, estimulando a demanda para expansão de nossa malha".

Sentiram a cutucada na Azul? rs.

Será? 

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Entao, com isso, a Gol vai para 130 partidas diárias em Congonhas. Impressionante. É basicamente a quantidade de partidas do "fortress" hub da Azul em VCP antes da pandemia.

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5 hours ago, PT-KTR said:

O slot não é atrelado ao par! Ela pode pegar o horário de CGH RAO e voar CGH REC.

Vc quis dizer slot não é atrelado a rota, pode usar pra qualquer uma. Mas o meu comentário foi baseado nisso:

Em entrevista ao EXAME IN, o presidente da Gol, Paulo Kakinoff, explica que a Gol vai operar as rotas  atuais da MAP com aviões Boeing, mantendo seu modelo de frota única. A MAP usa turbo-propulsores. Essas aeronaves somente serão utilizadas, de acordo com o executivo, em eventuais locais que não comportarem os 737 adotados pela empresa.

 

Não creio que a G3 vai querer manter os ATRs, até porque têm +22 anos de uso, e também porque os funcionários da MAP não vão ser transferidos pra G3.

spacer.png

 

 

No release oficial,

A GOL vê três benefícios principais nessa Transação:

1. Expansão para Novas Rotas. A Companhia pretende oferecer novos destinos e rotas complementares à sua malha atual no Aeroporto de Congonhas, que proporcionarão maior leque de opções de voos e mais conveniência para os Clientes. “Nós acreditamos que a malha da GOL é a opção mais atrativa para os Clientes, tanto a negócios como a lazer, em termos de custo, atendimento e frequência de voos”, disse Edu Bernardes, Diretor Vice-Presidente de Vendas e Marketing.

2. Maior Densidade de Oferta de Assentos a Mercados Historicamente Sub-ofertados. Além de expandir para novas rotas, a Companhia disponibilizará uma oferta de assentos por voo substancialmente maior que a atualmente disponível pela MAP para esses mercados. Os ATRs serão substituídos por aeronaves maiores e mais eficientes, dando continuidade à estratégia regional da GOL, que hoje opera com 23 Boeing 737-700 – um modelo que pode ser substituído por outro tipo de aeronave ainda mais eficiente no futuro.

3. Aperfeiçoando as Operações Eficientes. Com custos unitários entre os mais baixos do mundo, a GOL oferecerá maior eficiência com essas novas operações em Congonhas. Esses menores custos permitirão que a Companhia pratique tarifas mais competitivas em relação a qualquer concorrente no Brasil, que tipicamente servem esses mercados com aeronaves menores e menos eficientes, provendo benefícios de escala decorrentes das operações da GOL. “A Transação é mais um exemplo de que a Companhia está pronta para retomar seu crescimento sustentável e investimentos no transporte aéreo brasileiro, suportados por custos operacionais substancialmente mais baixos que os da concorrência,” acrescentou Richard Lark, Diretor Vice-Presidente Financeiro.

 

 

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40 minutes ago, Fabrício163 said:

Entao, com isso, a Gol vai para 130 partidas diárias em Congonhas. Impressionante. É basicamente a quantidade de partidas do "fortress" hub da Azul em VCP antes da pandemia.

São 107 G3 + 13 2Z/7M = 120 decolagens/dia. Porém, sabe-se lá quando isso vai acontecer.

Atualmente, só se transferir toda a operação de GRU pra CGH. :o

Em jan19, foram 3.311 / 31 = 107 dia em média         GRU  3.459  ou 112 dia

     jan21,            1.237             40                           +             2.909         94          = RMSP 134  decolagens/dia  

 

Só que jan21 (G3 15.161 decolagens) foi 2.2x  melhor que mai21 (6.864).  

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37 minutes ago, TheJoker said:

 

2. Maior Densidade de Oferta de Assentos a Mercados Historicamente Sub-ofertados. Além de expandir para novas rotas, a Companhia disponibilizará uma oferta de assentos por voo substancialmente maior que a atualmente disponível pela MAP para esses mercados. Os ATRs serão substituídos por aeronaves maiores e mais eficientes, dando continuidade à estratégia regional da GOL, que hoje opera com 23 Boeing 737-700 – um modelo que pode ser substituído por outro tipo de aeronave ainda mais eficiente no futuro.

Seria plausível pensar no ERJ-E2 na MAP? A quantidade de assentos do 195-E2 é parecida com o 737-700, não é?

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