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Latam recebe ofertas de mais de US$ 5 bi e prevê volta à rentabilidade


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09/09/2021

Por  Artur Luiz Andrade

O Grupo Latam Airlines, em recuperação judicial desde 2020, anunciou ter recebido ofertas de financiamento de mais de US$ 5 bilhões cada. A empresa também divulgou previsão e retorno à rentabilidade aos níveis anteriores à crise até 2024. As ofertas recebidas para o plano de saída do Capítulo 11, segundo a empresa, confirmam a confiança do mercado no plano de negócios da Latam. O plano de negócios considera a recuperação da demanda, o plano de frota e as projeções financeiras e operacionais para 2026, entre outras informações.

O anúncio, ainda segundo comunicado da Latam, “é uma das etapas finais antes da apresentação do Plano de Reorganização da Latam”. A recuperação envolve o Latam Airlines Group S.A. e algumas de suas afiliadas devedoras no Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Estados Unidos e Peru. Além de voltar à rentabilidade em três anos, a Latam quer, até 2026, aumentar o resultado operacional em 78% com relação ao período pré-pandêmico.

A Latam não precisou quantas ofertas recebeu, mas disse que foram “várias ofertas de seus principais credores e acionistas majoritários, fornecendo cada uma mais de US$ 5 bilhões de novos fundos”.

PLANO DE NEGÓCIOS
Em relação à capacidade projetada (ASKs) no plano de recuperação, o grupo espera retornar aos níveis pré-pandêmicos em 2024 e ter um crescimento de 7% até 2026, em relação a 2019, em função da esperada recuperação do mercado doméstico até 2022 e do internacional até 2024.

A recuperação é apoiada pelo aumento operacional no mercado doméstico da Latam Airlines Brasil até o momento, que atingiu a capacidade (medida em ASK) de 77% em agosto, em relação a 2019, e deve ultrapassar 100% em relação a 2019 no início de 2022.
Já o mercado doméstico das afiliadas na Colômbia, Equador, Peru e Chile atingiu 72% em agosto, enquanto a recuperação internacional do grupo, tanto os voos curtos na região quanto os longos, continua a ser afetada por restrições de viagens em diversos países.

Em relação a 2019, a receita total deve crescer 13% até 2026, enquanto as receitas de passageiros e de cargas devem crescer 8% e 59%, respectivamente.

“As iniciativas de redução de custos durante o processo de Capítulo 11, incluindo mais eficiência por meio da transformação digital, renegociação com fornecedores e reestruturação da frota, somam mais de US$ 900 milhões por ano e têm permitido à Latam modificar estruturalmente a sua base de custos”, continua o comunicado.

Os custos de frota, sozinhos, representam mais de 40% da economia de caixa anual em comparação com 2019. O grupo também espera melhorar seu CASK (custo por ASK) de passageiros exceto combustível que, antes do impacto da inflação, está estimado em US$ 3,3 centavos para 2024, com algumas operações domésticas ainda menores. A Latam também diz ter conseguido variar os seus custos, de 65% em 2019 para 80% em 2021-2022, o que lhe permitirá uma melhor adaptação à recuperação não linear da demanda.

Apenas os custos da frota indicam uma economia anual de custos de caixa de mais de 40% em comparação com 2019.
A LATAM projeta uma margem operacional (EBIT) de 11,2% em 2026, a maior desde 2010.

“Apesar da crise dramática que enfrentamos, aproveitamos ao máximo a nossa reestruturação, não apenas nos tornando substancialmente mais eficientes, mas também consolidando uma proposta de valor melhor para os clientes, o que tem sido reforçado pelo grande interesse que recebemos em conceder financiamento de saída”, afirma Roberto Alvo, CEO da Latam Airlines. “Sairemos desse processo como um grupo de companhias aéreas altamente competitivo e sustentável, com uma estrutura de custos muito eficiente, ao mesmo tempo em que manteremos a malha aérea e a conectividade incomparáveis que a Latam oferece em todos os mercados em que atua”.

PEDIDO DE EXTENSÃO
A Latam também entrou com uma moção que visa estender o período de exclusividade para apresentar o seu plano de reorganização até 15 de outubro de 2021 e solicitar a aprovação do mesmo plano até 15 de dezembro de 2021. “As extensões solicitadas promoverão o desenvolvimento de um plano de reorganização que satisfaça o capital de saída da Latam e as suas necessidades de financiamento e auxilia nas negociações com as várias partes interessadas no Capítulo 11.”

CHAPTER 11
Atualmente, a Latam diz estar negociando com várias partes interessadas para chegar a um acordo sobre um plano de reorganização e de financiamento de saída para emergir de forma bem-sucedida do Capítulo 11 em conformidade com todas as leis aplicáveis.
Nos últimos meses, como parte do processo do Capítulo 11, a Latam desenvolveu e disponibilizou certas informações materiais não públicas às partes interessadas que estão sob acordos de confidencialidade. Essas informações incluem projeções de cinco anos e uma estimativa inicial (com cenários de alto e baixo) do total de sinistros. Essa estimativa inicial totaliza aproximadamente US$ 8 bilhões no cenário baixo (US$ 14,2 bilhões incluindo reclamações entre companhias) e US$ 9,9 bilhões no cenário alto (US$ 16 bilhões incluindo reclamações entre companhias).

Em relação a essas negociações, a Latam apresentou uma proposta de estrutura indicativa para sua reorganização por US$ 5 bilhões de financiamento de capital e contemplou um plano acordado entre os grupos de interesse que incluía, entre outras coisas, o compromisso de certos direitos e compliance tanto com o Código de Falências dos Estados Unidos quanto com a legislação chilena.

A Latam disse que continuará discutindo as propostas com os proponentes e outras partes interessadas, algumas das quais concordaram em permanecer sob acordos de confidencialidade. “A Latam busca garantir que qualquer estratégia de saída lhe permita emergir com uma estrutura de capital robusta, liquidez adequada e capacidade de executar com sucesso o seu plano de negócios. Qualquer plano será implementado de acordo com os requisitos aplicáveis do Código de Falências dos Estados Unidos e da lei chilena.”

Em 31 de julho de 2021, a Latam reportou uma liquidez de aproximadamente US$ 1,9 bilhão, que considera US$ 1,1 bilhão em caixa e US$ 800 milhões em financiamento DIP não sacado.

O financiamento existente do DIP (debtor-in-possession) da Latam prevê uma possível terceira parcela adicional ("Tranche B") de financiamento garantido de até US$ 750 milhões, além das linhas existentes de US$ 1,3 bilhão na Tranche A e de US$ 1,15 bilhão na Tranche C, cujos recursos não foram integralmente sacados até o momento. “Dadas as atuais condições de mercado favoráveis, a Latam está solicitando manifestações de interesse de potenciais financiadores de uma linha de crédito sob a Tranche B e irá considerar propostas para determinar se pode acessar fundos a uma taxa mais competitiva do que as linhas de crédito existentes das Tranches A e C.”

 

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2021/09/latam-recebe-ofertas-de-mais-de-us-5-bi-e-preve-volta-a-rentabilidade_184102.html

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Segundo alguns Cmte. da Azul, pessoal com contatos dentro da empresa, instrutores, chocadores ( INCLUSIVE ALGUNS  EX-VRG & EX-TAM) a Azul já comprou a Latam Brasil, o anúncio será feito em outubro

A cada dia que passa pego mais ranço do John Rodgerson e da Azul. Ao que parece eles detestam concorrência e querem ganhar mercado no tapetão, e não é a primeira vez. 

Eu sou extremamente cético quanto a capacidade da Azul de comprar mesmo que seja somente a Latam Brasil e a aceitação das autoridades de defesa da concorrência.  Agora, se for pra falar sobre com

https://www.reuters.com/article/latam-airlines-bankruptcy-idCNL1N2QB2FB

 

By Maria Chutchian

 Sept 9 (Reuters) - LATAM Airlines said on Thursday it has received several offers to fund its exit from Chapter 11 bankruptcy, each of which are worth more than $5 billion.

LATAM, the largest airline in Latin America, received the offers from creditors and shareholders, according to a filing with the U.S. Bankruptcy Court in New York City.

The Santiago, Chile-based company did not reveal the number of offers received or from whom they came, but Delta Air Lines Inc is LATAM’s largest shareholder. Other shareholders include Qatar Airways, with a 10% stake.

LATAM, which also operates in Brazil, Colombia, Ecuador and Peru as well as having operations through Latin America, Europe, the United States and the Caribbean, only said in the filing the offers came from “its most significant claimholders and its majority shareholders.” It said negotiations for financing are ongoing.

LATAM filed for Chapter 11 bankruptcy protection in New York in May 2020 as world travel came to a halt amid the COVID-19 pandemic.

It hopes to accomplish by the end of the year the major tasks it needs to exit bankruptcy but may not formally exit by that time, according to a person familiar with the company’s thinking who asked not to be identified.

The financing proposals the airline has received each include a combination of new debt and equity, which would be backstopped by the creditors or shareholders making the offer, the company said. Each offer would likely result in the substantial dilution of existing shares, it said.

However, the source said LATAM has no intention of pursuing a sale of any of its business units.

The company also forecast in Chilean regulatory filings a return to pre-pandemic profitability and capacity by 2024, as well as a projected 13% increase in total revenue by 2026.

LATAM estimates the total claims filed in the bankruptcy will fall between $8 billion and $9.9 billion, according to the regulatory filing.

The company’s exclusive period to file a proposed reorganization plan expires on Sept. 15, but it filed a motion seeking an extension through Oct. 15. It will have the option to extend that deadline again by about a month if necessary.

LATAM has said it wants to grow its Boeing 787 Dreamliner fleet as part of its five-year business plan and expects to have a fleet of 28 by the end of 2021.

The airline’s overall fleet will decrease to 286 by the end of the year from around 340 before the pandemic. However, it expects to increase that amount back up to 331 by 2026.

In August, the company secured court approval to enter into lease agreements with Avolon Aerospace Leasing Limited and ORIX Aviation Systems for five Dreamliners made by Boeing Co.

The company had $1.9 billion in liquidity as of July 31. It also has the option to tap additional financing approved earlier in the bankruptcy proceeding, including up to $750 million in secondary financing.

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Release oficial   http://www.latamairlinesgroup.net/static-files/d3264acc-c38a-47b3-9e32-a9affdbe3c42

 

Santiago (Chile), 9 de setembro de 2021 - O LATAM Airlines Group S.A. e algumas de suas afiliadas devedoras no Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Estados Unidos e Peru (“LATAM”) divulgaram hoje o seu plano de negócios de cinco anos junto com vários avanços relacionados ao seu processo de financiamento de saída. Este marco é uma das etapas finais antes da apresentação do seu plano de reorganização. Até 2024, a LATAM prevê recuperar a rentabilidade aos níveis de 2019 e, até 2026, aumentar o resultado operacional em 78% com relação ao período pré-pandêmico.

Como parte do seu processo de financiamento de saída, a LATAM recebeu até o momento várias ofertas de seus principais credores e acionistas majoritários, fornecendo cada uma mais de US$ 5 bilhões de novos fundos, o que reafirma a confiança do mercado na LATAM.

Destaques do plano de negócios da LATAM

O plano de negócios inclui uma visão da recuperação da demanda, o plano de frota e as projeções financeiras e operacionais até 2026, entre outras informações. Em relação à capacidade projetada (ASKs), o grupo espera retornar aos níveis pré-pandêmicos em 2024 e ter um crescimento de 7% até 2026, em relação a 2019, em função da esperada recuperação do mercado doméstico até 2022 e do internacional até 2024, em linha com o anunciado pelo setor.

A recuperação é apoiada pelo aumento operacional no mercado doméstico da LATAM Airlines Brasil até o momento, que atingiu a capacidade (medida em ASK) de 77% em agosto, em relação a 2019, e deve ultrapassar 100% em relação a 2019 no início de 2022. O mercado doméstico das afiliadas na Colômbia, Equador, Peru e Chile já atingiu 72% em agosto, enquanto a recuperação internacional do grupo, tanto os voos curtos na região quanto os longos, continua a ser afetada por restrições de viagens.

Em relação a 2019, a receita total deve crescer 13% até 2026, enquanto as receitas de passageiros e de cargas devem crescer 8% e 59%, respectivamente.

As iniciativas de redução de custos durante o processo de Capítulo 11, incluindo mais eficiência por meio da transformação digital, renegociação com fornecedores e reestruturação da frota, somam mais de US$ 900 milhões por ano e tem permitido à LATAM modificar estruturalmente a sua base de custos. Os custos de frota, sozinhos, representam mais de 40% da economia de caixa anual em comparação com 2019. O grupo também espera melhorar seu CASK (custo por ASK) de passageiros exceto combustível que, antes do impacto da inflação, está estimado em US$ 3,3 centavos para 2024, com algumas operações domésticas ainda menores. Por sua vez, a LATAM conseguiu variar os seus custos, de 65% em 2019 para 80% em 2021-2022, o que lhe permitirá uma melhor adaptação à recuperação não linear da demanda.

Apenas os custos da frota indicam uma economia anual de custos de caixa de mais de 40% em comparação com 2019.

A LATAM projeta uma margem operacional (EBIT) de 11,2% em 2026, a maior desde 2010.

Apesar da crise dramática que enfrentamos, aproveitamos ao máximo a nossa reestruturação, não apenas nos tornando substancialmente mais eficientes, mas também consolidando uma proposta de valor melhor para os clientes, o que tem sido reforçado pelo grande interesse que recebemos em conceder financiamento de saída”, afirma Roberto Alvo, CEO da LATAM Airlines. “Sairemos desse processo como um grupo de companhias aéreas altamente competitivo e sustentável, com uma estrutura de custos muito eficiente, ao mesmo tempo em que manteremos a malha aérea e a conectividade incomparáveis que a LATAM oferece em todos os mercados em que atua”.

Solicitação de extensão do período de exclusividade

A LATAM entrou com uma moção que visa estender o período de exclusividade para apresentar o seu plano de reorganização até 15 de outubro de 2021 e solicitar a aprovação do mesmo plano até 15 de dezembro de 2021. As extensões solicitadas promoverão o desenvolvimento de um plano de reorganização que satisfaça o capital de saída da LATAM e as suas necessidades de financiamento e auxilia nas negociações com as várias partes interessadas no Capítulo 11.

Atualização sobre o processo de Capítulo 11 da LATAM

Atualmente, a LATAM está negociando com várias partes interessadas para chegar a um acordo sobre um plano de reorganização e de financiamento de saída para emergir de forma bem-sucedida do Capítulo 11 em conformidade com todas as leis aplicáveis.

Nos últimos meses, como parte do processo do Capítulo 11, a LATAM desenvolveu e disponibilizou certas informações materiais não públicas às partes interessadas que estão sob acordos de confidencialidade. Essas informações incluem projeções de cinco anos e uma estimativa inicial (com cenários de alto e baixo) do total de sinistros. Essa estimativa inicial totaliza aproximadamente US$ 8 bilhões no cenário baixo (US$ 14,2 bilhões incluindo reclamações entre companhias) e US$ 9,9 bilhões no cenário alto (US$ 16 bilhões incluindo reclamações entre companhias).

De acordo com os termos desses acordos de confidencialidade e na promoção do processo, a LATAM fez certas divulgações hoje, publicando fatos relevantes no Chile e preenchendo os Formulários 6-K nos Estados Unidos, que incluem projeções financeiras da LATAM e outras informações no Capítulo 11.

Da mesma forma, em relação a essas negociações, a LATAM apresentou uma proposta de estrutura indicativa para sua reorganização por US$ 5 bilhões de financiamento de capital e contemplou um plano acordado entre os grupos de interesse que incluía, entre outras coisas, o compromisso de certos direitos e compliance tanto com o Código de Falências dos Estados Unidos quanto com a legislação chilena. Em resposta à sua apresentação, a LATAM recebeu várias propostas de financiamento e capital de saída não vinculativas, assim como de reestruturação de seus principais credores e acionistas majoritários. Cada proposta de saída contempla a captação de mais de US$ 5 bilhões por meio da emissão de nova dívida e capital no LATAM Airlines Group S.A., que contaria com o apoio das partes proponentes. Além disso, a cada proposta, os proponentes consideram que, se aprovada e implementada, resultaria em uma diluição substancial das ações atualmente existentes do LATAM Airlines Group S.A.

A LATAM continuará discutindo as propostas com os proponentes e outras partes interessadas, algumas das quais concordaram em permanecer sob acordos de confidencialidade. A LATAM busca garantir que qualquer estratégia de saída lhe permita emergir com uma estrutura de capital robusta, liquidez adequada e capacidade de executar com sucesso o seu plano de negócios. Qualquer plano será implementado de acordo com os requisitos aplicáveis do Código de Falências dos Estados Unidos e da lei chilena.

A LATAM manterá seus acionistas e o mercado informados sobre o andamento do Capítulo 11. Além disso, prevê convocar seus acionistas para a Assembleia Geral Extraordinária de Acionistas quando apropriado, segundo o progresso das negociações com as diversas partes interessadas que se encontram hoje pendentes.

Solicitação de interesse por potencial financiamento da Tranche B

Em 31 de julho de 2021, a LATAM reportou uma liquidez de aproximadamente US$ 1,9 bilhão, que considera US$ 1,1 bilhão em caixa e US$ 800 milhões em financiamento DIP não sacado.

O financiamento existente do DIP (debtor-in-possession) da LATAM prevê uma possível terceira parcela adicional ("Tranche B") de financiamento garantido de até US$ 750 milhões, além das linhas existentes de US$ 1,3 bilhão na Tranche A e de US$ 1,15 bilhão na Tranche C, cujos recursos não foram integralmente sacados até o momento. Dadas as atuais condições de mercado favoráveis, a LATAM está solicitando manifestações de interesse de potenciais financiadores de uma linha de crédito sob a Tranche B e irá considerar propostas para determinar se pode acessar fundos a uma taxa mais competitiva do que as linhas de crédito existentes das Tranches A e C.

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34 minutes ago, thgsr08 said:

Eles retiraram 54 aeronaves? Onde?

em dez19 tinham 342  http://www.latamairlinesgroup.net/static-files/8cbd2e94-950d-47c2-8b25-e8f9ca687ce3

em jun21              296  http://www.latamairlinesgroup.net/static-files/6d910f20-5cca-425e-851b-47aa83c1d2ed

                             -46  vai ver ainda vão devolver +8 esse ano

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9 hours ago, TheJoker said:

em dez19 tinham 342  http://www.latamairlinesgroup.net/static-files/8cbd2e94-950d-47c2-8b25-e8f9ca687ce3

em jun21              296  http://www.latamairlinesgroup.net/static-files/6d910f20-5cca-425e-851b-47aa83c1d2ed

                             -46  vai ver ainda vão devolver +8 esse ano

Contam aqui no planesspotters:

45 A319 (1+)

143 A320 (+3 dos quais 2 eram da 4M)

49 A321 (+1 A21N)

34 767 (6+ - a discrepância é maior, já devem contar com as futuras devoluções [cargo incluido])

13 A359 (nenhum ativo)

10 77W (ok)

10 788 (ok)

14 789 (1 a mais).

Por isso disse que a conta não fecha, já retomaram muitas aeronaves pós realease.

 

Edited by thgsr08
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14 minutes ago, F-GSPN said:

Com isso a investida da Azul está morta e enterrada? Qual é a avaliação de vocês?

Na minha visão, que deixando claro, pode estar errada, só não dá pra dizer que é impossível por que o jogo só acaba quando termina. Mas as chances da Azul conseguir investir ficaram muito remotas. Ela não conseguiria esse montante e sinceramente, quem já financiou 5bi de dólares pra Latam, se precisar financia mais um pouquinho.

Edited by Eric Breno
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https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2021/09/roberto-alvo-ceo-do-grupo-latam-reafirma-que-empresa-nao-esta-a-venda_184109.html

 

https://www.panrotas.com.br/aviacao/empresas/2021/09/joint-venture-latam-delta-tem-importante-vitoria-no-chile_184111.html

10/09/2021  Por Artur Luiz Andrade

Já aprovada por governos como o do Brasil, Colômbia e Uruguai, a joint-venture entre a Delta Air Lines e o Grupo Latam precisa ainda de duas aprovações, nos Estados Unidos e no Chile, para sair do papel. Na última quarta-feira, segundo informou o CEO do grupo, Roberto Alvo, a empresa chegou a um acordo extrajudicial com os órgãos reguladores chilenos, que, segundo o executivo, viram os benefícios do acordo aos passageiros.

O próximo passo é a aprovação pelo Tribunal de Livre Concorrência e o julgamento deve sair nas próximas semanas. Faltaria apenas o aval do Departamento de Transportes dos EUA, o DOT.

“Com isso acreditamos que os destinos novos e a sinergia das malhas da Delta e da Latam na América do Sul devam ocorrer em algum momento de 2022”, disse Alvo.

RETOMADA MELHOR NO BRASIL
O presidente do Grupo Latam prevê para 2022 a recuperação do doméstico em relação aos números de 2019. Brasil e Chile devem alcançar essa meta já no começo do próximo ano, pois estão reagindo melhor neste momento. O Brasil deve ultrapassar a oferta de 2019 no começo do ano que vem. Colômbia e Equador, de acordo com Roberto Alvo, também estão bem e o Peru um pouco abaixo dos demais mercados.

As tarifas, como esperado, aumentaram, e em alguns casos ultrapassaram os valores de 2019. Alvo disse ainda que, no Brasil, as viagens corporativas domésticas reagiram bem nas últimas semanas. Ainda abaixo de 2019, mas com uma boa reação.

O internacional, segundo previsões da Latam, deve se recuperar somente em 2024, mas à medida que as fronteiras forem abrindo e a demanda retornar, a empresa promete ir recompondo sua malha. “Éramos a única empresa da América do Sul a conectar a região aos cinco continentes e vamos recuperar isso”, afirmou.

 

 

Alta em dez-jan22 é fácil, depois não sei.

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:boxing:

 

“Temos projeções muito competitivas, já com uma redução de custo de frota de 40%. A partir de 2024, nossa frota será muito eficiente, o que colocará a companhia numa posição competitiva, ágil e vantajosa para enfrentar a concorrência. Estaremos prontos para esta recuperação da Latam após a pandemia”, disse Alvo. “Recebemos múltiplas propostas de financiamento para a saída do Chapter 11, todas acima de US$ 5 bilhões cada”, completou.

“Vamos ser um concorrente ativo no Brasil, ninguém terá o que teremos após o Chapter 11. Vamos conectar o Brasil da melhor maneira. Se eu fosse um concorrente, ficaria preocupado com o que a Latam vai fazer”, frisou Alvo.

 

https://www.mercadoeeventos.com.br/noticias/aviacao/grupo-latam-demonstra-otimismo-com-reestruturacao-e-descarta-interesse-da-azul/

 

Em 2024,  a G3 vai ter +7M8 e AD +32N/Q e E2, vai nessa...

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55 minutes ago, F-GSPN said:

Com isso a investida da Azul está morta e enterrada? Qual é a avaliação de vocês?

"Meu plano de consolidar ir por água abaixo. Agora eu vai comprar o Gol."

:rolleyes:

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3 hours ago, TheJoker said:

Eu postei os links pros releases da LTM, se vc prefere confiar no Planespotters...

Eu confio nas aeronaves que eu vejo voando uai hahahaha

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1 hour ago, F-GSPN said:

Com isso a investida da Azul está morta e enterrada? Qual é a avaliação de vocês?

Ela vai ter que correr atrás de investidores para levantar outros X bilhões de dólares e ultrapassar os U$$ 5 bi. Depois fazem o rateio das operações.

A pergunta é: vale a pena todo este esforço?

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3 hours ago, TheJoker said:

13 A359 (nenhum ativo) isso não pertence + a LTM, só um exemplo.

 

É o último sendo devolvido? não tenho acompanhado :cry:

https://www.flightradar24.com/data/flights/la9543  ou https://www.flightradar24.com/data/aircraft/pr-xte

Ainda sobraram XTE e XTI. Outro dia vi no Instagram fotos do XTI sendo lavado, pode ser o próximo a ser devolvido.

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Acredito que WB reduzindo de 62 pra 51 (2023) deve ser a saída dos 11 76W, e o aumento pra 57 (2026) seria o recebimento de 6 789s.

Cargueiros de 13 (2021) passa a 20 (2026).

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On 10/09/2021 at 17:19, Eric Breno said:

Ainda sobraram XTE e XTI. Outro dia vi no Instagram fotos do XTI sendo lavado, pode ser o próximo a ser devolvido.

O XTI vai precisar de uma lavagem e reparos, até 05/09/21 ele estava assim e foi movido para a lateral do hangar de manutenção.spacer.png

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On 10/09/2021 at 19:26, TheJoker said:

Então falta só XTI, que não voa desde jun20.  https://pt.flightaware.com/live/flight/PRXTI

Aproveitando pra me corrigir, o que sobrou foi o XTD e não o XTE. Sei lá pq me confundi na hora kkkkkkkkkkkkk

3 hours ago, Renan926 said:

O XTI vai precisar de uma lavagem e reparos, até 05/09/21 ele estava assim e foi movido para a lateral do hangar de manutenção.spacer.png

Sim, isso mesmo. Não achei a foto que eu tinha visto, mas achei uma outra foto dele onde você tinha dito. Pelo menos a lavagem fizeram, devem estar por fazer os reparos também.

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